Garimpagem e sugestão de Regina Suares. Direto de Santa Rosa, na Califórnia , costa oeste americana, para o Bahia em Pauta.

Som na caixa, maestro

(Vitor Hugo Soares)


Barbosa a Barroso:”[Vossa excelência] chega aqui
com uma fórmula prontinha

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DEU NO UOL/FOLHA

Fernanda Calgaro e Guilherme Balza

Do UOL, em Brasília e São Paulo

O ministro e presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Joaquim Barbosa, que costuma travar embates com Ricardo Lewandowski, criticou, na sessão da Corte desta quarta-feira (26), o colega Luís Roberto Barroso, mais novo integrante do STF. O presidente do STF chegou a acusar o ministro de ter o “voto pronto” antes mesmo de se tornar ministro.

“[Vossa excelência] chega aqui com uma fórmula prontinha. Já proclamou inclusive o resultado do julgamento na sua chamada preliminar de mérito. Já disse qual era o placar antes mesmo que o colegiado pudesse votar. A fórmula já é pronta, vossa excelência já tinha antes de chegar ao tribunal? Parece que sim.”

Barroso assumiu como ministro em junho do ano passado e não participou da primeira fase do julgamento do mensalão, ocorrida no segundo semestre de 2012.

O STF analisou nesta quarta-feira (26) os recursos conhecidos como embargos infringentes, que podem alterar a condenação de oito réus, incluindo os ex-dirigentes petistas José Dirceu e José Genoino pelo crime de formação de quadrilha. Caso a Corte decida que os réus não são culpados pelo crime de quadrilha, alguns réus podem deixar o regime fechado e ir para o semiaberto, como é o caso de Dirceu.

Já votaram os ministros Luiz Fux, que pediu a manutenção da condenação, e Barroso, que pediu a absolvição de todos os réus. Também anteciparam seus votos os ministros Cármen Lúcia, Ricardo Lewandowski e Dias Toffoli. Faltam votar Teori Zavascki, Rosa Weber, Gilmar Mendes, Marco Aurélio Mello, Celso de Mello e Joaquim Barbosa.

A sessão será retomada nesta quinta-feira, às 10h.

Enquanto Barroso apresentava seu voto sobre a acusação de formação de quadrilha contra oito réus do mensalão, Barbosa irritou-se no momento em que o colega afirmava que as penas de formação de quadrilha impostas aos acusados foram desproporcionais.

Em seu voto, Barroso começou a citar um artigo publicado na imprensa, quando ele ainda não era ministro do STF, no qual diz que o julgamento do mensalão era um “ponto fora da curva” porque historicamente a Suprema Corte foi “leniente”.

“Leniência que está se encaminhando para ocorrer com a contribuição de vossa excelência”, interrompeu Barbosa. “É fácil fazer discurso político, ministro Barroso, e ao mesmo tempo contribuir para aquilo que quer combater”, atacou o presidente do Supremo, referindo-se aos pronunciamentos de Barroso em que o magistrado sustenta que uma reforma política é a única maneira de reduzir a corrupção no país.

“É muito simples dizer que o Brasil é um país corrupto e quando se tem a oportunidade de usar o sistema jurídico para coibir essas nódoas se parte para a consolidação daquilo que se aponta como destoante”, acrescentou Barbosa.

Barroso evitou entrar em discussão com o presidente do Supremo, repetindo que “entende” e “respeita” a posição de Barbosa, mas que gostaria de prosseguir com seu voto.

Após Barroso votar pela absolvição de oito réus pelo crime de quadrilha, Barbosa voltou a atacar. “A sua decisão não é técnica, ministro, é política”, criticou Barbosa.

Barroso respondeu que não está “tentando convencer” os demais ministros, mas apenas dando a sua opinião e que via o “esforço de depreciar” o voto do outro como algo a ser superado, “deficit civilizatório”. “O meu voto vale tanto quando o seu. É errada essa forma de pensar. Nós pensamos evoluir para um patamar ético de respeitar o outro, discutir o argumento, não a pessoa.”

“O que foi o voto que não um rebate do acórdão do Supremo?”, questiona Barbosa, referindo-se ao documento que resumiu o julgamento. “Estou dizendo que não há nada de técnico [no seu voto]”, acrescentou o presidente da Corte.

Caetano Veloso em apresentação no “Programa Livre”, em 1996, canta “Miragem de Carnaval”, música da trilha sonora do filme “Tieta”, com participação da Banda Didá, a representação feminina da banda Olodum.

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Miragem de Carnaval

Caetano Veloso

Você sorriu pra mim
Depois sumiu na multidão
Será que foi miragem de carnaval
Ou o amor me mandou seu sinal?
Manhã e eu nem dormi
Cabeça cheia de canções
“eu sou negão”, “aurora”
“frevo mulher”, “mal-me-quer”
“faraó”… me perdi
Misturo meus carnavais
E não distingo mais
Fatos de ilusões
São melodias demais
É preciso ter mais
De mil corações
Porém pra lá de abril
E já bem longe do verão
Você virá do coração do brasil
E trará o meu sono na mão

fev
26

DEU NO BLOG DE FELIPE PATURY/ REVISTA ÉPOCA (ONLINE)

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso fez duras críticas à presidente Dilma Rousseff, durante a sessão no Senado que comemorou os 20 anos do lançamento do Plano Real. Na manhã de hoje, o ex-presidente disse: “A economia atual tem de ser a do conhecimento, e não a do baixo crescimento e da baixa produtividade, como nós vemos hoje”. Fernando Henrique Cardoso afirmou que as agências reguladoras estão tomadas por militantes petistas, o que explicaria a ineficiências delas. Em frente aos parlamentares, ele fez um apelo pela urgência de um reforma política: “Não dá mais para adiar. Não dá mais para ficar com tantos partidos e tantos ministérios”.

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DEU NO DIÁRIO DE NOTÍCIAS, DE LISBOA

O guitarrista de flamenco Paco de Lucía faleceu hoje, aos 66 anos, informaram fontes da autarquia de Algeciras, na região espanhola de Cádiz, a sua cidade natal.

As mesmas fontes explicaram que o guitarrista morreu vítima de um ataque cardíaco quando se encontrava em Cancún, no México, tendo chegado já sem vida a um hospital da cidade.

Um amigo, Victoriano Mera, explicou que De Lucia estava brincando com os filhos numa praia de Cancún, cidade onde tinha uma casa, quando começou a se sentir indisposto.

José Ignacio Landaluce, alcaide de Algeciras, declarou já que a morte de Paco de Lucía é “uma perda irreparável para o mundo da cultura e para a Andaluzia”. A autarquia deverá decretar o luto oficial.

A família do artista está organizando o translado do corpo do guitarrista para a sua terra natal.

Nascido em dezembro de 1947 em Algeciras e considerado um dos maiores guitarristas da história contemporânea, Paco de Lucía, nome artístico de Francisco Sánchez Gomes, era um nome grande da música do mundo e reconhecido internacionalmente. Em 2004 foi distinguido com o Prémio Príncipe das Astúrias, como “um músico que transcendeu fronteiras e estilos”.

Biografia

Paco De Lucía, “um génio” que morreu hoje aos 66 anos em Cancún (México), foi considerado um revolucionário da guitarra e um dos principais responsáveis pela popularização do flamenco, arte que levou aos quatro cantos do planeta.

Nascido em 1947, Paco De Lucía transformou-se nas últimas quatro décadas numa das principais ‘vozes’ da música espanhola, com concertos em dezenas de países – em Portugal tocou várias vezes.

Paco De Lúcia (Paco é diminutivo de Francisco e Lúcia era o nome da mãe, de origem portuguesa) fez pelo menos dois ‘tours’ em Portugal, o último dos quais em 2004, quando apresentou o álbum ‘Cositas Buenas’, mas no ano passado atuou para um público luso-espanhol no Festival de Fado e Flamenco (Badasom) em Badajoz.

De uma família de músicos – tem dois irmãos guitarristas e um outro cantor – colaborou ao longo da carreira com dezenas de músicos, incluindo guitarristas como Al DiMeola, John McLaughlin ou o pianista Chick Corea.

Subiu pela primeira vez a um palco com apenas 12 anos – quando chamava-se apenas Francisco Sánchez Gómez -, mas desde antes que já ambicionava seguir os passos do pai, também guitarrista, e dedicar-se plenamente ao flamengo.

Mas foi a partir dos anos 60 do século passado e, especialmente na década seguinte, que o mito de Paco de Lúcia nasceu, com reinterpretações dos ritmos do flamengo que o guitarrista fundiu com outros sons, como o dos batuques, com que estreou, ao vivo, um dos seus temas mais conhecidos: ‘Entre dos aguas’.

Trabalhou com os principais nomes do flamenco em Espanha, retirou o flamenco dos ‘tablaos’ (lugares onde se realizam apenas espetáculos de flamenco) e levou-o aos grandes palcos de todo o mundo, algo que se consolidou com esse ‘hit’ de 1973, a rumba mais conhecida.

Misturou o flamenco com jazz, blues, country, salsa, bossa nova e até música hindú e música árabe, inspirando mestres de vários estilos.

Além de ser galoardo, em 2004, com o Prémio Príncipe das Astúrias – considerado o Nobel espanhol – recebeu, no mesmo ano, um Grammy pelo melhor albúm de flamenco, o Prémio Nacional de Guitarra de Arte Flamenco, a Medalha de Ouro Mérito das Belas Artes 1992, o Prémio Pastora e o Prémio da Música 2002.

fev
26
Posted on 26-02-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 26-02-2014


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Sid, hoje, no portal de humor A Charge Online

l
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DEU NA COLUNA DE ANCELMO GOIS, EM O GLOBO

A Adidas acaba de comunicar ao Palácio do Planalto que decidiu suspender a venda de camisetas alusivas à Copa do Mundo no Brasil com apelo sexual. Os produtos causaram polêmica porque apresentam brincadeiras de duplo sentido, explorando a imagem das mulheres brasileiras.

O presidente da Embratur afirmou que as peças estimulam o turismo sexual e havia exigido o fim da venda da coleção, que está em lojas das Adidas nos Estados Unidos.

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BOM DIA!!!!

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