DEU EM O GLOBO

Nem bem começou suas breves férias na Bahia, para onde embarcou na tarde desta quinta-feira, a presidente Dilma Rousseff interromperá o descanso amanhã, sexta-feira, para visitar áreas atingidas pelas fortes chuvas em Minas Gerais. A exemplo do que fez na véspera de Natal, quando esteve no Espírito Santo, a presidente fará agora um sobrevoo sobre a região mineira que mais tem sofrido com as enchentes. Após o sobrevoo, ela fará uma reunião com o governador do estado, Antônio Anastasia, com representantes da Defesa Civil e outras autoridades locais sobre ações conjuntas para enfrentar o problema. O local da reunião ainda não está definido.

No dia 24 de dezembro, Dilma visitou a região de Vitória, onde há dezenas de milhares de desabrigados pelas chuvas. Nos dois estados, 45 pessoas perderam a vida devido à força das águas. Ao lado do governador capixaba Renato Casagrande, a presidente fez, então, um balanço sobre as ações do governo federal para socorrer a população.

Ela apontou que o Ministério da Saúde construiu uma “força nacional” para agir nos casos de calamidade, estando pronto para instalar hospitais de campanha quando necessário e ressaltou que a Defesa Civil nacional também conta com uma equipe especial treinada para o resgate. Desse time, 72 foram deslocados para a região de Vitória.

Hoje, o governo publicou uma medida provisória (MP) que vai agilizar o repasse de verbas federais para que estados e municípios façam obras de prevenção a desastres naturais.

Ao retornar a Brasília, Dilma começará a implementar a reforma ministerial para substituir cerca de dez ministros que serão candidatos em seus estados.

No próximo domingo, dia 29, está previsto para ir ao ar em rede nacional de televisão o pronunciamento com a mensagem de fim de ano que Dilma gravou para a população.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/pais/strong>

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Peemedebista Geddel Vieira Lima, um dos nomes oposicionistas mais cotados nas pesquisas à sucessão do governador petista Jaques Wagner, postou esta quinta-feira, 26, em seu perfil no Twitter pedido de exoneração do cargo de vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa diretamente à presidente Dilma Rousseff; “Cara Presidenta Dilma, por gentileza, determine publicação de minha exoneração da função que ocupo e cujo pedido já se encontra nas mãos de Vossa Excelência”; mais cedo, ele fez “apelo dramático” ao presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), e ao senador Roberto Requião (PMDB –PR) para que eles intercedam no sentido de fazer acontecer sua saída da Caixa

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Romulo Faro

Do Bahia 247

Já é mesmo de causar curiosidade, senão intriga, a demora de o Planalto exonerar o peemedebista Geddel Vieira Lima (a pedido) do cargo de vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa Econômica Federal (CEF).

Ele postou há pouco em seu perfil no Twitter pedido de demissão diretamente à presidente Dilma Rousseff; “Cara Presidenta Dilma, por gentileza, determine publicação de minha exoneração da função que ocupo e cujo pedido já se encontra nas mãos de Vossa Excelência”

Mais cedo ele fez “apelo dramático” ao presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) e ao senador Roberto Requião (PMDB –PR) para que eles intercedam no sentido de fazer acontecer sua saída da Caixa.

“Acabo de fazer novo e dramático apelo, agora ao presidente da Câmara, para que agilize a publicação da minha exoneração. O que esta havendo?”, questiona o ex-ministro ao presidente da Câmara.

“@requiaopmdb Cobra para mim essa exoneração. Estou esperando desde Setembro Quero sair, não entrar”, postou, desta vez em pedido ao senador Requião.

Geddel garante que já entregou o cargo a seu partido pelo menos há dois meses e que depende apenas de o PMDB escolher seu sucessor, pois a vaga continuará na cota da legenda no governo da presidente Dilma Rousseff. Ele disse também que o vice-presidente Michel Temer já comunicou sua saída a Dilma.

Ex-ministro voltou a cobrar sua saída ao vice-presidente da República, Michel Temer, na semana passada. O PMDB teria indicado formalmente para a vaga o diretor Roberto Desiree, mas falta o Planalto exonerar Geddel.

Peemedebista tem pressa de sair da Caixa para se dedicar exclusivamente à sua corrida pré-eleitoral pela disputa do governo da Bahia em 2014.

(Com informações do portal Bahia 247)


Dilma em Aratu:retrato de férias passadas. Foto iBahia/Arquivo
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DEU NO PORTAL iBAHIA

A Base Naval de Aratu, no Subúrbio Ferroviário de Salvador, recebe, por mais um ano, a presidente Dilma Rousseff durante o recesso de final de ano. De acordo com informações da Agência Estado, ela deve embarcar para a residência dos oficiais da Marinha na tarde desta quinta-feira (26) e só deve retornar após dez dias de descanso.

A base fica na Praia de Inema e o acesso é restrito aos militares, que oferecem privacidade total à presidente. Ainda segundo a Agência Estado, só é possível acompanhar a movimentação de Dilma Rousseff a 2 km do local, onde fotógrafos e cinegrafistas costumam ficar em um píer montado pela Prefeitura de Salvador fazendo registros dela.

Nos últimos dois últimos recessos de Dilma como presidente, ela também passou pela Praia de Inema, quando foi fotograda com familiares. A Presidência da República não informou quem acompanhará ela este ano.

dez
26
Posted on 26-12-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 26-12-2013

DEU NO PORTAL DE A TARDE

As gravações de Geração Brasil, a próxima novela das sete da Globo, já tem local definido para acontecer. As primeiras cenas serão gravadas em Recife (PE) e no estado da Califórnia, nos Estados Unidos, segundo o colunista Flávio Ricco, do UOL.

A trama é da dupla Filipe Miguez e Izabel de Oliveira – que escreveram Cheias de Charme -, e deve estrear depois da Copa do Mundo de 2014. A história vai enveredar pelos caminhos das redes sociais.

No elenco, já se falam em nomes como Theodoro Cochrane, Humberto Carrão, Isabelle Drummond, Marco Pigossi e Cludia Abreu, entre outros.

dez
26
Posted on 26-12-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 26-12-2013


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Duke, hoje, no jornal Super Notícia (MG)

http://youtu.be/zaAqze81y4Y

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Canta a alma do Bahia em Pauta e o coração de seu editor: Neste 26 de dezembro faz aniversário a amada Margarida. E a data pede, além de muitos beijos e abraços , música tão significativa quão especial é a figura da aniversariante para quem assina esta mensagem e tantos mais que a rodeiam ou convivem com ela.

São muitos e não daria para citar a todos neste espaço. Melhor deixar que a emoção sobrevoe nas asas da canção do filme que ela adora, e diga tudo. Ou quase.

Quem festeja aniversário também, nesta data querida , é o queridissimo amigo Tuna Espinheira. Cineasta dos bons, amigo fraterno e leal desde os bancos do Colégio da Bahia -Central, na juventude, até hoje, quando ele chega aos 70, vigorosamente inteligente, critico e combatico como sempre.E o cartaz de Casablanca sempre em destaque em sua morada com Iarinha.

Viva o 26 de dezermbro!

Dois aniversariantes e tanto para um dia só. Som na caixa, e cante mais uma vez “As Time Goes By”, Sam!

( Vitor Hugo Soares)

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OPINIÃO POLÍTICA

Desfecho inevitável

Ivan de Carvalho

O desfecho inevitável. A Irmandade Muçulmana foi declarada pelo governo do Egito uma organização terrorista. A decisão foi tomada ontem pelo Conselho de Ministros e anunciada pelo vice-primeiro-ministro Hosam Isa, por intermédio da agência oficial de notícias Mena.

A Irmandade, uma organização fundamentalista islâmica fundada no Egito à época do regime ditatorial do presidente Gamal Abdel Nasser, mas presente hoje em muitos Estados de maioria muçulmana e com representação em dezenas de países, conquistou a presidência do Egito em eleições quase inteiramente livres promovidas sob uma administração controlada pelos militares após a Primavera Árabe haver derrubado o regime autoritário do presidente Hosni Mubarack.
No entanto, o presidente Mohamed Mursi, que na rápida campanha eleitoral procurara parecer um moderado e em acordo com as regras legais adotadas, pouco após assumir o cargo começou a meter os pés pelas mãos. A maior investida de Mursi contra o regime democrático, que fora a reivindicação básica da Primavera Árabe no Egito (como pareceu ser em outros países e acabou revelando uma face diversa ao assumir o poder, quando assumiu), foi editar algo bem semelhante a um Ato Institucional (daquele tipo que o regime militar brasileiro se utilizara).

Por esse ato, Mursi se colocava acima do Poder Judiciário, de modo que seus atos não podiam ser apreciados (e eventualmente anulados no todo ou em parte pela Corte Suprema). E, na sequência, passou a assumir poderes que só reforçavam a característica ditatorial que aquele primeiro golpe político (de sobrepor-se ao Judiciário) imprimiu ao novo regime.

Mursi não traiu a Irmandade Muçulmana. Esta e Mohamed Mursi traíram a Primavera Árabe e, com isso, traíram o próprio Egito. O país, seu povo, com um imenso movimento popular e nas eleições que se seguiram, optara por um Estado democrático e laico. Mursi, eleito sob estes pressupostos já inscritos na Constituição sob a qual tomou posse do cargo de presidente, tentou impor à mais importante e mais populosa nação árabe um Estado ditatorial e teocrático.

Creio que vale lembrar que diante dessa conduta do presidente eleito, centenas de milhares de pessoas voltaram às ruas outra vez para protestar contra Mursi e a Irmandade Muçulmana como antes o haviam feito contra o regime de Hosni Mubarak, que passara três décadas no poder. Surgiu um claro impasse entre o governo de Mursi e as manifestações pela democracia, até que a situação foi levada a um ponto (até pela indisposição de Mursi e da Irmandade Muçulmana de cederem na usurpação de poderes que praticaram) em que o Exército deu prazo de 48 horas para eles “se entenderem”, do contrário – era um ultimato – interviria.

Não houve entendimento algum, a essa altura nem mesmo os manifestantes estavam a fim de uma conversa e com uma boa razão – Mursi e a Irmandade Muçulmana já haviam tirado as máscaras, haviam se revelado não merecedores de confiança de quem quer que desejasse democracia e um Estado laico. O tempo se esgotou e, como havia anunciado, o Exército extinguiu o impasse.

Mursi foi destituído e detido. E então a Irmandade Muçulmana, que havia sido convocada por ele a fazer contra-protestos, chochos nos últimos dias de Mursi no poder, crescendo após sua queda, mas sem demora com uma ação policial devastadora na Praça Tahrir, no centro do Cairo e que havia sido ocupada por adeptos de Mursi. O Exército deu um prazo (curto) para que os manifestantes esvaziassem a praça e, como eles não o fizeram, a polícia foi fazer o serviço – e usou violência ilimitada.

Daí em diante, a Irmandade Muçulmana viu-se cada vez mais vigiada e limitada em suas atividades ostensivas, como ocorrera em várias fases de sua história no Egito (sob os governos de Nasser, de Anwar Sadat (menos), de Mubarak (que ao assumir libertou alguns membros da Irmandade que estavam presos), que acabou não conseguindo conviver bem com a organização, que se lhe opunha. Após a queda de Mursi e a impossibilidade de abalar o novo governo com manifestações de rua, a Irmandade Muçulmana voltou à sua estratégia recorrente – o terrorismo. A decisão do Conselho de Ministros foi consequência do ataque a bomba de terça-feira contra um prédio da polícia, quando morreram pelo menos 14 pessoas e cerca de 140 ficaram feridas.

dez
26

DEU EM A TARDE

Lúcio Távora

A prefeitura de Salvador desmentiu boato que circula na internet, motivado por um texto do site Teatro Nu, assinado pelo diretor do Espaço Itaú Glauber Rocha (praça Castro Alves), cineasta Cláudio Marques. No material, Marques dá a entender que a festa no Comércio teria sido cancelada.

Amplamente replicada nas redes sociais, a publicação, em tom irônico, anuncia o cancelamento do evento. “Prefeito ACM Neto cancela shows do final de ano e anuncia R$ 6,5 milhões para a cultura de Salvador”, informa o título da falsa notícia.

Procurada, a Assessoria Geral de Comunicação da Prefeitura (Agecom) afirmou que “tudo não passa de um boato”. Segundo o órgão, “essa ‘notícia’ não tem impacto sobre o público da festa, que sabe que ela acontecerá”.

Criticando a falta de investimento na área cultural da cidade da Bahia, o texto do cineasta ainda atribui afirmações a gestores do setor.

“Meu Deus, que vergonha eu passei com aquela história de ‘Cultura em Campo’… que vergonha promover aquilo, como eu me arrependo…”, teria dito o secretário da Cultura do estado da Bahia, Albino Rubim, ao diretor da Fundação Gregório de Mattos, Fernando Guerreiro, consta no texto do site.

De acordo com Marques, “o objetivo do texto é claro: criticar a sucessão de festas e a falta de políticas culturais”.

Sobre isso, a Agecom afirma que “o Réveillon é bancado pela iniciativa privada, não pela prefeitura, que só usará sua estrutura de saúde, segurança, etc.”.

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