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Cajá, ex-Ponte,festeja primeiro gol do Vitória

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DEU NO CORREIO

Eudes Benicio
esportes@portalibahia.com.br

O Leão não tomou conhecimento dos donos da casa, mostrou superioridade e venceu a Ponte Preta por 3 a 0, em pleno Moisés Lucarelli, na tarde deste domingo (10). Melhor em campo desde o início da partida da 33ª rodada do Brasileirão, o Rubro-negro marcou os três gols num ótimo primeiro tempo, com Renato Cajá, Ayrton e Dinei. A Macaca ainda tentou reagir na segunda etapa, mas o Leão soube administrar o resultado e garantiu a décima quarta vitória no campeonato e entrou de vez na briga pelo G-4.

O Vitória passou o Atlético Mineiro na tabela e assumiu a sexta posição, com 51 pontos. Como o Botafogo permaneceu com 53, agora são dois pontos que separam o Rubro-negro de um lugar no grupo de acesso à Libertadores. O drama da Ponte Preta continua na zona do rebaixamento e com o mesmos 34 pontos o time saiu de campo na 18ª colocação, podendo perder um lugar para o Criciúma ainda nesta rodada.

A 34ª rodada acontece no meio da semana e o Vitória tem compromisso em casa diante do líder isolado do Brasileirão. O duelo com o Cruzeiro acontece na quarta (13), às 20h50, no horário de Salvador. No mesmo dia, às 19h30, no horário de Brasília, a Ponte Preta visita o Goiás no Serra Dourada.

O jogo – Bem distribuído em campo, o Leão começou bem a partida, sem deixar espaços na defesa, mas também conseguindo chegar ao ataque e levar perigo para o gol da Ponte Preta. As melhores oportunidades no início do embate foram do Vitória, com mais posse de bola e organização tática que o rival. Na marca dos oito minutos o travessão impediu que uma boa cobrança de falta de Ayrton terminasse no fundo da rede.

As investidas com bolas longas para Danilo Tarracha pela esquerda eram uma das alternativas usadas no esquema ofensivo do Leão e foi por lá que nasceu o gol que recompensou o momento superior do Vitória. Renato Cajá saiu da marcação para receber o cruzamento no centro da área e quase de barriga desviou para colocar a bola no fundo da rede aos 18 minutos.

Depois de abrir o placar o Vitória seguiu superior à Ponte, se aproveitando dos espaços deixados para descer no contra-ataque e fechando todos os espaços para não deixar a Macaca chegar à area do goleiro Wilson. Com liberdade para jogar, o Rubro-negro chegou ao segundo gol aos 29′. Ayrton mandou o chute colocado do lado da área, depois da troca de passes, e Roberto não conseguiu defender.

Sobrando em campo, o Leão ainda fez o terceiro gol antes do intervalo. Na jogada de contra-ataque, Marquinhos arrancou depois de receber o passe, invadiu a área, chutou e Roberto salvou, mas cedeu o rebote. Na volta da bola Dinei já chegava na pequena área e não perdoou, ampliando o placar aos 44 minutos.

Com metade do jogo para tentar reverter a desvantagem construída no primeiro tempo, a Macaca voltou para a segunda etapa tentando mudar a postura em campo. Forçando o ataque para furar o bloqueio rubro-negro, os donos da casa chegaram com perigo aos sete minutos. William sobrou de cara com o gol depois do passe enfiado de Felipe Bastos, chutou e o goleiro Wilson salvou de uma mão só com uma bela defesa.

Diante da maior vontade e objetividade ofensiva da Macaca, o Vitória não mudou sua postura e usou a defesa para tentar segurar os donos da casa enquanto esperava os espaços para dar o bote no contra-ataque. O Leão chegou pela primeira vez aos 17 minutos. Ayrton mandou o cruzamento na medida para o cabeceio de Marquinhos na pequena área e o goleiro Roberto segurou em cima da linha. Mais dedicado à defesa por conta das saídas da Ponte, mas sem deixar de atacar, o Vitória seguiu administrando e levou o placar até o apito final.

http://youtu.be/cXLyEYCqshg

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BOA TARDE!!!

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Estamos aí

Gilson Nogueira

Em vez de balões que incendeiam e matam, arraias, bailarinas de papel e madeira finos, voam nos céus da Cidade da Bahia. Uma dessas “criaturas”, que, lá fora, chamam de pipa, com uma mandala no centro e quatro estrelas de oito pontas em cada uma das suas quatro extremidades, na cor de araçá maduro, estava estendida no meu terraço, no final de tarde.

Ao vê-la, corri a acudí-la, a fim de evitar sua inutilidade.

Com cuidado, protegendo-a do vento forte, enrolei-lhe a rabada e parti a linha que a ligava a algum ponto na minha rua. Fiz de um galho seco o novelo, para aproveitar o fio, cujo tempero não oferecia risco de corte, fraco que era. Talvez, por isso, na “guerra”, travada nos ares de Salvador, sob o céu de novembro, a bichinha tenha sucumbido ao efeito de um aú de alguma rival empinada por mãos mais hábeis no ofício de fazer do céu soteropolitano espaço de sonhos infantis em poder cutucar as estrelas.

Nesse clima de dobrar a linha que sobrou da arraia ferida, e lembrar dos meus tempos de criança, vi a tarde ir embora, com a lua crescente lembrando-me cortar as unhas e colocar no meu micro system o novo CD de Os Cariocas, Estamos aí, nome de um programa que eu produzia e apresentava em uma rádio soteropolitana antes da chegada das emissoras FM, no final dos anos 1960.

E lá fui eu, nas asas da imaginação, voando de volta à cidade do Rio de Janeiro, de onde cheguei, terça-feira passada, após assistir, ao vivo, no Teatro Rival, no Dia de Finados, o show de lançamento do CD do maior grupo vocal do Brasil em todos os tempos e o mais antigo em atividade, até hoje (1946), Os Cariocas, de novo, Os Cariocas!!!

Formado, hoje, por Severino Filho, o único veterano na atual formação : primeira voz, piano e teclado; Fábio Luna: segunda voz, bateria, percussão e flautas; Neil Teixeira:terceira voz, baixo elétrico e baixo acústico, e por Eloi Vicente: quarta voz,violão e guitarra elétrica, o grupo dispensa longos textos, para defini-lo. Por isso, peço licença ao grande Ruy Castro, autor de “A onda que se ergeu no mar” e de outros sucessos lierários, para usar a frase, de sua safra de inteligência, que embeleza o encarte do CD Estamos aí, sobre Os Cariocas, diz ele:“ Não é um grupo vocal, mas uma constelação – que às vezes explode e ilumina a cena musical. Os Cariocas são assim.”

Realização da Biscoito Fino, com direção geral de Kati Almeida Braga e direção artística de Olívia Hime, Estamos aí é um presente de Natal antecipado. Papai Noel é Bossa Nova.

O meu exemplar do CD, com os autógrafos dos Cariocas, está, aqui, na minha estante, perto de uma foto de Batatinha e de outras peças valiosíssimas de meu santuário, de onde, vez por outra, despenca uma vontade de fazer o tempo voltar, para empinar lembranças sorrindo.

Gilson Nogueira é jornalista, colaborador da primeira hora do BP

nov
10
Posted on 10-11-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 10-11-2013

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DEU NA COLUNA PANORAMA ECONÔMICO, DO JORNAL O GLOBO

Festa à baiana

Será em Salvador (BA), nos dias 19 e 20 de dezembro o último encontro do PSB deste ano para tratar das eleições de 2014. Terá como ponto alto a filiação da ministra do STJ e ex-presidente do CNJ, Eliana Calmon. Como jurista, ela tem prazo até abril , mas o candidato do PSB ao Planalto, Eduardo Campos, pediu para ela antecipar.

nov
10
Posted on 10-11-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 10-11-2013


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Sid, hoje, no portal de humor A Charge Online

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BOM DOMINGO!!!

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