GRANDE REGINALDO: 300 COMPOSIÇÕES, 50 DISCOS!!!

SAUDADES!!!

(Vitor Hugo Soares)

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DEU NO IG

A música pernambucana está de luto. O ‘rei’ Reginaldo Rossi faleceu nesta sexta (20), às 9h25, de falência múltipla de órgãos, em decorrência de complicações de um câncer de pulmão. O cantor estava internado no Hospital Memorial São José, no Derby, desde o dia 27 de novembro, após um mal-estar. De acordo com a equipe médica do hospital, Rossi evoluia bem ao tratamento, mas piorou de ontem para hoje e voltou a ser entubado.

Ainda não há informações sobre o velório e o enterro de Reginaldo Rossi, mas o Governador de Pernambuco, Eduardo Campos, afirmou em entrevista que o velório deve acontecer na Assembleia Legislativa de Pernambuco.

Ao longo dos 49 anos de carreira artística, Reginaldo Rossi gravou mais de 300 músicas em mais de 50 discos, entre inéditos e coletâneas. Carismático por natureza, Reginaldo Rodrigues dos Santos, ungido o ‘Rei do Brega’, nasceu no dia 14 de fevereiro de 1944, no Recife, e iniciou a carreira como músico aos 20 anos, sob influência dos Beatles e da Jovem Guarda. Segundo o próprio Reginaldo, ele imitava Roberto Carlos nas suas performances e foi o primeiro cantor de rock do Nordeste, quando comandou o grupo The Silver Jets. Seu primeiro sucesso foi O pão, que faz parte de um disco homônimo lançado em 1964.

Na década de 1970, se afastou do iê iê iê e passou a tentar imprimir uma marca artística própria com um repertório voltado para o chamado brega romântico, do qual se tornou um ícone. Nos anos 80 já era um fenômeno de vendas no Norte e Nordeste, sucesso que se manteve até o fim da carreira: nos últimos anos Rossi fazia uma média de 25 shows por mês em todo o Brasil.

Em 1987, lançou um de seus maiores sucessos, Garçon. Já no final da década de 1990, o cantor e compositor passou a ser visto com bons olhos pelo circuito alternativo e chegou a assinar um contrato de peso com a gravadora Sony.

Entre as principais músicas da carreira do Rei do Brega estão Se Meu amor não chega, A raposa e as uvas, O pão, Deixa de banda, Tô doidão, Era Domingo, Ai Amor, Em Plena Lua de Mel, Tenta Esquecer e Garçom. Esta última é, sem dúvida, o grande sucesso de Reginaldo Rossi, uma composição que fala de dor de cotovelo e que era uma das mais pedidas pelos fãs durante os shows.

Rossi conquistou ao longo da carreira 14 discos de ouro, dois de platina, um de platina duplo e um de diamante. Além disso, teve diversas de suas composições gravadas e interpretadas por outros artistas, como Pedra Letícia, de Curitiba, e Silvério Pessoa e Academia da Berlinda, de Pernambuco.

Uma curiosidade sobre a vida de Reginaldo é que, antes de ter sucesso como músico, foi estudante de Engenharia Civil durante quatro anos e professor de Física e Matemática. Além disso, em 2010 Reginaldo Rossi candidatou-se a deputado estadual de Pernambuco pelo PDT, mas não teve êxito.

Apesar de sua base artística ser o Recife, Reginaldo Rossi tem fã-clubes espalhados pelas principais capitais brasileiras como Salvador, Fortaleza, Natal, João Pessoa, Maceió, Brasília, Porto Alegre, São Paulo e Manaus, entre outras.

Reginaldo Rossi era casado com Celeide Rossi e deixa um filho.


Todoa oa Santos: manchas de óleo poluem águas da baía

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DEU NA TRIBUNA DA BAHIA/IG

Dois dias depois da explosão ocorrida no navio Golden Miller, durante manobra de abastecimento de propeno, no terminal de operação de gás e líquido do Porto de Aratu, o combustível da embarcação já chegou a algumas regiões da Baía de Todos os Santos, inclusive em áreas pesqueiras, conforme afirmam pescadores e marisqueiros da região.

Eles dizem já amargar o prejuízo de mais de 48 horas dias sem trabalho, graças ao isolamento e contaminação da área com o hidrocarboneto vazado. “Quem vai querer comprar marisco cheio de óleo?” Questiona Marizélia Carlos Lopes, 43 anos, uma das militantes do Movimento de Pescadores de Ilha de Maré.

Integrante da comunidade quilombola da região de Bananeiras, Marizélia afirma que a contaminação já chegou aos manguezais e à coroa e que as pessoas estão receosas de consumir os pescados da região. “Posso afirmar que pelo menos 80% da população de Ilha de Maré vive exclusivamente da pesca. De que vamos viver neste período de incerteza em relação a contaminação dos pescados?”, questiona a marisqueira.

Outro ponto levantado pelos pescadores diz respeito aos riscos causados pela contaminação da água à saúde pública. “Nós aqui vivemos cercados por uma bomba relógio. De um lado o Porto de Aratu e do outro a refinaria Landulfo Alves. No dia da explosão do navio, os agentes do Inema demoraram mais de duas horas para sair de Salvador e averiguar o que tinha ocorrido. Caso se tratasse de produto tóxico, todos da ilha já estariam contaminados. Não há um plano de fuga que nos proteja do contato das substâncias que são armazenadas nesta região, nem atendimento médico a quem a população possa recorrer no caso de algum acidente mais grave”, continuou a marisqueira, pontuando ainda que Ilha de Maré possua apenas uma unidade de saúde municipal, o Posto de Saúde da Família.

Em nota, o comando do 2º Distrito Naval informou que “oito embarcações atuam nos trabalhos de limpeza dos resíduos oleosos avistados no mar, nas imediações da área do acidente”. Ainda segundo a autoridade marítima foram instaladas barreiras de contenção ao redor das manchas do combustível e técnicos da empresa Hydro Clean realizam a retirada dos resíduos da água, utilizando mantas absorventes.

Já o coordenador de plantão de emergências do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), Jorge Antônio Lacerda, diz que ainda é cedo para se falar de contaminação da vida marinha da região. “É muito prematuro avaliar este tipo de coisa. É necessário fazer um estudo de concentração do hidrocarboneto que vazou, mas o mais importante é que o vazamento já foi contido e que as empresas especializadas já estão a postos para fazer a retirada do material”, garantiu.

dez
20
Posted on 20-12-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 20-12-2013


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Sid, hoje, no portal A Charge Online


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OPINIÃO POLÍTICA
Um candidato chinfrim
Ivan de Carvalho

A quem o PT pretende que o povo, nas eleições de outubro de 2014, entregue o governo de São Paulo? Ao ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

O Partido dos Trabalhadores tem como principal objetivo no ano que vem a reeleição da presidente Dilma Rousseff. O segundo maior objetivo é arrebatar das oposições – mais especificamente do PSDB – o governo de São Paulo, depois que no ano passado conseguiu conquistar a prefeitura da capital com o quase anedótico ex-ministro da Educação, Fernando Haddad, o homem das esquisitas cartilhas apressadamente recolhidas.

O governo de São Paulo, se reeleita Dilma Rousseff para a presidência da República, representaria – como tem representado desde que Lula ganhou as eleições de 2002 e assumiu a presidência no início de 2003 – para as oposições o grande bastião da resistência, poderoso núcleo das oposições, de longe o maior colégio eleitoral do país, o estado mais populoso, responsável por grande parte do PIB brasileiro (especialmente se considerado o PIB gerado pelo setor privado da economia).

Mas como é que o PT entra em um jogo tão importante com um jogador tão chinfrim? Os meus poucos leitores, por mais desligados que estejam da questão, certamente não ignoram a situação de calamidade em que está o setor público de saúde. Calamidade tal que a presidente Rousseff chegou a anunciar recursos para a construção de quase mil hospitais e Unidades de Pronto Atendimento (muito mais UPAs que hospitais, claro) e, ante os questionamentos da mídia sobre o assunto, ela mesma perguntou: “Mas quem aumentou o número?”. Ora, ela mesma havia “aumentado”, ninguém citara números que ela não houvesse citado.

Mas deixemos a presidente em paz, pelo menos por um tempo, e vamos ao seu ministro da Saúde. O Programa Mais Médicos (de alguma utilidade, sem dúvida, o que não o exime dos aspectos extremamente controversos) funcionou como o instrumento de lançamento da candidatura do ministro Alexandre Padilha à sucessão do governador tucano Geraldo Alckmin, candidato à reeleição. Sobre as controvérsias que o Programa Mais Médicos desencadeou (e que não foram sanadas ou superadas, mas aprofundadas por medidas estranhas medidas governamentais), vale lembrar uma frase que o ex-governador Luiz Viana Filho gostava de dizer, quando alguma ação ou fato político começava a exigir explicações. “Em política, precisou explicar, é ruim”.

Mas então o ministro e candidato Padilha é ruim, pois vai precisar explicar muito o caso das seringas. Não, não pensem logo que se trata de roubalheira, de corrupção, de superfaturamento, de desperdício. É o contrário. O Ministério da Saúde, que tem um responsável, o ministro Padilha, avaliou que seria muito bom o SUS economizar uns trocados nas seringas usadas pelos diabéticos para injeções de insulina.

Então foi editado um ato administrativo do ministério que orientava os profissionais de saúde para a reutilização, pelos diabéticos, de seringas descartáveis. Descartáveis, mas… reutilizáveis. Que maldade. Ou que palhaçada.

Em síntese, o ministro Padilha ou sua equipe planejaram fazer uma “economia de palitos” – quando se gasta tanto para atender o padrão Fifa da Copa do Mundo – às custas da saúde dos pacientes diabéticos do SUS. Tenho visto poucas coisas mais feias do que esta na administração brasileira.

Bem, não sei dos detalhes exatos desse desumano ou idiota ato administrativo publicado na edição 16 dos Cadernos da Atenção Básica, mas está no noticiário que em novembro o Ministério Público Federal do Pará pediu a suspensão do ato administrativo do Ministério da Saúde e que a decisão da Justiça Federal, suspendendo, em caráter liminar, a reutilização das seringas. Determinou a juíza Hind Ghassan Kayath que o poder público deve garantir que uma seringa nova seja usada a cada aplicação. Ela afirmou na liminar que esse procedimento coloca os pacientes em risco “diante da possibilidade de perda da escala de graduação da seringa, perda da lubrificação da agulha, lipohipertrofía, lipoatrofia e maior risco de infecção local”. A decisão é válida em todo o país.

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Charles Aznavour chante Nous nous reverrons un jour ou l’autre au Palais des Congress de Paris 2004
Nous nous reverrons un jour ou l’autre
Si vous y tenez autant que moi
Prenons rendez-vous
Un jour n’importe où
Je promets qui j’y serait sans faute
Un Noël comme la Pentecôte
A Rio de Janeiro ou à Moscou
Plus on est de fous
Plus on rit de tout
Nous nous reverrons un jour ou l’autre
J’y tiens beaucoup

Nous nous reverrons un jour ou l’autre
Le monde est petit profitons-en
Si votre chemin
Passe par le mien
Ma roulotte croisera la vôtre
Comme il ne faut pas tenter le diable
En disant à la prochaine fois
Faites comme moi
En croisant les doigts
Ou si vous trouvez ça préférable
Touchons du bois

Le hasard souvent fait bien les choses
Surtout quand on peut l’aider un peu
Une étoile passe, et je fais un voeu
Nous nous reverrons un jour ou l’autre
Si Dieu le veut.

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BOM DIA!!!

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