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ALBUM: CORAÇÃO DE PAPEL (1967) ODEON

Sérgio Reis, no BP, para mostrar que o amor é lindo e que seu coração não é de papel!

(Gilson Nogueira)

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DEU NO CORREIO

Da Redação

O autor baiano Aldri Anunciação foi o vencedor, na categoria juvenil, do 55º Prêmio Jabuti. A apuração, anunciada nesta quinta (17), na sede da Câmara Brasileira do Livro em São Paulo, dá destaque nacional ao livro Namíbia, Não! (Edufba), que já ganhou versão no teatro com direção de Lázaro Ramos.

A história mostra a decisão do governo brasileiro de deportar negros para a África. A obra de Aldri venceu a também baiana Adelice Souza, autora de O Homem que sabia a hora de morrer. Os segundo e terceiro lugares da categoria ficaram com ‘Os anjos contam histórias’, de Luiz Antonio Aguiar, e Ouro dentro da cabeça, de Maria Valeria Rezende, respectivamente.

Os vencedores de cada uma das 27 categorias do prêmio receberão R$ 3.500. Agora é aguardar o dia 13 de novembro, quando serão divulgados os vencedores do livro do ano de ficção e de não ficção (eles receberão R$ 35 mil, cada um), que serão escolhidos entre os primeiros lugares das 27 categorias.

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18
Posted on 18-10-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 18-10-2013


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Genildo, hoje, no portal A Charge Online

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Esta vibrante música tema do espetáculo comemorativo dos 100 anos do Moulin Rouge há alguns anos, que vi emocionado em Paris, em outubro de 1996, cai como luva para expressar o sentimento de alegria dos torcedores do Vitória depois do triunfo no Barradão contra o Botafogo. A festa toma conta de Salvador na madrugada desta sexta-feira. Prá frente, Leão!!!

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

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OPINIÃO POLÍTICA

Espionagem cibernética

Ivan de Carvalho

O mais amplo e supostamente mais eficaz aparelho de espionagem eletrônica do mundo é o dos Estados Unidos, que trabalho unificado com o Reino Unido, o Canadá, a Austrália e a Nova Zelândia. Eles trabalham tão integrados na espionagem cibernética que ganharam o apelido de “os cinco olhos”, expressão que é uma tradução literal do original em inglês.

Mas vale acrescentar algo. Os Estados Unidos não são apenas o núcleo desse também chamado Quinteto, que atua como uma unidade não somente de inteligência, mas política e, sempre que possível, militar.

Os Estados Unidos mantêm interação bastante íntima com os serviços de inteligência – inclusive eletrônica, mas abrangendo também outros aspectos da espionagem – com numerosos outros Estados. Citar Israel, a Alemanha, a Itália, a França, o Japão, a Noruega, o Egito, a Arábia Saudita, a Espanha, a Colômbia é apenas iniciar uma lista que não deixarei que se estenda a ponto de cansar o leitor.

Mas esse vasto conjunto de países nucleado pela América – com seu círculo interno representado pelo Quinteto e o círculo externo composto pelos demais Estados integrados (entre os quais Israel ocupa, sem abrir mão de sua autonomia, lugar de grande destaque sob todos os aspectos) – é o principal, mas não o único ator da espionagem global.

Pelo menos mais dois polos compõem o tripé mundial da espionagem eletrônica, embora nenhum dos dois tenha a ainda a pujança tecnológica e as vantagens geopolíticas proporcionadas pela grande convergência dos cabos de fibra ótica para território norte-americano, bem como pela superioridade do sistema de satélites de espionagem americano.

No entanto, não se pode citar o honroso segundo lugar em eficiência que o sistema de espionagem eletrônica da Rússia detém, sob, aliás, o incentivo do presidente Vladimir Putin, desde adolescente determinado a ingressar na poderosa polícia política soviética, a KGB, também responsável por toda a espionagem no exterior e no interior da agora extinta URSS. Putin pediu emprego na KGB, foi recusado e aconselhado a estudar Direito para tentar. Deu meia volta, estudou, formou-se, voltou e obteve o emprego. Mais tarde, obteve o poder necessário para suceder a Boris Yeltsin na presidência da Rússia, exercer dois mandatos presidenciais consecutivos, eleger então um presidente cuja missão principal era nomeá-lo (a Putin) para primeiro-ministro com poder incontrastável e voltar à presidência, onde está e para a qual pretende reeleger-se.

O terceiro lugar em espionagem eletrônica deve deferido à República Popular da China. Uma espionagem extremamente agressiva, que, além de usar – com as limitações que sua tecnologia avançada, mas não comparável à americana ou mesmo à russa – a coleta de dados nos moldes americanos, russos, britânicos, canadenses, etc, pratica ataques em massa contra redes de computadores governamentais (o governo americano foi um alvo) e empresariais. Espionagem política, militar, comercial, industrial – e de fácil identificação da origem, o que não parece preocupar os chineses.

Bem, e qual a razão de se estar aqui escrevendo tudo isso? É que, pelo que se noticia, aliás com exagerada discrição, o Brasil e a Rússia decidiram formar um “grupo de trabalho” – detesto esta expressão, pois geralmente designa onde não se trabalha – para sugerir soluções em defesa cibernética. Para defender-se dos Estados Unidos e, mais amplamente, do Quinteto, do qual a Rússia não faz parte. Vejo o risco de apenas mudarmos para ser alvo de outros espiões. É que fico me perguntando se Vladimir Putin, o homem da KGB, vai permitir que seu governo sugira soluções ao governo brasileiro capazes de impedir que a Rússia faça espionagem cibernética contra o Brasil, um país importante, membro dos BRICs. Putin, até hoje, em toda sua carreira política, não fez gol contra

DEU NO IG

A greve dos trabalhadores da Petrobras, iniciada durante a madrugada, atinge todas as refinarias, terminais, plataformas, campos de produção e unidades operacionais da estatal no País, disse nesta quinta-feira (17) a Federação Única dos Petroleiros (FUP), que reúne sindicatos.

Os trabalhadores pedem o cancelamento do leilão da área petrolífera de Libra, no pré-sal, marcado para segunda-feira (21), além de melhorias salariais.

A greve segue por tempo indeterminado, disseram os sindicatos.

A Petrobras informou que está tomando, como de praxe neste tipo de situação, todas as medidas necessárias para garantir suas operações, “de modo a não haver qualquer prejuízo às atividades da empresa e ao abastecimento do mercado, sendo mantidas as condições de segurança dos trabalhadores e das instalações da companhia”. A estatal, contudo, não respondeu quais os eventuais impactos da paralisação na sua produção.

Segundo a FUP, a operação nas unidades da maioria das regiões do País está sendo mantida pelas equipes de contingência da Petrobras, formadas por gerentes, supervisores e outros profissionais que normalmente não executam as tarefas de rotina das refinarias, plataformas e terminais.

“Coloca em risco a segurança das equipes e das próprias unidades”, disse a federação, em nota.

Na Bacia de Campos, a greve teve adesão de pelo menos 39 plataformas, que foram entregues pelos trabalhadores às equipes de contingência que a Petrobras embarcou, disse a entidade sindical.

O sindicato dos trabalhadores do norte fluminense, que reúne trabalhadores da importante Bacia de Campos, disse que 15 unidades foram entregues com a produção de petróleo parada, e outras 24 foram entregues produzindo.

Em Duque de Caxias, onde está a Reduc, importante refinaria do sistema da Petrobras, a adesão à greve é de 100%, disse a FUP.

“Estamos dando um recado que o povo brasileiro é contra o leilão de Libra”, disse o coordenador-geral da FUP, João Antônio de Moraes. “Nós esperamos que a paralisação siga até o governo suspender o leilão”, afirmou Moraes.

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) garante a realização do leilão, agendado para a tarde do dia 21.

“Não existe nenhuma possibilidade de não ter leilão, mesmo que os protestos se avolumem”, afirmou a diretora-geral da autarquia, Magda Chambriard, em evento no Rio de Janeiro.

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