Torres:”Fizeram sorrir uma velha criança!”

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DEU EM O GLOBO

A Academia Brasileira de Letras elegeu, na tarde desta quinta-feira, no Palácio Trianon, o romancista baiano Antônio Torres como o mais novo imortal, para ocupar a cadeira 23, vaga desde agosto, com a morte do jornalista Luiz Paulo Horta. Antônio Torres, que já havia se candidatado outras três vezes, é o primeiro romancista eleito pela instituição em dez anos.

Torres foi eleito com 34 dos 39 votos possíveis, dos quais 2 foram em branco. A eleição contou com 20 imortais presentes, em sessão presidida pela acadêmica Ana Maria Machado. Dezesseis imortais votaram por carta e três se abstiveram.

– Fizeram sorrir uma velha criança! – disse Antonio Torres após o anúncio do resultado. – Me sinto feliz por sentar na cadeira que foi de Jorge Amado, um dos escritores que mais me apoiaram no começo da carreira, e também de Machado de Assis, de quem sempre fui leitor. Estou em estado de graça, isso é resultado de uma longa estrada.

Desde que a vaga foi aberta, em agosto, os boatos já diziam que, dessa vez, a ABL pretendia eleger um ficcionista. Nas últimas duas eleições, por exemplo, foram escolhidos a jornalista e militante social Rosiska Darcy de Oliveira e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

Os últimos escritores de ficção a entrar para a ABL, Ana Maria Machado e Moacyr Scliar, foram eleitos em 2003. A última vez em que Torres se candidatou a uma vaga de imortal foi em 2011, justamente para a cadeira vaga depois da morte de Scliar. Naquele ano, porém, o escolhido pelos imortais foi o jornalista Merval Pereira, colunista do GLOBO.

– Sou leitora de Antônio Torres há muito tempo, e amiga dele. Estou muito feliz – disse a presidente da casa Ana Maria Machado. – (O fato de não ter entrado nenhum romancista nos últimos anos) É um sinal de que não existem romancistas preponderantemente romancistas. Os romancistas hoje são ensaístas, jornalistas, tradutores.

O romancista baiano nasceu em um povoado chamado Junco, no interior da Bahia. Trabalhou como repórter no começo da carreira, em Salvador e São Paulo, e publicou seu primeiro romance, “Um cão uivando para a lua”, aos 32 anos. Em 1976, publicou o livro que é considerado sua obra-prima: “Essa terra”, história com elementos autobiográficos sobre a imigração nordestina para o Sul e Sudeste.

O romance foi traduzido para o francês em 1984, ajudando a divulgar a obra de Torres internacionalmente. Hoje, ele tem livros publicados em Cuba, Argentina, França, Alemanha e Estados Unidos, entre outros países. Em 1998, foi condecorado pelo governo francês com a ordem “Chevalier des arts e des lettres”, por suas obras publicadas no país. Torres já ganhou o prêmio Machado de Assis (2000) e o Zaffari e Bourbon (2001). Além de 11 romances, publicou um livro de contos, um livro infantil e um de crônicas, perfis e memórias. Sua obra é editada pela Record.

A cadeira 23 foi apontada pelo imortal Antonio Carlos Secchin como detentora de uma “tradição narrativa”, por ter pertencido primeiro a Machado de Assis — um dos fundadores da instituição. Mais tarde, seria ocupada também por Jorge Amado e Zélia Gattai. O patrono da cadeira é José de Alencar.


Geddel:gatronomia e política em Itabuna

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DEU NO SITE DO PMDB

Em visita ao município de Itabuna, hoje (07), o pré-candidato ao governo do estado, Geddel Vieira Lima, apresentou outras qualidades ao povo baiano. O seu lado gourmet ganhou destaque no programa Quintal Gatronômico, apresentado diretamente do restaurante Cancha Gaúcha, de Samuel Rubin. O programa, pré-gravado, será exibido pela tvitabuna.com.br, às 12h de sábado (09).

A escolha do menu foi um pernil de carneiro, que já entrou no cardápio do restaurante como Carneiro à moda Geddel, pela originalidade do preparo. “A dica é fazer cortes na carne para rechear o carneiro com alho fatiado, talos de alecrim e folhas de hortelã, marinados com vinho tinto, azeite de oliva e sal e pimenta do reino a gosto. Em 30, 40 minutos é possível desfrutar de um belo assado em família, um bom prato para servir no domingo, com sabor mediterrâneo”, aconselhou o chef Geddel, reforçando ainda o baixo teor de gordura e colesterol do carneiro, uma carne saudável e extremamente saborosa.

O bate papo com Rubin seguiu na linha política e Geddel comentou sobre os problemas da Bahia nas áreas de saúde, segurança pública, educação e interiorização do desenvolvimento. Sobre o sul da Bahia, Geddel destacou a importância da duplicação de estradas e viabilização do Porto Sul, projetos que precisam de agilidade para sair do papel.

Após gravação do programa gastronômico, Geddel conversou com a executiva regional do PMDB, ainda no restaurante Cancha Gaúcha, e ouviu das lideranças políticas locais os principais problemas da região. Entre as lideranças, o presidente do PMDB de Itabuna, Renato Costa, o ex-candidato a prefeito, Fernando Vita, o deputado estadual Pedro Tavares e o peemedebista Juvenal Maynart.

BOA TARDE!!!

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DEU NO UOL/FOLHA

Fernanda Calgaro

Pesquisa de opinião divulgada nesta quinta-feira (7) pela CNT (Confederação Nacional dos Transportes) em parceria com o instituto MDA mostra que a presidente Dilma Rousseff levaria 43,5% dos votos no primeiro turno das eleições de 2014 se a disputa fosse com Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB). Nesse cenário, Aécio teria 19,3% e Campos, 9,5%.

Na pesquisa anterior, divulgada em setembro, antes da filiação da ex-senadora Marina Silva ao PSB, Dilma tinha 36,4% das intenções de voto, mas o cenário pesquisado era diferente, com Dilma, Aécio, Campos e Marina disputando a Presidência ao mesmo tempo.
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Avaliação do governo Dilma fica praticamente estável, diz CNT/MDA

Segundo a CNT/MDA, nesse levantamento anterior, em que os candidatos Dilma, Aécio, Eduardo e Marina estavam um único cenário, Marina tinha 22% das intenções de voto. Agora, na pesquisa mais recente, no cenário sem Marina na disputa, desses 22%, sete pontos percentuais migraram para Dilma, quatro, para Campos, quatro, para Aécio e cinco, para brancos e nulos.

Se, em vez de Campos, concorresse pelo PSB a ex-ministra Marina Silva, a diferença seria menor: Dilma teria 40,6% dos votos; Marina, 22,6%; e Aécio, 16,5%.

Segundo a pesquisa, Dilma leva vantagem em todos os cenários. A vitória ocorreria já no primeiro se Eduardo Campos fosse o candidato do PSB, porém, se Marina Silva disputasse, haveria uma possibilidade de segundo turno.
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“Tiroteio eleitoral”; veja frases54 fotos
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28.out.2013 – “Nenhum país tem condições de ser governado sozinho. O problema é quando isso é feito fora da ideia de programa”, afirmou a ex-senadora Marina Silva, recém-filiada ao PSB, ao lado do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, favorito do PSB para a disputa presidencial, durante um encontro entre o PSB e Rede Sustentabilidade Leia mais Arte/UOL

No segundo turno, Dilma também teria mais chances de vencer com folga se Campos for o candidato do PSB. Na disputa com Marina, Dilma venceria com 45,3% dos votos e a pessebista levaria 29,1%. Já com Campos, Dilma conseguiria 49,2% dos votos, e Campos, apenas 17,5%.

nov
07
Posted on 07-11-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 07-11-2013


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DEU NO BLOG OS INIMIGOS DO REI

Jornal Comentado

MÍDIA E MANIPULAÇÃO

Tony Pacheco

O jornalista Alex Ferraz publicou, na terça-feira passada, uma coluna toda dedicada à denúncia de Noam Chomsky sobre o papel de correia de transmissão que a mídia desempenha para as classes dominantes da maioria dos países. Aqui, cabe uma digressão: eu não sei porquê cargas d’água o PT insiste em “regular” a mídia brasileira se ela é, mais do que qualquer outra no planeta, totalmente manipulada pelo ideário das classes dominantes, sejam elas do PT, DEM, PSDB ou PCdoB, pois que está sempre à disposição dos governantes de plantão, sejam eles quais forem.
Dito isso, a coluna “Em Tempo” até tentou publicar a reflexão de Chomsky integralmente, mas faltou espaço e, por isso, aproveitamos que temos todo o espaço do mundo e nenhum interesse comercial, para repercutir esta que é uma das mais curtas e, paradoxalmente, profundas reflexões sobre como a mídia serve aos interesses dominantes de IMBECILIZAR A POPULAÇÃO para que ela não tome para si a fiscalização e mesmo a administração de sua própria vida. É importante que o cidadão, ao ler estes 10 tópicos, reflita como o Governo Federal, o Governo Estadual e as prefeituras municipais SE ENCAIXAM PERFEITAMENTE em cada um deles. Compare com as notícias que Você vê todo dia nos jornais, revistas, rádios, TVs, blogs e sites. Agora, veja que uma coluna IMPORTANTÍSSIMA como esta que Alex Ferraz publicou, “passou batida” pelos outros meios de comunicação. Esta é outra estratégia da mídia manipuladora: QUANDO O TEXTO É PARA LEVAR AS MASSAS A REFLETIR, A MÍDIA IGNORA. FINGE-SE DE MORTA. NINGUÉM COMENTA.

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“Chomsky e as 10 Estratégias de Manipulação da Mídia:
1- A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO.
O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. “Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais (citação do texto ‘Armas silenciosas para guerras tranquilas’)”.
Nosso comentário: veja a quantidade de veículos da mídia que são dedicados apenas a notícias escandalosas e outros apenas a fofocas sobre “famosos”. Isto é o bombardeio de dados que mantém seu cérebro ocupado e impede que Você raciocine.

2- CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES.
Este método também é chamado “problema-reação-solução”. Cria-se um problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.
Nosso comentário: veja como o Governo “planta” na mídia notícias sobre o caos nas administrações federal, estaduais e municipais e logo depois vem com “medidas salvadoras” e “a necessidade de aumentar a arrecadação”. Neste sentido, veja como o PT de São Paulo e o DEM de Salvador (teoricamente inimigos, um “esquerdista” e outro “direitista”), tomaram posse reclamando dos “cofres vazios” e ambos deixam as duas cidades mergulhadas numa buraqueira infernal e, ao mesmo tempo, ambos decidiram aumentar o IPTU pago pela população. Criando dificuldades para colher facilidades.

3- A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO.
Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.
Nosso comentário: o melhor exemplo disso é a “terceirização da mão de obra”. Generalizada pelo PSDB de Fernando Henrique, ela foi levada às últimas consequências pelo PT que o sucedeu. Hoje, os empregos não têm mais “carreira”. É tudo instável e provisório. A rotatividade da mão de obra é absurda e, no mais das vezes, o trabalhador não recebe seus direitos, como aconteceu comigo, que trabalhei em quatro empresas em menos de oito anos e só recebi os direitos em uma.
4- A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO.

Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo “dolorosa e necessária”, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “tudo irá melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a ideia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegar o momento.
Nosso comentário: o que aconteceu com a orla de Salvador é emblemático. Disseram que iam tirar as barracas de praia (diversão máxima da população) para “melhorar” a orla. NADA MELHOROU e a população ficou sem sua diversão barata.
5- DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO CRIANÇAS DE BAIXA IDADE.
A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê? “Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestão, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade (ver “Armas silenciosas para guerras tranquilas”)”.
Nosso comentário: é só ver os discursos do ex-presidente Lula. Não precisa dizer mais nada.

6- UTILIZAR O ASPECTO EMOCIONAL MUITO MAIS DO QUE A REFLEXÃO.
Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar ideias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos…
Nosso comentário: as listas de condutas que a Polícia divulga sobre “como ir a festas sem ser roubado – sem relógio, sem joias, sem carteira, sem dinheiro, sem cartão” ou “como estacionar em segurança – dê duas voltas no quarteirão, olhe pra todos os lados, feche rapidamente e saia correndo”, são um resumo disso. Cria-se o terror e o governo abre mão de trabalhar para que haja segurança.
7- MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NA MEDIOCRIDADE.
Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. “A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossível para o alcance das classes inferiores (ver ‘Armas silenciosas para guerras tranquilas’)”.
Nosso comentário: no Brasil, a Educação passou a ser mediocrizada quando o coronel Passarinho foi ministro da área na ditadura. Todo o currículo das escolas públicas foi transformado em “fábrica de imbecilização”. Os governos “democráticos” que vieram depois de 1985, todos eles, do PMDB, do PSDB e do PT, fizeram questão de radicalizar: a escola pública brasileira não vale nada. Ponha no Google os resultados dos exames de aptidão que Você verá que as classes populares têm uma escola que não ensina a ler, a escrever, a contar, a raciocinar. Nem nota de avaliação tem mais. Quando estudei em escola pública, a “nota pra passar” era 85. Eu disse, 85% de aproveitamento, senão era “pau”, repetia-se o ano. Hoje, todo mundo já está “passado” a priori. A Educação de verdade é restrita aos bem-nascidos nas escolas particulares que cobram 2 mil reais mensais pelo Primeiro Grau ou até 6 mil reais mensais pelo nível superior. Na escola pública a maioria está sendo formada para ser gado, para pastar.

8- ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE NA MEDIOCRIDADE.
Promover ao público a achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto…
Nosso comentário: veja como a mídia trata com enganosa generosidade os Tiriricas da vida. Veja a música, que vai do pagodão e funk ao sertanejo e ao brega, passando pelo romântico meloso. Tudo de uma vulgaridade que dá medo. Já para as classes superiores, é Bach e Beethoven. Veja a programação da TV aberta, quase totalmente idiotizante.

9- REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTO-CULPABILIDADE.
Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência ou de suas capacidades. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o indivíduo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E, sem ação, não há revolução!
Nosso comentário: veja que as propagandas governamentais chamam você de “sujo” por jogar lixo na rua. Mas não colocam cestos de lixo nas ruas. Chamam você de “mal educado” por mijar na rua. Mas não colocam banheiros públicos nas praias nem nas praças. Dizem que você “não respeita as leis de trânsito”, mas o órgão de trânsito não pinta as faixas de pedestre nem tampouco sinaliza as vias. Diz que você “não paga o IPVA”, mas não tapam os buracos nas ruas que destroem seu carro. Dizem que você é “vândalo” por destruir equipamentos públicos, mas lhe dão telefonia que não fala, posto de saúde sem nem esparadrapo, escola sem professor, gasolina mais cara do mundo.
10- CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM.
No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da Ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aqueles possuídos e utilizados pelas elites dominantes. Graças à Biologia, à Neurobiologia e à Psicologia aplicada, o “sistema” tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos sobre si mesmos.
Nosso comentário: pare e reflita, hoje, antes de dormir. Como sua vida é toda “PROGRAMADA”, minuto a minuto. Você não tem tempo mais para refletir. Tudo é decidido pelos governantes e pelos grupos dominantes da sociedade. Seu jeito de vestir. Seu jeito de fazer sexo. O que você deve comer. O que você não deve beber. Como dirigir seu carro. Como educar seu filho. Sua faixa de manobra É NULA. Pode estar chegando a hora de Você decidir se ainda é um ser humano ou apenas um parafuso da engrenagem de que nos falava Chaplin em seus filmes…

* TonY PachecO é jornalista-radialista profissional e estudou ainda Economia e Psicanálise. Os textos iniciados por “Nosso Comentário” são de sua autoria.

nov
07
Posted on 07-11-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 07-11-2013


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Mario, hoje, no jornal Tribuna de Minas


Mario Hirs e Telma Britto
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OPINIÃO POLÍTICA

A crise no Tribunal

Ivan de Carvalho

Existiu em certa fase um conceito irônico e parcialmente injusto – mas, por isto mesmo, parcialmente justo – sobre o Poder Judiciário baiano. Dizia-se nos meios jurídicos não somente do estado, mas brasileiros, que existiam três tipos de Justiça: a boa, a ruim e a baiana. As coisas chegaram ao ponto de dois desembargadores, Leitão Guerra e Eduardo Magalhães (irmão de ACM), decidirem aposentar-se antes de chegarem aos 70 anos que os levariam à saída compulsória. Pode-se definir a atitude dos dois como incompatibilidade ambiental.

A ironia sobre os três tipos de justiça foi produzida por uma época em que o órgão máximo da Justiça baiana esteve submisso ao domínio político que Antônio Carlos Magalhães, durante quase quatro décadas (com dois intervalos de influência mitigada, mas ainda assim muito forte), exerceu no estado. O Poder Judiciário, especialmente o Tribunal de Justiça, não conseguiu ou não quis – por ação ou omissão da maioria de seus membros – colocar-se fora desse domínio, que se estendeu a um tribunal federal, o Tribunal Regional Eleitoral.

Chegou-se ao paroxismo dessa fase de domínio carlista quando foi tentada a eleição do desembargador Amadiz Barreto para a presidência do Tribunal de Justiça. E foi aí que houve a insurgência, liderada por Carlos Alberto Dultra Cintra, que foi eleito presidente e daí em diante passou a ter uma influência predominante e duradoura no TJ. Recentemente, aposentou-se da magistratura.

Agora, o Tribunal de Justiça da Bahia chega novamente a uma gravíssima crise. E esta, ao contrário das situações anteriores, é formal. Menos de um mês depois de afastar um ex-presidente do Tribunal de Justiça do Paraná, o Conselho Nacional de Justiça, por amplo escore, afastou o presidente e a ex-presidente do TJ da Bahia, Mario Hirs e Telma Britto. A razão que levou o CNJ a decidir instaurar processo administrativo disciplinar, foi a suspeita de irregularidades que poderiam montar a R$ 488 milhões na liberação e pagamento de precatórios, a maioria desses processos assinada pela então presidente Telma Britto e os demais pelo sucessor Mário Hirs.

Houve uma certa surpresa e há curiosidade nos meios forenses, até porque Hirs não exibe sinais exteriores de riqueza e mantém um padrão de vida normal a um desembargador baiano. A Associação dos Magistrados da Bahia (AMAB) solidarizou-se com ambos, ante as decisões do CNJ adotadas por “supostas irregularidades em cálculos de precatórios” e promete as medidas judiciais cabíveis – que só podem ser ingresso no Supremo Tribunal Federal contra o que decidiu ou parte do que decidiu o CNJ.

Já a seccional baiana da OAB emitiu nota, assinada pelo presidente Luiz Viana Queiroz, em que pede apuração “profunda e rápida” das irregularidades apontadas pelo CNJ em relação a Hirs e Telma Britto e “contra a desembargadora Sílvia Zarif e os ex-desembargadores Maria José Sales e Ailton Silva”, segundo o texto da nota da OAB, que se declara disposta a, logo que provocada, apurar irregularidades eventualmente praticadas por advogados, obviamente em relação ao caso em foco, mas, também, obviamente, sem excluir outros.

A medida de agora do CNJ não parece ter sido por falta de aviso. Em julho, a ministra do STJ, Eliana Calmon, ex-corregedora nacional de Justiça, dizia que o problema do Tribunal de Justiça da Bahia é de ser refratário a mudanças, de apresentar “resistência às mudanças”, observando: “Estamos com práticas antecedentes à Constituição Federal de 1988. Isto não pode, hoje o Poder Judiciário é fiscal das políticas públicas e vem como resultado esta ruim atuação que todo mundo sabe e não sou eu quem está dizendo”. Eliana fez o que pôde para produzir no Judiciário baiano as mudanças consideradas necessárias pelo CNJ, mas a então presidente do TJ, Telma Britto, segundo se comenta no meio jurídico, foi totalmente refratária. Na prática, confrontou a corregedora geral de Justiça e o CNJ. Com a substituição regulamentar de Eliana Calmon no CNJ, o novo corregedor geral de Justiça, Fabrício Falcão, levou o caso baiano em frente e, como ficou evidente, com o apoio do novo presidente do CNJ e presidente do STF, Joaquim Barbosa.

Resultem em que resultarem as apurações que serão feitas no âmbito do CNJ e sejam quais forem seus desdobramentos judiciais, a OAB – que já por seu então presidente Saul Quadros vinha cobrando do TJ melhor desempenho do Judiciário baiano – tem razão ao pedir do TJ-Ba uma “reflexão profunda acerca da crise institucional que assola o Poder Judiciário”, reflexão que, se feita com esmero, levará à conclusão de que um tempo novo é preciso no Poder Judiciário da Bahia.

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Chabuca Granda e Violeta Parra, duas grandes vozes e veias criativas da América Latina.

BOM DIA!!!

nov
07
Posted on 07-11-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 07-11-2013

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DEU NO CORREIO

Redação

O coronel Alfredo Castro, comandante da Polícia Militar da Bahia, foi assaltado na tarde desta quarta-feira (6) na Orla da Boca do Rio. A assessoria da corporação não passou mais detalhes sobre a situação.

Segundo informações, Castro estava caminhando na Orla falando ao celular quando um ladrão se aproximou e levou o aparelho telefônico – o suspeito estaria de bicicleta.

A 39ª Companhia Independente de Polícia Militar (Boca do Rio), que atua na região, não quis comentar o caso nem confirmou se alguém foi preso por conta do assalto e se buscas são feitas.

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