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“Young At Heart” , Frank Sinatra: Belissimo e sugestivo standard da canção americana, garimpado e sugerido pelo leitor do BP que assina Vangelis.

Música dedicada a todos os ouvintes e leitores que merecerem a poesis dos seus versos.

BOA TARDE!!!

(Vitor Hugo Soares))

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DEU NO BLOG POR ESCRITO, DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES

Fissuras estão perseguindo o governador Jaques Wagner. A pior é a da base na Assembleia. Nessa, nem o ortopedista Otto (Alencar) dá jeito.

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Bahia em Pauta comenta: NA MOSCA (OU NA CANELA?)

jan
19

DEU NO PORTAL A TARDE

João Domingos | Agência Estado

Forçada a abrir vagas em sua equipe para abrigar cada vez mais aliados, além de ter de manter os espaços dos que já a acompanhavam, a presidente Dilma Rousseff baterá um recorde neste ano eleitoral. Quando concluir a reforma ministerial que pretende fazer nas próximas semanas, a Esplanada contará, pela primeira vez na história, com titulares de 10 partidos diferentes.

Dilma já tinha empatado com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no número de partidos aliados que integra o seu primeiro escalão: nove. Com a saída do PSB, em setembro, passou a contar com oito legendas na base. Na reforma, pretende contemplar o recém-criado PROS e o PTB, o que fará o número de aliados com espaço na Esplanada chegar aos dois dígitos.

Trata-se de mais um recorde de Dilma nesta seara. Ela já havia antes alcançado o maior número de ministérios em um governo, pois criou as pastas da Aviação Civil e da Micro e Pequena Empresa. Esta última dada ao PSD. Recebeu, assim, 37 pastas de Lula e hoje está com 39.

Presidencialismo

O modelo de presidencialismo praticado no Brasil, batizado de “presidencialismo de coalizão”, explica o fenômeno. Por meio dele, o partido do governante eleito não obtém automaticamente maioria dos votos no Legislativo. Precisa, então, abrir espaços no seu governo para estruturar uma coalizão governista. Assim, a fragmentação partidária das três últimas décadas forçou os governantes a criar novos ministérios para abrigar as legendas que foram surgindo. Até 1980, legalmente o Brasil podia ter apenas dois partidos – Arena, governista, e MDB, de oposição. A Constituição de 1988 escancarou as portas para as novas legendas e hoje elas são 32, das quais 10 não têm nenhuma representação no Congresso.

Mesmo com 10 partidos no governo, Dilma Rousseff não vai aumentar o tamanho de sua base de apoio na Câmara, que continuará com 357 dos 513 deputados. Quando a presidente assumiu o governo, em 2011, recebeu do padrinho Lula uma base semelhante à que tem agora. O que mudou foi o número de partidos que lhe dá apoio.

O PROS, que é controlado pelos irmãos Cid e Ciro Gomes, dissidentes do PSB, tem 18 deputados. Mas exigiu um ministério. Deverá ficar com a Integração Nacional, que tem orçamento de R$ 8,45 bilhões, dos quais R$ 6,56 bilhões para investimentos.

“O Brasil não precisa de tantos partidos nem de tantos ministérios”, disse o líder do PMDB na Câmara, deputado Eduardo Cunha (RJ). Ele é autor de uma proposta de emenda à Constituição que limita em 20 o número de ministérios. Para Cunha, é preciso dar um jeito de estancar a criação de novos partidos. “Se juntar o PRB, o PC do B, o PDT, que já têm ministérios, e o PROS e o PTB, que vão entrar na Esplanada, mal conseguiremos um PMDB”, disse ele. De fato, os cinco partidos citados reúnem 78 deputados, enquanto o PMDB tem 76.

O líder do governo no Senado, Eduardo Braga (PMDB-AM), também é contrário à grande quantidade de partidos que existe no Brasil. Ele lembra que as legendas se pulverizam como tais, mas quando chegam ao Congresso elas formam blocos que possibilitam a luta por mais espaço.

“No Senado, tenho de negociar com a oposição e três blocos da base do governo. Se tivesse de correr atrás de partido por partido, não haveria tempo para mais nada. O PSD, por exemplo, tem só o senador Sérgio Petecão (AC).”

Abrigo

O fenômeno da criação de novos ministérios para abrigar aliados pode ser verificado desde o início da redemocratização, que começou com o governo de José Sarney (1985/1990). A exceção foi o de Fernando Collor (1990/1992), que reduziu de 25 para 17 o número de ministérios. Sem base de apoio no Congresso, Collor teve os direitos políticos cassados por oito anos após renunciar ao mandato em 1992. A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investigou seu governo concluiu que ele havia cometido crime de responsabilidade.

Sarney governou o Brasil com 25 ministérios. Eles foram entregues a apenas dois aliados, o PMDB e o PFL. Mas estes dois formavam uma imensa base parlamentar tanto na Câmara quanto no Senado e Sarney pôde dar estatais para outros aliados, como o PTB. Itamar Franco (1992/1994) assumiu o governo depois do desastre da administração Collor e acabou tendo o apoio de todas as legendas, até mesmo do PT. Ele fez um governo de coalizão nacional, sem oposição. Distribuiu 25 ministérios para sete aliados.

Fernando Henrique Cardoso (1995/2002) reduziu para 24 o número de ministérios em seu primeiro governo e os distribuiu a cinco aliados que lhe deram uma folgada base de sustentação no Congresso. A oposição ficou por conta do PT e do PDT. No segundo mandato, sacudido em 1997 pelo escândalo político da compra de votos para a emenda da reeleição, além de questionamentos quanto à privatização das empresas telefônicas, Fernando Henrique se precaveu e aumentou o número de ministérios para 30. Manteve cinco partidos de sua base na Esplanada.

Quando assumiu, Lula (2003/2010) criou novas secretarias, como a da Igualdade Racial, das Mulheres e a da Pesca e, junto com outras que já existiam – Direitos Humanos, Secretaria-Geral da Presidência e da Comunicação -, deu a elas o status de ministério.

Entregou as novas pastas aos petistas, assim como a maioria dos ministérios. O PL (depois substituído pelo PR), partido do vice José Alencar, recebeu o Ministério dos Transportes, o PC do B o do Esporte e o PSB o da Ciência e Tecnologia.

Abalado politicamente pelo mensalão, Lula entregou ministérios de peso ao PMDB, como o da Integração Nacional e o da Saúde. Para o PP reservou o Ministério das Cidades. Quando encerrou seu mandato, em 2006, Lula tinha nove partidos na Esplanada. No segundo mandato, criou mais duas secretarias com status de ministério, chegando a 37 pastas. Manteve nove partidos nelas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

jan
19
Posted on 19-01-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 19-01-2014


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Frank, hoje, no jornal A Notícia (SC)

El relicario

Un día de San Eugenio
yendo hacia el prado le conocí
era el torero de más tronio
y el más castizo de to Madrid.

Iba en calesa
pidiendo guerra
y yo al mirarlo
me estremeci.

Y el al notarlo
bajo del coche
y muy garboso
se vino a mi.

Tiro la capa
con gesto altivo
y descubriendose
me dijo asi:

Pisa morena
pisa con garbo
que un relicario
que un relicario me voy hacer
con el trocito de mi capote
que haya pasado
que haya pisado tan lindo pie.

Un lunes abrileño el toreaba
y a verlo fui
nunca lo hiciera que aquella tarde
de sentimiento crei morir.

Al dar un lance
cayo en la arena
se sintio herido
miró hacia mi.

Y un relicario
saco del pecho
que yo enseguida
reconoci.

Cuando el torero
caia inerte
en su delirio
decia asi:

Pisa morena
pisa con garbo
que un relicario
que un relicario me voy hacer
con el trocito de mi capote
que haya pasado
que haya pisado tan lindo pie

BOM DIA!!!

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DEU NO DIÁRIO DE NOTÍCIAS, DE PORTUGAL

A companheira de François Hollande, Valérie Trierweiler, deixou na tarde deste sábado,18, o hospital em Paris onde tinha dado entrada a 10 de janeiro após revelações sobre a relação do Presidente francês com uma atriz, noticiaram os jornais.

Questionada pela agência France Presse, a presidência francesa escusou-se a comentar, enquanto os mais próximos da primeira-dama se mantêm em silêncio.

Vários órgãos de comunicação social noticiaram que Valérie Trierweiler havia saído do hospital e dirigiu-se para a “Lanterne”, a residência presidencial situada perto de Versailles, para repousar.

Valérie Trierweiler, 48 anos, jornalista e mãe de três crianças, foi hospitalizada no dia 10 de janeiro, devido à consternação causada pela publicação, pela revista francesa Closer, de um dossiê especial sobre “o amor secreto do Presidente”, em que se narrava uma suposta ligação entre François Hollande e a atriz Julie Gayet.

O Presidente, que não desmentiu a existência desta relação, visitou a companheira na quinta-feira à tarde.

Na terça-feira, numa conferência de imprensa, Hollande recusou comentar a sua vida privada, admitindo que o casal vive “momentos dolorosos”.

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