Foto de Catela em sua página no Facebook

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PERDAS E DANOS

Gildo Lima


Catela em foto do arquivo pessoal de Gildo Lima
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A classe jornalística no País perdeu, esta manhã de segunda-feira,10/2, dois de seus melhoes representantes, especialmente no campo da imagem: Carlos Catela, na Bahia, e Santiago Ilídio Andrade, no Rio de Janeiro.

O cinegrafista da Rede Bandeirantes Santiago Ilídio Andrade, de 49 anos, teve morte cerebral na manhã desta segunda-feira. Santiago estava no Centro de Terapia Intensiva do Hospital municipal Souza Aguiar, no Centro, desde a quinta-feira da semana passada. Santiago Andradenfoi atingido por um rojão na cabeça enquanto registrava manifestação contra o aumento da passagem de ônibus no Rio, na última quinta-feira. Violência do envolvimento de mascarados do Black Blocs traz sua primeira vítima fatal.

Hoje também faleceu o nosso querido Repórter fotográfico Carlos Catela, vítima de infarto. Ele estava internado no Hospital São Rafael desde o dia 25 de janeiro. Que Deus abençoe a todos …Meus profundos sentimentos de pesar para as famílias enlutadas.

Gildo Lima, colega e amigo de Catela há década, repórter fotográfico dos melhores da Bahia, com passagem pelo jornal A Tarde, Jornal do Brasil e revista Veja.


“Favelinha” demolida na Magalhães Neto
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DEU NO BLOG POR ESCRITO, EDITADO PELO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES

Só mesmo eleitores ingênuos, desses que, para sobreviver do jeito que der, ocupam o espaço público, poderiam imaginar que o fato de terem votado em ACM Neto para prefeito evitaria, como no presente caso, que fosse demolido o pequeno núcleo de comércio e serviço que funcionava na Avenida Magalhães Neto.

O prefeito, pela sua origem política, pelo seu posicionamento social, vai fazer uma gestão isenta de paixão popular, conforme uma visão de assepsia urbana que outrora era o grande deflagrador de intensas lutas de uma esquerda desmoralizada no poder e hoje sem autoridade até para reagir a um ato de brutalidade.

A chamada “favelinha” da Magalhães Neto era remanescente do favelão que por longos anos existiu na região, de toscos barracos de compensado e papelão, a maior parte na margem esquerda do “rio” Camurujipe, que acabou erradicada, com amplo apoio da indústria imobiliária, na administração Fernando José (1989-92).

Diz a velha canção popular que “a dor da gente não sai no jornal”, mas essa, dos trabalhadores surpreendidos de madrugada por máquinas pesadas e – informa-se – 18 viaturas policiais, está nos jornais, televisões, sites, blogs e redes sociais em toda a sua crueza: tudo derrubado, mercadorias e equipamentos confiscados.

A lógica de Neto é puramente eleitoral: os votos que ele perdeu na “favelinha”, como anunciou, pesaroso, um dos prejudicados pela ação da Prefeitura, vai buscar em dobro em outro lugar, talvez por ali mesmo, na classe remediada dos apartamentos livres da horrenda visão.

Ampliando-se a escala, vemos que o prefeito vai perder e ganhar votos com o ordenamento das praias, com o aumento desproporcional do IPTU e com a disciplina do trânsito. O resultado vai depender do balanço cuidadosamente estimado, assim como, no plano político, sua decisão entre Paulo Souto e Geddel Vieira Lima para candidato ao governo.


Santiago, o cinegrafista:imagens de uma tragédia

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DEU NO SITE DA BAND

Os médicos confirmaram a morte cerebral do cinegrafista da TV Bandeirantes, Santiago Ilídio Andrade. Ele foi atingido por uma bomba, na semana passada, durante violentos protestos contra o aumento dos preços dos ônibus no Rio de Janeiro.

Foi falando das dificuldades enfrentadas pelos passageiros do transporte público do Rio, que Santiago ganhou dois prêmios “Mobilidade Urbana” em 2010 e 2012. Com 20 anos de profissão, ele trabalhava na Band havia quase 10. O cinegrafista participou de coberturas importantes, como o Panamericano de 2007 e a Rio+20.

Com o talento que tinha e grande sensibilidade, ele sabia como transmitir através das imagens, a gravidade de tragédias como as chuvas na região serrana do Rio, o deslizamento no Morro do Bumba em Niterói, e a chacina da escola Tasso da Silveira na zona oeste da capital fluminense. Nos dois últimos carnavais, ele foi para a Argentina, mostrar a festa na cidade de São Luís. Cuidadoso, habilidoso e paciente, essas eram as características fortes do profissional Santiago Andrade.

No ano passado, o cinegrafista da Band participou do curso de jornalistas em áreas de conflito, onde recebeu treinamento para enfrentar situações como a da última quinta-feira (6), quando um protesto terminou em violência e confronto entre manifestantes e policiais.

Santiago Ilídio Andrade foi atingido por um morteiro. Ele perdeu muito sangue, sofreu um afundamento de crânio e foi socorrido em estado gravíssimo no Hospital Souza Aguiar. Ele permanecia em coma desde então, mas não resistiu e teve morte cerebral confirmada, na manhã desta segunda-feira.


Domingo de demolição na “favelinha”
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DEU NA TRIBUNA DA BAHIA / IG

Sete estabelecimentos foram demolidos na manhã de ontem, na Favelinha, como é conhecida a comunidade situada entre os prédios mais nobres da Avenida Magalhães Neto. A ação foi comandada pela prefeitura no intuito de liberar o espaço público que vinha sendo ocupado de maneira irregular.

Alguns comerciantes, que há mais de 30 anos se estabeleceram no local, chegaram a tentar impedir a ação dos agentes da prefeitura e foram contidos pela Polícia Militar e Guarda Municipal. Muito material apreendido, vazamento de gás e protestos aconteceram durante a desocupação.

De acordo com moradores da localidade, a demolição dos estabelecimentos teve início por volta das 5 horas da manhã. No local, funcionavam bares, restaurante, lava-jato, barbearia e lanchonete, situados à beira da Avenida Magalhães Neto.

“Eles já tinham tudo planejado, mas em momento algum comunicaram ou deram qualquer tipo de prazo para nós sairmos daqui com nossas coisas”, reclamou Denise de Jesus 30 anos, dona de uma lanchonete que também foi derrubada na operação.

Segundo ela, ainda no sábado, toda a comunidade da Favelinha teve o abastecimento de água suspenso, já anunciando o que aconteceria ontem pela manhã. Além de ter o estabelecimento destruído, Denise teve todo o material da lanchonete apreendido. “Eles simplesmente arrombaram o cadeado e levaram tudo, não me apresentaram um documento, um mandado judicial, nada, simplesmente levaram o que é meu e destruíram meu ganha-pão”, desabafou.

Padrão

Realizada por uma empresa terceirizada, a demolição destruiu toda a construção edificada fora do padrão da região, seguindo a linha horizontal dos prédios, no entanto, alguns estabelecimentos que não estavam fora do padrão também foram atingidos. “Meteram o trator no meu salão de beleza que não tinha nada a ver, estava dentro do padrão da rua, e levaram tudo lá de dentro.

Quem vai pagar o prejuízo?”, questionou a proprietária do estabelecimento.

Espaço público

De acordo com a prefeitura, os estabelecimentos ocupavam área pública e o objetivo da operação foi devolver o espaço à população. Em relação às apreensões, o município informou que o local abrigava atividades comerciais e de serviços informais não regulamentados.

O dono de uma borracharia que também foi alvo da operação, Herber Clay Alves, contestou a ação da prefeitura. Segundo ele, embora não tenha tido o estabelecimento demolido, ele, assim como demais comerciantes da área, tiveram o material levado pelos agentes municipais. “Como é que eles fazem uma ação desta sem nos comunicar ou apresentar qualquer tipo de documento? Chegaram de madrugada, levando o que é nosso. Agiram como verdadeiros ladrões, na calada da noite”, criticou.

Vazamento de gás

O trabalho de demolição dos estabelecimentos acabou perfurando a tubulação de gás natural que alimentava os restaurantes da área. O acidente causou correria e espanto àqueles que assistiam a ação, devido ao perigo de incêndio. Durante cerca de 40 minutos, o vazamento continuou, à espera da chegada de profissionais da Bahiagás para o corte do fornecimento do combustível. De acordo com um funcionário da empresa que não quis se identificar, a Bahiagás não foi comunicada sobre a ação da prefeitura.

“Estes casos de perfuração de vias públicas devem ser comunicados com antecedência à empresa, para que o trabalho preventivo seja realizado, sem oferecer perigos à população”, afirmou o funcionário. Ainda segundo ele, a ação poderia ter causado um grande incêndio.

Mesmo sem fogo, o vazamento deixou pessoas feridas. Foi o caso do lavador de carros Rogério Luís, que ao correr para tentar se proteger caiu entre os escombros. “Além de não ter mais onde trabalhar, estou aqui todo arranhado e levei quatro pontos no joelho”, relatou.

Demarcação

Inconformados com a ação municipal, os comerciantes questionam a demarcação da área pública na Favelinha. Na mesma direção do espaço antes ocupado por estabelecimentos comerciais, edifícios vizinhos utilizam a área como estacionamento particular. “Eles dizem que temos de sair daqui porque é espaço público e deve ser desocupado. E a continuação do terreno ocupada por estes prédios seja privado?”, questionou Laerte José dos Santos, 52 anos, frequentador da região.

Segundo ele, a ocupação da comunidade naquela área considerada nobre sempre foi alvo de críticas não só do poder público, mas principalmente de moradores dos edifícios vizinhos. “Essa comunidade se estabeleceu antes mesmo da chegada destes edifícios, pertencia a uma família que hoje não tem mais ninguém vivo”, contou.

Morador da Favelinha, Herber diz que os habitantes da região já têm o direito de posse do terreno por usucapião, já que vivem na região por muito tempo. “Não adianta ninguém tentar nos retirar daqui. Nós sabemos que esta área é muito cobiçada por construtoras, já ouvi relatos de que seria até uma área prometida, mas a lei está do nosso lado”, continuou. Segundo ele, a causa do uso do terreno na parte interior da Favelinha está na Justiça.

fev
10
Posted on 10-02-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 10-02-2014


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Paixão, hoje, na Gazeta do Povo (PR)

DEU NA TRIBUNA DA BAHIA

O Vitória foi para a cidade de Teixeira de Freitas enfrentar o Serrano, neste domingo (9/2), na primeira rodada da segunda fase do Campeonato Baiano. Em busca do bicampeonato para o Rubro-Negro, o técnico Ney Franco tinha consciência das dificuldades em enfrentar fora de casa o bom time do Serrano e, por essa razão, escalou todos os titulares para a partida.

Mas o time de Vitória da Conquista, hoje sediado em Teixeira de Freitas, mostrou porque é a sensação do campeonato até agora e encurralou o Vitória desde o início, ficando sempre com as melhores chances – Fábio Gama aos 4 minutos, Narciso aos 14, e de novo Fábio Gama aos 16.

Até que aos 30 minutos Escudero fez bom lançamento para Dinei, que chutou da entrada da área para abrir o placar. Serrano 0 x 1 Vitória.

Veja também
— Dinei celebra primeiro gol da temporada

O time interiorano partiu para cima, em busca do gol de empate, que veio logo, dois minutos depois. Jadilson, de fora da área, acertou um tiro de esquerda. A bola ainda bateu no alto da trave antes de entrar. Serrano 1 x 1 Vitória.

Assim como acontecera com o Serrano, ao tomar o gol, o Vitória adiantou a marcação e, aos 37 minutos, Marquinhos cruzou, o goleiro Gil saiu em falso e Juan desempatou. Serrano 1 x 2 Vitória.

No segundo tempo, o Vitória sobrou, depois que Ney Franco alterou o esquema tático. E a goleada foi saindo.Aos 26 minutos, Ayrton cobrou falta, a bola tocou na barreira e encobriu o goleiro Gil. Serrano 1 x 3 Vitória. E 3 minutos depois Marquinhos tentou cruzar, da direita, a bola foi para o gol e Gil aceitou. Serrano 1 x 4 Vitória;

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Artigo/Opinião

Efeitos do Rojão

Marinaldo Mira

Na manhã deste domingo (9.02), investigadores da 17ª Delegacia Policial (DP) de São Cristóvão, Rio, prenderam, o tatuador Fábio Raposo, de 22 anos, suspeito de participação no ataque ao cinegrafista da Band, Santiago Andrade, durante manifestação de protesto contra o aumento da passagem de ônibus, no último dia 6, na Central do Brasil. Os policiais deram cumprimento a mandado de prisão temporária, expedido pela Justiça.

O ataque ao cinegrafista, em meio a um confronto entre policiais militares e manifestantes, chocou o país, depois da veiculação das imagens feitas por equipes de TV. O direito de manifestação é legítimo e democrático, não cabe questionar isso. No entanto, é inaceitável, condenável, que jovens como o tatuador Fábio Raposo vá infiltrar-se nessas manifestações, e entregue artefatos explosivos, bombas ou coisa parecida a suposto desconhecido, com a finalidade de detoná-las contra policiais ou qualquer outra pessoa que esteja nas ruas, de passagem.

Se o alvo era policias e não cinegrafistas, não vem ao caso. O que importa para quem leva artefatos desses para as ruas é atingir alguém da Polícia, mas na prática o rojão pode perder o foco (como aconteceu) e vai alvejar alguém, manifestante ou não.

Além disso, causa repúdio o depoimento, quando o tatuador diz acreditar nada ter com o ataque ao cinegrafista. À luz do direito, Fábio é no mínimo co-autor, como já deixa claro o delegado que investigado o caso. E isso é coerente, pois se Fábio não tivesse passado o artefato para o autor, ele não teria ateado fogo ao pavio da bomba ou foguete, que disparou sem rumo e atingiu o cinegrafista.

As desculpas de Fábio, em depoimento patético, na TV, não convencem, em hipótese alguma. Se ele queria protestar contra reajuste de tarifa de ônibus, tem todo o direito, mas colaborar para a execução de um atentado a um cidadão que sequer conhecia, é um crime, e ele terá de responder por isso. Ou, será que Fábio desconhece a lei?. A versão de que ele não conhecia o homem que entregou a bomba é de igual forma difícil de ser aceita.

Fica parecendo a história do suspeito de assalto, que nega a culpa, alegando que apenas dirigiu o carro usado no crime. Ora, se não tivesse um condutor para o veículo, provavelmente, o roubo não teria sido consumado.

Pelas circunstâncias, é evidente, que Fábio não pode participar de manifestações pacíficas. Enquanto isso, a sociedade brasileira reza e espera a recuperação do cinegrafista, que foi atingido pelas costas, sem chance de se defender.

Marinaldo Mira – Jornalista (Ufba/1980), cronista esportivo e professor de Ética. (marinaldomira@gmail.com)

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Viva o Galícia s Salve a Galicia!!!

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

http://youtu.be/N9uosINwNIE

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DEU NO CORREIO DA BAHIA

Da Redação

O Bahia começa o Baianão 2014 assim como terminou a Copa do Nordeste: mal. Na estreia do estadual neste domingo (9), na Arena Fonte Nova, o Tricolor perdeu para o Galícia por 2 a 1, de virada. O Tricolor abriu o marcador no primeiro tempo com Rhayner, mas viu o adversário ser mais eficiente no segundo tempo com gols de Davidson e Ancelmo. Com apenas três vitórias em sete jogos na atual temporada, o técnico Marquinhos Santos começa a ter seu trabalho questionado.

Com o resultado, o Esquadrão fica em terceiro no grupo 3 do Baiano, liderado pela Juazeirense e que também tem Serrano e Catuense. O Galícia divide a liderança do grupo 2 com Vitória e Vitória da Conquista, que golearam neste domingo. Bahia volta a campo na próxima quarta-feira (12), quando enfrenta o Jacuipense, em Pituaçu. Já o Galícia joga a próxima no sábado (15) contra o Serrano, também em Pituaçu. Os jogos valem pela segunda rodada da segunda fase do Baianão 2014.

O jogo – Com Rhayner e Talisca inspirados, o Bahia comandou as ações no primeiro tempo. O Tricolor atacante também pelas laterais e não deixava o Galícia sair do seu campo de defesa. A primeira boa chance veio aos 13, quando Guilherme cruzou da esquerda, Maxi Biancucci se antecipou, mas mandou para fora. Aos 18, após cruzamento da direita, Anderson Talisca quase marca gol de placar na Arena. Ele pegou sobra de voleio, mas a bola parou nas mãos do goleiro do Galícia.

Aos 28, no entanto, Rhayner recebeu lançamento de Fahel, esperou a definicão do goleiro Tigre e tocou no canto para abrir o placar. Aos poucos, o Galícia passou a gostar de jogo e levou perigo nos minutos finais do primeiro tempo. Aos 42, Davidson arriscou chute de fora da área e quase empatou, assustando o goleiro Marcelo Lomba. Nos acréscimos, Danilo Gomes fez boa jogada, ficou de frente para o gol, mas chutou em cima da defesa.

O Galícia voltou mais disposto para o segundo tempo e neutralizou as principais jogadas de ataque do Bahia, além de buscar o gol de Marcelo Lomba com mais frequência. Tanto que o técnico tricolor tirou Branquinho e colocou Ítalo Melo para dar nova cara ao meio. Mas não mudou muita coisa. Aos 17, Davidson fez grande jogada, driblou Titi e chutou de fora da área, sem chances para o goleiro Marcelo Lomba.

Era o gol de empate do Galícia, que desconsertou a organizada do Bahia. O time já não conseguia armar jogadas de ataque. Do outro lado, o Galícia sentiu a oportunidade de virar. E virou. Aos 28, Davidson levantou bola na área e Ancelmo, livre, tocou para as redes do arqueiro tricolor: 2 a 1. Aos 34, quase empate do Bahia. Madson cruzou da direta, Tigre deu rebote e Rafinha chegou de carrinho para empurrar, mas o arqueiro se recuperou. Na corrida contra o tempo, o Bahia não conseguiu furar o bloqueio do adversário e amargou derrota na estreia do Baianão 2014.

Bahia 1 x 2 Galícia – 1ª rodada da 2ª fase do Baianão 2014
Data: 9/2/2014, 17h
Local: Arena Fonte Nova, Salvador
Árbitro: Gleidson Santos Oliveira
Assistentes: José Raimundo Dias da Hora e Elicarlos Franco de Oliveira

Bahia: Marcelo Lomba; Madson, Titi, Lucas Fonseca e Guilherme Santos (Raul); Fahel, Wilson Pittoni, Branquinho (Ítalo Melo) e Anderson Talisca; Rhayner e Maxi Biancucchi (Rafinha). Técnico – Marquinhos Santos

Galícia: Tigre; Fábio Santana, Willian, Marcus Vinícius e Jhone; Totinga, Antonio Carlos, Brendon, Danilo Gomes (Ancelmo) e Elenilson (Davidson); Pedro Henrique. Técnico: Ricardo Silva

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