BOA TARDE!!!

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DEU NO PORTAL A TARDE

A pretensão dos técnicos de Bahia e Vitória em suas prováveis escalações indica: as torcidas podem preparar o gogó para gritar gol. Neste domingo, 23, às 16 horas, a Fonte Nova terá os times voltados à ofensividade.

As propostas de Marquinhos Santos, no lado tricolor, e Ney Franco, pelo Leão, são um alento ao torcedor, que viu no último clássico, em Pituaçu, muita burocracia e poucas emoções no Ba-Vi que terminou em 1 a 1.

No Bahia, chama a atenção o jogador que provavelmente será escolhido para vestir a camisa 9: trata-se do garoto Jeam, que fez sua primeira partida como profissional na última rodada, diante do Conquista.

O comandante Marquinhos, no entanto, pondera: “É um atleta que vem sendo monitorado. Entrou muito bem na estreia, mas O Ba-Vi é diferente. Preciso analisar melhor se inicio com ele ou não. Mas ele mostrou que tem qualidade”.

Também há que se pontuar a formação ousada do meio-campo tricolor, com só um homem essencialmente marcador: Uelliton. Os outros – Pittoni, Talisca e Lincoln – são especialistas na armação das jogadas.

Marquinhos deve promover quatro debutes. Jeam, Pittoni, Lincoln e Diego Macedo nunca disputaram o clássico.

mar
23
Posted on 23-03-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 23-03-2014


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Paixão, hoje, na Gazeta do Povo(PR)


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DEU NO UOL/FOLHA

O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Joaquim Barbosa, afirmou que não participará das eleições de 2014, em entrevista à Globo News que foi ao ar na noite deste sábado (22). “Por enquanto não, não agora. Eu disse numa entrevista recente que não descartava a hipótese de me lançar na vida política, mas não para estas eleições de 2014”, afirmou.

Barbosa disse que, depois de novembro, quando termina seu mandato de presidente da Suprema Corte, deve ficar por mais “um tempinho” no STF. O ministro tem 59 anos, e seria obrigado a se aposentar aos 70, mas deu a entender que não deve esticar tanto sua permanência no órgão. “Pretendo ficar mais um tempinho aqui, tenho quase 11 anos, mas ainda vou decidir o que fazer nos próximos meses.”

Barbosa foi indicado a ministro do STF pelo presidente Lula em 2003 e foi eleito presidente do STF em outubro de 2012. O ministro ganhou muita popularidade e assédio para que saia como candidato à Presidência da República após assumir a relatoria do processo do mensalão. No julgamento, Barbosa defendeu as denúncias de envolvimento da alta cúpula do governo petista no esquema de corrupção e desvio de recursos públicos.

“Recebo inúmeras manifestações de carinho, pedidos de cidadãos comuns para que me lance nessa briga, mas não me emocionei ainda com a ideia”, afirmou. Segundo Barbosa, a vida pública no Brasil tornou-se um “apedrejamento constante”. “Prefiro me manter alheio a quase tudo o que se passa aqui nessa praça dos três poderes”, afirmou, do seu gabinete, com vista para o Palácio do Planalto.

MENSALÃO

Sobre o julgamento do mensalão, Barbosa falou que foi um processo de sete anos de muito desgaste, tanto físico como mental.

“Foi um processo que trouxe um desgaste muito grande. Carga política exagerada, um pouco turbinada pela mídia também, um processo que durou um tempo razoável. Isso consumiu boas partes das minhas energias aqui no Supremo Tribunal Federal”, falou o ministro ao jornalista ao jornalista Roberto D’àvila, já de pé, por conta das fortes dores nas costas.

Questionado sobre as críticas de que as penas aos condenados no processo foram muito pesadas, Barbosa falou que “ao contrário”, a dosagem foi leve comparada com outras condenações.

“Examino as penas que foram aplicadas ao mensalão às penas aplicadas e chanceladas pelo Supremo a pessoas comuns. Convido aqueles que criticam o supremo por ter aplicado essas penas a fazer esse tipo de comparação. O supremo chancela em habeas corpus coisas muito, mais muito mais pesadas.”
Sobre corrupção, Barbosa afirmou que o Brasil está adotando medidas erradas para combatê-la.

“Não quero justificar corrupção tupiniquim, mas ela está presente em todos os países, em maior ou menor grau. Ainda não encontramos os mecanismos, a forma correta e eficaz de combatê-la. Talvez estejamos adotando o método errado.”

RACISMO

“Estou propondo ação por racismo contra jornalista brasileiro”, afirmou Barbosa, em referência à representação enviada ao Ministério Público em que acusa o jornalista Ricardo Noblat de crime racial por causa de matéria em que escreve que “para entender melhor Joaquim” é preciso acrescentar “a sua cor”.

“É falta de honestidade intelectual dizer que o Brasil se livrou dessas marcas [da escravidão]. Estão presentes nas coisas mais comezinhas. Basta dar uma volta aqui no Supremo ou qualquer repartição pública para ver a repartição dos papéis.”

DEU NO BLOG DO NOBLAT

Jornalismo
A VEJA e a presidenta

“O que era solução virou problema” é o título de capa da reportagem de oito páginas da VEJA desta semana sobre a compra pelo Brasil da refinaria Pasadena, um negócio de R$ 1 bilhão a preço de hoje.

Subtítulo da reportagem: “Dilma fez (quase) tudo certo no caso Pasadena, mas o aparelhamento da Petrobras está levando a presidente a sofrer até por suas virtudes”.

Pois bem: para defender Dilma no caso Pasadena, o governo começou a usar a reportagem da VEJA – logo da revista amaldiçoada por nove entre dez petistas. O mais correto seria dizer: por dez entre dez petistas.

VEJA contou com uma fonte preciosa para resgatar os bastidores da compra da refinaria – seu atual presidente, Fábio Barbosa, na época, membro do Conselho de Administração da Petrobras presidido por Dilma, então ministra-chefe da Casa Civil do governo Lula.

BOM DIA!!!

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