mar
06


Carnaval no Rio: Laura e Edson, em um bar de
Copacabana, prontos para sair nos bloquinhos

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Uma soteropolitana no carnaval de rua do Rio

Laura Tonhá

Com muita expectativa para curtir um carnaval de rua a moda antiga desembarcamos no Rio de Janeiro na última sexta-feira, véspera dos principais dias da festa, um grupo animado de 5 pessoas naturais de São Paulo e Bahia. Máscaras e adereços para os cabelos faziam parte da indumentária presente na bagagem, a amiga que mora no Rio avisou: “tragam fantasia, a graça na festa de rua aqui é sair fantasiado, pelo menos um pouco”.

Sábado de carnaval, orla de Copacabana a Ipanema, linda como sempre, entupida de turistas e foliões, todo mundo bebendo bastante e caminhando de um lado para o outro, a mistura inclui alguns cariocas no seu cooper habitual. Caminhamos também, de repente um grupinho fazendo um batuque – aquela batida de escola de samba. Opa, lá vem o carnaval. O som improvisado, baixo e sem qualidade, anima o grupo que o acompanha, mais para frente um carro de som, espécie de mini-trio, também no improviso, puxa outros sambas.

O domingo de carnaval segue no mesmo padrão, muita caminhada, pouquíssima música, carro de som e/ou grupo fazendo um batuque improvisado. Cai a ficha: o carnaval de rua do Rio, que eu imaginei tão lindo e poético, é extremamente amador se comparado ao incrível e profissional carnaval de rua que eu, como boa moradora de Salvador, conheço desde que sou adolescente, quando comecei a pular em bloco. Reconheço que a minha referência sobre o que estamos falando é muito alta e qualquer comparação será injusta.

O Sargento Pimenta, famoso bloco do Rio que só toca Beatles, absolutamente entupido oferece um som de qualidade em um palco armado no Aterro do Flamengo na segunda-feira de carnaval, creio que é um dos poucos. Subitamente, entendo porque o bloco da Preta, que possui um tremendo trio elétrico com “know-how” baiano, arrasta multidões. Possivelmente, é o que de mais profissional e incrementado tem o carnaval de rua do Rio.

Meu querido companheiro, um paulista pouco amante de carnaval mas que já brincou um bocado razoável em Salvador, acompanha minha perplexidade e achando graça, define bem a situação: “fui ao meu vizinho e incomodei-me, vim para casa remediei-me”. Saudade do som do trio, da potência e da qualidade, de sentir o corpo acompanhar a música, de ver e ouvir os grandes artistas em verdadeiros espetáculos ambulantes. Vontade de ouvir o Lepo-lepo inteiro e bem cantado.

Ainda que com um carnaval de rua “aquém” do esperado, o Rio de Janeiro nunca é em vão. Sempre podemos ver um pôr-do-sol lindo do Arpoador, curtir o Leblon, a Lagoa Rodrigo de Freitas, ir para orla de Ipanema, para os bares da Lapa e de Santa Tereza, fazer uma visita as delícias da confeitaria Colombo, subir no Cristo e no Pão de Açúcar e ver uma das vistas mais lindas do mundo. Aproveitamos tudo isso na cidade mais bonita do Brasil.

Sempre me impressiono no Rio, desta vez a constatação de que a cidade esta preparada para entreter e atender o turista. Congratulações para o serviço de táxi. Taxistas bem preparados e valores justos. Salvador precisa aprender muito com o Rio. O serviço prestado ao turista lá é sério, não é bico de final de semana. O desfile das escolas de samba na Sapucaí deve acompanhar a qualidade do turismo, até pela tradição. Este ficou para outra oportunidade. Contudo, se o tema é carnaval de rua a expertise esta nas bandas de cá. A Cézar o que é de Cézar.

Quem sabe ano que vem investimos no Furdunço de Neto.

Laura Dourado Tonhá, publicitária, é uma das fundadoras do Bahia em Pauta.

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“San Fernando Valley”, com o excepcional Crosby, para recordar na tarde do BP, caminhos californianos recentemente percorridos por este editor do BP, com Regina na direção do carro e do som pelas “freeways” da costa oeste americana. Maravilha! Confira.

BOA TARDE

(Vitor Hugo Soares)

mar
06

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DEU NO BLOG DE GERSON CAMAROTTI/ O GLOBO

Morre o conciliador do ninho tucano

Por Gerson Camarotti |

Lembro muito do então senador Sérgio Guerra na coordenação da campanha à presidência de Geraldo Alckmin, em 2006. Guerra assumiu comando do ninho tucano em um momento de dificuldades para a oposição. Nesse cenário adverso, ele se destacou como o grande conciliador do PSDB.

Naquela ocasião, Alckmin estava com dificuldades para enfrentar o favoritismo do então presidente Lula, que disputava a reeleição. Muitos tucanos abandonaram Alckmin pelo caminho. Sérgio Guerra se manteve ao lado de Alckmin em todos os momentos da disputa.

Em 2010 o cenário se repetiu. Havia disputas internas para indicar o candidato do partido. Durante a campanha, mais uma vez os tucanos enfrentaram dificuldades na disputa com a então candidata petista Dilma Rousseff. Apesar de ter sido abandonado por setores do partido, o candidato do PSDB, José Serra sempre pôde contar com a lealdade do ex-presidente da legenda Sérgio Guerra.

A capacidade de conciliação interna de Guerra foi o que o possibilitou o atual momento que vive o PSDB, com uma transição sem traumas para consolidar em 2014 o nome do senador Aécio Neves para enfrentar Dilma Rousseff nas eleições deste ano.

Sérgio Guerra não era nem de Minas e nem de São Paulo. Como pernambucano, ele conseguiu a confiança e o respeito de todas as alas tucanas.


www.aeropuertosarg.com.ar/fOTO:Alejandro Gabriel
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DEU NO PORTAL EUROPEU TSF

Não houve vítimas do choque entre um avião da LAN Argentina e outro da brasileira Gol no aeroporto de Buenos Aires.

O acidente aconteceu na noite de terça-feira.

O avião da companhia argentina vinha de Tucumán (no norte), enquanto o brasileiro, chegava de São Paulo.

O winglet esquerdo (situado no extremo da asa) da Gol bateu contra o leme de profundidade direito do Airbus A320 da LAN.

Ambos os aparelhos sofreram danos, de acordo com a imprensa local.


Sergio Guerra:grande perna na política e no ninho tucano

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DEU NO DIÁRIO DE PERNAMBUCO

Faleceu nesta quinta-feira (6) o deputado federal Sérgio Guerra, presidente estadual do PSDB e do Instituto Teotônio Vilela, em decorrência de complicações provocadas por um câncer nos pulmões. Ele estava internado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, há mais de 20 dias. O velório deve ser realizado na Assembleia Legislativa de Pernambuco.

A família ainda aguarda a liberação do corpo do deputado em São Paulo. Só depois disso, serão discutidos o traslado do corpo e os detalhes do velório e do sepultamento.

Sérgio Guerra descobriu o tumor no pulmão em setembro de 2012 e vinha se tratando da doença com medicamentos de última geração e o deixou praticamente curado da doença. No entanto, o deputado sofreu com uma infecção decorrente, provavelmente, de efeito colateral da medicação, segundo o ex-presidente do PSDB no estado Evandro Avelar. Guerra estava internado há 21 dias em São Paulo para tratar desse problema. “Nos últimos dias, as informações médicas eram de que a infecção estava sendo debelada, mas, nas últimas 48 horas, o quadro regrediu”, disse Avelar. O deputado também tinha diabetes e problemas renais.

A assessoria nacional do PSDB deve divulgar uma nota ainda nesta manhã com informações sobre o motivo do falecimento e local onde o enterro será realizado.

Ao lamentar a morte do aliado, o deputado estadual Daniel Coelho (PSDB) lembrou que uma das principais características de Sérgio Guerra era a capacidade de articulação. “Era inesgotável. Quando dentro do partido existiam ideias divergentes, eram rapidamente estudadas e resolvidas pelo deputado da melhor forma”, disse em entrevista ao Diario por telefone. Ele citou o exemplo recente da condução do senador Aécio Neves, pré-candidato do partido ao Palácio do Planalto, à presidência nacional do PSDB. “Ele fez isso articulando e ouvindo todos que fazem o partido”, comentou.

Biografia

Sergio Guerra nasceu em 9 de novembro de 1947 no Recife. Formado em economia pela Universidade Católica de Pernambuco (Unicap) e foi presidente nacional do PSDB de 2007 a 2013, quando foi substituido pelo senador Aécio Neves. Era deputado federal e presidente da sigla em Pernambuco, últimos cargos na vida pública. Foi também deputado estadual com três mandatos consecutivos que foram de 1983 a 1991 e eleito senador na chapa do governador reeleito Jarbas Vasconcelos (PMDB), exercido do 1º de fevereiro de 2003 a 31 de janeiro de 2011. Cumpria atualmente o quarto mandato como deputado federal desde 2011.

Filiou-se ao PMDB em 1981 e, no ano seguinte, foi eleito deputado estadual. Em 1986, já pelo PDT, foi reeleito ao cargo. Em 1989, filiou-se ao PSB e ocupou os cargos de secretário estadual de Indústria, Comércio e Turismo e de Ciência e Tecnologia no governo Miguel Arraes. Em 1990, foi eleito para um mandato na Assembleia Legislativa, reelegendo-se em 1994 e 1998. Assumiu novamente a Secretaria de Indústria e Comércio entre 1997 e 1998, no último mandato de Miguel Arraes.

Em 1999, deixou o PSB e filiou-se ao PSDB, onde se manteve desde então. Participou do primeiro governo Jarbas Vasconcelos (PMDB) em Pernambuco, ocupando a Secretaria Extraordinária. Guerra disputou em 2002 o cargo de senador. Foi o segundo colocado naquela disputa, eleito com 1.675.779 votos (26,9% dos válidos) – eleito juntamente com Marco Maciel (PFL), o primeiro colocado. Nas eleições de 2006, foi o coordenador nacional da campanha presidencial de Geraldo Alckmin (PSDB). Em 2010, foi o sexto candidato a deputado federal mais votado em Pernambuco. Elegeu-se com 167.117 votos (3,79% dos válidos).

Além de implantar um processo de modernização no PSDB, Sérgio Guerra foi o principal articulador dos tucanos na decisão do partido se aliar ao governo do PSB, presidido pelo governador e presidenciável Eduardo Campos, no estado. O acordo foi selado em dezembro do ano passado, potencializando as alianças para a disputa das eleições deste ano. O partido assumiu os cargos deixados pelo PTB do senador Armando Monteiro, possível adversário dos socialistas na sucessão estadual.

Sérgio Guerra deixa dois filhos e duas filhas.

mar
06
Posted on 06-03-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 06-03-2014


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Frank, hoje, no jornal Notícia(SC)

mar
06
Posted on 06-03-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 06-03-2014

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DEU NA COLUNA DE LUIZ ZENIN / ESTADÃO

Está desfeito o mistério de Eduardo Coutinho ter sido homenageado durante a cerimônia de entrega do Oscar, domingo passado. Ele era membro da Academia de Hollywood, conforme atesta o cineasta brasileiro Walter Salles em depoimento à jornalista Maria do Rosário Caetano. Eis o que diz Walter, tambem ele membro da Academia:

“Coutinho tinha sido convidado para ser membro da seção de documentários da Academia, e aceito o convite. Como disse um membro do Comitê Executivo de Documentários da Academia, a razão pela qual esse convite foi feito reside no fato que, através de sua obra, Eduardo Coutinho “ofereceu uma contribuição única e duradoura para o cinema documental, e essa percepção era reconhecida no mundo inteiro. Essa é a mesma razão pela qual a notícia de seu falecimento foi incluída na cerimônia”. Ainda segundo esse membro do Comitê de Documentários, não houve campanha porque “Coutinho merecia a homenagem e a Academia fez a coisa certa”. E completa: “Por sorte ainda temos a riqueza de suas histórias, de seus personagens, dos lugares que ele dividiu conosco e que tanto revelam sobre o tecido social brasileiro”.

Valmar Hupsel Filho, Ricardo Della Coletta e Ayr Aliski – O Estado de S. Paulo


DEU NO ESTADÃO

Valmar Hupsel Filho, Ricardo Della Coletta e Ayr Aliski – O Estado de S. Paulo

A presidente Dilma Rousseff recebeu o antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva, no Palácio da Alvorada para uma reunião com membros de sua equipe de governo e do PT, no início da noite desta quarta-feira. O assunto do encontro não foi divulgado oficialmente, mas é certo que serão discutidos a campanha eleitoral deste ano e o desgaste do governo com os partidos na base aliada, principalmente com o PMDB.

Presentes à reunião estão o presidente do Partido dos Trabalhadores, Rui Falcão; o ministro-chefe da Casa Civil da Presidência da República, Aloizio Mercadante; o ex-ministro da Secretaria de Comunicação Social Franklin Martins, o deputado estadual Edinho Silva (PT-SP); o chefe de gabinete da Presidência da República, Giles Azevedo, e o publicitário João Santana.

A reunião acontece em meio à polêmica causada por declarações do líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha. Em mensagem publicada em sua conta pessoal no Twitter, o peemedebista questionou a manutenção da aliança entre PT e PMDB e atacar Rui Falcão.

Um dos principais articuladores do “blocão” dos insatisfeitos com o Palácio do Planalto, Cunha escreveu na terça-feira, 4, que o partido do qual faz parte não é respeitado pelo PT e que, desta forma, começa a achar “boa a ideia de antecipar a convenção do PMDB”. “A cada dia que passo me convenço mais que temos de repensar esta aliança, porque não somos respeitados pelo PT”, escreveu.

Em outra mensagem publicada em seguida, Cunha ironiza afirmando que “a bancada do PMDB na Câmara já decidiu que não indicará qualquer nome para substituir ministros. Pode ficar tudo para o Rui Falcão”. Era uma reação às críticas de Falcão à postura do PMDB em relação à reforma ministerial.

Nesta quarta-feira de cinzas, entretanto, os envolvidos trataram de esfriar os ânimos. Cunha publicou mensagem no twitter afirmando que, como líder da bancada do PMDB na Câmara “minha posição será sempre a da maioria da bancada, mesmo que diferente da minha”.

Falcão negou-se a comentar a polêmica. O vice-presidente nacional do PT, deputado José Guimarães (CE), também usou as redes sociais para pregar moderação. “É hora de baixar as armas e buscar o entendimento por meio do diálogo respeitoso”, pediu o petista em sua conta no Twitter.

A exceção ficou por conta do presidente do PT do Rio, Washington Quaquá, que partiu para o ataque chamando Cunha de “chantagista” e “bocudo”.

“Temos grande respeito por figuras como o Valdir Raupp (presidente do PMDB) e o Michel Temer (vice-presidente da República) e achamos que a aliança com o PMDB é importante para o País, mas o partido não pode ter chantagistas como o Eduardo Cunha, líder do grupo dos bocudos, com interesses que não são dos mais republicanos”, disse.

http://youtu.be/p-cH39N06-8

LOUCURA

MARIA BETHÂNIA
De Lupicínio Rodrigues

“E ai
Eu comecei a cometer loucura
Era um verdadeiro inferno, uma tortura
O que eu sofria por aquele amor
Milhões de diabinhos martelando meu pobre coração
Que agonizando, já não podia mais de tanta dor
E ai eu comecei a cantar verso triste
O mesmo verso que até hoje existe na boca triste de um sofredor
Como é que existe alguém que ainda tem coragem de dizer
Que os meus versos não contém mensagem
São palavras frias sem nenhum valor
Oh Deus, será que o senhor não está vendo isto?
Então por que é que o senhor manda o Cristo
Aqui, na Terra, semear amor
Quando se tem alguém que ama de verdade
Serve de riso para a humanidade
É um covarde, um fraco, um sonhador…
Se é que hoje tudo está tão diferente
Por que não deixa eu mostrar a essa gente
Que ainda existe o verdadeiro amor
Faça ela voltar de novo para o meu lado
Eu me sujeito a ser sacrificado
Salve seu mundo com a minha dor”

BOM DIA!!!!

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