http://youtu.be/Ne0Nz6tenIk

=====================================================

DEU NO PORTAL EUROPEU TSF

Jornalista Rui Tukayana ligou para Nova Iorque e percebeu que a estátua da liberdade está fechada

Em causa está a queda-de-braço entre a Casa Branca e o Congresso, que é de maioria republicana, e que diz que só aprova o Orçamento para o próximo ano se houver cortes no plano de Obama para a saúde.

Sem acordo, o governo central cortou o financiamento de alguns organismos públicos e o resultado é que há muitos serviços fechados.

Muitas atrações turísticas estão fechadas. John Warren trabalha num dos ícones de Nova Iorque, a Estátua da Liberdade, e diz que não vale a pena pensar em ir lá.

Fecham museus, jardins zoológicos e outros serviços públicos. Em Washington não há coleta de lixo. Desconhece-se até quando esta situação vai durar.

==================================================

Dica de cinema da jornalista Maria Olívia Soares, para os leitores e ouvintes do Bahia em Pauta:
Cuíca de Santo Amaro tem sua última apresentação amanhã, 2 de outubro, em Salvador, às 20h25min no Cinema do Museu, Corredor da Vitória. Imperdível. Segue abaixo texto de André Setaro.
:
(Maria Olivia Soares )

=========================================================

Cuíca de Santo Amaro, o filmr

Por André Setaro

Cuíca de Santo Amaro, documentário dos baianos Joel de Almeida e Josias Pires, antes de ser um filme sobre a personagem lendária que dá título, é um extraordinária passeio pelas imagens da Bahia antiga e, também, a revelação para uma nova geração de como os soteropolitanos puderam viver num celeiro de artes e criatividade na Bahia dos efervescentes anos 50 e 60.

Os realizadores, Almeida e Pires, estabelecem a estrutura audiovisual do filme apoiada em arquivos de imagens, fotos de jornais e dos livros de cordéis, e em depoimentos de personalidades da terra. O resultado é gratificante para o espectador. O verdadeiro Cuíca somente aparece em imagens captadas de A grande feira (1961), de Roberto Pires. Mas como fio condutor da narrativa há uma voz bem parecida com a de Cuíca, que passa, verossímil, a impressão de que é o próprio quem fala as suas diatribes peculiares. Poderiam os cineastas responsáveis ter procurado um ator que o representasse, mas a solução da voz creio mais engenhosa e eficaz.

Apesar de parecer mais velho, Cuíca morreu com 57 anos de idade, pois nasceu em 1907, vindo a falecer em 1964. Figura, além de lendária, folclórica, com seus escritos em cordel. Homem de inspiração, era um crítico social, ainda que, no seu último decênio, deu-se a fazer propaganda para políticos interesseiros, tal o alcance de sua literatura peculiar.

Cuíca de Santo Amaro tem a sua última apresentação em Salvador amanhã, dia 2 de outubro, às 20 horas e 25 minutos, no Cinema do Museu (Corredor da Vitória).

(Texto publicado originalmente no Setaro`s Blog)

out
01
Posted on 01-10-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 01-10-2013


================================================
Sponholz, hoje, no Jornal da Manhã(PR)

=============================================================

OPINIÃO POLÍTICA

Eleições e oposições

Ivan de Carvalho

O presidente estadual do Democratas, deputado Paulo Azi, numa conversa rápida e absolutamente informal com o repórter na Assembléia Legislativa, manifestou a convicção de que as oposições atuais têm, nas eleições do próximo ano, chances muito maiores do que as que tiveram antes de reconquistar o poder estadual na Bahia.

Convicção é uma expressão do repórter, pois, para o presidente do DEM, afirmar a grande chance das oposições vencerem é apenas uma constatação, fundamentada no cenário político e administrat¬¬¬ivo baiano, sem deixar de levar em consideração o cenário político-eleitoral do país.

Mas o dirigente democrata ressalva, sem mesmo que uma pergunta direta lhe haja sido feita sobre esse aspecto (a conversa foi realmente breve, em um elevador, não deve ter ultrapassado os 30 segundos), que antes de conquistar o poder estadual as oposições “têm que arrumar a casa”, o que vale dizer, unir-se verdadeiramente de um modo que as torne capazes de obter a maioria dos votos

Claro que se poderia dizer que essa condição é óbvia, mas também é claro que vale ser assinalada, pois essa “arrumação da casa”, que envolve, naturalmente, a formação de uma chapa adequada ao momento e que tenha como candidato a governador o nome capaz de atrair a maioria dos votos, não parece coisa fácil. Exige, além da escolha da chapa mais eficaz, a criação de um ambiente de aliança em que todos os componentes estejam empenhados a fundo na vitória. Isso é sempre uma coisa delicada, mas precisa ser conseguida para que aquela chance que “nunca foi tão grande” – o que imagino significar que em 2010 foi menor do que pode ser em 2014 – persista tão forte até o fim.

Parece importar bastante na avaliação do presidente do DEM a certeza de que o PT e o governador Jaques Wagner estão em marcha batida para consumar a escolha de um determinado nome (Azi evitou citá-lo) que os democratas consideram de eleição difícil. Foi aí que a porta do elevador se abriu e a conversa precisou acabar, o que não impede uma retomada a qualquer momento.

Colhendo depois informações junto a outros políticos oposicionistas, deu para acrescentar novos elementos ao cenário. Um deles é de que os oposicionistas parecem convencidos de que o PT e o governo só temeriam um nome das oposições para a sucessão de Jaques Wagner, o prefeito ACM Neto.

Se Neto fosse candidato, o governo pensaria dez vezes antes de definir qual o nome a ser selecionado para enfrentá-lo. Mas como ACM Neto tem se colocado de maneira que elimina dúvidas fora da disputa eleitoral do ano que vem, o governador e o PT estariam se sentindo à vontade para lançar o nome que quiserem, pois acreditam que podem vencer com qualquer nome.

Aí voltamos àquele ponto em que o presidente do DEM, Paulo Azi, se mostra convencido de que o candidato governista já está escolhido. E que não se trata de um político fácil de carregar na campanha eleitoral e de eleger. Este seria um dos componentes – e não o menos importante – da análise oposicionista de que há uma grande chance de vencer no ano que vem.

Com o governo e o PT andando assim de saltos altos, as oposições acreditam que, se fizerem tudo certo, têm uma chance muito grande de eleger o sucessor do governador Jaques Wagner, apesar de não ignorarem, as oposições, que enfrentam uma aliança muito ampla e que dispõe de uma máquina poderosa, formada pelas administrações federal, estadual e muitas administrações municipais, além de entidades que não se esgotam na CUT, MST, muitos sindicatos e congêneres, mas envolvem ainda uma miríade de ONGs.

Vale assinalar que a política é mutante. E que a grande aliança que o governador Jaques Wagner conseguiu formar na Bahia, neste seu segundo mandato, está, neste momento, à beira de uma primeira ruptura: com a candidatura do presidente nacional do PSB, Eduardo Campos, a presidente, a senadora Lídice da Mata, presume-se, deixará a aliança e será candidata a governadora pelo partido que preside na Bahia.

http://youtu.be/j5Lrp7m6yP8

======================================

Fuimos
Homero Manzi

Fui como una lluvia de cenizas y fatigas
en las horas resignadas de tu vida…
Gota de vinagre derramada,
fatalmente derramada, sobre todas tus heridas.
Fuiste por mi culpa golondrina entre la nieve
rosa marchitada por la nube que no llueve.
Fuimos la esperanza que no llega, que no alcanza
que no puede vislumbrar su tarde mansa.
Fuimos el viajero que no implora, que no reza,
que no llora, que se echó a morir.

¡Vete…!
¿No comprendes que te estás matando?
¿No comprendes que te estoy llamando?
¡Vete…!
No me beses que te estoy llorando
¡Y quisiera no llorarte más!
¿No ves?,
es mejor que mi dolor
quede tirado con tu amor
librado de mi amor final
¡Vete!,
¿No comprendes que te estoy salvando?
¿No comprendes que te estoy amando?
¡No me sigas, ni me llames, ni me beses
ni me llores, ni me quieras más!

Fuimos abrazados a la angustia de un presagio
por la noche de un camino sin salidas,
pálidos despojos de un naufragio
sacudidos por las olas del amor y de la vida.
Fuimos empujados en un viento desolado…
sombras de una sombra que tornaba del pasado.
Fuimos la esperanza que no llega, que no alcanza,
que no puede vislumbrar su tarde mansa.
Fuimos el viajero que no implora, que no reza,
que no llora, que se echó a morir.

=================================================

Um tango magnífico!
Todos os matizes e silêncios de uma intérprete extraordinária!

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

  • Arquivos