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DEU NO G1

Mariana Oliveira

O ministro Jorge Hage, da Controladoria Geral da União (CGU), defendeu nesta segunda-feira (9) que o Supremo Tribunal Federal (STF) derrube a permissão para que empresas privadas financiem candidatos e partidos políticos durante campanhas eleitorais. Para ele, as doações de pessoas jurídicas favorecem a corrupção.

Está na pauta de julgamentos do STF nesta quarta (11) uma ação na qual a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) pede que sejam declarados ilegais trechos da legislação que autorizam o financiamento de campanhas eleitorais por pessoas jurídicas.
Uma pessoa jurídica que não é um homem, não é uma pessoa física, joga milhões em uma campanha, ela passa a influenciar muito mais que o voto de todos nós aqui”
Jorge Hage,

“Eu gostaria imensamente que o Supremo entendesse como inconstitucional o financiamento empresarial. Eu entendo que isso está na base da maioria dos casos de corrupção no Brasil. A meu ver isso é incompatível com o sistema democrático que prevê, como princípio, um homem, um voto. Uma pessoa jurídica que não é um homem, não é uma pessoa física, joga milhões em uma campanha, ela passa a influenciar muito mais que o voto de todos nós aqui”, disse o ministro após o seminário “Efetividade no combate à corrupção”, na sede da Procuradoria Geral da República.

Hage disse que, caso o Supremo rejeite a ação da OAB, o Congresso deveria promover uma reforma política sobre o tema.

“Se o Supremo não acolher essa ADI [Ação Direta de Constitucionalidade], eu espero que a tarefa fique nas mãos do Legislativo e que o Congresso Nacional providencie uma reforma política que altere o financiamento de campanhas. Ou para caminhar para o financiamento público exclusivo ou financiamento público combinado com financiamento de pessoas físicas”, argumentou.

A ação foi protocolada pela OAB em 2011. A entidade pediu uma decisão liminar (provisória) para proibir que as empresas financiassem campanhas, mas Fux decidiu que o tema deveria ser avaliado em definitivo pelo plenário em razão da “inegável relevância social”.

Em junho, Fux realizou audiência pública para ouvir argumentos favoráveis e contrários a doações de empresas para candidatos e partidos.

Em outubro do ano passado, a Procuradoria Geral da República enviou parecer concordando com a ação da OAB e opinando pela inconstitucionalidade do financiamento por parte de empresas.

O documento, assinado pelo ex-procurador-geral da República Roberto Gurgel afirmou que “a opção legislativa pela possibilidade de doações por pessoas jurídicas permite uma nefasta cooptação do poder político pelo poder econômico”.

Perguntado nesta segunda se manteria a posição de Gurgel, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, afirmou que só se manifestaria durante o julgamento na próxima quarta.

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ORAÇÃO PELA ÁFRICA DO SUL

GILBERTO GIL
Se o rei Zulu já não pode andar nu
Se o rei Zulu já não pode andar nu
Salve a batina do bispo Tutu
Salve a batina do bispo Tutu

Ó, Deus do céu da África do Sul
Do céu azul da África do Sul
Tornai vermelho todo sangue azul
Tornai vermelho todo sangue azul

Já que vermelho tem sido todo sangue derramado
Todo corpo, todo irmão chicoteado – iô
Senhor da selva africana, irmã da selva americana
Nossa selva brasileira de Tupã

Senhor, irmão de Tupã, fazei
Com que o chicote seja por fim pendurado
Revogai da intolerância a lei
Devolvei o chão a quem no chão foi criado

Ó, Cristo Rei, branco de Oxalufã
Ó, Cristo Rei, branco de Oxalufã
Zelai por nossa negra flor pagã
Zelai por nossa negra flor pagã

Sabei que o papa já pediu perdão
Sabei que o papa já pediu perdão
Varrei do mapa toda escravidão
Varrei do mapa toda escravidão.
Conocé San Luis

dez
09
Posted on 09-12-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 09-12-2013

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Dilma viaja para participar do funeral do líder e herói mundial Nelson Mandela, na África do Sul, e leva em sua companhia, no avião presidencial, quatro ex-presidentes: Lula , Fernando Henrique, Sarney e Collor.

Uma coisa é certa: Tem muita gente (jornalista, principalmente) desejando ser a mosca escondida na poltrona, porque assunto não faltará.

Na ida e na volta.

(Vitor Hugo Soares)

dez
09
Posted on 09-12-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 09-12-2013

DEU NO PORTAL EUROPEU TSF

O português Cristiano Ronaldo, o argentino Leonel Messi e o francês Franck Ribéry são os três finalistas do prémio Bola de Ouro 2013, anunciaram hoje a FIFA e a revista France Football.

Entre os três, só Ribery, que na última época se sagrou campeão europeu e alemão ao serviço do Bayern de Munique, ainda não venceu o prémio que distingue o melhor futebolista do ano.

Messi conquistou o troféu nos últimos quatro anos (2009, 2010, 2011 e 2012), enquanto Ronaldo foi eleito o melhor futebolista de 2008.

O prémio da Bola de Ouro será entregue a 13 de janeiro.

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“Todos Os Santos”, de Joyce e Paulo César Pinheiro, na voz de Joyce, para abrir os caminhos

Saravamos nessa, meu povo!

(Gilson Nogueira)

DEU NA COLUNA DE ANCELMO GÓIS , EM O GLOBO ( REPRODUZIDO NO SÍTIO DE CHICO BRUNO)

Que Copa, hein?

Ancelmo Gois / O GLOBO

A delegação italiana que foi à Costa do Sauípe assistir, sexta, ao sorteio dos grupos da Copa por pouco não perdeu o avião de volta Eles ficaram presos num engarrafamento de quase duas horas até chegar ao aeroporto de Salvador, sem que houvesse ninguém para ajudar a abrir caminho.

País dos cartolas

Enquanto isso, Joseph Blatter, presidente da Fifa, andava escoltado por 30 batedores de moto.

Aliás…

O jornalão francês Le Monde estampou sábado matéria com o título: “No Brasil, sinais de inquietude se multiplicam antes da Copa do Mundo”.

Diz lá que, a seis meses da Copa, além das obras em atraso e dos movimentos sociais, o transporte e a segurança são temas que semeiam inquietude, passíveis de perturbar o Mundial.


Rui Costa:acenos para o Palácio Tomé de Sousa

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DEU EM A TARDE

Biaggio Talento

Na estratégia de agregar apoios à sua candidatura ao governo do Estado, o secretário da Casa Civil, Rui Costa (PT), não fecha a porta nem para a principal liderança do DEM na Bahia, o prefeito ACM Neto. Cogita também negociar com a pré-candidata do PSB, Lídice da Mata. Nesse início de campanha já tem atuado como escudeiro do governador Jaques Wagner.

O senhor declarou que não jogou a toalha em relação à senadora Lídice da Mata (PSB). Acredita ser possível atraí-la para a candidatura da base do governador Jaques Wagner?

Por que eu digo que não descartei o PSB? Porque a candidatura do PSB na Bahia está muito vinculada ao projeto nacional, do governador de Pernambuco (Eduardo Campos) de se candidatar a presidente da República. O prazo é junho (da inscrição de candidaturas) e até lá acho que podem ocorrer novidades até porque o candidato do PSB vem nas pesquisas caindo sucessivamente e isso pode ter uma mudança no cenário. Se permanecer a candidatura, ele vai buscar um palanque mais forte nos estados. Isso o fará também passar por um processo de negociação e acho que isso pode alterar a composição dos estados inclusive na Bahia.

Lídice candidata vai ser encarada como uma adversária já que ela é uma aliada de longa data do PT?

Passa a ser adversária e concorrente, mas não significa que passaremos a ser inimigos.

Serão programas bem parecidos. PSB e PT são aliados há anos na Bahia. O PSB integrou os dois governos de Wagner…

É o que estou dizendo. A eleição na Bahia sofre influência direta do quadro nacional. Eu arriscaria dizer que: não teria a candidatura de Lídice se não fosse a candidatura nacional do PSB. Essa candidatura de Eduardo Campos induzirá a eleição nos estados. Veja o caso do Ceará, onde o governador (Cid Gomes) saiu do PSB em função da candidatura nacional. Tendo a achar que se não houvesse essa candidatura de Eduardo Campos o PSB permaneceria com o nosso projeto.

Em função dessas boas relações do governo com o prefeito ACM Neto (DEM) e as próprias declarações dúbias dele em relação às alianças em 2014 (falou-se na possibilidade de um eventual apoio de Neto à reeleição de Dilma), é possível atrair o prefeito ou é uma coisa completamente descartável?

Evidente que em política você nunca fecha as portas e nunca descarta as possibilidades. Hoje, não é um cenário provável qualquer movimento até porque ele continua filiado do DEM, é a maior liderança do partido que, nacionalmente, faz oposição a Dilma e a Wagner. Repito, na política você não pode dizer: está encerrada qualquer possibilidade. Mas não é um cenário provável. As boas relações não podiam ser diferentes porque o governador, assim como Lula, coloca em primeiro a ação que vai beneficiar a população e não a filiação partidária do prefeito. Portanto, estamos com um bom diálogo administrativo e é importante que continue assim porque tanto as obras municipais como as estaduais estão fluindo graças a esse bom diálogo administrativo que, tanto a prefeitura quanto o governo do Estado, estão colocando no primeiro plano, a gestão e não a política. Entendo que deve continuar assim. Salvador já sofreu muito durante muitos anos e acho que é o momento de deslanchar. Só em mobilidade o governo do Estado, junto com o governo federal, tem um pouco mais de R$ 8 bilhões na capital.

Por que não foi possível ainda destravar a Ferrovia de Integração Oeste Leste (FIOL) como se fez com o metrô de Salvador ?

A ferrovia é uma obra federal, executada por uma empresa federal, a Valec. A participação do Estado aí é acessória, um apoio que temos dado para acelerar. Por exemplo, na parte de desapropriação, cartorial. Agora, do lote 1 ao 4 a obra está em andamento. Hoje temos mil trabalhadores empregados. A obra está faturando mais ou menos R$ 150 milhões/mês. Portanto, está a pleno vapor. Conseguimos no trecho 5, 5A, 6 a licença ambiental. A meta do trecho de 1 a 4 é concluir em dezembro de 2014. Ficaria o lote de 5 em diante que chega ao Centro-Oeste do País.

O governador Wagner disse que a cara do governo dele é diferente de um eventual governo do senhor. Como será diferente, o que falta fazer?
Cada governo, mesmo sendo de uma determinada linha programática, responde às necessidades do momento. É igual uma casa. Para se colocar a parede e o telhado precisa ter a base pronta. Em cima dos pilares plantados pelo governo Wagner vamos dar um salto no desenvolvimento da Bahia e na geração de empregos, em todas as áreas, inclusive na área de segurança que eu reputo como sendo o calcanhar de aquiles nosso.

O que o senhor pretende fazer na questão da Segurança Pública, que é uma área muito complexa?

É complexa no País inteiro. Os indicadores de segurança pública em todos os estados são ruins, não são indicadores de país desenvolvido. Nem no Rio, São Paulo, nos estados do Nordeste, são todos indicadores ruins, uns mais outro menos. Veja que os arrastões voltaram no Rio. Em São Paulo teve arrastão em hotel de luxo. Os estados sozinhos vão ter sempre respostas limitadas. Precisamos de uma política nacional, com aporte específicos para os estados. Na Bahia, o governador, nesses sete anos, reestruturou as polícias civil e militar. Quando Wagner entrou, em janeiro de 2007, o que eu mais recebia era pedido para colocar viaturas nos municípios. Tinha mais de 200 municípios sem viaturas. O prefeito emprestava aqueles carrinhos pequenos para a polícia trabalhar. Só metade dos policiais tinha pistola. O estado chegou a ter no passado 32 mil policiais. Quando Wagner entrou havia só 26 mil. O governador fez concurso e contratou 12 mil pessoas para a segurança. Tivemos um crescimento “liquido” de seis mil. Os outros seis mil supriram as vagas dos que se aposentaram ou se afastaram por doença. Hoje tem 32 mil. Entendo que tem que chegar a 40 mil. Repito: acho que essa questão tem que ser encarada como política nacional. Ou se repactua os recursos entre União, estados e municípios ou, na atual distribuição, não é possível os estados sozinhos responderem como essa questão merece.

A questão da Segurança Pública é a que o ex-governador Paulo Souto (DEM) tem mais batido no governo Wagner. Como o senhor responde a essas críticas?

Acho que as pessoas querem saber o que será feito no futuro. Ninguém vai ser eleito para governar o passado ou o presente. O passado é importante para dar credibilidade aos candidatos. E pra falar do passado, na minha opinião, a pessoa mais apropriada não é o ex-governador Paulo Souto. Se a gente somar todos os anos que ele governou a Bahia, seja como secretário, como governador, foi tempo demais para ele colocar essas ideias que hoje ele diz ter. Ele não fez quando pode e agora diz que fará quando puder. Ele deixou a PM sem veículo. Os policiais sem armamento. Todos os policiais militares ganhavam abaixo do salário mínimo. O delegado de polícia era o último ou penúltimo salário do País. Os agentes de polícia estavam há dez anos sem reajuste, e promoção. Esse ex-governador é que tem credibilidade para fazer mais pela Bahia? Quem entregou, em dezembro de 2006, o Estado nessas condições não tem legitimidade para falar sobre segurança. O povo vai julgar.

Outro pré-candidato da oposição, Geddel Vieira Lima (PMDB) acusa o governo Wagner de inércia. Como o senhor responde a isso?

Na campanha cada um vai ter que mostrar a sua capacidade de fazer. O que fez, qual a sua experiência, quando teve possibilidade de ocupar cargo público quais os benefícios que trouxe para a Bahia. Hoje ele é vice-presidente da Caixa Econômica Federal. É importante que faça um balanço desse período para mostrar o que trouxe para a Bahia, qual a ajuda dada ao povo da Bahia. Se o período que ele foi ministro (da Integração Nacional) se todas as obras que ele fez pela Codevasf, pelo ministério, concluiu ou deixou obras paralisadas. É isso que o povo vai julgar, o discurso e a prática. Por isso o passado e o presente é importante para dar credibilidade ao que você fala que vai fazer no futuro. Se fez tem condições de fazer. Se não fez tenho certeza que o povo vai ficar desconfiado: “não fez em tantos anos que pôde, agora que vai fazer?”.

A polarização agrada o senhor pela possibilidade de comparação?

Sim. Acho que o governador Wagner fez muito pela Bahia e até por uma questão de Justiça isso deve ser mostrado. Repito, não é isso que vai eleger o novo governador, mas a consistência das propostas e a confiança no que for dito.


Futebol e barbáriem em Joinville:vergonha nacional

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DEU EM O GLOBO

Os três torcedores do Vasco que foram detidos após a pancadaria durante o jogo contra o Atlético-PR, na Arena Joinville, neste domingo, foram encaminhados durante a madrugada para o Presídio Regional de Jonville. Arthur Barcelos de Lima Ferreira, de 26 anos, e Jonathan Santos, de 29, foram detidos na saída do estádio. Leone Mendes da Silva, de 23 anos, foi levado por policias para a delegacia quando estava dentro do banheiro de um dos ônibus da torcida, já deixando a cidade. Leone aparece numa foto agredindo um torcedor do Atlético-PR com um bastão.

De acordo com a Polícia Civil, seguem as investigações para identificar outros envolvidos na confusão. A pancadaria provocou a interrupção do jogo por uma hora e doze minutos. Um torcedor segue internado. William Batista, de 19 anos, sofreu fratura no crânio e deve ficar em observação por tempo indeterminado.

Estevão Vianna, 24 anos, e Gabriel Ferreira, 24, sofreram pancadas na cabeça e foram liberados hoje de manhã. Diogo Cordeiro da Costa, 29 anos, teve alta ainda na noite de domingo, segundo informou a Secretaria Municipal de Saúde de Joinville. William e Estevão são paranaenses, e Gabriel e Diogo, cariocas.

Dentro do estádio não havia policiais. A segurança interna era feita por agentes de uma empresa contratada para o serviço pelo Atlético-PR. O tenente-coronel da PM Adílson Moreira, responsável pela segurança no entorno da Arena Joinville, explicou por que não havia policiais dentro do estádio:

– É um evento privado, e a segurança era de responsabilidade de uma empresa privada contratada pelo Atlético-PR – disse.

No fim da noite a PM de Santa Catarina divulgou nota explicando que a ausência dos policiais dentro do estádio atendeu a uma Ação Civil Pública movida pelo Ministério Público. Na ação o MP propôs que o Poder Judiciário proibisse a participação de policiais militares em atividades que não fossem da competência constitucional da corporação. Diz a nota: “Outra atividade tida expressamente como ilegal vem a ser justamente a destinação de policiais militares para compor a chamada barreira que divide os torcedores. O Ministério Público entende que essa atividade é da competência dos organizadores do evento, portanto de cunho privado”. A PM informou ainda que 113 policiais trabalharam na parte externa.

Segundo o blog “Bastidores F.C.”, do site Globoesporte.com, o contrato entre o Atlético-PR e a prefeitura de Joinville deixa claro que a responsabilidade pela segurança é do clube. Uma das claúsulas determina que cabe ao Furacão “providenciar o aparato policial Militar com o recolhimento dos custos correspondentes” e também “providenciar segurança privada com contingente suficiente para garantir a segurança do público”.

O procurador-geral do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), Paulo Schmitt, comentou as cenas impressionantes de violência, que tiveram socos, chutes em pessoas caídas e espancamento. Ele informou que vai denunciar Atlético-PR e Vasco no artigo 213 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD). O artigo prevê multa ao clube que “deixar de tomar providências capazes de prevenir e reprimir desordens em sua praça de desporto”. A lei determina ainda que o clube seja punido também com “perda do mando de campo de uma a dez partidas” quando o caso for de “elevada gravidade”.

O Atlético-PR mandou o jogo contra o Vasco em Joinville porque já cumpria punição por tumulto de torcida em outra oportunidade, em jogo contra o Coritiba, em outubro. O time carioca também perdeu mandos de campo no Brasileirão deste ano, em função da briga de seus torcedores com os do Corinthians em Brasília, em agosto.

– É lamentável, mas já falei que alguém morreria se não houvesse medidas mais enérgicas, como jogos com portões fechados, desde aquele Vasco e Corinthians. Não sou vidente. Não precisa ser para saber que vai acontecer. Os dois clubes evidentemente serão denunciados no artigo 213. Foi um confronto, envolveu as duas torcidas. As questões de ordem técnica e as responsabilidades de cada um teremos de aguardar mais um pouco para analisar -disse o procurador Schmitt, em entrevista ao site Globoesporte.com.

Vasco queria que jogo fosse suspenso

Enquanto o jogo em Joinville esteve interrompido, o presidente do Vasco, Roberto Dinamite, argumentou que a partida não poderia continuar, em função de torcedores do Vasco terem ficado gravemente feridos.

– Não estão respeitando a coisa mais importante, que são as vidas. Não tem policiamento, e isso preocupa todo mundo. Não estamos pensando em primeira ou segunda divisão, ou qualquer outra coisa que esteja em jogo aqui – disse Dinamite. – Eu acho que a partida tem que ser suspensa, mas eu não posso tirar meu time de campo, senão o clube é punido – completou.

Vários jogadores dos dois times mostraram estar abalados com o que viram acontecer entre torcedores. O zagueiro Luiz Alberto era um dos mais chocados, e chegou a chorar.

– São tristes esses confrontos, não tenho palavras. Deu para ver uma pessoa no chão, não sei o que aconteceu. Mais um desastre no nosso futebol brasileiro. Ano de Copa do Mundo, ano em que o Brasil vai ser visto para o mundo todo. É difícil. É difícil pensar em tirar o time do rebaixamento e espero que não tenha acontecido o pior. Por isso que a gente vem tentando criar esse Bom Senso. A gente quer organizar um pouco mais – disse Wendell, volante do Vasco.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/esportes

dez
09
Posted on 09-12-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 09-12-2013


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Myrria, hoje, no jornal A Critica (AM)

DEU NO CORREIO DA BAHIA

Da Redação

Subiu para 10 o número de mortos na tragédia provocada pelas fortes chuvas que atingiram o município de Lajedinho, a 446 quilômetros de Salvador, na Chapada Diamantina, entre 22h30 e 0h de sábado (7) e deixou a cidade inundada. Os corpos de sete mulheres e um menino de 4 anos já foram identificados até a noite deste domingo (8). Os outros três corpos foram encontrados no final da tarde e no início da noite de hoje, na zona rural do município, mas não tiveram os nomes divulgados.

Entre as vítimas já encontradas estão Valéria Cruz Lima, o filho dela Tarcio Lima dos Santos, de 4 anos, Luiza Santos Lima, Cátia Fernanda de Jesus Santos, Sirlene Santos da Silva, 16 anos, Valdete Maria de Jeusus, 40, Ilza Calvacante da Silva, 68 e Olívia Andresa de Jesus.

Pelo menos 150 pessoas ficaram desabrigadas. Segundo informações da Defesa Civil, 70 casas foram destruídas e 90% da área comercial da cidade foi afetada. Segundo o técnico da Defesa Civil, Paulo Sergio Menezes, os moradores estão recebendo orientações em caso de situação de risco. “Estamos com duas equipes para fazermos o documento para pedir ajuda e orientando a população a constuirem casas na parte alta da cidade”, disse.

Os desabrigados estão alojados na Escola Municipal Ana Lúcia e recebem alimentos e remédios. A Defesa Civil forneceu 190 cobertores para os prejudicados.

Alguns órgãos públicos como a Secretaria de Ação Social, Correios e a Prefeitura de Lajedinho foram afetados com a água da chuva e vários arquivos foram perdidos. A casa do prefeito da cidade também foi destruída. “Ele ficou preso dentro de casa com a esposa e o sobrinho e tentou até escapar pelo telhado da área de serviço. Ele só conseguiu ser resgatado pela população depois que a chuva passou e o nível de água abaixou”, relata a secretária de saúde do município, Graziane Sena.

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