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Cid e Luis Henrique:homenagens na AL-BA.
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Luis Guilherme

A homenagem aos professores Cid Teixeira (89 anos) e Luis Henrique Dias Tavares (87), ambos aposentados da UFBA e confrades na Academia de Letras da Bahia (ALB), foi, sobretudo, o gesto de gratidão de um ex-aluno – o deputado Zé Raimundo (PT), também professor de História – aos mestres que o estimularam a abraçar e deslanchar na carreira. Os dois professores receberam a Comenda Dois de Julho na sexta-feira (13.12), pela manhã, no plenário do Poder Legislativo estadual.

Tudo transcorreu acima do previsto.

A Orquestra de Berimbaus executou o Hino Nacional, no início da sessão, e o Hino da Bahia, no final, e, certamente, ingressou de modo definitivo na agenda de eventos da Cidade do Salvador.

Os pronunciamentos foram consistentes. O deputado Zé Raimundo situou-se em meio ao perfil biográfico dos dois homenageados para falar de um período de empenho nos estudos e nas pesquisas; a reitora Dora Leal Rosa, da UFBA, aproveitou a ocasião para pedir às autoridades mais atenção aos templos do saber e da memória – as bibliotecas, os arquivos, os museus e as escolas; a presidente do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia (IGHB), professora Consuelo Pondé de Sena, relembrou os laços dos dois homenageados com a instituição para a qual ela foi reconduzida esta semana para um novo mandato; o presidente da Associação Bahiana de Imprensa (ABI), jornalista Walter Pinheiro, salientou a justeza da homenagem se comparada a muitas delas que o Legislativo tem prestado nos últimos anos e arrancou aplausos quando comparou o professor Cid Teixeira ao “Google”, ao lembrar o sucesso do programa radiofônico “Pergunte ao José”; a professora Marli Geralda Teixeira, discípula dos dois homenageados, dedicou seus comentários ao amigo mais próximo, o professor Luis Henrique, em quem enxergou, por exemplo, a iniciativa de métodos muito próprios na exposição dos assuntos das disciplinas que ministrou.

A mesa da sessão especial contou também com a presença prestigiosa do professor Roberto Santos, ex-governador da Bahia, da senadora Lídice da Mata (PSB), da diretora da Fundação Pedro Calmon, Fátima Fróes, e da diretora da ALB, professora Evelina Hoisel.

Antes de encerrar, o deputado Zé Raimundo, que conduzia a sessão desde o final do ato de entrega da Comenda Dois de Julho, passou a palavra ao professor Cid Teixeira para que falasse em nome dos dois homenageados. O professor tratou da importância do Dois de Julho para os baianos e para os brasileiros e expressou sua convicção de que as decisões fundamentais sempre são tomadas pelo povo. O professor Luis Henrique Dias Tavares resolveu endossar as palavras de seu colega e registrou sua saudade de Simplícia do Amor Divino, descendente de escravos, a quem está unido por laços de afeição desde a década de 1920, quando ela atuou junto a ele como uma segunda mãe.

Luis Guilherme é jornalista

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