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DEU NO PORTAL EUROPEU TSF

A Portugal Telecom(PT) garante que a fusão com a Oi não vai implicar despedimentos e pode mesmo levar à criação de postos de trabalho em Portugal. A garantia foi dada, esta tarde, pela administração da empresa.

Em teleconferência de imprensa Zeinal Bava e Henrique Granadeiro asseguraram que a fusão não vai colocar em causa os investimento da empresa em território nacional, não implica o pagamento de menos impostos e não vai levar a mais saídas de pessoal da companhia, como resume o jornalista Hugo Neutel

Zeinal Bava, que vai ficar com a presidência executiva da nova gigante das telecomunicações, garante que esta fusão não implica demissões, antes pelo contrário.

Zeinal Bava acrescenta nesta conversa à distância com jornalistas portugueses aqui na sede da PT em Lisboa, que os investimentos da empresa em território nacional, especialmente as fases seguintes do data center da Covilhã, não ficam em causa com esta fusão, mas sublinha que com a operação ou sem ela, estes locais já estavam condicionados à procura.

Já Henrique Granadeiro, futuro chairman da nova empresa, que tem o nome provisório CorpCo, assegura que a PT vai continuar a pagar impostos em Portugal.

Granadeiro admite que a nova empresa não vai ser uma companhia portuguesa, mas sublinha que nenhuma multinacional o é.

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Dica de espetáculo da jornalista Maria Olivia Soares para leitores e ouvintes do BP

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A cantora portuguesa Teresa Salgueiro chega a Salvador para se apresentar na Série Concertos do Teatro Castro Alves, próxima sexta, dia 04 de outubro, às 21h. O show lança o seu primeiro álbum autoral chamado ‘O Mistério’, os ingressos estão à venda e custam entre R$ 100 e R$ 60.
Teresa ficou internacionalmente conhecida pelo grupo musical português ‘Madredeus’. Além do show no TCA, Teresa fará uma pequena apresentação no Hotel Pestana Convento do Carmo, na segunda, dia 07, às 22h. Os ingressos podem ser adquiridos no hotel.
O show do Convento do Carmo faz parte da segunda edição da Semana Cultural de Portugal em Salvador, com diversos eventos realizados na cidade para divulgar a cultura portuguesa.


Feira de Frankfurt:Pelé segura um livro no cartaz

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DEU NA FOLHA

DIANA BRITO
DO RIO

A ministra da Cultura, Marta Suplicy, afirmou na manhã desta quarta-feira (2/10), em entrevista na Biblioteca Nacional, no Rio, que não foi usado nenhum parâmetro étnico na escolha da delegação de escritores brasileiros para a Feira do Livro de Frankfurt.

Marta comentou a polêmica, levantada na imprensa alemã, de que teria havido racismo na seleção dos integrantes da comitiva oficial brasileira para o evento, que neste ano tem o Brasil como país convidado. Na delegação brasileira há 70 autores e somente um negro, Paulo Lins.

“O critério não foi étnico, o critério foi outro e eu achei correto. O primeiro era a qualidade estética, depois autores que tivessem livros traduzidos para o alemão e língua estrangeira. A Feira de Frankfurt é uma feira comercial e nós temos que dar prioridade a quem já está lá e vai poder se colocar também pela diversidade”, disse Marta Suplicy.

A ministra afirmou ainda que o país vive um momento de transformação, o que vai permitir que, nas próximas gerações, haja um número maior de negros em eventos como esses. “Hoje infelizmente não temos. Devemos entender que toda lista tem sempre um recorte que provoca discussão”, afirmou.

De acordo com a coordenadora do Centro Internacional do Livro da Biblioteca Nacional, Moema Salgado, o critério de traduzir os livros surgiu em acordo com a organização da feira. “Achei até estranho os próprios alemães levantarem essa questão. É uma demanda da feira internacional. Quem vê um debate, quer ter um livro traduzido para comprar”, disse.

Sobre o Brasil ter decidido a delegação brasileira em março, quando foram anunciados os 70 nomes de escritores que viajariam pelo Ministério da Cultura, e deixado para fazer a licitação do hotel apenas às vésperas do evento, a ministra disse que o processo foi retardado por mudanças administrativas na pasta, na Biblioteca Nacional e no Itamarati.

“Foram três mudanças ao mesmo tempo: no ministério, na Biblioteca Nacional e do embaixador [na verdade o cônsul brasileiro em Frankfurt]. Essas mudanças todas acarretaram várias confusões, mas viramos a página e fomos em frente. Quando se dizia que a licitação ia ficar no vazio, que os autores iam ficar sem hospedagem, não aconteceu nada disso, nós temos tudo resolvido e da melhor maneira possível, com um hotel quatro estrelas dentro do nosso orçamento. Estamos satisfeitos”, afirmou Marta.

Em tom irônico, a ministra disse que sobraram vagas de hospedagem. “Quem quiser ir, ainda tem lugar.”

O Ministério da Cultura divulgou que um hotel da rede Holiday Inn ofereceu 656 diárias a R$ 315 mil, além de translado ao evento –no resultado da licitação de hospedagem da delegação brasileira. A ministra disse que o orçamento final ficou dentro dos R$ 18,9 milhões anunciados há meses.

O presidente da Biblioteca Nacional, Renato Lessa, que também participou da entrevista, destacou que, apesar de as licitações terem sido feitas só agora, às vésperas do evento, “seu processo já vem desde abril”. Ele disse que representantes do ministério viajaram nesse período à Alemanha para tratar exclusivamente do assunto.

out
02

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A arte incrível de compor, tocar e cantar de Pepeu Gomes!!!.

BOA TARDE!!!

(Vitor Hugo Soares)


Eliana Calmon: convite de cinco partidos

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DEU NA TRIBUNA DA BAHIA, EDIÇÃO IMPRESSA QUE ESTÁ NAS BANCAS

LILIAN MACHADO

Envolvida em decisões judiciais, sustentadas na Constituição Federal, a ministra do Superior Tribunal da Justiça (STJ), Eliana Calmon, pode estar envolvida em novas atividades no próximo ano ao ingressar no cenário político, fincada em suas raízes baianas.

Em conversa exclusiva com a reportagem da Tribuna ontem (1/10), a magistrada afirmou que, apesar de estar sendo convidada a trocar o domicílio eleitoral para Brasília, caso entre na disputa de 2014 se candidatará pela Bahia.

Eliana Calmon informou que foi convidada oficialmente por cinco partidos (PPS, PDT, PSB, PSDB e DEM) e pela ex-senadora Marina Silva, que tenta obter na Justiça a criação do partido Rede Sustentabilidade.

A ministra ainda não decidiu em qual ninho partidário deve se abrigar, mas, por ser magistrada, seu prazo de definição será até abril do ano que vem. Mais pressa há, porém, na determinação do domicílio em que poderá postular algum cargo político. “Todos acham que seria muito mais fácil sair pelo Distrito Federal, mas eu não tenho identidade com o Distrito Federal. Sou baiana. Se saísse por aqui (Brasília) iria ficar parecendo oportunismo. Mais difícil ou menos eu me candidataria pela Bahia. Sou baiana e não vou fazer essa bobagem (de ser postulante pela capital federal)”, enfatizou.

Embora demonstre simpatia com a possibilidade de se lançar numa chapa majoritária, ela lembrou que ainda não se decidiu se vai entrar na corrida. “Continuo sendo namorada por todos, mas ainda não me decidi”, frisou.

Questionada sobre os possíveis destinos partidários, a ministra destacou: “O PT nunca me convidou, nem o PMDB. Apenas o presidente Waldir Raupp (PMDB) esteve comigo duas vezes e citou, mas não foi feito nenhum convite formal. O PPS, PDT, PSB, PSDB e DEM que apresentaram convite”.

DEM e o PSDB querem nomes de peso

De olho na retomada do poder Executivo baiano e no raio de bancadas mais fortes em 2014, o DEM e o PSDB avançam na perspectiva de filiações de peso, entre elas, a da ministra Eliana Calmon. nessa terça-feira (1/10), o presidente estadual do DEM, deputado Paulo Azi, confirmou que o dirigente nacional da sigla, senador Agripino Maia, tem conversado com a ministra. “Eu gostaria que ela viesse para o partido. Seria uma honra”, disse o líder democrata.

Sobre a chance de espaço na chapa majoritária oposicionista, Azi disse que não há conversas, porém, “logicamente, se ela entrar, seu nome será considerado nessas articulações”.

O deputado federal Antonio Imbassahy (PSDB) também revelou que lideranças já dialogaram com a magistrada, mas frisou que ela ainda tem prazo para escolher. “É um quadro da vida pública de excepcional qualidade e que qualquer agremiação partidária se sentiria honrada em poder contar com sua presença”, exaltou o tucano.


Marcelo, do GGB, e deputado Isidorio: guerra
interna no PSB baiano
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DEU NO JORNAL A TARDE , EDIÇÃO IMPRESSA QUE ESTÁ NAS BANCAS

BIAGGIO TALENTO

Ele chegou a ser ameaçado de expulsão do PSB por declarações consideradas homofóbicas e defender o deputado Pastor Marcos Feliciano, o polêmico presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados. Agora, o deputado Pastor Isidório de Santana fez as pazes com o direção dos socialistas e vai permanecer no partido, mesmo com a filiação do presidente do Grupo Gay da Bahia (GGB), Marcelo Cerqueira.

Resolveu “combater” o antagonista na própria legenda e anunciou ontem a criação da “tendência” Núcleo de Héteros (NH) do PSB.

“Eles (os homossexuais) já estão em todos os cantos: é político bicha, jornalista bicha, juiz bicha, delegado bicha, médico bicha. O que vou fazer? Temos que respeitar os direitos e conviver com eles”, disse, alegando que poderia encontrá-los em outras legendas.

“Agora, eu também tenho o direito de criar um grupo de heterossexuais para preservar a espécie. Não tem projeto de preservar bicho, de preservar baleia? Quero preservar o homem”, ironizou o socialista.

“Pessoa correta”

O deputado explicou que resolveu ficar no PSB porque a presidente da legenda na Bahia, a senadora Lídice da Mata, “tem sido uma pessoa muito correta, não posso dizer que ela me maltratou”, declarou, explicando que, por ser evangélico, se preocupa apenas em defender seus valores morais, que são baseados na Bíblia. “Acabei com esse assunto (brigar com os gays). Vou criar o NHPSB, depois dessa fase de troca-troca de partidos, para defender os heterossexuais”, disse, imaginando que, em pouco tempo, devido ao avanço dos gays, vai ser necessário organizar “paradas héteros”.

Bujão nas costas

Isidório não cogita subir no mesmo palanque que candidatos homossexuais, alegando que não faz campanha assim. “Não sou homem de palanque, não sujo parede, não distribuo santinho, diabinho, minha campanha é toda diferente: eu boto bujão nas costas e canto meu slogan ‘quarenta, três, três, três, o sargento Isidório orando por vocês’. Não vou negociar minha fé por causa de deputado ou de partido político”, disse.

Sem o radicalismo de passado recente, Isidório acha até que na eleição ele poderá ajudar e ser ajudado pelos candidatos homossexuais.

“Para se eleger deputado estadual na Bahia, são precisos 100 mil votos para alcançar o coeficiente eleitoral. Mesmo que eu tenha 50 mil votos, preciso que outros candidatos juntem mais 50 mil, 60 mil votos. Eu vou me eleger e não tenho que ficar batendo, esculhambando porque, de qualquer forma, tenho que ter gratidão. Agora, só não posso ser o que eles querem que eu seja. Eles vão continuar convidando todo mundo para ser gay e eu vou convidar a todos para ser heterossexual”, declarou o deputado Isidório, prometendo que, a partir de agora vai “tentar” ficar “light”.

“Grande marqueteiro”

Militante histórico do movimento homossexual, Marcelo Cerqueira entende que o pastor Isidório é “um grande marqueteiro”. Ele não seria “nada daquilo que fala, e aproveita esse antagonismo (em relação aos gays) para surfar e se popularizar entre os evangélicos”. Por essa razão, disse que não vai dar palanque para ele.

Contou que não pretende se candidatar a deputado nas eleições do próximo ano. “Meu projeto político é ser vereador em Salvador. Resolvi me filiar ao PSB por gostar do partido desde a época de universitário”, disse. Ele destacou que a senadora Lídice da Mata foi a primeira prefeita do País a receber uma comissão de homossexuais e sempre defender políticas afirmativas para o gênero.

Pau de sebo

Também elogiou o governo de Jaques Wagner. Ponderou que ele vem implantando políticas de inclusão social, importantes para as populações mais vulneráveis. Contudo disse que, em nível nacional, não tem por que apoiar a candidata do mesmo partido do governador, a presidente Dilma Rousseff, que teria atuado, segundo sua avaliação, contra bandeiras dos homossexuais.

No ano passado, o GGB chegou a incluir a Dilma no “Troféu Pau de Sebo”, destinado aos inimigos dos homossexuais. O motivo foi o grupo considerar nocivo à política de combate ao preconceito o veto ao chamado kit anti-homofobia, produzido pelo Ministério da Educação.

out
02
Posted on 02-10-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 02-10-2013


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Aroeira, hoje, no jornal O Dia (RJ)


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OPINIÃO POLÍTICA
Boas e más notícias
Ivan de Carvalho

As oposições no plano federal colheram, ontem, boas e más notícias. A boa foi a decisão do ex-governador paulista e ex-candidato a presidente da República por duas vezes, José Serra, de permanecer no PSDB, descartando oficialmente a hipótese de migrar para um outro partido pelo qual poderia tentar, pela terceira vez, chegar ao Palácio do Planalto.
A decisão de Serra, anunciada por intermédio de uma postagem dele no Facebook e formalmente confirmado pelo partido, por nota emitida pelo presidente nacional da legenda, senador Aécio Neves, fortalece as oposições ao governo federal de um modo geral. Um fracionamento muito grande das principais forças de oposição serviria apenas para enfraquecer todas elas, levando cada uma a fazer campanhas eleitorais sem o empuxo suficiente para empolgar o eleitorado.

Mas a decisão de José Serra, especialmente com a justificativa pública que deu para permanecer no PSDB, fortalece este partido, no qual evita uma crise de viabilidade eleitoral que a saída dele quase certamente provocaria e fortalece a candidatura de Aécio Neves a presidente da República, já consolidada em seu partido. Serra não vai disputar dentro da legenda com Aécio a condição de ser candidato a presidente. Somente na muito improvável hipótese de que a candidatura do ex-governador de Minas Gerais não decole e o próprio Aécio deixe de ter interesse em concorrer à sucessão de Dilma Rousseff no ano que vem, Serra teria o caminho aberto para se aventurar mais uma vez, querendo.

Serra, na postagem que fez no Facebook, apresenta sua decisão de permanecer no PSDB por estar convencido que seu partido é a “trincheira adequada” para cumprir o objetivo que considera sua prioridade, de “derrotar o PT, cuja prática e projeto já comprometem o presente e ameaçam o futuro do Brasil”. Este discurso ou esta visão de Serra certamente fortalecem as oposições como um todo e a candidatura de Aécio Neves, em particular. Pois o que as oposições vão tentar, assim como pretende fazer Aécio Neves, é exatamente derrotar o PT e seu projeto de poder.

Assim como praticamente se retira (sem explicitar) da disputa presidencial, Serra não vai também disputar o governo paulista, pois o governador Geraldo Alckmin é candidato à reeleição e deverá enfrentar o desafiante Alexandre Padilha, atual ministro da Saúde e cuja grande obra a ser apresentada ao eleitorado de São Paulo é o programa “Mais Médicos”.

Uma candidatura admirável essa do PT ao governo paulista, visto que, excluída a propaganda que se faz em torno do controverso programa Mais Médicos e de mais algumas coisas ainda no plano da imaginação, o sistema público de saúde no país, que sempre deixou muito mais a desejar do que ofereceu, foi transformado em uma sucata, uma vergonha para quem tenha responsabilidade nessa transformação e um insulto à população, com ênfase na população pobre.

Serra, pelo menos, quando ministro da Saúde, destacou-se por duas iniciativas relevantes, o quase completo impedimento da propaganda de cigarros e outros derivados do fumo e a política dos medicamentos genéricos. Mas Serra deverá ser, salvo surpresas, candidato a deputado federal (terá, se for, uma grande votação, ajudando a legenda a fortalecer sua bancada paulista na Câmara dos Deputados) ou correrá o risco de disputar uma cadeira no Senado, o que talvez não faça muito sentido político, pelo menos para ele.

Quanto às más notícias que referimos nas primeiras linhas, envolvem a criação da Rede Sustentabilidade, partido pelo qual Marina Silva pretende lançar-se candidata a presidente da República. O Tribunal Superior Eleitoral decidirá se concede o registro da legenda a tempo dela participar das eleições do ano que vem. O Ministério Público Eleitoral deu, ontem, parecer contrário, por não haver sido atingido o número exigido por lei (há muitas leis inacreditáveis na área partidária e eleitoral no Brasil). Marina e seu advogado sustentam que 95 mil assinaturas foram rejeitadas sem apresentação de qualquer justificativa pelos cartórios eleitorais. E, contando com elas, o número exigido seria alcançado com folga. Se não há justificativa, “nos autos”, para a rejeição das assinaturas, elas devem ser válidas, sustentam Marina, a Rede e seu advogado.
Parece lógico. Mas há uma pressão enorme para que o TSE rejeite o registro da Rede, que recorrerá ao STF, caso perca no TSE.

out
02

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Beleza e harmonia extraordinárias em perfeita combinação. Confira.

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)


Azevedo e Silva:um general no comando da Olimpíada no Rio

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DEU NO DIÁRIO DE NOTÍCIAS, DE PORTUGAL

A Presidente do Brasil, Dilma Rousseff, designou nesta terça-feira, 01/10, o general Fernando Azevedo e Silva para presidente à Autoridade Pública Olímpica (APO), a empresa pública que terá a coordenação da organização dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro em 2016.

A nomeação de Azevedo e Silva foi publicada esta terça-feira no Diário Oficial da União (DOU) e o nome do general deverá ser ratificado no plenário do Senado.

Fernando Azevedo e Silva substitui no cargo o ex-ministro das Cidades, Márcio Fortes, e esteve à frente da comissão responsável da realização em 2011 da quinta edição dos Jogos Mundiais Militares, coordenando a participação de 51 desportistas das Forças Armadas presentes nos Jogos Olímpicos de Londres em 2012.

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