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DEU NO iBAHIA ALERTA

Redação

Após circular a informação de que a advogada Bianca Sena Pellegrino, filha do deputado federal Nelson Pelegrino, tem cargo de diretora de Relacionamentos Institucionais no Conselho Consultivo dos Jovens Advogados da seccional baiana da Ordem dos Advogados do Brasil, a entidade, que se afirmou “plural”, esclareceu que todos os cargos do conselho e de toda a instituição não são remunerados e que se orgulha de ter em seus cargos “advogadas e advogados repeitáveis e próximos as mais diversas lideranças e agremiações partidárias”. O questionamento em torno do trabalho da advogada surgiu após o parlamentar criticar o reajuste do IPTU e apoiar as Ações Diretas de Inconstitucionalidade (Adins) movidas contra a medida da Prefeitura de Salvador, das quais a seccional é uma das autoras. Em nota, a OAB ainda informa que “Bianca tem reputação ilibada, é ética, honesta e trabalhadora” e cita seu trabalho na instituição, com visitas a 41 faculdades de Direito baiana, participação na elaboração do Manual do Jovem Advogado e nas discussões de piso salarial.

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Manda ver Salavador: gente baiana e de todos os quadrantes da terra. A farra está começando outra vez. Uma semana inteira para celebrar. E, pelo clima que se vê e se sente na soterópolis, o “feeling” é de que neste fim de fevereiro e começo de março de 2014, teremos uma folia de rua de arromba na Cidade da Bahia.

Faça o que o artista manda:Chame gente e venha conferir. Nas ruas cabe todo mundo. Apesar dos camarotes.

(Vitor Hugo Soares)

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Moraes Moreira

Ah! imagina só que loucura essa mistura
Alegria, alegria é o estado que chamamos Bahia
De Todos os Santos, encantos e Axé, sagrado e profano, o Baiano é carnaval
Do corredor da história, Vitória, Lapinha, Caminho de Areia
Pelas vias, pelas veias, escorre o sangue e o vinho, pelo mangue,Pelourinho
A pé ou de caminhão não pode faltar a fé, o carnaval vai passar
Da Sé ao Campo-Grande somos os Filhos de Gandhi, de Dodô e Osmar
Por isso chame, chame, chame, chame gente
Que a gente se completa enchendo de alegria a praça e o poeta
É um verdadeiro enxame, chame chame gente
Que a gente se completa enchendo de alegria a praça e o poeta
Ah!…a praça e o poeta.

fev
25


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DEU NO DIÁRIO DE NOTÍCIAS

por Márcia Gurgel

Zara Phillips e Mike Tindall decidiram apresentar publicamente a filha, Mia Grace Tindall, que nasceu em janeiro. A bisneta de Elizabeth II quebrou uma regra da casa real britânica recebendo dinheiro pelas fotografias.

Segundo a imprensa britânica, Zara Phillips teria recebido cerca de 180 mil euros para sessão fotográfica. O Palácio de Buckingham recusou-se a fazer comentários sobre as fotografias e a entrevista.

A publicação dedicou treze páginas à entrevista feita à atleta olímpica e ao jogador de rugby Mike Tindall, que partilharam como tem sido a experiência de serem pais da pequena Mia.

A bebê é 16ª na linha de sucessão ao trono de Inglaterra, mas tal como Zara Phillips não tem direito a nenhum título real.

fev
25
Posted on 25-02-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 25-02-2014


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Dálcio, hoje, no Diário do Povo (Campinas-SP)

fev
25
Posted on 25-02-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 25-02-2014


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DEU NO BLOG DO JOSIAS DE SOUZA/FOLHA

Há momentos em que os fatos submetem os homens a uma relação direta com o drama. São instantes pânicos. É quando as qualidades de um ser humano são submetidas a teste. Protagonistas do mensalão, Roberto Jefferson e José Dirceu viveram um desses momentos ao serem presos. Na comparação, Jefferson saiu-se melhor do que Dirceu.

Numa entrevista na porta de casa, Jefferson declarou-se “sereno e sensato”. Pouco antes de ser preso, resignou-se: “Eu tenho que passar por isso.” Por que optou em ir numa viatura da Polícia Federal e não num carro particular?, um repórter quis saber. Beneficiário de uma valeriana de R$ 4 milhões cujo destino jamais revelou, Jefferson respondeu: “…Eu estou preso, fui condenado, não tenho o que esconder.”

O algoz do petismo tratou como “uma gentileza da Polícia Federal” o fato de ser conduzido num automóvel de passeio. “Eu não me importaria se descesse no camburão, estou preso.” Deboche? “Não estou debochando de ninguém. Não sorrio da Justiça”, declarou Jefferson, esquivando-se da casca de banana jogada pelo repórter.

Noutra entrevista, dessa vez à Rádio Estadão, Jefferson foi lembrado de que o próprio ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, dissera que preferia morrer a ir para uma cadeia no Brasil. Não teme o sistema prisional?, perguntou-se ao condenado.

“Eu não temo, não. Medo é um defeito que eu nasci sem ele. Isso é um defeito, não é uma virtude. Um homem tem que ter medo. Eu nasci, infelizmente, sem esse sentimento. […] E penso que Deus só dá carga para quem pode puxar. Deus não dá carga para fraco. É mais uma provação, mais um teste. E eu vou sair maior, mais equilibrado, mais sereno disso tudo.”

Preso no regime semiaberto, pretende pedir para trabalhar fora da prisão? “Vamos aguardar a liturgia da Justiça. Não adianta eu dar uma de Zé Dirceu. Ele fez uma maluquice, pediu pra trabalhar num hotel ganhando R$ 20 mil, não conseguiu nada. Vou esperar, com calma. A hora que eu puder, a hora que houver uma oferta real de um emprego em que eu possa trabalhar, aí eu peço essa autorização.”

Retorne-se ao primeiro parágrafo: Jefferson saiu-se melhor do que Dirceu na administração do seu momento pânico. Como distinguir um do outro? Até pouco tempo era fácil. Dirceu era o esquerdista. Jefferson, o direitista. Depois do governo Lula a ideologia não quer dizer mais nada. Pela biografia? De fato, eram diferentes. Mas foram igualadas no prontuário que anota o veredicto do STF: “culpados”.

O único jeito é imaginar Jefferson e Dirceu sendo atirados num tanque com água. Ambos deslocam suas massas no líquido. Mas as prisões revelaram que eles esperneiam de maneira diferente. Jefferson não levantou o braço nem fechou o punho. Poupou a plateia da pantomima revolucionária. Tampouco se autoproclamou preso político. Tomado pela coreografia, respeitou a lógica e se absteve de ofender a inteligência do brasileiro.

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Para dançar colado, na buate BP!

BOM DIA!!!

(Gilson Nogueira)

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