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Posted on 05-03-2014
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Unidos da Tijuca festeja vitória no Rio

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DEU NO UOL

Marcelo de Jesus

A Unidos da Tijuca é a campeã do Carnaval 2014 do Rio de Janeiro. A escola que fez um tributo a Ayrton Senna, e encerrou os desfiles do Grupo Especial do Rio de Janeiro na madrugada de terça-feira, conquistou 299,4 pontos, um décimo à frente da Salgueiro, segunda colocada. Esse é o quarto título da agremiação (1936, 2010 e 2012) e o terceiro em cinco anos com o carnavalesco Paulo Barros à frente da escola.

A Império da Tijuca, primeira a desfilar no domingo, foi rebaixada para o Grupo A com 291,6 pontos. A escola recebeu apenas um dez dos jurados, no quesito evolução.

Segundo informações da CBN, houve confusão no momento do anúncio do vencedor porque a Liesa (Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro) não queria muitos integrantes no palco. Integrantes da Unidos da Tijuca e seguranças da Liesa chegaram a trocar agressões, mas a confusão foi resolvida minutos depois.

A campeã de 2014

“Estamos atrás do penta. Desde o começo a gente tinha convicção de que ia ganhar. Foi um Carnaval perfeito, uma vitória do conjunto. Ganhou o melhor, mas foi muito apertado”, disse ao UOL Fernando Horta, presidente da Unidos da Tijuca. “É uma emoção muito grande porque é um trabalho muito difícil e a disputa, acirrada. Temos que agradecer aos segmentos da comunidade que saíram na escola. Eu não ganhei sozinho, é um conjunto da escola administrada por mim. Eu apenas coloco as peças no lugar e tem dado certo”.

Para a rainha da bateria, a atriz e ex-BBB Juliana Alves, a comemoração vai longe. “Agora não tem cansaço. Vou comemorar na quadra até de manhã. É uma emoção inenarrável estar na bossa da Pura Cadência”, disse ela, referindo-se ao nome da bateria da escola, comandada por Mestre Casagrande.

A Unidos também trouxe uma novata na escola entre suas musas: a modelo Ana Paula Evangelista, que foi acolhida pela agremiação duas semanas antes do Carnaval. “Deus sabe o que faz. Estou emocionada porque cheguei e fui campeã. Depois de ter sido descartada como rainha, o que poderia ter sido o pior Carnaval tornou-se o melhor da minha vida”, disse ela. Ana Paula perdeu o posto de rainha de bateria da Mocidade Independente de Padre Miguel após uma crise política dentro da escola, que resultou no afastamento do então presidente Paulo Vianna. No lugar dela, foi coroada a atriz Mariana Rios.

Priscila Mota, coreógrafa da comissão de frente da escola, disse que foi um alívio. “Depois de muito estresse, dedicação e preocupação, o dever foi cumprido. Em cinco anos, foram três campeonatos. Isso não é para qualquer um. Foram três meses ensaiando intensamente, praticamente sem dormir”. A integrante da ala das baianas, Alcenir Ferreira, de 68 anos, comentou ao UOL a emoção pela vitória. “É indescritível. Estou muito feliz, foi um título mais do que merecido”, disse ela, que desfila pela escola há 40 anos.

Com personagens da velocidade, a Unidos da Tijuca fez seu desfile em 1h06, tempo mínimo da duração regulamentar, que é entre 1h05 e 1h22. Além representar a Fórmula 1 com carros da McLaren de Ayrton Senna, o enredo “Acelera, Tijuca” trouxe outros personagens da velocidade, como Sonic, Speed Racer, Papalégua, The Flash, Penépole Charmosa, Dick Vigarista e o corredor Usain Bolt, para disputar a pole position na Sapucaí. Animais como o Falcão Negro e invenções do homem, como o trem bala e a internet, também fizeram parte do enredo.

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4.mar.2014 – A Unidos da Tijuca fecha os desfiles na Marquês de Sapucaí com o enredo “Acelera, Tijuca!”, um tributo aos 20 anos da morte de Senna no acidente do Grande Prêmio de San Marino, na Itália Leia mais Marco Antonio Teixeira/UOL

Apuração

Todas as escolas cumpriram os regras e não sofreram penalizações. No quesito enredo, as escolas mais bem avaliadas foram Salgueiro, União da Ilha, Imperatriz Leopoldinense e Unidos da Tijuca –todas receberam dez pontos dos quatro jurados.
RESULTADO FINAL

UOL

Veja placar com todas as notas

Em fantasias, a União da Ilha foi a única escola receber só notas dez. Em alegorias e adereços, Grande Rio liderou os votos, recebendo apenas notas dez. A Vila Isabel, que tinha alas inteiras sem figurino por conta de problemas na entrega, conseguiu notas mais altas do que escolas que estavam completas.

As duplas de mestre-sala e porta-bandeira da Imperatriz (que levou estandarte de ouro) e da Unidos da Tijuca foram as que mais agradaram os jurados –todos eles deram nota dez. Os jurados do samba-enredo foram rigorosos e distribuíram poucas notas máximas, destacando somente a Portela.

Na harmonia, a Salgueiro saiu melhor frente aos jurados, recebem apenas notas dez. Em evolução, União da Ilha e Unidos da Tijuca foram as melhores avaliadas pelos jurados. No quesito conjunto, Portela e Unidos da Tijuca ficaram com as melhores avaliações.

Nenhuma escola tirou apenas notas dez no quesito comissão de frente, mas as que melhores se saíram para os jurados foram Salgueiro e Unidos da Tijuca. Na bateria, Beija-Flor e Unidos da Tijuca lideraram a preferência dos jurados.

A São Clemente só conquistou um jurado com a nota máxima em mestre-sala e porta-bandeira. A Beija-Flor e a Mocidade só foram receber suas primeiras notas dez no quesito mestre-sala e porta-bandeira. Cada quesito foi avaliado por quatro juízes com notas de 9,0 a 10 –a menor nota em cada quesito é descartada.

DEU NO CORREIO DA BAHIA

Da Redação

Dois assaltantes roubaram armas de vigilantes que trabalhavam em uma agência da Caixa Econômica Federal dentro do Shopping Itaigara. O crime aconteceu na tarde desta quarta-feira (5) e os criminosos fugiram do local.

De acordo com o major Arnaldo, da 35ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM), a dupla chegou na agência por volta de 12h. Eles estavam armados e renderam um dos vigilantes do local. Em seguida abordaram outros dois e levaram três armas, uma de cada funcionário.

Ainda segundo informações do major da 35ª CIPM, nada foi roubado da agência da caixa ou de qualquer cliente que estava no local no momento do crime. A dupla fugiu do Shopping Itaigara e não deixou nenhum ferido.

O caso será investigado pela 16ª Delegacia Territorial. A polícia ainda busca identificar os envolvidos.

Bahia em Pauta informa: No período da tarde a agência da Caixa Econômica Federal ficou para atendimento do público externo, enquanto agentes da Polícia Federal também sstiveram no hopping Itaigara fazendo investigações.


Rui e Wagner: “poste não”.

Tiago Décimo

Da Agência Estado (publicado no portal A Tarde)

Secretário da Casa Civil da Bahia no segundo mandato de Jaques Wagner (PT) e titular de Relações Institucionais na primeira gestão petista, o economista Rui Costa sempre foi o preferido do governador para sua sucessão. A parceria desde os tempos de sindicalismo, nos anos 80, foi mais forte que a resistência entre os partidos aliados do governo e dentro do próprio PT.

O temor é de que, embora não seja estreante nas urnas ­- já foi vereador e se elegeu deputado federal em 2010 -, Rui Costa não tenha cacife eleitoral para uma disputa estadual. Alas do PT apontavam que nomes como os do senador Walter Pinheiro e do ex-presidente da Patrobrás, José Sergio Gabrielli, teriam mais aceitação entre os eleitores. Wagner, porém, fez valer sua posição.

Apesar de estrear em disputas majoritárias, Costa rejeita o rótulo de “poste” de Wagner. “Só quem não pesquisou pode dizer isso”, argumenta. Para confirmar a posição, lembra ter sido o terceiro deputado federal mais votado no Estado, em 2010, e o vencedor entre os candidatos petistas, com 212 mil votos. Foi fundador do PT na Bahia e vereador por dois mandatos (2000 e 2004).

Sua indicação, porém, tem menos a ver com o desempenho nas urnas e mais com a relação com Wagner. Costa acompanha o governador desde o início da carreira política, à frente do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Petroquímica da Bahia (Sindipetro), na década de 1980. “O governador optou por alguém em quem confia plenamente para seguir seu trabalho no Estado”, diz um colega de secretariado de Costa.

Para ampliar seu grau de conhecimento entre os eleitores, Costa tem sido presença constante em eventos e inaugurações pelo Estado desde o início do ano passado, em geral ao lado de Wagner. Para tornar a imagem mais simpática à população, tirou do figurino os óculos e passou a frequentar consultórios de fonoaudiólogos, para melhorar a dicção.

Além disso, passa por treinamento em oratória, com o objetivo de fazer frente a candidatos com mais bagagem em disputas e debates políticos. Seus prováveis principais adversários, a ex-prefeita de Salvador Lídice da Mata (PSB), o ex-governador Paulo Souto (DEM) e o ex-ministro da Integração Nacional Geddel Vieira Lima (PMDB), além de mais experientes em eleições, são conhecidos pela boa capacidade de argumentação.

A oposição ainda não decidiu se vai lançar Souto ou Geddel. PMDB e DEM querem uma aliança, mas não entraram em acordo sobre a cabeça de chapa.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Do bloco do You Tube, para o BP, Bob Brookmeyer Sextet, em Misty, carnajazz puro

BOA TARDE!!!

(Gilson Nogueira)

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DEU NO DIÁRIO DE NOTÍCIAS, DE LISBOA

O presidente norte-americano Barack Obama afirmou que o seu colega russo não tem o direito de recorrer à força. Mais tarde, fonte da Casa Branca afiançou que os EUA querem encontrar saída para a crise na Ucrânia.

No dia em que a Rússia efetuou com êxito o disparo de ensaio de um míssil balístico intercontinental e que o secretário de Estado norte-americano John Kerry, de visita a Kiev, acusou a Rússia de procurar pretextos para poder invadir a Ucrânia, Barack Obama destacou que para os Estados Unidos, para a União Europeia e para os seus aliados, “os atos da Rússia violam o direito internacional”.

“Eu sei que o presidente [da Rússia, Vladimir] Putin, aparentemente (…) tem uma interpretação diferente, mas para mim [estes argumentos] não enganam ninguém”, disse. “Há algumas informações que indicam que o presidente [russo], Putin, está a refletir sobre o que se passa. Toda a gente reconhece que, mesmo que a Rússia tenha interesses legítimos no que se passa no país vizinho, isso não lhe dá o direito de recorrer à força para exercer a sua influência no país”, acrescentou Obama.

Fonte da Casa Branca afirmou mais tarde, segundo avança a agência France Press, que os Estados Unidos vão manter a pressão sobre a Rússia (através de sanções económicas) ao mesmo tempo que irão, junto dos aliados, tentar encontrar uma solução para a crise na Ucrânia.

John Kerry, de visita a Kiev, condenou o “ato de agressão” da Rússia contra a Ucrânia, assegurando que os Estados Unidos não procuram “o confronto” com Moscovo.

“Penso ser claro que a Rússia tem trabalhado bastante para criar um pretexto para poder invadir ainda mais”, disse o secretário de Estado norte-americano à imprensa, depois de uma reunião com a nova liderança da Ucrânia, apoiada pelo Ocidente.

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05
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Bruno Aziz, hoje , no jornal A Tarde (BA)

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DEU NO BLOG DO NOBLAT

Há pouco, de passagem pelo bairro do Flamengo, a multidão que desfila com o bloco Orquestra Voadora gritou a plenos pulmões: “Ei, Cabral, vai tomar no …”

Como os cariocas são irreverentes, não são?

Os baianos, mesmo autoridades baianas, também são irreverentes.

Na última quinta-feira, na entrada do camarote da banqueteira Marta Goes, na Barra, a primeira dama da Bahia, Fátima Mendonça, reagiu assim à multidão que vaiava seu marido, o governador Jacques Wagner: deu o dedo para a multidão.

Comentário de Wagner feito no calor dos acontecimentos:

– Eu me contive. Mas Fatinha, que tem mais liberdade, reagiu dessa forma.

Fatinha explicou:

– Vaiar, todo mundo pode. Mas eu também tenho o direito de reagir.


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DEU NO JORNAL “PÚBLICO”, DE LISBOA, A PROPÓSITO DO CHAMADO ANO GRANDE DO BRASIL EM PORTUGAL

Opinião

O Brasil de 2014

Elio Gaspari

Anunciar que o Brasil tornou-se uma nova potencia mundial é um velho bordão daqueles que desejam afagar-lhe a vaidade nacional. Para não ir mais longe, esse hábito vem dos anos 70, quando o presidente Richard Nixon recebeu na Casa Branca o general brasileiro Emilio Medici. Anos depois seu sucessor foi à França e lá o presidente Giscard d’Estaing repetiu o mote. Em 2009 a revista The Economist pôs em sua capa uma montagem do Cristo Redentor do Rio de Janeiro como se fora um foguete: “O Brasil que decola”. Quatro anos depois, outra capa, com o mesmo foguete a caminho do esborrachamento: “O Brasil estragou tudo?”

Todas essas imagens fazem parte de um imaginário de conveniência. Com o povo nas ruas e dois grandes eventos pela frente – a Copa do Mundo e a eleição presidencial – o Brasil e o governo de Dilma Rousseff vivem as dores de um avanço civilizatório. Coisa semelhante ao que ocorreu nos Estados Unidos e na Europa dos anos 60. A estabilidade da moeda, trazida pela social-democracia de Fernando Henrique Cardoso e os avanços sociais obtidos nos dois governos de Lula e da presidente Rousseff deram voz e agenda a quem não a tinha. Ao tempo de Cardoso uma empresa podia produzir o que quisesse, mas dependia e lucrava com a habilidade de seu diretor financeiro jogando com a inflação. Essa festa acabou. Ao tempo de Lula, essa mesma empresa lucrava apefeiçoando suas vendas para um mercado de 30 milhões de pessoas. Acabou-se também esse recreio. Hoje o empresário que não olha para baixo acaba-se.

Ninguém pode prever o resultado da Copa do Mundo, mas se a oposição for incapaz de conversar com esse novo país, Dilma Rousseff terá tudo para obter um segundo mandato. Ele dará ao Partido dos Trabalhadores um período de 16 anos de poder ininterrupto nas mãos de um grupo político homogêneo. Isso jamais aconteceu na história do país e embute riscos imprevisíveis.

Aqui vai uma tentativa de simplificação fabulesca da questão social com que a política de 2014 se defronta:

Imagine-se duas famílias de trabalhadores de renda baixa, vivendo num bairro da periferia de uma grande cidade brasileira. Lá, os serviços públicos são medíocres e o chefe de uma delas, Geraldo, casado com Sebastiana, detesta Waldemar, seu cunhado, a quem acusa de imprevidente e preguiçoso.

Graças à estabilidade da moeda e à expansão do crédito, compraram fornos de microondas (as mulheres não precisam mais esquentar o jantar) e computadores para os filhos. Geraldo, o previdente, comprou um plano de saúde para os seus. Custou pouco, mas prometeu bastante. Além disso, matriculou seu filho numa escola privada e sonha com o dia em que ele conseguirá uma bolsa de estudos numa universidade particular. (Esse programa, criado no governo de Lula, já beneficiou um milhão de jovens. Para efeito de comparação, a GI Bill de Franklin Roosevelt botou nas universidades 2,2 milhões de garotos que combateram na Segunda Guerra, moldando o que viria a ser uma nova classe média americana.)

Waldemar, o imprevidente, não comprou plano de saúde e mandou seu filho para uma escola pública. Os dois cunhados têm a mesma idade, bem como seus filhos.

Recentemente, Geraldo e Waldemar adoeceram, do mesmo mal. Um foi para o plano e teve sua consulta marcada para o início de abril. O outro foi à rede pública e marcaram-no para o fim de março. Waldemar teve seu dia de glória. Não paga nada e será atendido antes.

Dias depois, conheceram-se os índices de proficiência das escolas onde estão seus garotos. Aquela onde está o filho do previdente ficou um pouco melhor que a outra, pública e grátis. Novamente, Geraldo sentiu-se no papel de bobo. Quer diferenciar-se do cunhado, gasta em saúde e educação, mas patina.

É esse o Brasil que está na rua e sua mistura de sentimentos definirá a eleição. Gente que acredita numa economia de mercado, quer que ela lhe entregue o que oferece e que o governo faça cumprir os contratos desse mesmo mercado.

Os transportes públicos das grandes cidades são medíocres, controlados por uma comandita de cartéis e burocracias. O prefeito do Rio, por exemplo, orgulha-se de não gastar com subsídios para a mobilidade urbana, como se isso fosse mérito e Nova York pudesse ser considerada um exemplo de metrópole retrógrada. A melhoria da renda dos trabalhadores levou milhões de brasileiros a feirões de carros usados. Tanto Geraldo como Waldemar compraram modelos velhos e estão felizes. Abrem os jornais e vêem sábios atribuindo-lhes a responsabilidade pelos engarrafamentos. Mais: copiando Londres (onde o transporte público funciona e é subsidiado) defendem a criação de um pedágio urbano para o centro da cidade. Tudo bem, mas São Paulo está entre as cidades do mundo com maiores frotas de helicópteros. Esse meio de transporte não paga as taxas cobradas aos veículos. Disso resulta que se deseja uma cidade onde o banqueiro vai para o trabalho sem pagar imposto nem pedágio, enquanto sua secretária pagará os dois.

Chama-se a isso demofobia. Horror a pobre. Ela pode ir de Geraldo, demófobo na sua crítica a Waldemar, ao banqueiro do helicóptero. Não é tanto um sentimento de classe, mas um estado da alma. Para onde ele irá na eleição, é impossível prever. Assim como o New Deal de Franklin Roosevelt redesenhou o capitalismo americano, Fernando Henrique Cardoso e Lula redesenharam o brasileiro. Quanto tempo durou a hegemonia do partido democrata depois das reformas de Roosevelt? Numa conta formal, pelo menos vinte anos, até a chegada do general Eisenhower à Casa Branca. Admitindo-se que ele foi eleito porque ganhou uma guerra e não porque se opusesse às políticas dos antecessores, a conta vai para 36 anos. Se alguém achar que Richard Nixon não era um republicano de boa cepa, chega-se a um ciclo de 48 anos que termina com a eleição de Ronald Reagan, em 1981. Esse foi o preço pago pelos republicanos à demofobia.

Elio Gaspari é jornalista e colunista do jornal Folha de São Paulo

http://youtu.be/KfJWD1daL9w

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“Silêncio”: É Quarta-Feira de Cinzas, acabou o nosso carnaval. Que o bolero sobreviva. Sempre.

BOM DIA

(Vitor Hugo Soares)

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