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DEU NO CORREIO DA BAHIA/FOLHAPRESS

Último dos quatro parlamentares presos pelos crimes do mensalão, João Paulo Cunha (PT-SP) renunciou na noite de hoje ao mandato de deputado federal. A carta foi entregue na Secretaria-Geral da Câmara e distribuída pela liderança do PT.

No texto com duas frases e uma citação poética, o petista diz que deixa a Câmara “com a consciência do dever cumprido”. Ex-presidente da Câmara entre 2003 e 2005, João Paulo tentava manter o mandato, mas era pressionado dentro do próprio PT a renunciar.

O petista foi considerado culpado pelo STF por ter recebido propina para beneficiar empresas do operador do mensalão, Marcos Valério Fernandes de Souza. Ele alega ser inocente das acusações. Na tentativa de despistar o recebimento de parte dos recursos, segundo a denúncia, ele enviou sua mulher para sacar R$ 50 mil numa agência do Banco Rural em Brasília.

À época, o deputado chegou a dizer que a mulher havia ido ao banco pagar uma conta de TV a cabo. Depois, disse que o dinheiro era para pagar uma pesquisa eleitoral.

João Paulo

http://youtu.be/9i8vJ0tNDLA

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Frank Sinatra, the best, ontem, hoje e sempre, no BP dos namorados!!!

(Gilson Nogueira, direto da Carolina do Norte, USA, para o BP)

fev
07
Posted on 07-02-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 07-02-2014

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DEU NO ESTADÃO

Em depoimento à Comissão Estadual da Verdade do Rio, o coronel reformado Raimundo Ronaldo Campos admitiu que o Exército montou uma farsa para esconder a morte do ex-deputado Rubens Beirodt Paiva, que aparece na lista de mortos e desaparecidos do período da ditadura militar desde o dia 20 de janeiro de 1971.

Segundo o depoimento, divulgado ontem pelo Jornal Nacional, da TV Globo, na noite do dia 21 de janeiro daquele ano Campos e outros dois militares teriam recebido ordens de seus superiores para atirar na lataria de um Fusca e incendiá-lo em seguida, no Alto da Boa Vista, no Rio. A montagem era para sustentar a versão oficial de que, ao ser transportado por militares, o ex-deputado foi sequestrado por terroristas, que atearam fogo no carro.

Campos disse saber que se tratava de uma operação para “justificar o desaparecimento de um prisioneiro”. Revelou também ter informações de que ele já estava morto.

Acusado de manter correspondência com exilados político, Paiva – que havia sido cassado em 1964 – foi preso em casa, diante de familiares. Militares da Aeronáutica o levaram e o entregaram ao Destacamento de Operações de Informações do 1.º Exército (DOI).

De acordo com a versão oficial, Paiva foi ouvido e em seguida conduzido de carro para fazer o reconhecimento de uma casa que funcionaria como aparelho subversivo. No caminho, foi sequestrado. Logo em seguida os militares se dirigiram à 19.ª Delegacia de Polícia, no Rio, e registraram a história.

O depoimento do coronel reformado não é o primeiro que põe em xeque a versão oficial. Em 1986, o ex-tenente Amílcar Lobo, que foi médico do Exército, disse à PF que tentou socorrer o prisioneiro – que, após torturas, estava em estado crítico.

No ano passado, a Comissão Nacional da Verdade divulgou um documento, encontrado na casa de um ex-comandante do DOI-CODI, coronel Molina Dias, que confirma a passagem de Paiva pela instituição.

Para Vera Paiva, filha do ex-deputado, “não há mais dúvida de que meu pai não é um desaparecido: ele foi assassinado e a cena do crime está ficando cada vez mais clara”. Sobre o depoimento do coronel, comentou: “A gente agradece. É importante que mais gente faça isso. Interessa à família e ao Brasil, onde casos de tortura continuam sendo abafados por essa lógica de não se falar nada.”

fev
07
Posted on 07-02-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 07-02-2014


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Aroeira, hoje, no jornal Brasil Econômico


Professora no aeroporto debocha de passageiro

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DEU EM O GLOBO.COM

Professores universitários de diferentes instituições do Rio se envolveram numa polêmica ao fazer comentários irônicos sobre um passageiro que estava na sala de embarque do Aeroporto Santos Dummont. Em sua conta no Facebook, a professora de Letras da PUC-Rio, Rosa Marina de Brito Meyer, postou a foto de um homem sentado a uma mesa, aparentemente esperando para entrar no avião. De bermuda e camiseta regata, o cidadão foi alvo de chacota.

“Aeroporto ou rodoviária?”, era a legenda que acompanhava a foto de Rosa Marina na rede social, publicada na noite desta quarta-feira. No início da noite desta quinta-feira, veio o pedido de desculpas.

“Sabedora do desconforto que posso ter criado com um post meu publicado ontem à noite, peço desculpas à pessoa retratada e a todos os que porventura tenham se sentido atingidos ou ofendidos pelo meu comentário. Absolutamente não foi essa a minha intenção”.

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A página da professora Rosa Marina é fechada para pessoas que não são amigas dela na rede social. Entretanto, na tarde desta quinta-feira, o polêmico post com a foto foi reproduzido, em tom bastante crítico, pela personagem Dilma Bolada em sua página, que tem mais de 1 milhão de seguidores. Milhares de pessoas compartilharam a postagem da personagem.

Professores que haviam comentado o post com a foto também foram criticados. O reitor da Unirio, Luiz Pedro Jutuca, escreveu que “o ‘glamour’ foi para o espaço”, e foi respondido pela própria docente da PUC-Rio: “Puxa, mas para o glamour falta muuuito! Isso está mais para estiva.”

A coordenadora de graduação e professora da PUC-Rio, Daniela Vargas, acrescentou, ainda na quarta-feira: “hehe. E sabe o que é pior? quando esse tipo de passageiro senta exatamente ao seu lado e fica roçando o braço peludo no seu, porque – claro – não respeita (ou não cabe) nos limites de seu assento”.

Procurada pelo GLOBO, Daniela Vargas também pediu descuilpas pelo que escreveu:

– O que me resta é pedir desculpas por um comentário infeliz. Não posso dizer outra coisa, embora não soubesse que o post era tão público. Obviamente, não tinha a menor intenção de ofender ninguém.

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Esplêndido Trenet!!!

BOM DIA!!!

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