Do You Tube para você, “Laura”, comThe Four Freshmen (Capitol Records 1950)!!!

BOA TARDE!!!

(Gilson Nogueira)


Bruna: morte por dengue choca e adverte

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DEU NO CORREIO DA BAHIA

Salvador registrou o primeiro caso de morte por dengue hemorrágica neste ano, segundo informou nesta quinta-feira (27) a Secretaria Municipal de Saúde (SMS).

A estudante de Direito Bruna Gomes de Oliveira Muniz, 24 anos, morava no bairro da Pituba. Ela deu entrada no Hospital do Subúrbio no último dia 24 de março após sentir os primeiros sintomas da doença.

Após o agravamento do estado de saúde da jovem, ela foi transferida para o Hospital Couto Maia, onde permaneceu internada até morrer na noite desta terça-feira (25).

Nos sites de redes sociais, amigos e familiares postaram mensagens emocionadas sobre a morte da jovem. “Nem toda dor que já sentir na vida não chegará nem perto do que estou sentindo agora. Mas sei que pode demorar, mas vai passar e também sei que como sempre eu e minha Bruninha ficaremos sempre juntos. Fica com Deus, maninha, e que ele te encaminhe para o caminho certo!”, escreveu o irmão, Bruno, em sua página no Facebook.

Salvador está entre as cidades com maior número de casos de dengue na Bahia. Segundo a SMS, agentes de combates à dengue já realizaram ações preventivas e de bloqueio na região próxima ao local onde morava a vítima. Em nota, a SMS informou que foi realizado o tratamento de depósitos do Aedes Aegypti, e eliminação de focos encontrados. A atividade foi intensificada com a utilização do fumacê.

Risco de dengue
De acordo com o levantamento da Sesab, do total de municípios baianos, 199 (47,7%) notificaram a doença, com destaque para Salvador (729), Feira de Santana (296), Itabuna (192), Pintadas (131), Teixeira de Freitas (75), Jequié (66), Porto Seguro (52), Ituaçu (48), Mirante (44) e Barreiras (42), que concentram 66,9% dos casos do estado da Bahia.

A mais nova orientação do Ministério da Saúde para os casos de dengue ocorridos em 2014 prevê que esses deverão seguir a nova classificação de casos: dengue, dengue com sinais de alarme e dengue grave.

Em Salvador, houve um aumento de 63% de notificações de casos de dengue em relação ao ano passado. Entre os distritos sanitários com maior número de casos destacam-se Cabula/Beiru, Boca do Rio e Barra/Rio Vermelho.

Vacina
Além da vacina, o Brasil também desenvolve a cultura de uma bactéria chamada Wulbachia que destrói o vírus, impedindo a disseminação da dengue. O estudo é feito pelo Instituto Oswaldo Cruz, Fundação Getulio Vargas, a Universidade Federal de Minas Gerais e FioCruz.

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Por iG São Paulo

Houve queda em todos os estratos da população, com destaque para moradores de municípios com menos de 20 mil habitantes

A parcela da população que considera o governo Dilma Rousseff bom ou ótimo caiu sete pontos percentuais, para 36%, segundo pesquisa CNI/Ibope divulgada na manhã desta quinta-feira (27). A queda foi observada em todos os estratos da população, com destaque para moradores de municípios com menos de 20 mil habitantes, onde a redução foi de 15 pontos, para 44%.

O número de pessoas que confia na presidente também caiu, de 52% para 48%. A aprovação pessoal da presidente diminuiu para de 56% para 51%.

O número de entrevistados que considera o governo Dilma pior que o de Lula aumentou de 34% para 42%. Os dois governos são considerados iguais por 46% dos entrevistados.

Fim de gestão

Aumentou também o pessimismo em relação ao fim da gestão da presidente. A parcela da população que considera que o final do governo será ruim ou péssimo passou de 21% para 28%. Entre os que acham que o restante do governo será ótimo ou bom caiu de 45% para 36%.

Para o levantamento, foram entrevistadas 2.002 pessoas em 141 municípios entre os dias 14 e 17 de março. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. A entrevista está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) com o Protocolo BR-00053/2014.

Leia mais sobre o assunto no IG

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OPINIÃO

A entrevista “Caras” com Barbosa

Por Paulo Nogueira, no blog Diário do Centro do Mundo:

Roberto Dávila fez uma entrevista “Caras” com Joaquim Barbosa na estreia de seu programa de entrevistas na Globonews, neste final de semana.

Não incomodou em nenhum momento seu entrevistado, o que é a prova maior de uma entrevista desprezível no jornalismo sério.

Só faltou a ele falar com Joaquim Barbosa de joelhos dobrados.

Pela amostra, dá para imaginar o que serão os futuros programas: completamente dispensáveis.

Chances de levar a conversa para algo mais quente não faltaram. Joaquim Barbosa disse, por exemplo, que está processando um jornalista por racismo.

Dávila simplesmente ignorou o assunto. Fugiu dele ou por inépcia ou por medo de sair da zona de conforto à base de sorrisos e rapapés.

Não foi sequer pronunciado o nome de Noblat, o processado.

Dávila também se furtou a entrar na história da nomeação de JB para o Supremo.

Poderia ter perguntado a ele se confirmava a versão de Frei Betto segundo a qual Barbosa o abordou no aeroporto de Brasília e se apresentou como uma resposta para a busca de Lula por um ministro negro.

A impressão que sobrou é que a entrevista foi toda ela combinada. Ficou, portanto, emasculada.

O melhor da conversa girou sobre racismo. Estavam os dois de pé, por causa das dores nas costas de Barbosa. Com razão, JB disse que o Brasil é imensamente racista.

Isto é uma verdade doída, mas também é verdade que ele nada fez pelos negros como presidente do Supremo.

Poderia ter feito um pronunciamento, um só, para levantar o debate – mas nada fez. Sua voz jamais se ergueu na defesa dos negros, o que é uma lástima, uma grande oportunidade desperdiçada.

Ainda nesta semana, ele teria agido bem se falasse algo em defesa de Claudia Ferreira, arrastada e morta barbaramente por policiais no Rio de Janeiro.

Mas nada.

Dávila foi tão bajulador que conseguiu dizer que, aos 59 anos, Barbosa é “muito jovem”. Ora, aos 33 Alexandre tinha ganhado e perdido o mundo. Penso aqui comido que, aos 57, devo me julgar um adolescente, talvez.

Como o DCM já noticiou, JB disse que não será candidato em 2014. A razão é óbvia: ele não tem voto.

Provavelmente não será candidato a nada expressivo jamais, porque virou um herói da direita, e isso dá holofotes mas não votos.

Se Dávila perdeu sucessivas chances de produzir uma conversa minimamente excitante, Joaquim Barbosa não deixou escapar a oportunidade de bater em Lula.

Disse que várias vezes Lula, quando presidente, o convidou para fazer parte da comitiva em viagens para a África.

Disse que sempre recusou por entender que Lula queria fazer “marketing” – mostrar aos africanos uma imagem racial muito distante da realidade brasileira.

Não obstante, JB ficou sentido com Dilma por não ter sido incluído no grupo que foi ao funeral de Mandela.

Joaquim Barbosa parece jamais haver superado as marcas do racismo de que foi vítima antes de ascender socialmente, e é compreensível.

O que é incompreensível é sua falta de ação para promover seus iguais. Teve palco, teve microfone, teve tudo para isso, sobretudo no ápice do Mensalão, quando a imprensa lhe deu um espaço extraordinário.

Mas ficou quieto.

mar
27
Posted on 27-03-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 27-03-2014


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César, hoje, no jornal Notícias do Dia


Rui, Leão e Otto:palanque governista em Irecê

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DEU NO BLOG POR ESCRITO, EDITADO PELO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES

Não é nada de mais que o deputado João Leão tenha reconsiderado opiniões anteriores sobre o candidato a governador Rui Costa, de cuja chapa é o vice.

Afinal, depois de conhecer-lhe melhor o “lado humano”, Leão, numa demonstração de pureza de alma, está “gostando muito” de Rui.

O que ele precisa explicar é por que passou a acreditar numa candidatura a qual desancava, meses atrás, em termos políticos e eleitorais. “Rui não vai para lugar nenhum”, dizia.
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DEU NO PORTAL IMPRENSA

Jéssica Oliveira

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Joaquim Barbosa, criticou a reportagem “Não serei candidato a presidente”, publicada na edição nº 823 da revista Época. Em carta aberta divulgada nesta terça-feira (25/03), ele classificou o texto como “triste exemplo de jornalismo especulativo e de má-fé.”

Para Barbosa, a matéria traz um “grave desvio da ética jornalística”. Na carta, ele afirma que não houve entrevista, mas uma conversa sobre ‘trivialidades” durante “visita de cunho institucional do Diretor da Sucursal de Brasília da Revista Época.”

Segundo o ministro, a publicação cometeu uma série de “erros factuais” e utilizou “construções imaginárias e preconceituosas, além de sérias acusações contra a minha pessoa.”

“O texto afirma que conheci o ministro Celso de Mello na década de 90, e que este último teria escrito o prefácio do meu livro “Ação Afirmativa e princípio Constitucional da Igualdade”. Conheci o ministro Celso de Mello em 2003, ano em que ingressei no STF. Não é dele o prefácio da obra que publiquei em 2001, mas sim do já falecido professor de direito internacional Celso Duvivier de Albuquerque Melo, que de fato conheci nos anos 90 e foi meu colega no Departamento de Direito da Universidade do Estado do Rio de Janeiro”, aponta Barbosa, como erro no qual teria sido baseada “quase toda a matéria”.

À IMPRENSA, em nota, a revista diz que “Época se pauta sempre pelos Princípios Editoriais das Organizações Globo, repudia as acusações de desvio ético e má fé – e lamenta os erros factuais contidos na reportagem, pelos quais pede desculpas.”

Leia a íntegra da carta do ministro Joaquim Barbosa:

Sr. Diretor de Redação,

A matéria “Não serei candidato a presidente” divulgada na edição nº 823 dessa revista traz em si um grave desvio da ética jornalística. Refiro-me a artifícios e subterfúgios utilizados pelo repórter, que solicitou à Secretaria de Comunicação Social do Supremo Tribunal Federal para ser recebido por mim apenas para cumprimentos e apresentação. Recebi-o por pouco mais de dez minutos e com ele nao conversei nada além de trivialidades, já que o objetivo estabelecido, de comum acordo, não era a concessão de uma entrevista. Era uma visita de cunho institucional do Diretor da Sucursal de Brasília da Revista Época. Fora o condenável método de abordagem, o texto é repleto de erros factuais, construções imaginárias e preconceituosas, além de sérias acusações contra a minha pessoa.

A matéria é quase toda construída em torno de um crasso erro factual. O texto afirma que conheci o ministro Celso de Mello na década de 90, e que este último teria escrito o prefácio do meu livro “Ação Afirmativa e princípio Constitucional da Igualdade”. Conheci o ministro Celso de Mello em 2003, ano em que ingressei no STF. Não é dele o prefácio da obra que publiquei em 2001, mas sim do já falecido professor de direito internacional Celso Duvivier de Albuquerque Melo, que de fato conheci nos anos 90 e foi meu colega no Departamento de Direito da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

Mais grave, porém, é a acusação de que teria manipulado uma votação, impedindo deliberadamente que um ministro do STF se manifestasse. O objetivo seria submeter o ministro a pressões da “mídia” e de “populares”. Isso não é verdade. Ofensiva para qualquer cidadão, a afirmação ganha contornos ainda mais graves quando associada ao Chefe do Poder Judiciário. Portanto, antes de publicar informação dessa natureza, o repórter tinha a obrigação de tentar ouvir-me sobre o assunto, o que pouparia a revista de publicar informação incorreta sobre minha atuação à frente da Corte.

No campo pessoal, as inverdades narradas na matéria são ainda mais ofensivas e revelam total desconhecimento sobre a minha biografia. Minha mãe nunca foi faxineira. Ela sempre trabalhou no lar, tendo se dedicado especialmente ao cuidado e à educação dos filhos. O texto, que me classifica como taciturno, áspero, grosseiro, não apresenta fundamentos para essas afirmações que, além de deselegantes, refletem apenas a visão distorcida e preconceituosa do repórter. O autor da matéria não apresenta elementos que sustentem os adjetivos gratuitos que utiliza.

Também desrespeitosa é a menção aos meus problemas de saúde. Ao afirmar que a dor causou “angústia e raiva”, o jornalista traçou um perfil psicológico sem apresentar os elementos que lhe permitiram avaliar o impacto de um problema de saúde em uma pessoa com a qual ele nunca havia sequer conversado.

Outra falha do texto é a referência à teoria do “domínio do fato”. Em nenhum momento a teoria foi evocada por mim para justificar a condenação dos réus no julgamento da Ação Penal 470. Basta uma rápida leitura do meu voto para verificar esse fato.

Finalmente, não tenho definição com relação ao momento de minha saída do Supremo e de minha aposentadoria. Muito menos está definido o que farei depois dessa data, embora a matéria tenha afirmado – sem que o jornalista tenha sequer tentado entrevistar-me sobre o tema – que irei dedicar-me ao combate ao racismo.

Triste exemplo de jornalismo especulativo e de má-fé.

Joaquim Barbosa
Presidente
do Supremo Tribunal Federal

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A versão original da canção da trilha sonora do filme “O professor de violino”, interpretada pelo autor (Modugno), com legendas em italiano e espanhol. Uma preciosidade dedicada aos leitores e ouvintes do BP.

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

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