Uma câmera na praia de Copacabana em memória do operador da TV Bandeirante que morreu durante protesto FotoREUTERS/Sergio Moraes

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DEU NO DIÁRIO DE NOTÍCIAS, DE LISBOA

O Ministério Público do Rio de Janeiro acusou hoje de homicídio doloso os dois suspeitos de terem matado um operador de câmara com um engenho pirotécnico durante uma manifestação.

“Caio Silva de Souza e Fábio Raposo foram acusados de homicídio voluntário”, disse um porta-voz do Ministério Público à agência France Press.

O Ministério Público pediu ainda que os dois homens, ambos na casa dos 20 anos, sejam mantidos em prisão preventiva.

Caso sejam considerados culpados, os dois homens detidos na semana passada arriscam uma condenação que pode chegar aos 30 anos de prisão.

O cinegrafista Santiago Andrade, de 49 anos, foi atingido por um rojão pirotécnico quando fazia a cobertura de uma manifestação contra o aumento das tarifas de ônibus no dia 6 de fevereiro, no centro do Rio de Janeiro.

Deu entrada no hospital, ainda foi submetido a uma cirurgia, mas acabou por morrer quatro dias depois. (Pág.1/2)

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