Flu bateu Bahia na Fonte Nova, mas chora desclassificação

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DEU NO PORTAL METRO1

Pela primeira vez na história do Campeonato Brasileiro, dois grandes clubes do Rio de Janeiro são rebaixados na mesma edição. O Fluminense até que venceu o o Bahia de virada, por 2 a 1, em Salvador, mas o resultado não foi suficiente para escapar do rebaixamento porque o Coritiba derrotou o São Paulo por 1 a 0, em Itu, interior paulista, e empurrou o tricolor do Rio para a Série B.

Outro carioca que vai jogar a Segunda Divisão no ano que vem é o Vasco, que foi goleado pelo Atlético-PR em Joinville, por 5 a 1. O jogo terminou mais tarde do que os demais porque ficou interrompido por uma hora e dez minutos, devido à violência entre as duas torcidas. A pancadaria na arquibancada deixou três torcedores gravemente feridos. Eles foram internados num hospital próximo.

Junto com Fluminense e Vasco caíram Ponte Preta e Náutico. Subiram da Série B outros quatro times: Palmeiras, Chapecoense, Sport e Figueirense.

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Clarice:

Que a poesia intensa e verdadeira da letra desta linda canção viaje na distância e vá abraça-la como mensagem de aniversário neste 8 de dezembro, data tão bonita e significativa também na terra em que você nasceu.Toda felicidade é pouco. Você merece mais. E sempre.

(Hugo e Margarida)

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TOCANDO EM FRENTE
Almir Sater e Renato Teixeira

Ando devagar por que já tive pressa
E levo esse sorriso por que já chorei demais
Hoje me sinto mais forte, mais feliz quem sabe,
Só levo a certeza de que muito pouco eu sei
Nada sei.

Conhecer as manhas e as manhãs,
O sabor das massas e das maçãs,
É preciso amor pra poder pulsar,
É preciso paz pra poder sorrir,
É preciso a chuva para florir

Penso que cumprir a vida seja simplesmente
Compreender a marcha e ir tocando em frente
Como um velho boiadeiro levando a boiada
Eu vou tocando dias pela longa estrada eu vou
Estrada eu sou.

Conhecer as manhas e as manhãs,
O sabor das massas e das maçãs,
É preciso amor pra poder pulsar,
É preciso paz pra poder sorrir,
É preciso a chuva para florir.

Todo mundo ama um dia todo mundo chora,
Um dia a gente chega, no outro vai embora
Cada um de nós compõe a sua história
Cada ser em si carrega o dom de ser capaz
E ser feliz.

Conhecer as manhas e as manhãs
O sabor das massas e das maçãs
É preciso amor pra poder pulsar,
É preciso paz pra poder sorrir,
É preciso a chuva para florir.

Ando devagar porque já tive pressa
E levo esse sorriso porque já chorei demais
Cada um de nós compõe a sua história,
Cada ser em si carrega o dom de ser capaz
E ser feliz.

Conhecer as manhas e as manhãs,
O sabor das massas e das maçãs,
É preciso amor pra poder pulsar,
É preciso paz pra poder sorrir,
É preciso a chuva para florir

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dez
08
Posted on 08-12-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 08-12-2013


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Deu no blog Os Inimigos di Rei

JORNAL COMENTADO

“Nelson Mandela, apesar do sofrimento, mudou tudo sorrindo com doçura”
(Vanessa da Mata, jornal “Correio”)
O primeiro é o Mandela “fofinho” que a mídia amestrada quer. O segundo é o Mandela comandante-em-chefe de um grupo guerrilheiro que derrotou os brancos racistas

O GUERREIRO MANDELA

Tony Pacheco

Não, senhora! Não mudou nada com doçura. Ele meteu bomba nos brancos racistas, que é como a Humanidade tem acabado com as injustiças desde que o mundo é mundo.

Há uma tradição entre nós ocidentais cristãos, em transformar todo mundo em santo após a morte. E o brasileiro leva isso ao paroxismo, alterando a história da vida das pessoas de forma brutal, a descaracterizando. Mas em se tratando de Nelson ROLIHLAHLA Dalibhunga Mandela, isso não pode passar em branco (sic). O nome de Mandela de batismo tribal era Rolihlahla, que significa no dialeto da tribo Thembu nada mais nada menos que “agitador” ou “semeador de confusões”.

Porque Mandela era filho de um líder tribal no território que depois se chamaria Transkei, uma das “nações independentes” criadas pelo regime do Apartheid na África do Sul. Mandela era, portanto, um nobre guerreiro, um aristocrata, como o foram Alexandre da Macedônia ou qualquer rei guerreiro da Inglaterra ou da França. Só porque era negro não significa que não era nobre. Era nobre e herdaria o cargo de rei da tribo de seu pai. Só que os estudos o afastaram da vida tribal, como a adesão ao anarquismo afastaria o príncipe russo Kropotkin da aristocracia cruel da Rússia. É assim que é.

Mandela lutou pacificamente de 1942 até 1960 pelo fim do racismo na África do Sul comandada por descendentes de holandeses e ingleses . Mas em 1960, o saco de Mandela estourou como o de qualquer ser humano submetido à opressão permanente. Em março daquele ano, os racistas brancos assassinaram 69 negros que se manifestavam contra o Apartheid.

Foi o que passou à história como “Massacre de Sharpeville”. A partir daí, Mandela, como membro do Congresso Nacional Africano (o partido anti-apartheid clandestino), defendeu a luta armada e fundou com os companheiros o braço armado de sua organização, a “Umkhonto we Sizwe”, em zulu “A Lança da Nação”, um grupo guerrilheiro que teve Mandela como comandante-em-chefe e que fez centenas de atentados a bomba na África do Sul depois que ele viu que os racistas não iam ceder o poder pacificamente para a maioria negra. Incendiaram fazendas dos racistas, explodiram empresas, carros-bomba estouravam, tudo nos conformes. Da cadeia ele liderava o movimento armado e a “Umkhonto we Sizwe” só abriu mão da luta armada quando os racistas brancos libertaram Mandela em 1990. Tanto isso é verdade que os Estados Unidos até 2008 consideravam o partido de Mandela, o CNA, como “organização terrorista”, mesmo depois do fim do Apartheid e mesmo depois que Mandela tinha sido presidente constitucional eleito.

Foi na ponta da lança zulu que os racistas brancos foram batidos. Não foi com beijinho e doçura. Quando a comissão do Nobel deu a ele o Nobel da Paz em 1993, as mentes medianamente informadas deste planeta deram muitas risadas.
Mandela foi um guerreiro. Um dos maiores guerreiros da História da Humanidade, para estar ao lado de Alexandre, Júlio César, Spartacus ou Napoleão. Qualquer coisa menos que isso é preconceito.

“Nós adotamos a atitude de não-violência só até o ponto em que as condições o permitiram. Quando as condições foram contrárias, abandonamos imediatamente a não-violência e usamos os métodos ditados pelas condições.”
(Nelson Mandela)

Tony Pacheco é jornalista-radialista profissional formado pela UFBA, registro no Ministério do Trabalho 966 DRT-B

dez
08


DEU NO PORTAL METRO1

A forte chuva que atingiu a cidade de Lajedinho, que fica a cerca de 355 km de Salvador, na noite do último sábado, 7, provocou estragos por toda a região e matou sete pessoas. De acordo com informações da Defesa Civil da Bahia, a chuva começou por volta das 23h e seguiu até às 1h30, totalizando 120mm.

O vice-governador do estado, Otto Alencar, está na cidade. Em entrevista para o portal G1, Otto contou que já foram confirmadas as mortes de quatro pessoas e outras 12 estão desaparecidas. Uma equipe da Defesa Civil de Salvador foi enviada ao local para auxiliar os trabalhos.

dez
08
Posted on 08-12-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 08-12-2013


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Sid, hoje, no portal de humor A Charge Online

dez
08
Posted on 08-12-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 08-12-2013

http://youtu.be/o0y_pDeT5U4

BOM DOMINGO!!!

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