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A entrevista do ministro Joaquem Barbosa será retransmitida esta Segunda-feira, as 23h30, no canal privado Globo News. Não perca, se ainda não viu. Se já viu, vale a pena ver de novo.

Enauanto espera, som na caixa.

Dá-lhe, Zeca!

(Vitor Hugo Soares)

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Comentários

regina on 24 Março, 2014 at 16:08 #

Alguns cavam sua estrada com unhas e dentes, mudam de rumo, buscam um atalhos, sobe e desce a escadaria das oportunidades da vida, outros entregam à Deus e deixam a vida levar,seja lá pra onde for, principalmente se “der certo”…
Assisti a entrevista no vídeo da Globo news . http://globotv.globo.com/globonews/roberto-davila/v/veja-entrevista-exclusiva-com-joaquim-barbosa-presidente-do-stf/3232709/ o suficiente para constatar minha opinião sobre o ministro Joaquim Barbosa, que está longe da idolatria aparentemente reinante no Brasil pós “Mensalão”. Do principio ao fim faltou a delicadeza, a genialidade, as normas básicas do convívio entre profissionais, e não estou me referindo à escolha de “palavrinhas muito gentis pra fazer algo inaceitável”…
Se a vida tem levado o ministro Joaquim Barbosa ao seu destino correto, como pensam alguns, até muitos, não sabemos ainda, pois ele deixou em aberto a possibilidade de uma candidatura, no futuro, à um cargo através de eleições públicas, apesar de confidenciar que a política nunca foi seu prato favorito e que não tenha, até o momento , ‘se emocionado’ com a idéia….
O tempo urge, mas o novo herói “tupiniquim” não tem pressa e espera o próximo empurrãozinho da vida….
Quem viver, verá….


regina on 24 Março, 2014 at 16:17 #

corrigindo a concordância:

buscam um atalho, sobem e descem a escadaria das oportunidades da vida,


jader on 24 Março, 2014 at 17:16 #

Sobre o comportamento ” estranho” deste homem publico( Carta Capital)

Teatrinhos de tragédias

Wálter Maierovitch

23/03/2014 07:53

O presidente do STF, Joaquim Barbosa, usa o Plenário como palco para difundir seu inconformismo

Supremo teatro. Na sessão de encerramento do julgamento dos embargos infringentes apresentados por João Paulo Cunha, João Cláudio Genu e Breno Fischberg, e com relação às condenações não unânimes por crimes de lavagem de dinheiro, o ministro Joaquim Barbosa, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), usou o Plenário como palco para difundir seu inconformismo.

No popular, Barbosa fez seu teatrinho. Como já intuía os votos dos dois novos ministros, Teori Zavascki e Luís Roberto Barroso, no sentido de acolher os embargos e absolverem Cunha e Genu dos crimes de branqueamento de capitais, Barbosa resolveu não presidir esses dois julgamentos, conforme era sua obrigação legal e regimental.

Por evidente, Barbosa, pela ausência, não votou nesse embargos e, como agiu em interesse egoísta e em descumprimento ao seu dever funcional, acabou por denegar justiça. Algo vedado a qualquer juiz de fazer, como regra.

Nos tribunais, e disso sabe até rábula de porta de cadeia, decide-se por maioria, ou seja, democraticamente. Mais ainda, as ausências precisam ser justificadas e os impedimentos declarados. Em síntese, não pode um magistrado de Tribunal, salvo casos de impedimento, suspeição ou motivo de foro íntimo, escolher os processos e os recursos que deseja julgar. Permite-se apenas a ausência justificada e Barbosa já fez isso inúmeras vezes por motivo de saúde.

Nos julgamentos dos embargos de Cunha e Genu, a presidência da sessão competiu ao ministro Ricardo Lewandowski, vice-presidente da Corte. Barbosa só deu as caras, e assumiu a presidência dos trabalhos, logo após as absolvições e por ocasião, na mesma sessão vespertina, do julgamento dos embargos de Fischberg. E, a respeito do resultado, até as togas sabiam que seria por votação acachapante a manutenção da condenação de Fischberg. No particular, apenas Lewandowski absolvia Fischberg e por entender que “não havia prova alguma” a incriminá-lo.

Neste espaço, já critiquei o tradicional sistema de eleição para presidente do Supremo. Um sistema baseado no rodízio e a presumir aptidão para acumular funções administrativas-judiciárias. A tradição foi mantida e Barbosa restou eleito. Só não era esperado o nonsense de não comparecer para presidir sessão onde poderiam ser revertidas duas condenações.


Maria do S. M. Fonseca on 25 Março, 2014 at 9:49 #

Concordo com você Regina e “quem viver verá” e ponto.


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