http://youtu.be/RvhoO5DmQf8

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O milagre da voz de Aznavour quando anoitece sobre mais um dia da folia em Salvador.

(Vitor Hugo Soares)

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DEU NO PORTAL EUROPEU TSF

O ex-campeão paralímpico Oscar Pistorius compareceu hoje (3) em tribunal para se declarar «inocente» no julgamento em que é acusado de ter assassinado a sua companheira, Reeva Steenkamp, em setembro do ano passado.

«Não culpado, minha senhora», respondeu o acusado à juíza Thokozile Masipa, depois de ter assegurado que compreendia as acusações contra ele, principalmente o porte e uso de armas proibidas.

O julgamento do atleta sul-africano Oscar Pistorius, acusado de matar a tiro a sua namorada, a modelo Reeva Steenkamp, começou hoje no Tribunal Superior de Pretoria, no meio de uma grande expetativa mediática.

Uma centena de jornalistas de todo o mundo está já dentro da sala de audiências, confirmou dentro do tribunal a agência Efe, à espera do início do julgamento, previsto para as 10:00 locais (08:00 em Lisboa).

Um magistrado autorizou recentemente a transmissão em direto de parte da audiência que uma estação sul-africana privada dedica um canal especial que transmitirá 24 horas por dia apenas com noticiário sobre o caso.

Pistorius, de 27 anos, está em liberdade sob caução desde 2 de fevereiro de 2013 e contratou para o processo uma prestigiada equipa de advogados, investigadores forenses e relações públicas.

mar
03
Posted on 03-03-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 03-03-2014


Sid, hoje, no portal de humor A Charge Online

mar
03
Posted on 03-03-2014
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Steve McQueen , o diretor:vibração ao ganhar o Oscar de Melhor Filme ( REUTERS/Lucy Nicholson)

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DEU NO UOL

Um dos favoritos do Oscar 2014, “12 Anos de Escravidão”, levou a cobiçada estatueta de melhor filme no Oscar 2014.

O filme amealhou três prêmios no evento: Roteiro Adaptado, Melhor atriz coadjuvante e Melhor filme.

O prêmio de Melhor filme é também o primeiro Oscar de Brad Pitt, que é produtor de “12 Anos de Escravidão”.

“12 Anos de Escravidão”, de Steve McQueen, é baseado nas memórias — lançadas em 1853 — de Solomon Northup (Chiwetel Ejiofor), negro livre do Norte dos Estados Unidos que é sequestrado e vendido como escravo.

Vencedor do Globo de Ouro de melhor drama, o filme concorre ao Oscar nas categorias de melhor filme, melhor ator (Chiwetel Ejiofor), melhor ator coadjuvante (Michael Fassbender), melhor atriz coadjuvante (Lupita Nyong’o), melhor direção (Steve McQueen), melhor roteiro adaptado (John Ridley), melhor figurino, melhor edição e melhor direção de arte.

mar
03


Blanchett: conquista e agradecimento a Allen
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DA REUTERS

LOS ANGELES (Reuters) – A australiana Cate Blanchett ganhou o Oscar de melhor atriz por seu trabalho em “Blue Jasmine”, um filme de Woody Allen, na 86ª cerimônia de entrega do Oscar no Teatro Dolby, em Los Angeles, na madrugada desta segunda-feira.

Em “Blue Jasmine”, Allen retrata a crise econômica na pele de Jasmine (Cate Blanchett), uma mulher que vivia na alta sociedade em Nova York, mas que, depois de seu marido especulador quebrar (Alec Baldwin), se viu obrigada a ir morar com sua modesta irmã na costa oeste dos Estados Unidos.

O filme começa com sua mudança para a casa de Ginger (Sally Hawkins), um pequeno apartamento em San Francisco que Jasmine terá que dividir também com os dois sobrinhos.

Suas malas e o que restou do figurino de grife não escondem o drama maior: a ex-madame arruinada, que, por vários anos, levou vida rica e fácil nas costas do marido, simplesmente vai ter que trabalhar para viver.

Agora, distante de seu luxuoso universo, Jasmine precisará reorganizar toda sua vida. É, compreensivelmente, imenso seu choque cultural com esse mundo suburbano à sua volta, do namorado da irmã, Chili (Bobby Canavale), às clientes do consultório do dentista (Michael Stuhlbarg) em que ela foi aceita como recepcionista.

Ela parece encontrar uma tábua de salvação numa festa em que conhece Dwight (Peter Sarsgaard), um homem rico, bonito, bem-nascido, preparando-se para casar e iniciar uma carreira política. Mas “Blue Jasmine” não é mesmo uma história de fadas e mescla situações cômicas com a carga dramática de uma grande derrocada.

Também concorriam ao Oscar nesta disputada categoria as atrizes Meryl Streep, por “Álbum de Família”, Judi Dench, por “Philomena”, Sandra Bullock, por “Gravidade”, e Amy Adams, por “Trapaça”.

Waltinho Queiroz com a mortalha do Jacu

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CRÔNICA

A mortalha furada

Gilson Nogueira

O Ôôôô!!! de Bel Marques invade o espaço da sala onde minha mulher o vê na TV Aratu. O heróico Canal 4, a tevê do galinho, que, hoje, como eu, deve estar com uma saudade retada dos carnavais que tinham, sem tirar nem por, a essência do Carnaval. Ou seja, cheiro de povo, em cada canto. A Aratu com gosto de Gincana da Primavera que não sai do ar sabe disso.

Junto ao som do chicleteiro mor ouço o de um tamborim solitário pedindo socorro. É o samba sozinho subindo a ladeira que vai dar no Campo Grande, imagino, enquanto organizo a bagunça do viajante que chega carregado de paixão por sua terra.
O sambinha menino tem um resto do Carnaval, no repique do couro fino, que não queria morrer. Lembrava-me o Quebra Flandre e, logo depois, a charanga do Broco do Jacu, entre outros grupos revolucionários e transgressores, no bom sentido da palavra, anunciando, sem querer, os últimos acordes da festa que viria a se tornar mote publicitário para encher os cofres dos marqueteiros de ocasião, ou, como poderia dizer Tasso Franco, jornalista que integrou, como eu, a famosa turma de 1971 da Ufba, dos “ os dendê no sangue”.

A felicidade tinha ritmo. E fantasias. A Bahia não se vestia de abadás padronizando a mesmice sem graça. E possuía os caretas, os incríveis foliões que perguntavam “ Você me conhece? ” às criancinhas nos braços das mamães. Era um baile de amor e alegria, na sensacional passagem dos personagens vestidos de ilusão, de sábado até terça-feira, nas ruas e avenidas da capital do berimbau.

Não havia campanhas contra a violência, que se limitava a porradas com a duração de um acorde do Trio Jacaré. Até que o Carnaval da avenida aberta para os sonhos de rei baixou o pano, para nunca mais, sem forças para enfrentar o poder dos irracionais superiores.

Ficou, no espaço, principalmente, o do centro da Cidade de São Salvador, uma mortalha, furada pelas traças, resistindo ao tempo, pendurada na janela de uma casa velha, acreditando que poderá, um dia, voltar a ser o uniforme da autenticidade da festa, hoje, um espetáculo midiático, sem gosto de nada.

Até os que estão acostumados a sair do chão com as mãozinhas para cima se assustam como eu estou, agora, tremendo feito vara verde, ao escutar o som do motor do helicóptero da polícia. É Carnaval ou uma guerra, meu rei?

Gilson Nogueira é jornalista, bamba de muitos carnavais e colaborador do BP


O diretor Paolo Sorrentino (direita) e o ator Tony Servillo recebem o Oscar de melhor filme estrangeiro em Los Angeles

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Do UOL, em São Paulo

O filme “A Grande Beleza” levou a estatueta de Melhor filme estrangeiro na cerimônia do Oscar esta noite (2). O prêmio quebra um jejum de 15 anos no cinema italiano: é o primeiro Oscar que vai para o país desde “A Vida é Bela”, de 1999.

Dirigido por Paolo Sorrentino, “A Grande Beleza” foi exibido no Festival de Cannes em 2013 e também venceu o Globo de Ouro.

Em Roma, durante o verão, o escritor Jap Gambardella (Toni Servillo) reflete sobre a vida. Aos 65 anos de idade, e desde o grande sucesso do romance “O Aparelho Humano”, escrito décadas atrás, ele não consegue concluir nenhum outro livro.

Desde então, a vida do escritor se passa entre as festas da alta sociedade, os luxos e privilégios de sua fama. Quando se lembra de um amor inocente da sua juventude, Gambardella cria forças para mudar sua vida, e talvez voltar a escrever.

Onde desfila a massa real do carnaval de Salvador?

Na segunda-feira da Mudança do Garcia?Responda quem souber

(Vitor Hugo Soares)

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