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Posted on 15-10-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 15-10-2013

DEU NO BLOG DO NOBLAT

A mais recente pesquisa do Datafolha, publicada pelo jornal no último domingo, indicou que a maioria dos eleitores de Marina Silva (PSB) migra para a presidente Dilma Rousseff no cenário em que Marina não é candidata.

Segundo correção, publicada, hoje, pelo jornal, a maioria de fato migra para Eduardo Campos (PSB) – 32%.

O segundo maior contingente dos eleitores de Marina, 23%, vota em branco, nulo ou em ninguém.

Dilma herda 22% dos eleitores da ex-ministra – não os 42% registrados no domingo. E Aécio Neves (MG) 16% – não 21%.

Agora, me respondam: como ficam analistas de pesquisas, cientistas políticas e observadores em geral que escreveram à farta sobre os resultados da pesquisa a partir de percentuais errados?

Eles se sentirão obrigados a reescrever o que disseram, chegando a conclusões diferentes? Ou deixarão tudo por isso mesmo?

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DEU NO UOL/FOLHA

AGUIRRE TALENTO
ENVIADO ESPECIAL A SALVADOR

A presidente Dilma Rousseff e o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), cujo partido faz oposição ao governo federal, trocaram afagos e elogios em cerimônia de anúncio de investimentos na mobilidade urbana na capital baiana nesta terça-feira (15).

Dilma esteve em Salvador para autorizar a PPP (Parceria Público-Privada) da operação e expansão do metrô de Salvador e anunciar investimentos para a implantação de um sistema de BRT (ônibus rápido) pela prefeitura.

Neto, que se aproximou do governador da Bahia Jaques Wagner (PT) ao assumir a prefeitura, afirmou que Dilma “é uma pessoa de palavra”. “Estive com a presidenta antes de tomar posse, no período de transição, levado pelo governador Jaques Wagner, e ela me disse de maneira afetuosa: ‘prefeito, faça bons projetos, prepare boas ideias e traga para o governo [federal]'”, discursou ACM Neto.

O prefeito soteropolitano disse também que Dilma “faz história na primeira capital do Brasil” e que “hoje a primeira capital é mais feliz com a presença da senhora”. Elogiou a “decisão política” de Dilma ao ajudar na implantação do metrô.

Já Dilma cumprimentou ACM Neto como “um excepcional parceiro” e elogiou o “momento político” de parceria com governo do Estado e prefeitura. “A prefeitura, a partir deste ano, entra com as suas condições e com os seus projetos”. A presidente, porém, fez questão de priorizar o governador Jaques Wagner em seus afagos, a quem se referiu como “meu amigo”.

O secretário de Planejamento de Wagner, Sérgio Gabrielli (PT), ex-presidente da Petrobras, afirmou em entrevista após a cerimônia que “melhorou” a relação administrativa com a prefeitura, mas que ela não deve evoluir para uma aproximação partidária.

“Acredito que o prefeito ACM Neto está percebendo que a prefeitura, como representante dessa cidade, tem que tratar do interesse do cidadão, e não do interesse do grupo político que está no governo”.


Dilma em Salvador: afagos petistas para ACM Neto (DEM)

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DEU NO UOL/FOLHA

PATRÍCIA BRITTO
ENVIADA ESPECIAL A VITÓRIA DA CONQUISTA (BA)

A presidente Dilma Rousseff disse na manhã desta terça-feira (15), no interior da Bahia, que o governo estuda lançar uma nova etapa do programa de habitação popular Minha Casa, Minha Vida.

“Nós já estamos pensando em deixar pronta uma nova fase. Porque não basta fazer 2,75 milhões de casas no Brasil do programa Minha Casa, Minha Vida. Nós vamos ter de repetir a dose”, afirmou a presidente, durante cerimônia de entrega de 1.740 casas do Minha Casa, Minha Vida em Vitória da Conquista (BA).

Ela não detalhou, contudo, quantas novas residências serão construídas e quando será lançada a nova etapa do programa. “Nós vamos avaliar uma nova quantidade de habitações e vamos colocar a viabilidade dessas habitações bem clara”, disse.

Criado em 2009, no governo Lula, o programa de habitação popular do governo federal é destinado a famílias com renda familiar mensal de até R$ 1.600.

A presidente discursou no evento ao lado do governador da Bahia Jaques Wagner, do prefeito de Vitória da Conquista Guilherme Menezes, também petistas. Em seu discurso, Dilma também afirmou que é possível reduzir o deficit habitacional no país.

“Vocês tenham certeza, isso é minha responsabilidade como presidenta da República, dizer para todos vocês: não só é possível enfrentar esse deficit habitacional, como nós temos todas as condições para fazê-lo”, afirmou.

As unidades residenciais entregues nesta terça-feira tiveram investimento de R$ 96,6 milhões e vão beneficiar cerca de 7.000 pessoas, de acordo com o Ministério das Cidades.

Elas se somam às 5.322 residências já concluídas pelo programa em Vitória da Conquista –no total, 12.321 construções tiveram obras contratadas na cidade, ao custo de R$ 677 milhões.

Na Bahia, o programa contratou obras para 223.581 residências, das quais 81.595 unidades foram entregues. O investimento no Estado foi de R$ 11,6 bilhões.

Também participaram da cerimônia os ministros Aguinaldo Ribeiro (Cidades), César Borges (Transportes) e Helena Chagas (Comunicação Social) e o presidente da Caixa Econômica Federal, Jorge Hereda.

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BOA TARDE!!!


Lídice: “O PT está cobran coisas que não têm a oferecer”

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DEU EM A TARDE

Durante a inauguração do escritório de representação da Rede de Sustentabilidade em Salvador, nesta segunda-feira, 14, a senadora Lídice da Mata (PSB) voltou a rebater declarações de integrantes do PT DE que a estão empurrando para a oposição na Bahia, pela sua vinculação ao pré-candidato socialista à presidência da República, Eduardo Campos.

“Sou pré-candidata da base buscando o apoio do governador Jaques Wagner, que ainda não decidiu quem vai apoiar. O PT sequer tem candidato. O PT está cobrando coisas que não tem a oferecer à sociedade. Posso dizer igual a Marcelo Nilo (pré-candidato do PDT ao governo): quem tem quatro não tem nenhum”, declarou, numa alusão às dificuldades dos petistas em escolher um nome entre os secretários estaduais Rui Costa e José Sérgio Gabrielli, o senador Walter Pinheiro e o ex-prefeito de Camaçari Luiz Caetano.

“Politicagem”

Lídice reiterou que o socialista Domingos Leonelli não vai entregar o cargo de secretário de Turismo do estado e classificou eventuais pressões como “politicagem”. Disse que o PSB “não constrói sua relação política com base em cargos”, que seriam “ferramentas, contribuição político-ideológica da participação no governo”. “Na hora certa discutiremos tudo”, afirmou. Sobre o fato de o PT de Pernambuco ter deixado o governo de Campos, supostamente por orientação da direção nacional petista, Lídice disse não haver uma decisão dos socialistas sobre isso.

“O PSB, nacionalmente, decidiu entregar os cargos justamente para não sofrer esse tipo de patrulhamento, mas decidiu também manter as alianças nos estados até que as questões regionais possam ser debatidas e definidas”.

“Velho amigo”

Indagada se a aliança entre PSB e Rede teria abalado sua relação com Dilma Rousseff (PT) e Jaques Wagner (PT), a senadora diz que estará no evento marcado para esta terça-feira em Salvador, com a presença da presidente da República e do governador. “Sou senadora da Bahia. Não só sou convidada, como faço parte da comitiva”, afirmou.

Um repórter provocou: “E se Jonas Paulo estiver lá no palanque?”. Ela respondeu: “Não terá problema. Jonas é um velho amigo. Estou acostumada a dizer coisas diferentes dele há muitos anos. Aliás, se pensássemos igual estaríamos no mesmo partido”, disse, numa referência ao fato de o presidente do PT-BA ter declarado que quem não estiver no palanque de Dilma será considerado adversário.

“É uma visão que o PSB combate, que é dicotômica, que vê a sociedade apenas representada por governo e oposição”, argumentou.
Disse ter lutado “por muita democracia no Brasil para que isso não fosse verdade”.

“Temos eleições em dois turnos por isso, a Constituição reconhece o direito democrático de diversas forças apresentarem seu posicionamento para análise dos eleitores no primeiro turno e haver composição no segundo”, declarou, destacando o pensamento de Jonas como “quase inconstitucional”.

Na rápida solenidade de inauguração do escritório da Rede, Lídice foi tratada como “futura governadora”. O coordenador da agremiação no estado, Júlio Rocha, expressou sua alegria pelo fato de o PSB ter albergado a Rede e assinalou a afinidade e identificação com os socialistas. “Estamos lidando com companheiros que nós conhecemos há muito tempo”. Nessa associação não caberia nomes como o do deputado Ronaldo Caiado (DEM-GO), que resolveu retirar o apoio a Eduardo Campos após críticas que recebeu de Marina Silva. “Caiado já saiu, né?”, brincou Rocha, arrancando gargalhadas das cerca das 50 pessoas que se espremiam no escritório da Rede.

Coração aberto

Embora o democrata goiano tenha sido rejeitado pela coalizão Rede/PSB, ACM Neto (DEM) não teria as portas fechadas no caso de oferecer apoio a uma eventual candidatura de Lídice da Mata.

Questionada se reagiria como alguns setores do PT, segundo os quais apoio não se rejeita, nem mesmo o de ACM Neto, integrante de um grupo historicamente adversário dos chamados “partidos de esquerda”, Lídice ponderou que “apoio é uma coisa a ser discutida por quem apoia. Temos nossas opiniões, nossos posicionamentos, se alguém vem nos apoiar, essa pessoa é que tem que dar satisfação aos seus sobre o porquê de estar nos apoiando”, disse.

E reforçou não haver vetos preestabelecidos. “Estamos de coração aberto para receber apoio de todos os tipos. São muitas as formas de apoio que cada proposta ganha. Então, não dá para ter uma posição definitiva, não dá para vetar ninguém”, diz

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15
Posted on 15-10-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 15-10-2013


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Mario, hoje, na Tribuna de Minas (MG)


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Lídice(PSB) na inauguração da sede da Rde na Bahia

OPINIÃO POLÍTICA

Agitação governista

Ivan de Carvalho

A primeira quinzena de outubro deu um forte impulso na mobilização e nas articulações para definir o cenário da sucessão baiana. O primeiro fato foi o julgamento do Tribunal Superior Eleitoral que alijou oficialmente das eleições de 2014 a Rede Sustentabilidade, partido que Marina Silva – com seus 20 milhões de votos no primeiro turno das eleições presidenciais de 2010 – estava tentando por em condições de disputar o pleito presidencial do ano que vem.

A exclusão da Rede inviabilizou a candidatura de Marina por essa legenda e resultou, para surpresa geral e espanto do governo e do PT, que por isso não esperavam, no ingresso de Marina no PSB, com a intenção de apoiar, como candidata a vice – salvo eventual e improvável inversão da chapa –, a candidatura do presidente do PSB e governador de Pernambuco, Eduardo Campos, à sucessão de Dilma Rousseff.

Isso teve imediato e muito relevante reflexo no cenário sucessório da Bahia. Foi eliminada toda dúvida sobre candidatura própria do PSB a presidente da República. Ficou determinado que terá. E isso eliminou toda dúvida sobre a hipótese da senadora Lídice da Mata, presidente do PSB da Bahia, não ser candidata a governadora e manter o comando do PSB baiano em suas mãos.

Ela escolheu ser candidata e manter-se no comando do partido, apesar de sua gratidão ao governador Jaques Wagner pelo empenho que teve para sua eleição ao Senado (setores amplos do PT ou pelo menos de sua militância pretendiam abandoná-la na campanha para garantir a eleição do senador Walter Pinheiro, no caso, que parecia provável, do senador César Borges reeleger-se). Foi Wagner que pressionou os petistas temerosos a se mobiliarem para a eleição de Lídice também.

Bem, temos agora, portanto, encerrando a quinzena, a candidatura de Lídice fixada e a candidata socialista participando da inauguração da sede da Rede Sustentabilidade na Bahia e, naturalmente, articulando-se política e eleitoralmente com essa nova “vertente” do PSB.

Mais coisas. O presidente estadual do PP, deputado Mário Negromonte – pilotando o terceiro maior partido da base do governo baiano – escolhe-se publicamente como candidato a vice-governador na chapa encabeçada ainda não se sabe por quem. Ou por qual petista. E por pouco não define toda a chapa majoritária. Porque, baseado em que o governador Wagner lhe confirmou que o “espaço” de vice está reservado ao PP, tratou de destinar o espaço de senador ao atual vice-governador Otto Alencar, como coisa definitiva, para isso utilizando as afirmações de Alencar de que sua intenção é de candidatar-se ao Senado.

Para completar, Negromonte fixou que o candidato a governador, apesar do monte de nomes petistas existentes (são quatro, Rui Costa, José Sérgio Gabrielli, Walter Pinheiro e Luiz Caetano), um deles será seguramente candidato petista a governador. A não ser, ressalva, quando provocado, que se o candidato do PT “não decolar”, Wagner não vai querer perder e terá de arranjar um Plano B.

Com a afirmação de que o candidato a governador será do PT e a sua declaração de que Wagner lhe confirmou estar o lugar de candidato a vice reservado ao PP, Negromonte, como presidente estadual deste partido, não somente deu reconhecimento formal à óbvia exclusão da senadora Lídice como eventual candidata da base governista, com deu mais dois passos ousados: excluiu da chapa de candidatos às eleições majoritárias o presidente da Assembléia, deputado Marcelo Nilo, em intensa e prolongada mobilização para ser, segundo declara repetidamente, candidato a governador com o apoio de Wagner.

Esta qualidade de agregador das forças políticas governistas, aliás, é reivindicada também pelo presidente da Assembléia Legislativa, Marcelo Nilo. Que respondeu de bate-pronto às declarações do presidente do PP, Mário Negromonte. Nilo disse que, se confirmadas as informações de Negromonte de que a chapa majoritária já está “fechada”, o PDT, partido de Nilo, vai manter sua candidatura a governador. Até porque o PDT tem hoje um senador, João Durval, e se considera, não só por isto, mas também por isto, de tentar manter em 2014 um cargo de eleição majoritária.
Talvez as coisas acabem se acalmando no âmbito governista, mas, com já chapa fechada ou não, por enquanto o ambiente está agitado.

out
15
Posted on 15-10-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 15-10-2013

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Uma canção e uma cantora para sempre!

BOM DIA

(Vitor Hugo Soares)

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15


Marina subiu o tom em Recife
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DEU NO DIÁRIO DO NORDESTE

A presidente Dilma Rousseff e a ex-senadora Marina Silva subiram o tom da campanha nesta segunda (14) e trocaram farpas durante todo o dia. Marina rebateu a afirmação da presidente Dilma que, hoje, “aconselhou” seus eventuais adversários a “estudar muito”. “Ela deu um conselho de professora”, disse Marina em entrevista no Recife.

Mais cedo, em entrevista a rádios de Itajubá (MG), Dilma disse que “para as pessoas que querem concorrer ao cargo [Presidência da República], elas têm de se preparar, estudar muito, ver quais são os problemas do Brasil e apresentar propostas. Eu passo o dia inteiro fazendo o quê? Governando”. “Eu acho que ela dá um conselho muito bom porque aprender é sempre uma coisa muito boa. Difícil são aqueles que acham que já não têm mais o que aprender e só conseguem ensinar”, disse Marina.

Horas antes da declaração, Marina já havia criticado Dilma ao dizer que o “retrocesso” é a marca do governo da presidente. Ao defender uma aliança de cunho programático com Campos, Marina Silva afirmou ter dito ao governador de Pernambuco que é melhor “perder ganhando” do que “ganhar perdendo”.

“É preferível a gente perder ganhando do que ganhar perdendo. Porque quando a gente perde ganhando, a gente sai maior do que a gente entrou. Quando a gente ganha perdendo, você vai para o governo, mas não consegue fazer aquilo que gostaria de fazer porque é sequestrado por essa velha política”, disse no Recife.

“Sobre os ombros de Eduardo há uma responsabilidade muito grande”, afirmou a ex-senadora, insinuando que Campos deverá encabeçar a eventual candidatura presidencial do PSB. Durante a entrevista, Marina foi questionada diversas vezes sobre contradições entre o discurso de Eduardo Campos contra a “velha política” e práticas que contrariam essa filosofia.

Ela disse sentir em Campos a “disposição” para “ressignificar” as alianças do PSB. “Sinto que há uma disposição muito grande de Eduardo, sendo uma liderança jovem, de aproveitar essa oportunidade para um passo rumo a uma nova política e estou torcendo para que esse passo seja dado”, afirmou.

A ex-senadora disse que a candidatura de Campos, assim como as da presidente Dilma Rousseff e do senador Aécio Neves (PSDB), vinham sendo conduzidas pelo “velho diapasão”.

“Agora, diante desse fato novo [aliança com Marina], Eduardo se sente fortalecido para, numa outra circunstância, buscar um novo caminho, pelo menos uma nova maneira de caminhar”, disse.

Marina disse também ver em outros partidos reflexos da “nova política” que defende. Citou como exemplo informação veiculada nesta segunda-feira pelo jornal “Estado de S. Paulo” sobre possível intenção do PT de se afastar, no Maranhão, do grupo político da governadora Roseana Sarney (PMDB) e do senador José Sarney (PMDB-AP). “Mesmo a gente tendo começado há dez dias, isso já está frutificando um espírito de buscar a nova política”, afirmou.

Eike

Marina voltou a defender a manutenção dos pilares da atual política econômica, mas criticou o que chamou de “políticas dúbias” de bancos de fomento que beneficiam “meia dúzia” de empresários.

“A gente começou a ver o BNDES [Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social] sendo utilizado de forma inadequada para eleger alguns ungidos que recebem dinheiro do BNDES. Só o Eike Batista foram mais de R$ 9 bilhões, que foram praticamente jogados na lata do lixo.”

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