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Posted on 06-11-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 06-11-2013

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DEU NO TERRA

Morreu nesta quarta-feira, 6, o ator Jorge Dória, aos 92 anos. Internado desde 27 de setembro no Centro de Terapia Intensiva do Hospital Barra D´Or, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, ele faleceu após complicações cardiorrespiratórias e renais.

Desde 2005 o ator estava afastado dos palcos e da televisão em decorrência de um acidente vascular cerebral. O último papel de Jorge Dória foi como Maurição, o pai machista do personagem Alfredinho (Lúcio Mauro Filho), no Zorra Total, da Rede Globo.

Jorge Dória iniciou a carreira na década de 40, no longa Mãe. Desde então, ele participou de mais de 80 filmes, teatros, novelas e seriados. Dentre os papéis de destaque na carreira de Dória estão Lineu, na primeira versão de A Grande Família, e Conselheiro Vanoli, da novela Que Rei Sou Eu?.

DEU NA TRIBUNA DA BAHIA / IG ESPORTES

Os argentinos estão inconformados. Nesta quarta-feira, dia seguinte ao fim da primeira fase do sorteio dos ingressos para a Copa do Mundo de 2014, o principal jornal esportivo do país, Olé, relatou toda a sua revolta com o número de entradas destinadas aos residentes da nação sul-americana para as partidas do Mundial no Brasil.

A Argentina era a terceira nação que mais havia solicitado ingressos para o torneio, mas acabou apenas como a 11ª mais agraciada pelo sorteio realizado nesta terça-feira em Manchester, na Inglaterra.

Segundo balanço divulgado pela Fifa no dia do encerramento da primeira fase do sorteio, em 10 de outubro, os argentinos haviam solicitado um total de 266.937 ingressos. No entanto, conseguiram garantir apenas 4.493 entradas – apenas 1,7% do total. O país ficou na 11ª colocação atrás de Brasil, Estados Unidos, Inglaterra, Alemanha, Austrália, Canadá, França, Colômbia, Suíça e Japão.

“Vergonha Mundial”, disse Olé , nesta quarta-feira, antes de acrescentar. “Só nos deram 4.500 entradas, menos que Colômbia, Suíça, Alemanha, França… O Brasil levou 71,5% do total, e os Estados Unidos, por exemplo, têm mais de 66 mil. Incrível, o que aconteceu? A Argentina, um dos favoritos ao título e com o jogador sensação, não recebeu nem 10% dos ingressos destinados aos Estados Unidos”, criticou, usando até do ‘fator Lionel Messi’ para justificar o merecimento por um maior número de entradas.

De fato, os números mostram que a Argentina deu muito azar no sorteio realizado pela Fifa. Vice-líderes no número de pedidos, os Estados Unidos, por exemplo, foram agraciados com 66.464 ingressos (cerca de 18% das 374.065 inscrições). O residentes no Brasil, por sua vez, tinham pedido quase 4,4 milhões (4.368.029, mais especificamente) e garantiram 625.276 – percentual de sucesso de 14%.

Os ‘hermanos’, porém, terão nova chance de garantir suas entradas para a Copa do Mundo de 2014 a partir do dia 11 de novembro, quando será aberto o segundo período de comercialização, às 9 horas (de Brasília).

Neste momento, serão distribuídos mais 228.959 entradas, e ordem de pedido influenciará na escolha dos agraciados, que não poderão reservar entradas para jogos de abertura, semifinal e final, nem partidas da fase de grupos em Brasília ou das oitavas de final em Belo Horizonte, todos já esgotados. Na primeira fase de vendas para os jogos da Copa do Mundo de 2014, encerrada na última terça, a Fifa vendeu 889.309 ingressos.

*Com Gazeta

Mascarada

Zé Keti

Voz: Emilio Santiago

Vejo agora esse teu lindo olhar
Olhar que eu sonhei
E sonhei conquistar
E que num dia afinal conquistei, enfim

Findou-se o carnaval
E só nos carnavais
Encontrava-me sem
Encontrar este teu lindo olhar, porque

O poeta era eu
Cujas rimas eram compostas
Na esperança de que
Tirasses essa máscara
Que sempre me fez mal
Mal que findou só
Depois do carnaval

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BOA TARDE!!!


Otto (com Wagner): é cedo para indicar nome

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DEU NA TRIBUNA DA BAHIA/IG

Lilian Machado

Considerado um dos nomes mais fortes da gestão estadual, que ajudou na recondução do governador Jaques Wagner (PT) ao Palácio de Ondina em 2010, o vice-governador e secretário de Infraestrutura, Otto Alencar (PSD) criticou ontem a antecipação do processo de escolha do nome para as eleições de 2014. Embora reforce a perspectiva de concorrer ao Senado na chapa do governo no próximo ano, Otto frisou que discorda da articulação para bater o martelo sobre o candidato ainda este ano.

“Em minha opinião escolher o nome um ano antes da eleição é precipitado. Não é que vai criar desgaste, nem prejudicar, mas a tradição sempre é escolher depois do carnaval”, disse o presidente estadual do PSD, com presença na política baiana, nas últimas três décadas e com outras passagens no governo, durante a liderança do falecido senador Antonio Carlos Magalhães.

Segundo Otto, a ordem do momento é pensar na gestão. “Já se passou esse ano inteiro falando em que vai ser candidato. Se fizéssemos isso estaríamos deixando o administrativo de lado.

Eu estou aqui para trabalhar”, enfatizou. Apesar da observação, o vice-governador evita mandar recados sobre a preferência do nome que virá do PT, fato que pode ter desfecho até o dia 30. Está no páreo o secretário de Planejamento, José Sérgio Gabrielli, o secretário da Casa Civil, Rui Costa, o senador Walter Pinheiro e o ex-prefeito de Camaçari, Luiz Caetano.

“Eu não tenho direito de ter preferências por Pinheiro, por Rui, Gabrielli, Cateano ou Solla. Fiz comprometimento em ficar na aliança e irei ficar”, disse, citando o secretário de Saúde, colocado por alguns aliados, como um nome que pode agregar na disputa ao Palácio de Ondina. Ainda que tenha citado a importância das conversas partidárias, Otto sinalizou que vai assinar em baixo, dentro da conjuntura de apoio ao nome que o governador lançar. “O nome que o governador decidir eu estarei junto. Na hora certa ele vai consultar todo mundo”, disse.

Mais cedo em entrevista à rádio Sociedade, Otto afastou a possibilidade de concorrer à cabeça de chapa. “Tenho amigos, gente do povo, profissionais liberais, vereadores, prefeitos, ex-prefeitos, deputados estaduais, federais enfim, uma quantidade de pessoas muito grande que defendem meu nome no governo. Não me coloco como candidato a governador, até porque eu estou numa aliança, e o comando da aliança está com o governador, são 13 ou 14 partidos e vai ser candidato aquele que conseguir agregar mais dentro dessa estrutura partidária”.

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06
Posted on 06-11-2013
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Amorim, hoje, no Correio do Povo (RS)

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OPINIÃO POLÍTICA

A presidente alarmada

Ivan De Carvalho

A presidente Dilma Rousseff disse, ontem, que são “alarmantes” os dados que indicam, de 2011 para 2012, um crescimento de 18 por cento nos registros de estupro no país.

De acordo com o 7º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado esta semana, foram registrados 50,6 mil casos de estupro em 2012, representando 26,1 estupros por grupo de 100 mil habitantes. No ano anterior, foram 22,1 casos registrados de estupro para o mesmo contingente de 100 mil habitantes.

“Sabemos que estes registros são, infelizmente, subestimados”, disse a presidente no Twitter, revelando o óbvio e garantindo que o governo dela é “defensor intransigente da igualdade de direitos entre mulheres e homens”, não esclarecendo o que, exatamente, isso tem a ver com estupros, mas acrescentando, à guisa de explicação, que “lutamos incansavelmente contra a violência que atinge as mulheres”, o que já tem a ver.

Anunciou, pela terceira vez desde março – quando se comemorou o Dia Internacional da Mulher – a construção de unidades do projeto Casa da Mulher. “Ao longo desta semana” serão publicados editais para a construção de Casas da Mulher em 26 capitais. De providências objetivas, ainda que apenas no papel, só mesmo esses editais.

A presidente chegou a ser didática: “A violência contra a mulher é uma vergonha que a sociedade brasileira precisa superar. Para isso é necessário: o fim da impunidade dos agressores, o combate implacável ao preconceito sexista, o respeito às diferenças e o apoio e acolhimento às vítimas”.

Observem-se os itens relacionados por Dilma Rousseff como necessários para superar a violência contra a mulher no Brasil: 1) fim da impunidade dos agressores; 2) combate implacável ao preconceito sexista; 3) respeito às diferenças; 4) apoio e acolhimento às vítimas.

Note-se que, dos quatro itens relacionados (há outros, muitos, necessários para a sociedade superar o problema da violência contra a mulher, mas não foram arrolados na lista presidencial), somente o “respeito às diferenças” diz respeito, prioritariamente, à sociedade e, secundariamente, ao Estado. Quanto aos outros três itens, são prioritariamente da responsabilidade do Estado. No qual pontifica a presidente da República.

As más línguas poderão dizer que os editais e eventualmente as Casas da Mulher que deles surgirem em 26 capitais (uma em cada capital?) são mais uma jogada de marketing da campanha eleitoral antecipada.

Mas eu jamais diria isso. Ao meu ver, a mensagem dela pelo Twitter lembra a história daquele piloto de avião que entra numa turbulência e, alarmado, esgoela-se em gritar para os passageiros: “Pânico, pânico”.

A presidente, depois de dez anos, dez meses e cinco dias de governo do PT, sai como uma cavaleira andante, de lança em riste, atacando seu próprio governo, talvez confundido com um moinho de vento. Explicando melhor: atacando uma situação de crescimento de índices de estupros registrados que tem raízes profundas na sociedade, mas crescem sob o estímulo do aumento da violência geral, da insegurança e da impunidade que o governo comandado por esse partido não teve vontade ou capacidade (talvez as duas coisas) de conter.

Pelo menos, por enquanto. Pois ainda dispõe de um ano, um mês e 24 dias.

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BOM DIA!!!


DEU NO PORTAL METRO1

Nesta terça-feira (5), o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) afastou o presidente do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), desembargador Mário Alberto Simões Hirs, e a ex-presidente Telma Laura Silva Britto, além de abrir processo disciplinar para apurar irregularidades. No entanto, em julho deste ano a ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Eliana Calmon, já comentava o assunto.

Desde aquela época o TJ-BA é acusado de não cumprir as determinações do Conselho Nacional de Justiça, e os fatos mais recentes são decorrentes destas irregularidades. Quando entrevistada, Eliana afirmou que as pessoas sabem a justiça que nós temos e todos estão insatisfeitos com ela. Questionada sobre o Tribunal da Bahia, a ministra explicou que o problema está na “resistência às mudanças”.

“Estamos com práticas antecedentes à Constituição Federal de 1988. Isto não pode, hoje o pode judiciário é fiscal das políticas públicas e vem como resultado esta ruim atuação que todo mundo sabe e não sou eu quem está dizendo”, afirmou.

A ministra continuou explicando que o conformismo do Tribunal de Justiça da Bahia é preocupante. “A minha preocupação é a Bahia continuar com isto, o conformismo de achar que o certo é o que está aí”, disse.

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