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Posted on 06-04-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 06-04-2014

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A música criolla peruana está de luto. Óscar Avilés Arcos faleceu este sábado depois de prolongada internação hospitalar, aos 90 anos de idade.

Avilés, nascido em Callao, a 24 de março de 1924, foi um dos expoentes máximos do genero musical da América Latina que consagrou artistas célebres e geniais, a exemplo da cantora peruana Chabuca Granda, autora de composições como Fina Estampa e La Flor de la Canela.

De pai peruano e mãe chilena, foi sua avó materna quem o ensinou seus primeiros acordes na guitarra.

Seu pai, a quem escutava cantar e tocar em reuniões sociais, se opôs inicialmente a que ele virasse músico mas cedeu ao reconhecerr seu talento. Graças a isso, estudou
guitarra no Conservatório Nacional, um privilegio que poucos músicos populares desfrutavam.

No entanto, seu primeiro compromisso como músico profissional foi tocando el cajón para o duo La Limeñita y Ascoy, en 1939.

R.I.P.

(Postado por Vitor Hugo Soares, com informaçções do jornal El Comércio, de Lima, e do leitor que assina Vangelis, a quem o BP agradece)

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A Página do Relâmpago Elétrico

Beto Guedes

Abre a folha do livro
Que eu lhe dou para guardar
E desata o nó dos cinco sentidos
Para se soltar
Que nem o som clareia o céu nem é de manhã
E anda debaixo do chão
Mas avoa que nem asa de avião
Pra rolar e viver levando jeito
De seguir rolando
Que nem canção de amor no firmamento
Que alguém pegou no ar
E depois jogou no mar

Pra viver do outro lado da vida
E saber atravessar
Prosseguir viagem numa garrafa
Onde o mar levar
Que é a luz que vai tescer o motor da lenda
Cruzando o céu do sertão
E um cego canta até arrebentar
O sertão vai virar mar
O mar vai virar sertão
Não ter medo de nenhuma careta
Que pretende assustar
Encontrar o coração do planeta
E mandar parar
Pra dar um tempo de prestar atenção nas coisas
Fazer um minuto de paz
Um silêncio que ninguém esquece mais
Que nem ronco do trovão
Que eu lhe dou para guardar

A paixão é que nem cobra de vidro
E também pode quebrar
Faz o jogo e abre a folha do livro
Apresenta o ás
Pra renascer em cada pedaço que ficou
E o grande amor vai juntar
E é coisa que ninguém separa mais
Que nem ronco de trovão
Que eu lhe dou para guardar

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Maravilha de criação melódica, arranjo, letra e interpretação. Beto Guedes de corpo inteiro. Confira.
BOA TARDE!!!

(Vitor Hugo Soares)

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DEU NO PÚBLICO, DE LISBOA

A luz da Priâmide do Museu do Louvre, em Paris, vai ser diferente durante o próximo ano e meio. Continuando com a política de também apostar na arte contemporânea, a direção do museu mais visitado do mundo convidou o artista Claude Lévêque a produzir uma obra para a pirâmide de vidro. O resultado é um raio em néon vermelho.

É como se pirâmide de vidro, projectada pelo arquitecto norte-americano de origem chinesa Ieoh Ming Pei, tivesse sido atingida por um raio. Depois de Loris Gréaud, Tony Cragg e Wim Delvoye, foi a vez do artista plástico francês pensar numa instalação para a porta de visita do Louvre. Inaugurada no dia 2 de Abril, a instalação vai ficar no museu até ao final de 2015, ano em que será depois apresentada uma exposição pessoal do artista.

Para este trabalho, o artista de 61 anos, e que representou a França na Bienal de Veneza de 2009, recorreu ao material que mais tem privilegiado: um tubo de néon vermelho. Ao longo da sua carreira, Claude Lévêque tem criado instalações que articulam objetos, sons e luz.

Para o Louvre, como explicou o artista à AFP, não preparou nada “monumental”. Até porque durante o dia é como se esta instalação não existisse, uma vez que só à noite é que se ligam as luzes do tubo em ziguezague suspenso no centro da pirâmide.

“Inicialmente o lugar assustou-me”, disse à AFP Lévêque, explicando que a pirâmide do Louvre é um local onde estão sempre a passar pessoas e onde existe muito ruído. “É o contrário da intimidade” que procurava, além das restrições a que a pirâmide de 22 metros obriga. Mas foi depois a olhar para uns desenhos de raios que há uns anos tinha pedido a um grupo de crianças, que lhe surgiu esta ideia. “Escolhi o raio mais bonito e dinâmico.”

abr
06
Posted on 06-04-2014
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Sid, hoje, no portal de humor A Charge Online

DEU NO BLOG DO NOBLAT (reproduzido de O Globo)

Caio Barreto Briso

Três blocos carnavalescos fizeram um cortejo na tarde deste sábado na Praça Parque União, no Complexo da Maré, Zona Norte do Rio. O encontro, que começou às 17h30, foi marcado pelo Facebook. Um dos blocos, o ‘Se benze que dá’, nasceu na comunidade, há dez anos. Os cerca de vinte músicos, acompanhados por aproximadamente cem pessoas – uma mistura de moradores, universitários e ativistas ligados a movimentos sociais – , seguiram pelas ruas da favela Nova Holanda tocando funks antigos.

Organizado por jovens moradores, o ato é uma forma de resistência à ocupação militar por meio da cultura. Os integrantes exigiram o fim dos abusos cometidos pelas Forças de Pacificação na abordagem aos moradores. “Mandado coletivo não existe!!!”, dizia uma das faixas erguidas no protesto.

abr
06
Posted on 06-04-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 06-04-2014

É como dizia um velho sábio brasileiro:”Nada é tão ruim que não possa piorar”

E o pior é o silêncio.

BOM DOMINGO!

(Vitor Hugo Soares)

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Bye Bye, Wilker!

E veja lá por cima se é possível continuar velando para não deixar entornar de vez o caldo da arte, cultura e da vida deste país tão devedor a um de seus mais extraordinários artistas, que se foi de mansinho.

Quando a Bahia verá outro Vadinho como você? E o Brasil outro mágico como o que você representou no filme de Cacá Diegues e da música de Chico?

SAUDADES!

(Vitor Hugo Soares)


Famosos e anônimos no velório de Wilker no Rio

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DEU NO IG

Era pouco mais de 23h quando as portas do Teatro Ipanema, no Rio de Janeiro, foram abertas para que o público pudesse se despedir do ator José Wilker, que morreu neste sábado (05), aos 66 anos, vítima de um infarto fulminante.

Duas horas antes, contudo, já havia movimentação no local. Por volta das 21h30, as filhas, a mulher, e ex-mulheres de Wilker chegaram ao local do velório. Uma fila de admiradores já tomava a calçada. O corpo do ator só chegou ao local meia hora depois.

A diretora Denise Sarraceni e o ator Tony Ramos foram os primeiros amigos a chegar, mas não quiseram falar com a imprensa.

Carolina Casting e Marcelo Serrado chegaram logo depois. “É um momento de muita dor. Falei com ele ontem [sexta-feira] e combinamos de nos falar novamente na segunda…É uma grande perda para o Brasil”, comentou Serrado.

Os dois atuaram juntos no remake da novela “Gabriela”, exibido pela TV Globo, em 2012. Wilker viveu na ocasião o coronel Jesuíno Mendonça e Serrado interpretou o malandro Tonico Bastos.

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