Vitória:virada sobre o Flu em dois minutos com dez em campo
Foto: Correio

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Da Redação

Guerreiros. Esta é a melhor expressão para definir os jogadores do Vitória no jogo deste domingo (27) contra o Fluminense. Em pleno Maracanã, o Leão perdeu o zagueiro Kadu com 12 minutos de jogo, sai na frente, levou a virada, mas mostrou logo depois toda sua vontade de estar na Libertadores no ano que vem. Em dois minutos, o time se colocou à frente no placar e venceu a partida por 3 a 2.

Marquinhos, Juan e William Henrique marcaram os gols do Vitória, enquanto Rafael Sóbis e Ayrton, contra, anotaram os do Flu. Com a vitória no Rio de Janeiro, o time baiano assume a sexta colocação, com 47 pontos, cinco atrás do quarto colocado Atlético-PR. Já o Fluminense se complica na luta contra o rebaixamento e fica na 16ª colocação 36 pontos, três a mais do que a Ponte Preta, primeiro time na zona de degola.

No próximo domingo, o Vitória recebe o Corinthians, no Barradão, às 16h (horário de Salvador), enquanto o Fluminense tem clássico contra o Flamengo, também no Maracanã. Esses dois jogos valem pela 32ª rodada do Brasileirão.

O jogo

Logo que o árbitro apitou, o Fluminense partiu para o abafa na tentativa de abrir o placar com o jogo ainda frio. Aos dois minutos, Edinho meteu a cabeça após lançamento e mandou por cima do gol de Wilson. No minuto seguinte, Rafael Sóbis cobrou falta com perigo, mas mandou para fora. Bem postado na defesa, não demorou para o Vitória equilibrar as ações e encontrar espaços no meio para as jogadas de Cáceres e Escudero.

Mas, aos 15 minutos, o Vitória sofreu um baque inesperado. Kadu entrou duro em Diguinho e foi expulso. Com um a menos, Ney Franco tirou Michel e colocou Luiz Gustavo. O Leão se fechou para suportar a pressão, mas um chutão de Juan aos 23 minutos trouxe uma grata surpresa. Dinei desviou de cabeça e Marquinhos fuzilou da entrada da área: 1 a 0. O Leão ainda comemorava, quando aos 26 Biro Biro cruzou da esquerda e Ayrton acabou jogando contra seu próprio gol, sem chances para Wilson: 1 a 1.]

As emoções do jogo, no entanto, estavam reservadas para o segundo tempo da partida. De tanto pressionar, o Fluminense conseguiu virar o jogo aos 12 minutos. Após cruzamento na grande área, Rafael Sóbis apareceu livre e só fez empurrar para as redes. A resposta do Vitória veio aos 17 minutos. Após chute de Marquinhos, Cavalieri espalmou para frente e Juan se antecipou à marcação para empatar o jogo.

Se com um menos o empate já estava bom, William Henrique tratou de melhorar. Dois minutos depois do gol de Juan, a cena quase se repetiu. Marquinhos chutou de longe, a bola desviou na zaga do Flu e sobrou para o atacante colocar o Leão na frente mais uma vez. A partir daí, o que se viu foi o time carioca todo no ataque em busca da igualdade, enquanto o Rubro-negro explorava a velocidade de Marquinhos e William Henrique nos contra-ataques.

Fluminense 2 x 3 Vitória – 31ª rodada do Brasileirão 2013
Data: 27/10/2013, 17h30 (horário de Salvador)
Local: Maracanã, Rio de Janeiro
Árbitro: Fabricio Neves Correa (RS)
Auxiliares: Cleriston Clay Barreto Rios (SE) e Flavio Gomes Barroca (RN)

Fluminense: Diego Cavalieri; Bruno, Gum (Felipe), Leandro Euzébio e Igor Julião (Ronan); Edinho, Diguinho (Marcos Junior) e Jean; Rafinha, Biro Biro e Rafael Sobis. Técnico: Vanderlei Luxemburgo

Vitória: Wilson; Ayrton, Kadu, Victor Ramos e Juan; Michel (Luiz Gustavo), Cáceres, Escudero e Renato Cajá (William Henrique); Marquinhos e Dinei (Euller). Técnico: Ney Franco

(Matéria original: iBahia)

out
27
Posted on 27-10-2013
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DEU NO PORTAL TERRA

Morreu neste domingo (27), aos 71 anos, o guitarrista e compositor norte-americano Lou Reed, de acordo com informações da revista Rolling Stone. A causa da morte ainda não foi divulgada, mas o músico se submeteu a um transplante de fígado em maio deste ano.

Em março, Laurie Anderson, mulher do músico, falou sobre a condição de saúde do marido. “É tão sério quanto parece. Ele estava morrendo. Você não quer isso como diversão”, afirmou.

“Não acho que ele vá se recuperar totalmente disso, mas certamente ele estará fazendo as coisas dele em breve”, completou.

Vida e carreira

Lewis Allan Reed nasceu no dia 2 de Março de 1942 no bairro do Brooklyn em Nova York mas cresceu na região de Long Island. De família de origem judaica, Reed aprendeu a tocar guitarra ouvindo rádio ainda na década de 1950 quando estava no colegial. Foi nessa época que ele sofreu uma de suas experiência mais traumáticas e que seria tema de canções ao longo de sua carreira: bissexual assumido, os pais de Lou Reed submeteram o filho a um tratamento de choque para tentar supostamente curá-lo.

Em uma pequena gravadora de Nova York, Reed foi apresentado a John Cale, um músico galês que acabara de se mudar para Manhattan com a intenção de aprender música clássica. Cale ficou impressionado com uma música composta por Reed em que ele tinha afinado todas as cordas da guitarra na mesma nota.

A amizade com Cale fez com que dividissem uma casa em Manhattan e inciassem um processo criativo que seria responsável por uma das bandas mais importates para a origem do punk rock nos Estados Unidos: o Velvet Underground. Ao lado do guitarrista Sterling Morrison e da baterista Maureen Tucker, Reed e Cale montaram um das mais instáveis e influentes bandas de rock de todos os tempos.

O grupo não demorou a chamar a atenção do artista plástico Andy Warhol que quase imediatamente colocou o Velvet Underground como uma das atrações do Exploding Plastic Inevitable, uma série de eventos multimídia organizados pelo artista de origem polonesa. O contato com Warhol deu novas dimensões à criatividade de Reed que começou cada vez mais mostrar um perfil artístico multifacetado. O contato, entretanto, nem sempre foi harmônico: para o disco de estreia, Warhol insistiu que a banda gravasse com a ex-modelo alemã e cantora Nico. Para expressar sua objeção a banda batizou o disco de The Velvet Underground & Nico para expressar que a vocalista era apenas uma convidada.

Apesar da resistência, Reed escreveu a maioria das canções do álbum pensando na voz de Nico e os dois chegaram a ter um breve relacionamento amoroso (mais tarde ela teria um outro pequeno affair com Cale). O disco, cuja capa ficou famosa por trazer uma obra de Warhol que representa uma banana, estreou apenas na 171ª posição da sparadas. Hoje, porém, o disco é considerado um dos registros mais importantes da música. A revista Rolling Stone classificou o álbum como o 13º mais influente do rock.

As composições completamente vanguardistas para os padrões da época, tratando de temas como drogas (I’m Waiting For The Man e Heroin), sadomasoquismo (Venus In Furs), prostitutas (There She Goes Again), e até ocultismo (The Black Angel’s Death Song) contribuiram para que as vendas do LP fossem pífias. Já no ano seguinte, a banda lançou White Light/White Heat. Após esse álbum, mais barulhento, John Cale, responsável pelos experimentalismos musicais, saiu da banda, que passou a ter Lou Reed, de maior apelo artístico e poético, como único líder.

No ano seguinte, veio o 3º álbum, chamado simplesmente de The Velvet Underground que explora um som mais acústico e introspectivo que trouxe faixas como Candy Says, What Goes On, Beginning To See The Light. O derradeiro trabalho com Lou Reed ainda na banda foi Loaded, que conta com três das músicas mais famosas do Velvet Uunderground: Who Loves The Sun, Sweet Jane e Rock and Roll.

Carreira solo
Lou Reed deixou a banda logo em seguida e só voltaria a encontrar seus ex-companheiros de banda em 1993 quando o Velvet Underground se reuniou para a gravação de um disco ao vivo.

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BOA TARDE!!!

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CARTA ABERTA DE ROSANA AQUINO GUIMARÃES PEREIRA , DA UFBA, SOBRE AS ESTRANHAS PUNIÇÕES DO TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO -DUAS SUSPENSÕES DE 1O DIAS CADA – APLICADAS CONTRA O DIRIGENTE SINDICAL E SERVIDOR PÚBLICO, HOMERO FARIA DA MATTA DOURADO, NA QUINTA-FEIRA, 24/1O. BAHIA EM PAUTA PUBLICA O DOCUMENTO ( REFERÊNCIAL SOBRE O TEMPO TEMERÁRIO E KAFKIANO QUE VIVEMOS), PARA CONHECIMENTO DA SOCIEDADE, DA IMPRENSA, DO GOVERNO E DA JUSTIÇA.

AGUARDAMOS RESPOSTAS ÀS DENÚNCIAS E PERGUNTAS DA CARTA DE ROSANA AQUINO.

( Vitor Hugo Soares)

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“Ontem (quinta-feira), 24 de outubro de 2013, Homero Faria da Matta Dourado foi punido no Tribunal de Contas do Estado da Bahia com duas suspensões de dez dias cada, a primeira, sozinho, e a segunda, ao lado dos outros dirigentes sindicais do Sindicontas, Euvaldo Neves, Joselito Mimoso e Sidney Chaves.

Qual o motivo da primeira punição?

Homero estava liderando uma auditoria para investigar a incompatibilidade de acumulação de cargos públicos de professor da UNEB com outros cargos e identificou entre estes servidores um auditor do Tribunal de Contas do Estado (TCE), que acumulava os cargos de auditor com os de professor na UNEB e de professor da UCSAL. Ressalta-se que o auditor ocupava no TCE o cargo em comissão de Coordenador de Gabinete de Conselheiro e a função de substituto de Conselheiro.

A carga horária de auditores do TCE é de 37 horas (Ato 39/94 da Presidência do TCE). A esta jornada, o auditor acumulava mais 40 horas na UNEB e 20 horas na UCSAL. Além dos vínculos registrados no currículo lattes de professor colaborador de oito instituições de ensino: Faculdade de Administração e Negócios de Sergipe (FANESE), Faculdade de Tecnologia e Ciências (FTC), Faculdade Independente do Nordeste (FAINOR), Faculdade Juvêncio Terra (FJT), Fundação para o Desenvolvimento das Ciências (FDC), Fundação Universidade do Tocantins (FUT) e Fundação Visconde de Cairu (FVC).

Este auditor tornou-se Conselheiro do TCE, em 2012, e iniciou uma cruzada contra Homero Dourado porque ele usou estas informações na sua investigação de auditoria e para embasar uma representação no Ministério Público Estadual e no Ministério Público de Contas para apurar estas supostas irregularidades.

Em tempos de defesa da transparência na gestão pública, conforme determina a Constituição Federal, como aceitar esta punição? A Lei de Acesso a Informação (Lei 12.527 de 2011) representou um avanço na consolidação democrática do Brasil. Infelizmente, os Tribunais de Contas do Estado e dos Municípios, os órgãos do poder executivo e a Assembleia Legislativa do Estado da Bahia ainda não seguiram o bom exemplo dos poderes executivo, judiciário e legislativo federal que divulgaram o contra-cheque dos servidores, o que tem permitido maior acesso da sociedade às informações, favorecendo o controle social na gestão pública.

Qual o motivo da segunda punição?

Homero Dourado, ao lado de Euvaldo Neves, Joselito Mimoso e Sidney Chaves, diretores do SindiContas, foram punidos por falta disciplinar no âmbito de suas atividades laborais porque elaboraram uma nota pública, que nunca foi divulgada na sua integridade em nenhum veículo de comunicação. Nesta nota, os membros da Diretoria do Sindicato se pronunciaram contrários à indicação do auditor para Conselheiro, devido as possíveis irregularidades que estavam sendo apuradas

Uma luta política legítima foi deflagrada pela substituição da vaga de Conselheiro, que teve como resultado a punição de quatro servidores com dez dias de suspensão por exercício da atividade sindical.

Servidores públicos têm que prestar contas à população e respeitar as leis quanto ao cumprimento de carga horária e do teto constitucional remuneratório. Por que aceitar que o contra-cheque de um auditor de um órgão de controle, hoje Conselheiro, que deve ter reputação ilibada, seja mantido em segredo?

Em uma tarde tenebrosa, num julgamento político com conotação de caça às bruxas, que nos lembrou dos tempos da Ditadura, só a leitura do voto do Conselheiro Pedro Lino trouxe alguma esperança de que poderemos reverter esta injustiça. O único Conselheiro que votou pela absolvição de Homero, advogado e professor Pedro Lino falou do “breu das tocas” e do “silêncio da cidade”, destacou que Homero foi crucificado neste processo e do absurdo do julgamento político de sindicalistas, o que abre um precedente grave para o movimento sindical dos servidores públicos do Estado da Bahia.

Rosana Aquino Guimaraes Pereira


out
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Posted on 27-10-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 27-10-2013


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Sinfrônio, hoje, no Diário do Nordeste(CE)

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BOM DIA!!!

Um protesto para exigir controles da vigilância que a Agência de Segurança Nacional (NSA) dos Estados Unidos pode exercer sobre os cidadãos juntou hoje em Washington cerca de 4.500 manifestantes, de acordo com a organização da manifestação.

O protesto surge em sequência das recentes revelações de que as agências de informações dos Estados Unidos teriam espionado não só os seus cidadãos como também líderes mundiais, o que já levou a que a chanceler alemã, Ângela Merkel, e o Presidente francês, François Hollande, se tenham unido para exigir um compromisso por parte dos norte-americanos para evitar que voltem a ser escutados.

Exatamente no dia em que se assinalam 12 anos da aprovação da ‘lei patriótica’ que, no pós-atentado de 11 de setembro de 2001, autorizou a expansão do alcance da coleta de informação no âmbito do combate ao terrorismo, milhares de manifestantes exigiram hoje o fim da «espionagem em massa».

Nas ruas da capital dos Estados Unidos gritou-se «parem com o Governo secreto, parem com a espionagem norte-americana, parem de mentir», enquanto, por baixo das janelas do Capitólio, sede do Congresso norte-americano, se agitavam bandeiras onde se podia ler «parem de nos espiar».

Ao Congresso foi entregue uma petição, que decorreu na Internet, com 575 mil assinaturas de pessoas que reclamam dos legisladores que seja revelado «o alcance completo dos programas de espionagem da NSA».

A agência norte-americana tem estado debaixo de fogo desde que o ex-consultor da NSA, Edward Snowden, revelou publicamente os programas de espionagem que incluíam históricos de navegação na Internet e registos telefónicos de milhões de cidadãos dos Estados Unidos, e líderes mundiais

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