Deu no iG Minas Gerais

Lucas Simões

Uma operação conjunta entre a Polícia Civil de São Paulo e a Polícia Rodoviária Federal de Minas Gerais (PRF-MG) acabou com nove bandidos mortos durante uma troca de tiros entre policiais e criminosos na cidade de Itamonte, na região Sul de Minas, no início da manhã de hoje (22).

Segundo a Polícia Militar (PM), um grupo de 25 criminosos estava sendo monitorado há mais de dois meses pela polícia paulista. Eles são suspeitos de outros assaltos a caixas eletrônicos em Minas Gerais e pretendiam arrombar equipamentos em várias cidades do Sul de Minas, como Caxambu, Passa Quatro e Itamonte.

Os bandidos saíram do estado de São Paulo no início da madrugada, por volta de 0h30, em cinco veículos: um Honda Civic, um Eco Sport, uma Duster e um Palio. Porém, quando os criminosos chegaram na Praça Padre Francisco Mira, no centro de Itamonte, por volta de 5h30, foram surpreendidos por um grupo de policiais civis e militares.

Houve troca de tiros entre os suspeitos e os policiais e dois bandidos foram presos. Outros quatro criminosos foram baleados dentro do Honda Civic e cinco deles foram atingidos por tiros em uma perseguição policial na entrada da cidade, na BR-354, na altura dos km 754 e 758. Ao todo, nove bandidos morreram na hora. Um policial civil também ficou ferido, mas não corre risco de morrer.

Segundo as primeiras informações da PM de Passa Quatro, pelo menos 19 criminosos usaram um carro e um caminhão para fugir pela BR-166, mais conhecida como rodovia Dutra – principal rodovia do Brasil, que liga o Sul ao Norte do país. Até o momento, não há pistas dos suspeitos.

Com os criminosos, a polícia apreendeu fuzis, pistolas, bananas de dinamite, um pé de cabra e outros materiais para arrombamento de caixas eletrônicos.

http://youtu.be/i6tpIjkBqmo

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BOM SHOW PARA QUEM GOSTA DE ELTON E BOA TARDE PARA TODOS!!!

Regina: Lembro de você dirigindo e a gente (Margarida, Marcia e eu) cortando as “friways” da Califórnia, com Elton John no rádio mandando ver.

Neste sábado ele canta na Fonte Nova, bem pertinho da rua do Jenipapeiro,na Saúde, onde a gente morou e dava para escutar o som da Fonte.

(Vitor Hugo Soares)


Vaticano hoje: Papa Francisco abraça o papa emérito Bento XVI
Foto Reuters

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DEU NO DIÁRIO DE NOTÍCIAS. DE PORTUGAL

“Sejam homens de paz”, pediu o papa Francisco na cerimônia de proclaação de 19 novos cardeais , entre ele Orani Tempesta, do Rio de Janeiro

O Papa Francisco pediu hoje aos cardeais para serem “homens de paz”, durante a cerimónia de proclamação de 19 novos cardeais, na presença de Bento XVI, que participa pela primeira vez numa cerimónia pública desde a sua renúncia.

O papa emérito, de 86 anos, que aparentava estar em boa forma, era o primeiro da fila, vestido de branco, entre os cardeais, vestidos de vermelho, na basílica de São Pedro.

Dezoito dos 19 novos príncipes da Igreja estavam presentes na cerimónia pública, à exceção de Loris Francesco Capivilla, de 98 anos, antigo secretário do papa João XXIII e símbolo do espírito do Concílio Vaticano II (1962/65), que está a descansar perto de Bergamo (norte de Itália). O seu barrete ser-lhe-á entregue por uma delegação dentro de alguns dias.

“Digo-vos o que a Igreja precisa: ela precisa da vossa colaboração, e ainda mais da vossa comunhão, a comunhão comigo e entre vós. A Igreja precisa da vossa coragem de anunciar o Evangelho em todas as ocasiões, oportunas ou inoportunas, e para dar testemunho da verdade. A Igreja precisa da vossa oração”, exortou o papa durante a cerimónia.

O papa destacou que “a Igreja também precisa” que os clérigos sejam “homens de paz”, que façam a paz através das suas obras, desejos e orações, e que sejam compassivos “especialmente neste momento de dor e sofrimento, em muitos países do mundo”.

Francisco insistiu numa “Igreja em movimento”, que percorra caminhos.

fev
22
Posted on 22-02-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 22-02-2014


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Tiago Recchia, hoje, na Gazeta do Povo(PR)


Dilma e Valcke: um flerte com a exceção

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ARTIGO DA SEMANA

Valcke (FIFA) e Dilma:Tentação autoritária

Vitor Hugo Soares

Um fenômeno tornou-se mais visível e preocupante, desde que o secretário-geral da FIFA, Jerôme Valcke – homem forte da categoria dos pesos pesados da entidade que controla o futebol mundial – pisou no começo da semana, mais uma vez, por estas bandas tropicais: sobra no ar a eletricidade que falta e tem produzido frequentes “apagões” nas linhas administradas pelo ministro da Energia, Edison Lobão, no governo federal.

O principal efeito (e o mais grave): a recorrente tentação das medidas de exceção parece rondar, perigosamente, o Palácio do Planalto e o espírito dos atuais donos do poder e seus acólitos, à medida que os jogos do Mundial e os comícios eleitorais das eleições quase gerais (com destaque para a sucessão presidencial) se aproximam. Luz amarela acesa neste começo de 2014, marcado desde já por estes dois eventos carregados de paixões e cargas elétricas de alto poder explosivo.

Superando o barulho dos blocos, escolas de samba e até dos ensurdecedores trios elétricos, em seus ensaios finais e festejos pré-carnavalesco, soam mais fortes os rugidos de tom e sentido autoritários partidos de Brasília. Coincidentemente (ou não?), vale acentuar, os ruídos ganharam corpo a partir do mais recente desembarque de Valcke, “pau para toda obra” da FIFA.

Desde o começo da semana, ele falou, atuou, mandou e desmandou em seu périplo por diferentes regiões do país. Mal comparando, pareceu em alguns momentos um co-gestor nacional, um coadjuvante poderoso da presidente Dilma, com mais poder de fogo e autonomia que a maioria dos ministros de Estado, incluído o de Esportes, Aldo Rebelo.
O cara da FIFA ditou regras e fez ameaças, veladas ou explícitas. Entre saraivadas de tabefes e raros sorrisos e “agrados” (os elogios rasgados ao estádio dos jogos da Copa em Manaus, por exemplo) ele mandou ver. Sem cerimônias: Suas vontades e ordens ecoaram da Amazônia ao Paraná; da Bahia ao Ceará; de Minas ao Rio; de São Paulo a Brasília e mundo afora. Com algumas aprovações de praxe e muitas desconfianças.

Afinal, ele nem sempre limitou-se às determinações relacionadas diretamente com o esporte que compete à sua entidade gerir. Embora a FIFA e seus dirigentes, cada vez mais, assumam aqui e em outras partes do mundo o jeito e o “modus operandi” de empresas de negócios multinacionais. Daquele tipo que atropela e passa por cima (ou tenta) de quem atravessa o caminho de seus interesses. Nem sempre esportivos, limpos, ou transparentes, como demonstram os sucessivos escândalos e denúncias dos últimos anos. Alguns cavernosos, até, envolvendo somas milionárias e ainda à espera de esclarecimentos cabais.
O pior, e mais preocupante, é verificar que o “vírus autoritário” parece ter alcançado o Palácio do Planalto e contaminado a sua principal ocupante: a presidente Dilma Rousseff, uma ex-guerrilheira urbana das lutas contra a ditadura militar (com civis no meio), que sentiu na própria pele os efeitos mais duros do regime de exceção.

Digo isso, a deduzir por suas manifestações recentes. Uma delas merecedora da manchete publicada esta semana pela Folha de S. Paulo, enquanto Valcke andava pelo País: “Dilma diz que Exército pode agir contra manifestações anti-Copa”.

Mais devagar com o andor! Cuidado com a fragilidade do santo, que quando cai e se parte, fica difícil, quase impossível de remendar.

Em dias assim, nada mais oportuno que recordar um velho sempre atual e sábio político, pensador e tribuno brasileiro, do qual o país sente saudades toda vez que a tentação autoritária ataca dirigentes e políticos. Falo do ex-presidente da Câmara, Ulysses Guimarães. O “Doutor Ulysses”, comandante das lutas civis de restauração democrática. Guia singular e principal avalista da Constituição de 1988, avesso a aventuras autoritárias, por mais tentadoras que possam parecer.

Doutor Ulysses costumava dizer, e escrever, que o golpe de 64 ressuscitou, do cemitério da oligarquia perrepista (PRP), sepultado que foi pela Revolução de 30, o lema cínico de que, “feio em política é perder as eleições”.

“Feio não é prender arbitrariamente, fraudar eleições pelo dinheiro e pela pressão da máquina administrativa, admitir ou remover funcionários por perseguição, espancar estudantes, nomear parentes e amigos. A inflação não é feia. Feio é perder as eleições”, reagia, com firmeza e indignação cívica, o bravo e saudoso parlamentar e líder brasileiro (de verdade e como poucos).

Os fatos e ruídos, desta semana, parecem indicar que chegou a hora da sociedade ficar mais atenta ao barulho em sua volta e refletir, novamente, sobre as palavras e exemplos do Doutor Ulysses, em passado nem tão distante assim.

Ou não? Responda quem souber.

Vitor Hugo Soares é jornalista, editor do site blog Bahia em Pauta. E-mail: vitor_soares1@terra.com.br

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Diva do jazz, Nina Simone teria completado 80 anos nesta sexta-feira, 21. Nina nasceu no dia 21 de fevereiro de 1933 e partiu em abril de 2003. Raros artistas , no entanto, permanecem tão presentes, tocados e amados quanto ela. Aqui, para começar o sábado musical, vai o tributo do BP a uma cantora magistral. Confira.
A lembrança e sugestão é da jornalista Rosane Santana, a quem o BP agradece.

(Vitor Hugo Soares)


Janiot: profissional de referência da CNN
com credencial cortada por Maduro

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O governo da Venezuela revogou as credenciais de imprensa de jornalistas da rede americana CNN depois que o presidente Nicolás Maduro criticou sua cobertura dos protestos políticos que atingem o país.

Segundo a CNN, quatro de seus jornalistas foram notificados pelo Ministério da Informação que não têm mais permissão de trabalhar no país. Entre eles está a âncora da CNN em Espanhol Patricia Janiot

Na quinta, Maduro ameaçou expulsar a CNN da Venezuela se ela não “retificar” sua cobertura dos tumultos que, dizem, fazem parte de uma campanha para derrubar seu governo socialista. O canal de notícias colombiano NTN24 foi suspenso da TV a cabo da Venezuela há uma semana.

O controle quase completo do governo sobre as emissoras domésticas tornou a CNN em Espanhol uma fonte de informação para muitos dos venezuelanos que tentam acompanhar a situação em seu país.

Da prisão, o líder oposicionista Leopoldo Lópes, que se entregou à polícia na terça-feira perante milhares de partidários, pediu aos seus partidários nesta sexta que continuem a realizar protestos pacíficos contra Maduro, apesar da violência em Caracas e outras cidades que deixou seis mortos, cinco por disparos e outro por atropelamento, desde o dia 12 e agitou o país sul-americano membro da Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo).

Entre as vítimas está a Miss Turismo Carabobo 2013, Génesis Carmona, de 22 anos, que foi atingida na terça por um disparo na cabeça. Génesis foi enterrada nesta sexta-feira.

“Estou bem, eu peço a vocês que não desistam, eu não desistirei”, disse López a seus simpatizantes em uma carta escrita à mão e entregue à sua esposa na prisão de Ramo Verde, em Caracas. A mensagem foi publicada na internet.

López, de 42 anos, um economista formado em Harvard e um dos últimos parentes ainda existentes do herói da independência Simón Bolívar, encabeçou os protestos que começaram em fevereiro contra o governo socialista.

Na madrugada de quinta, um juiz determinou que há provas suficientes para mantê-lo na prisão sob acusações penais que incluem incêndio criminoso e incitação criminosa pela organização de uma grande manifestação em 12 de fevereiro.

Os promotores decidiram não pedir acusações mais sérias, incluindo homicídio e terrorismo, quando López fez uma aparição em uma corte em uma base militar perto de Caracas. O político pode ser sentenciado a pelo menos dez anos de prisão.

Ambos os lados culpam um ao outro pela violência. O governo diz que atiradores especiais começam a aparecer entre os opositores e que radicais tentam criar o caos ao atacar a propriedade privada, a polícia e bloquear estradas.

Os manifestantes, sobretudo estudantes, acusam Maduro de intensificar a repressão. Eles afirmam que a polícia é a responsável pelos disparos por permitir que gangues pró-governo ataquem os manifestantes. Eles também dizem que os detidos sobrem maus-tratos.

“Para a polícia, soldados, procuradores e juízes: não obedeçam a ordens injustas, não se transformem na face da repressão”, disse López na mensagem a partir da prisão. “Aos jovens, aos manifestantes, peço que continuem firmes contra a violência e fiquem organizados e disciplinados. Essa é uma luta de todos.”

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