http://youtu.be/JoyIeFLY4no

===============================================

===================================


Hoje, 4 de outubro, é data do aniversário de Volney, amigo querido e fã especial e primeira hora do Bahia em Pauta e seu editor. Ele adora jazz e bolero, o que demonstra bom gosto duplamente. Vai aqui uma dupla e merecida homenagem musical.

Parabéns e votos de toda felicidade do mundo.

(Vitor Hugo e Olívia)

=====================================================

Da jornalista Rosane Santana na área de comentários do Bahia em Pauta:

“Vitor, veja que excelente texto do nosso amigo Chico Bruno
Direto da Varanda, por Chico Bruno “.

Vi, li e concordo plenamente. Tanto, que o texto sobe ao palco principal de noticiário e opinião deste site blog, para que os leitores e ouvintes do BP possam avaliar. Confiram.
(Vitor Hugo Soares, com agradecimentos a Rosane e Chico).

==========================================

Política sem fronteiras: muito marketing e o mais do mesmo

A cada dia que passa a política brasileira ultrapassa todos os limites do bom senso.

Hoje quem toca a política nacional não são os políticos, mas os marqueteiros de plantão nos governos e nos partidos.

As propagandas oficiais são de um descaramento tão grande, que muitas pessoas nas redes sociais escrevem que querem morar nas propagandas veiculadas pelos governos.

Quem assiste a propaganda do programa Mais Médicos veiculada nas TVs fica perplexo.

O governo federal afirma que estão em obras 818 hospitais e 601 UPAs, mas não diz onde.

Uma retórica demagógica destinada a favorecer as candidaturas do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, ao governo de São Paulo, e a reeleição da presidente Dilma Rousseff.

Na ânsia de tornar popular o ministro e reeleger Dilma, os marqueteiros do governo federal criaram nas coxas o programa Mais Médicos.

Se o governo quer solucionar o problema da saúde pública brasileira deveria começar pelo começo, com um plano nacional de saneamento básico, pois a saúde saudável de um povo começa por esse item.

Mas, como um programa desse porte não se torna realidade do dia para a noite, o governo decidiu incutir na cachola dos brasileiros que o problema da saúde é a falta de médicos.

Pelo raciocínio do governo Dilma os médicos são os salvadores da pátria.

Médico não faz milagre. Para que consigam remediar é preciso medicamentos, equipamentos e outros itens básicos.

Por exemplo, para onde os médicos contratados pelo programa vão enviar os casos mais graves que diagnosticarem, se os hospitais públicos estão superlotados e não dispõem de equipamentos para os exames necessários.

O programa pode até ajudar Padilha e Dilma em seus objetivos eleitorais, mas não convence, pois o diagnóstico da saúde pública no Brasil deixa muito a desejar, para dizer o mínimo.

Resumo da ópera.

Vivemos uma política sem limites, movida, antes de tudo, pelo interesse eleitoral.

Trocamos o planejamento pelo marketing.

Infelizmente é assim.

out
04
Posted on 04-10-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 04-10-2013


===============================================
Regi, hoje, no Correio Amazonense (AM)

===================================================

OPINIÃO POLÍTICA

Oposições se movem

Ivan de Carvalho

Terminando o prazo para filiações partidárias de candidatos às eleições gerais do ano que vem, o Democratas da Bahia promoveu ontem uma festa política no auditório do Edifício Senador Jutahy Magalhães – um dos prédios anexos da Assembleia Legislativa – para filiar três deputados ao partido e dar uma demonstração de presença ativa na política estadual.

Os deputados que assinaram a ficha de filiação já faziam oposição ao governo do Estado, mas estavam em outras legendas. Dois no PR, presidido pelo ex-senador e ex-governador César Borges, legenda que há alguns meses resolveu ingressar na base partidária do governo Jaques Wagner, ante a nomeação de Borges para a Diretoria de Governo do Banco do Brasil. Em âmbito nacional, o PR já apoia os governos petistas há vários anos. O outro deputado deixou o PSC, também por discordar da adesão da legenda à aliança governista na Bahia.

Deixaram o PR para ingressar no DEM o líder da oposição na Assembléia Legislativa, Elmar Nascimento e o deputado Sandro Régis, muito ligado ao ex-governador Paulo Souto. Do PSC passou ao DEM Targino Machado, que também faz oposição severa ao governo petista. As três filiações de parlamentares ao Democratas não acresceram as oposições como um todo, mas é evidente que fortalecem o DEM, que nas eleições municipais passadas saiu-se bem ao conquistas as prefeituras dos dois municípios que representam os dois maiores colégios eleitorais do estado – Salvador e Feira de Santana.

Dando amplitude política ao evento das filiações, estiveram presentes o presidente nacional do DEM, senador José Agripino Maia, o prefeito de Salvador, ACM Neto, o ex-senador e ex-governador Paulo Souto, o ex-ministro e atual vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa Econômica Federal, Geddel Vieira Lima e seu irmão e presidente estadual do PMDB, deputado Lúcio Vieira Lima, o deputado João Carlos Bacelar, que comanda a seção estadual do PTN, políticos do PSDB, além de um auditório lotado.

Hoje de manhã, às 9:30 horas, é o PMDB que, em sua sede, recebe adesões. Neste caso, haverá algum reforço para o conjunto das oposições. Além do deputado Bruno Reis, que já estava há muito integrado às oposições e que apenas está saindo do PRP para entrar no PMDB, ingressa nesta legenda a deputada estadual Graça Pimenta, que era do PR e tem sua base eleitoral principal em Feira de Santana, onde o marido, ex-deputado Tarcísio Pimenta, foi prefeito até o fim do ano passado. O PMDB, que já tem em Feira uma base expressiva liderada pelo deputado federal Colbert Martins, agora a amplia com a entrada de Graça Pimenta, o que naturalmente acontece com o endosso do marido Tarcísio Pimenta.

O PSDB não fez filiação de deputados, mas ingressou no partido, em solenidade que reuniu a executiva e autoridades do Judiciário, a ex-desembargadora Luislinda Valois, que deverá ser candidata a deputada federal. “Sou preta, pobre, periférica, ousada e magistrada”, comentou, firmando, certamente, a linha do que será seu marketing eleitoral. O presidente nacional da legenda, senador Aécio Neves, aspirante à presidência da República, além de tucanos baianos prestigiaram a filiação partidária dela.

GOLPE DISSIMULADO – Há várias maneiras de se dar um golpe político. Pode-se por as tropas e os tanques nas ruas como também pode-se agir sorrateira e dissimuladamente.
Não estou falando do Tribunal Superior Eleitoral, que já tinha maioria de votos (quatro, em um tribunal de sete) contra a criação da Rede Sustentabilidade, partido pelo qual Marina Silva pretendia candidatar-se a presidente da República em oposição ao governo petista de Dilma Rousseff. Não, não foi o TSE, embora este devesse perceber e abortar o golpe.
Eram necessárias 492 assinaturas para criar o partido. Faltaram, segundo as contas do TSE, 50 mil. Mas um lote de mais de 90 mil foi rejeitado por cartórios sem justificativa, sem fundamentação alguma. Mas havia que justificar. Quem garante que essas rejeições inexplicadas estariam corretas? A Rede Sustentabilidade pediu que fossem computadas, ainda que considerando o benefício da dúvida, mas o TSE foi implacável. E talvez nem haja notado, tão concentrado no formalismo, que enquanto a média geral de não validação de assinaturas pelos cartórios pouco passava de 20 por cento, na região do ABC paulista ultrapassou os 70 por cento. É coincidência demais. Rato escondido com rabo de fora.

==================================

BOM DIA, APESAR DE TUDO!

  • Arquivos