Dá-lhe Morengueira!!!

BOA TARDE

(Vitor Hugo Soares)

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DEU NO ESTADÃO

Eduardo Bresciani, João Domingos e Fausto Macedo

Documentos da Operação Lava Jato da Polícia Federal mostram que o doleiro Alberto Yousseff teria intermediado doações para deputados e diretórios do PP e para o PMDB de Rondônia nas eleições de 2010. Ele está preso desde o dia 17, por suspeita de comandar um esquema de lavagem de dinheiro. Yousseff ainda é investigado por suas ligações com o ex-diretor da Petrobrás Paulo Roberto Costa, também detido pela PF.

Os interlocutores de Yousseff são Othon Zanoide de Moraes Filho, diretor-geral de desenvolvimento comercial da Queiroz Galvão, e Cristian Silva, da Jaraguá. Ambos tratam com o doleiro de dados bancários e emissão de recibos das contribuições eleitorais.

Cruzamentos feitos pelo Estado mostram correspondência entre os valores mencionados nos e-mails com o montante declarado pelos beneficiários à Justiça Eleitoral. O PP nacional aparece em uma conversa entre Yousseff e Moraes em 17 de agosto de 2010 como destinatário de uma doação de R$ 500 mil que deveria se registrada em nome da Vital Engenharia, empresa que faz parte do grupo Queiroz Galvão. O diretório aparece em outra troca de e-mails entre os dois como beneficiário de R$ 2,040 milhões. Ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o PP relata ter recebido R$ 2,240 milhões da Vital Engenharia e R$ 500 mil da Queiroz Galvão.

O PP baiano foi outro agraciado com doações da construtora que aparece nos documentos da investigação. O diretório é presidido pelo deputado Mário Negromonte, ex-ministro das Cidades e apontado como um dos padrinhos da indicação de Costa na diretoria da Petrobrás. Por e-mail, o executivo cobra de Yousseff um recibo de doação de R$ 500 mil. No TSE, há duas doações de R$ 250 mil cada.

O mesmo ocorre com o diretório pernambucano do PP. O executivo pede recibo para uma doação de R$ 100 mil. Na Justiça Eleitoral constam três doações – uma é de R$ 100 mil.

Parlamentares. Deputados do PP também são citados nos e-mails do doleiro. Nelson Meurer (PR) foi beneficiário de R$ 500 mil, Roberto Teixeira (PE) recebeu R$ 250 mil e Roberto Britto (BA) ficou com R$ 100 mil. Todos declararam esses valores ao TSE. Aline Corrêa (SP) aparece em uma mensagem como beneficiária de R$ 250 mil. No total, ela declarou R$ 350 mil. Aline é filha do ex-presidente do PP Pedro Corrêa, condenado no processo do mensalão.

Também condenado no processo, Pedro Henry (MT) é citado pelo doleiro como beneficiário de R$ 100 mil. O valor foi declarado ao TSE. O deputado é ainda beneficiário de uma doação da Jaraguá. E-mail enviado por Cristian Silva informa os dados da empresa que devem constar no recibo. A doação registrada no TSE é de R$ 100 mil.

Além dos diretórios do PP, o regional de Rondônia do PMDB é citado nos e-mails de Yousseff. Presidente licenciado em Rondônia, o senador Valdir Raupp está a frente do diretório nacional em virtude da licença do vice-presidente da República, Michel Temer. A doação referida nos e-mails é de R$ 300 mil. A prestação de contas do diretório regional informa o recebimento de R$ 500 mil da construtora. Um dos recibos é de R$ 300 mil.

NEGROMONTE NEGA

Bahia 247 – Tal qual o deputado Luiz Argôlo (SDD), o presidente do PP na Bahia e ex-ministro das Cidades, Mário Negromonte, também nega qualquer envolvimento com o doleiro Alberto Youssef, preso pela Polícia Federal na Operação Lava-jato.

Segundo denúncia de Veja no final de semana, Argôlo (ex-PP), Negromonte e Roberto Britto teriam recebido dinheiro de Youssef como parte de “esquema de pedágio para negócios com a Petrobras”.

Negromonte já era presidente do PP baiano, época do esquema, e afirma que encontrou o doleiro uma vez apenas e que nunca teve “vínculo” com ele. Ainda de acordo com o líder progressista, as doações partidárias ocorreram “dentro da lei”.

“Todas as doações foram feitas entre as empresas e o partido (PP). Não existiu intermediário”. Deputado também nega relação de seu irmão Adarico Negromonte com Youssef. “Liguei para ele (Adarico) e ele me disse que não tem nenhuma relação profissional com o Youssef”, disse Mário Negromonte em entrevista ao jornal A Tarde.

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deu no público, de lisboa
A morte de Fábio Hamilton, de 23 anos, durante a construção da Arena Corinthians, palco da abertura da Copa do Mundo de futebol, a 12 de Junho, oitava morte relacionada com as obras do Mundial 2014, é algo “normal” para Pelé. O ex-jogador admitiu que a sua principal preocupação é o “caos” existente nos aeroportos do país, quando faltam apenas dois meses para o início da competição.

As afirmações do ex-atacante da selecção “canarinho” foram feitas durante o lançamento de uma coleção de diamantes, produzida com base nos seus próprios fios de cabelo e que fazem referência a cada um dos 1283 golos marcados ao longo da carreira.

Pelé afirmou ainda que existe uma grande intranquilidade nos outros países em relação às condições de segurança existentes no campeonato do mundo, particularmente, devido às “manifestações, assaltos e mortes” ocorridas no Rio de Janeiro. “Os estrangeiros querem saber se há perigo”, sublinhou.

O tricampeão mundial pela seleção lamentou que a Copa das Confederações, de 2013, o Mundial e os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, de 2016, não tenham sido preparados de forma a “potencializr o crescimento do Brasil enquanto país”. De acordo com Pelé, o governo brasileiro “esqueceu-se que as competições podiam abrir as portas aos turistas” e, por isso, “desperdiçou a oportunidade”.

abr
08
Posted on 08-04-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 08-04-2014


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Sid, hoje, no portal A Crarge Online

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DEU NO SITE LITERA TORTURA/ R7

O curta-metragem francês com 11 minutos de duração, “Opressed Majority” (“Maioria Oprimida”), de Eléonore Pourriat, mostra com simplicidade uma inversão de papéis bastante interessante. O curta se passa numa sociedade sexista, dominada por mulheres. Ou seja, é basicamente o que vivemos, só que ao contrário. Um homem passando por tudo aquilo que as mulheres passam todos os dias.

O curta trata, então, de dois pontos extremamente interessantes. O primeiro deles, obviamente, é a crítica à nossa sociedade extremamente machista. O vídeo não deixa dúvidas quanto a isso, pelo simples fato de causar certo estranhamento com essa inversão de papéis ao criar certas situações. Das coisas simples às mais graves, percebemos como a sociedade se acostumou a ser machista sem perceber, pelo simples fato de tornar normal algo que, se acontecesse ao contrário, seria de se estranhar. Basicamente, se qualquer coisa tenha te dado a impressão de que algo não está certo, já é o suficiente para provar que você se acostumou com o machismo. Isso porque se no mundo em que vivemos, homens e mulheres fossem tratados como iguais (que, aliás, é o que são), uma inversão de papéis não mudaria coisa alguma.

Por outro lado, outra reflexão feita por Eléonore é justamente sobre o que seria correto a se fazer para mudar essa situação. Muitas pessoas acreditam que ser radical é a solução, e que o certo mesmo seria justamente uma inversão de papéis. Mas o curta nos mostra que isso só jogaria o problema pro outro lado. O correto, na verdade, é não existir uma luta pelo ‘femismo’, ou uma luta pelo machismo, e sim uma luta pela igualdade. Simples assim.

Qualquer coisa que se torne extrema acaba sendo prejudicial para alguém, quando existem dois lados envolvidos. Pender demais para um lado ou para o outro nunca é a solução correta.

Por isso, “Opressed Majority” é genial. Simples, passa sua mensagem e te convence de que lutar por um domínio de um dos lados é lutar a favor de um problema. Digo mais uma vez: correto mesmo é lutar pelo equilíbrio, pela igualdade e contra o extremismo, seja ele para o lado que for.

(Matéria sugerida ao BP pala jornalista e escritora Cida Torneros)

BOM DIA!!!

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DEU NO PORTAL IMPRENSA

Nesta segunda-feira (7/4), dia do jornalista, o escritor e Nobel de Literatura Gabriel García Márquez mandou um recado especial aos profissionais de imprensa que faziam a cobertura de seu estado de saúde em um hospital no México: “Estão loucos, o que (os jornalistas) fazem lá fora? Que vão trabalhar, fazer algo útil”.

Segundo o Brasil Post, a declaração foi dada após ele ler o que os jornais estavam dizendo a seu respeito. Como se recupera de um quadro de desidratação, o escritor colombiano teve o auxílio do assistente Genovevo Quiroz para transmitir a mensagem e apresentá-lo aos repórteres que faziam “vigília” por informações.

Perseguido por dezenas de jornalistas, Quiroz repetiu diversas vezes que “ele está bem”, e complementou: “ele está contente e muito surpreso por tantas demonstrações de carinho de toda a imprensa. Acredito que isso o ajudou, é como se alimentasse seu espírito”, ironizou. “Ele já se sente como se estivesse com um pé fora do hospital, está evoluindo muito bem, mas precisa terminar seu tratamento”, conclui.

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