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DEU NO PORTAL R7

A presidente Dilma Rousseff embarcou, na tarde desta sexta-feira (28), para a base naval de Aratu, na Bahia, onde vai passar todo o feriado de Carnaval.

Dilma saiu de Brasília por volta das 14h40. Ela vai ficar com a família, sem compromissos oficias, durante os próximos quatro dias.

Ainda não há também previsão de agenda para a próxima quarta-feira (5).

Feriados

A presidente Dilma costuma passar todos os feriados prolongados na base naval de Aratu.

No fim do ano passado, durante o recesso de Natal e Réveillon, Dilma foi flagrada tomando banho de mar no litoral baiano com a família.

A base de Aratu fica no subúrbio de Salvador e Dilma tem total privacidade na praia de Inema, que é de acesso restrito aos militares. Ela fica hospedada em uma casa que costuma receber presidentes da República nos períodos de férias.

No Carnaval de 2013, Dilma também escolheu a Bahia como destino. A presidente sofreu uma fissura no dedão do pé direito assim que chegou ao local. Ela tropeçou na escada da casa na base e precisou imobilizar o pé com uma bota ortopédica.

EVOÉ, MARIA!!!

boa tarde!


Wagner e Fátima: vaiados na folia
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DEU NO PORTAL TERRA

Ceci Alves

De Salvador

O governador da Bahia, Jaques Wagner, minimizou a vaia que recebeu ao ser cumprimentado pela cantora Baby do Brasil, na varanda do Camarote Marta Góes, na madrugada desta sexta-feira (28), no circuito Dodô Barra/Ondina. “Como dizia (o escritor) Nelson Rodrigues: na multidão, até um minuto de silêncio é vaia”, disse o político, frisando que este foi ano o de maior investimento do governo do Estado no Carnaval de Salvador. “Ao todo, foram 62 milhões em segurança, saúde, cultura, e outras ações”, afirmou.

Quando Baby do Brasil, que vinha desfilando no bloco sem cordas Os Mascarados, avistou Wagner do alto do trio, disse: “aquela cabeleira branca e aquela mulher linda ali só poderiam ser o casal mais lindo da Bahia”. Foi o suficiente para que o público que acompanhava o trio vaiasse, por quase cinco minutos, tanto o governador quanto a sua mulher, a primeira-dama Fátima Mendonça. Até mesmo Baby do Brasil, a autora dos elogios, chegou a ser vaiada.

“Vocês não sabem quantas vezes eu já fui vaiada na vida”, disse Baby, tentando impor sua fala por cima dos manifestos – enquanto a primeira-dama dirigia gestos obscenos ao público. “Mas eu amo vocês de todo o coração”, rebateu Baby, que também é pastora evangélica.

Crise de Moraes

Entrevistado pelo Terra sobre a ausência de Moraes Moreira naquele dia, circuito e hora em que ele estava, por conta de um desentendimento entre o artista e a Bahiatursa – Empresa de Turismo da Bahia S.A, o governador Jaques Wagner foi categórico: “Esta ausência foi uma opção dele”. E continuou: “Tínhamos um contrato assinado para dar cachê e trio, ele disse que não podia tocar no domingo, que viria (quinta-feira) e, depois, resolveu não tocar. A nossa parte, do governo, foi mantida. Não tocar foi uma decisão só dele.”

fev
28
Posted on 28-02-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 28-02-2014


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Thiago Lucas, hoje, na Folha de Pernambuco

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DO YOUTUBE

TRIBUTO AO GENIAL BATATINHA ,SAMBISTA BAIANO ,CHICO BUARQUE MARCOU PRESENÇA NA VOZ E ACOMPANHAMENTO DE VIOLÃO SOLO : FERNANDO BURGOS,VIOLÃO:JAILSON COELHO, VIOLÃO 7 CORDAS: EDSON SETE CORDAS, PANDEIRO: CACAU, BANDOLIN E CAVAQUINHO: AILTON REINER, SURDO,BORDA E PANDEIRO:LAN LAN, NOS BRINDOU

Tenho ainda guardada
como lembrança do carnaval que passou
Uma toalha bordada que na escola
um lindo rosto enxugou (Eu tenho)
Tenho ainda guardada
como lembrança do carnaval que passou
Uma toalha bordada que na escola
um lindo rosto enxugou

É a toalha da saudade
da minha infelicidade
Não me vai ornamentar
E pra não sofrer desilusão
nem passar decepção
Eu vou sambar

EVOÉ!!!!


Villaró: o artista na Casa Pueblo, em Punta BaLlenas

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CRÔNICA

A partida de Villaró da Casa Pueblo

Maria Aparecida Torneros

A semana aqui está corrida e o carnaval invade minha cidade, o Rio de Janeiro. Alheio-me ao dito festejo, por opção e certo cansaço. Encontro-me em fase vagarosa da vida, ensimesmada, ainda que isolada em pequenos instantes para chorar perdas de pessoas chegadas e o acompanhamento da avançada velhice materna, com seus percalços e aceitação.

Minha vida tem sido, ultimamente, um ir e vir de reflexões e cuidados de saúde, além de certa decepção existencial que busco consolar com leitura constante, boas recordações, alguns telefonemas com vozes queridas, a prática da meditação, as orações cotidianas e o testemunho de teatro ora politico, ora judicial, ora midiático, que me cercam.

Pois bem, entre os livros que tenho relido, hoje acordei disposta a rever a doçura das páginas fortes de um exemplar que comprei em 2010, autoria do artista uruguaio Carlos Paes Vilaró, quando conheci sua Casa Pueblo, em Punta Ballena.

Pois reli, sentada na espreguiçadeira da minha calçada, por duas horas seguidas, 77 páginas e dei uma paradinha para tomar uma água.

Entrei em casa, liguei o tablet, mexida com palavras que voltaram a me emocionar, onde ele descreve sua saga, em 1972, de busca ao filho que estava desaparecido em virtude da queda de um avião na cordilheira dos Andes, no Chile. O jovem viajara com sua turma para jogar rubgy e sofrera o acidente. Um pai fervorosamente ávido do reencontro empreendeu viagem e foi atrás do milagre acreditando em indícios que lhe chegaram até via paranormal holandês que indicou que o jovem estava vivo.

O episódio comoveu a humanidade na época, porque , ao serem resgatados os sobreviventes, constatou-se que para viver, tiveram que se alimentar de carne humana, no cume de montanhas nevadas, perdidos da civilização, na esperança de serem vistos por alguma das equipes de busca.

Pois , ao acessar o google, agorinha, e ver noticias sobre o talentoso e aventureiro pintor , eis que sou surpreendida pela notícia da sua morte ocorrida na última segunda-feira, na Casa Pueblo, aos 90 anos.

Fico sentida e ao mesmo tempo sensibilizada com a sintonia de um homem cujo testemunho me ressurge em admiração.

Volto ao livro, destaco um trecho do seu final:” meus olhos se encheram de lágrimas. A dor e a alegria se misturam… Foi por intermédio da minha voz que o país soube da verdade… ”

Depois de meses , os sobreviventes foram encontrados, e o pai louco como era chamado Carlos Villaro, abraçou seu filho Carlitos, que foi sua inspiração na vida, junto das filhas, da família, dos amigos e da arte.

Viveu 90 anos, para nossa sorte! Viveu para nos contar sobre a esperança e sobre a lua que o uniu ao filho perdido na cordilheira andina, onde aconteceu o milagre do reencontro.

Cida Torneros, escritora e jornalista, mora no Rio de Janeiro, onde edita o Blog da Cida

fev
28
Posted on 28-02-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 28-02-2014


Fonda: diva com nervos à flor da pele

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DEU NO DIÁRIO DE NOTÍCIAS, DE LISBOAA atriz Jane Fonda, de 76 anos, confessou num blog que se sente uma mulher cada vez mais emotiva e que tem receio de envelhecer e de morrer.

“Como é que as pequenas coisas, gestos carinhosos, histórias comoventes, atos de coragem, boas notícias, momentos de introspeção, todas me deixam a chorar ou, pelo menos, à beira das lágrimas?”, escreveu Fonda no blogue Crying.

“Sinto que as minhas emoções são mais acessíveis do que eram quando eu era mais nova e acho que tem a ver com a idade. Tornei-me maravilhosa e terrivelmente consciente do tempo, do pouco que ainda me resta. Talvez, sem eu estar consciente disso, daqui a poucas décadas, se tiver sorte, vou estar na terra a fertilizar algumas das coisas para as quais olho agora”, acrescentou.

A atriz já conta com uma carreira com mais de 50 anos, ao longo dos quais conquistou um Oscar e vários Globos de Ouro. Pelo caminho, teve três casamentos, lutou pelos direitos humanos e venceu um câncer da mama.Patrocínio


Rosa e Barroso:nova maioria formada no STF

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DEU NO IG

O Supremo Tribunal Federal (STF) absolveu nesta quinta-feira (27) o ex-ministro-chefe da Casa Civil José Dirceu, o ex-presidente do PT José Genoino, o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares e mais cinco réus do crime de formação de quadrilha no mensalão. Na prática, a reviravolta significa a maior derrota do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, desde o início do julgamento. A maioria dos ministros contrariou o entendimento do relator do caso, ministro Luiz Fux, que votou pela condenação. No placar de hoje, oito foram absolvidos em um placar de 6 a 5 votos.

Barbosa antes de dar seu voto e proclamar o resultado lamentou: “Hoje é uma tarde triste para o STF”. “Ouvi de ministros a alegação ‘não acredito que os réus tenham se reunido para a prática de crimes’. Há dúvidas que se reuniram? Que se associaram? Que a associação perdurou por quase 3 anos? (…) O que dizer dos crimes que praticaram e em relação ao quais cumprem pena em presídio da capital federal? Como considerar que isso não configura quadrilha?”, questionou Barbosa.

Em 2012, os réus haviam sido condenados por 6 votos a 4 por esse tipo de delito, mas eles conseguiram reverter a condenação por meio dos embargos infringentes, recurso que possibilitou um novo julgamento. Como se imaginava desde o início deste ano, foram decisivos os votos dos ministros Luís Roberto Barroso e Teori Zavascki, os dois que não participaram da fase inicial do julgamento, no segundo semestre de 2012.

Zavascki e Barroso acompanharam os votos dos ministros Ricardo Lewandowski, Dias Tóffoli, Rosa Weber e Cármen Lúcia e reverteram a condenação.

Veja como ficam as penas:

Pelo entendimento destes ministros, não houve provas nos autos de que o núcleo do PT, além do núcleo publicitário (comandado por Marcos Valério, operador do mensalão) e financeiro (integrantes do Banco Rural) teriam se reunido especificamente para o cometimento dos crimes. Na visão destes ministros, houve apenas “coautoria” no cometimento de delitos como corrupção ativa, lavagem de dinheiro, corrupção passiva, entre outros.

Ao entender que não houve quadrilha no mensalão, os ministros restabeleceram entendimento anterior na Corte sobre este tipo de delito. Antes do mensalão, uma pessoa somente seria condenada por formação de quadrilha caso tivesse participação intelectual no crime ou se o bando fosse criado especificamente para esse fim. Após o mensalão, uma pessoa poderia ser condenada pelo crime de formação de quadrilha apenas se tivesse participado de um ato criminoso em um grupo superior a três pessoas.

Derrota

A reversão do entendimento do crime de quadrilha foi a maior derrota do presidente do STF, Joaquim Barbosa, durante o julgamento do mensalão. “Ouvi com atenção argumentos espantosos, baseados em cálculos aritméticos, em estatísticas divorciadas das provas dos autos, divorciadas da gravidade dos crimes, dos documentos na ação penal. Enfim, divorciados do contexto probatório individualizado que restou demonstrado no acordão proferido em 2012”, lamentou.

O cenário que contrariou Barbosa começou a ser construído no ano passado, durante o julgamento relacionado à admissão dos chamados “embargos infringentes”, recurso que foi julgado essa semana. O presidente do STF, com apoio do ministro Gilmar Mendes, pretendia vetar essa possibilidade de recurso. Mas, por placar de 6 x 5, a Corte admitiu que esse recurso existia.

Antes mesmo do julgamento dos embargos infringentes, imaginava-se que os ministros Barroso e Zavascki teriam entendimento mais brando sobre o crime de quadrilha. Desde então, iniciou-se um trabalho de bastidor para tentar convencer os dois ministros a mudar seu entendimento. Mas ambos mantiveram suas visões sobre o crime de quadrilha.
Ministro Ricardo Lewandowski e o presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim ossibilidade de reversão da condenação pelo crime de formação de quadrilha irritou o ministro Joaquim Barbosa que, na sessão de quarta-feira, já havia classificado de “voto político” a análise do ministro Barroso sobre o tema.

Nesta quinta-feira, Zavascki confirmou o seu entendimento sobre o tema já proferido em decisões do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Corte da qual ele já fora ministro. “A estrutura central desse crime reside na consciência e na vontade dos agentes na finalidade de cometer crimes”, disse o ministro. “É preciso que o acordo verse sobre uma duradoura ação em comum”, ratificou

“Deus e o Diabo”, um dos grandes sucessos do disco antológico de Caetano Veloso, “Muitos Carnavais”. Primoroso e vale a pena recordar na abertura do carnaval baiano 2014, que está com tudo (ou quase) em cima para fazer história.

EVOÉ!!!

(Vitor Hugo Soares)

fev
27
Posted on 27-02-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 27-02-2014


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Samuca, hoje, no Diário de Pernambuco

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