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Nesta terça-feira (5), o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) afastou o presidente do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), desembargador Mário Alberto Simões Hirs, e a ex-presidente Telma Laura Silva Britto, além de abrir processo disciplinar para apurar irregularidades. No entanto, em julho deste ano a ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Eliana Calmon, já comentava o assunto.

Desde aquela época o TJ-BA é acusado de não cumprir as determinações do Conselho Nacional de Justiça, e os fatos mais recentes são decorrentes destas irregularidades. Quando entrevistada, Eliana afirmou que as pessoas sabem a justiça que nós temos e todos estão insatisfeitos com ela. Questionada sobre o Tribunal da Bahia, a ministra explicou que o problema está na “resistência às mudanças”.

“Estamos com práticas antecedentes à Constituição Federal de 1988. Isto não pode, hoje o pode judiciário é fiscal das políticas públicas e vem como resultado esta ruim atuação que todo mundo sabe e não sou eu quem está dizendo”, afirmou.

A ministra continuou explicando que o conformismo do Tribunal de Justiça da Bahia é preocupante. “A minha preocupação é a Bahia continuar com isto, o conformismo de achar que o certo é o que está aí”, disse.

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