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DEU NO ESTADÃO

Em visita a Sobral (CE), onde anunciou ações do governo no âmbito do programa Água para Todos, a presidente Dilma Rousseff evitou a imprensa e não quis responder a questionamentos de repórteres sobre a controversa operação de venda da refinaria de Pasadena, no Texas (EUA), em 2006. Reportagem do Estado revelou nesta quarta-feira, 19, que Dilma votou a favor da transação com base em um resumo feito pelo ex-diretor internacional da Petrobrás, Nestor Cerveró.

Em nota, Dilma justificou que baseou sua decisão em um resumo que ela classifica de “falho” e “omisso”. Na ocasião, a presidente era ministra da Casa Civil e presidente do Conselho de Administração da Petrobrás.

A refinaria foi comprada em duas etapas. Há oito anos, já era considerada obsoleta quando o conselho presidido por Dilma avalizou a compra. Mais tarde, após uma disputa judicial, a Petrobrás se viu “obrigada” a comprar a outra metade da refinaria, o que custou ao final US$ 1,2 bilhão.

Questionada pelo Broadcast Político sobre a operação, a presidente ignorou a pergunta do repórter e conversou apenas com populares que se aglomeravam em torno dela após a solenidade em Sobral.

De Sobral, Dilma embarca ainda hoje para Belém (PA), onde retomará uma intensa agenda de viagens. A presidente ainda participará de eventos em Marabá (PA) e Imperatriz (MA) nesta quinta.

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Comentários

luiz alfredo motta fontana on 20 Março, 2014 at 5:02 #

“Eu “gerentona” confesso, minha incompetência, meu desatino.”

Fosse o Brasil um país sério e Dona Dilma , o “Salsichão na Grelha”, não mais seria eleita, sequer para síndica. Afinal decidir amparada em resumo falho e omisso é, no mínimo, demonstração da mais deslavada incompetência gerencial.

Não bastasse isto, a decisão tola, foi lastreada no dito resumo, de lavra de um indicado por José Dirceu, aquele da “Papuda”, pois o tal Cerveró, só compunha e ainda compõe o quadro da empresa por indicação do ilustre condenado que hora habita a “Papuda”.

E mais, foi promovido ao singelo cargo de diretor financeiro. O que demonstra o “cuidado” com o erário público desta diletante senhora.

O cheiro é ruim, o diagnóstico pior ainda, resta ao eleitor sorrir face à tal urna sem possibilidade de recontagem, a mais comezinha das práticas necessárias para a credibilidade de resultados eleitorais. Mas neste país, cordato e gentil, nem mesmo o fisco é auditado.

Xangô e Iansã, os orixás que comandam este peculiar ano, são minha derradeira esperança.


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