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Sobre o vídeo, no YOUTUBE:

“Só Primavera” é a belíssma 3ª faixa do álbum “Amor de Índio” gravado em 1978 e um dos maiores clássicos do cantor, multi-instrumentista e compositor mineiro.
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“E, no entanto, é preciso cantar.Mais que nunca é preciso cantar”

SOM NA CAIXA, MAESTRO!

(Vitor Hugo Soares)

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DEU NA COLUNA DO JORNALISTA LAURO JARDIM/VEJA ONLINE

Marina Silva acabou de se encontrar com a ministra do TSE Laurita Vaz. Ainda sem perspectiva de ver o tribunal validar as assinaturas necessárias para oficializar a Rede, Marina agora vai partir para o corpo a corpo. Permanecerá em Brasília esta semana, tentando audiências com outros ministros da corte eleitoral.
Por Lauro Jardim

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Posted on 25-09-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 25-09-2013


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Clayton, hoje, no jornal O POVO (CE)


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OPINIÃO POLÍTICA
Paulada no Império

Ivan de Carvalho

Se os Estados Unidos são “o Império”, como tantos gostam de dizer e talvez ainda seja mesmo verdade por um pouco de tempo (os movimentos geopolíticos de repercussão global estão ocorrendo atualmente em alta velocidade), a presidente Dilma Rousseff deu ontem, abrindo com seu discurso a Assembléia Geral da ONU, uma magnífica paulada no Império.
Isso estará fazendo vibrar todas as patrulhas petralhas das redes sociais, mas também, muito provavelmente, enchendo de orgulho (um sentimento que não costuma ser bom) brasileiros corações.
O nacionalismo, com o discurso de ontem em Nova York, estará emocionando milhões de brasileiros, embevecidos pelo que não faltará quem qualifique de “coragem” presidencial, embora a emoção, com certeza, esteja apenas na plateia.
E há combustível farto para essa emoção. Leio que o bravo discurso da nossa brava presidente entrou ao vivo no alto da “home” do site do The New York Times e também recebeu cobertura ao vivo de outros sites, incluindo da Fox News e da CNN. Os canais CNN Internacional e BBC World transmitiram parte expressiva do pronunciamento da chefe de Estado brasileira. Também foi manchete no Guardian, o jornal britânico que lidera as denúncias de espionagem eletrônica americana baseadas na documentação obtida por Edward Snowden, corajoso com certeza.
Também houve as qualificações que ornamentaram o discurso. Traduzido, o Guardian, como conta Nelson de Sá no blog Toda Mídia da Folha.com, o chamou de “contundente”, tuite de âncora da BBC o batizou de “virulento”, o correspondente do The New York Times no Brasil disse que a presidente usou “palavras fortes” e o correspondente da CNN as qualificou de “ásperas”. O que mais poderia querer a grande plateia de 200 milhões de brasileiros?
No picadeiro, ou, para que não se diga que estou abusando das palavras, na arena cujo centro é o Palácio do Planalto, tudo é cálculo e projeto. O governo faz emergir do episódio o nacionalismo e isso vem dando uma contribuição especial ao esforço de recuperação da popularidade da presidente e da aprovação do governo, depois do grande tombo consumado no final de junho.
Mas não é só desse cálculo e desse projeto que vivem o governo e seu partido, o PT. Dilma anunciou ontem à Assembléia Geral da ONU que vai apresentar “propostas para o estabelecimento de um marco civil multilateral” sobre o uso da Internet e afirmou que a ONU deve estar à frente do esforço para “evitar que o espaço cibernético seja instrumentalizado como arma de guerra, por meio da espionagem, da sabotagem, dos ataques contra sistemas e infraestruturas de outros países”.
E ela disse outras coisas bonitas (está tudo na mídia) a respeito dos princípios que devem nortear a “neutralidade da rede” – não é a de Marina Silva, que tem sido alvo de um grande esforço para atrapalhar –, mas todo esse floreio verbal se pode resumir na idéia já lançada antes pela presidente de que deve ser criada uma “governança”, uma “estrutura internacional” com “organismos multilaterais” para regular (leia-se também, por inseparável do verbo regular, controlar) a Internet, pois outra coisa essa governança não teria mesmo a fazer. E quem deve liderar o esforço para que o que a presidente quer venha a acontecer? Como ela propôs ontem, a ONU, que é formada por representantes indicados pelos governos. Trocando em miúdos: a proposta é de que os governos, para isso instrumentalizando a ONU, se apoderem definitiva e formalmente da Internet. Os Estados Unidos, perdão, “o Império”, é contra isso, o Google também, mas, curiosamente, também são contra organizações como o WikiLeaks e seu fundador, Julian Assange, que os Estados Unidos querem botar na cadeia.
O pior, no entanto, é o projeto do Palácio do Planalto com as exigências de resguardar informações do Brasil pelas empresas no Brasil (não fora daqui), o que daria ao governo brasileiro, eventualmente, acesso aos dados relacionados às comunicações eletrônicas das pessoas feitas no Brasil ou entre pessoas deste e de algum outro país. E assim em cada país, como já ocorre, por exemplo, na China, que tem uma rede social própria, que monitora.

Coisa totalitária, esse negócio da China.

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Ray Charles, eternamente rei!!!

BOM DIA!!!

(Gilson Nogueira)


Rosemary: punição máxima no serviço público

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DEU NO G1

A Controladoria-Geral da União (CGU) decidiu demitir do serviço público a ex-chefe de gabinete da Presidência da República em São Paulo Rosemary Noronha. De acordo com a decisão, ela nunca mais poderá voltar a ocupar um cargo público federal. É a punição máxima aplicada pela CGU em processos administrativos.

A demissão da ex-chefe de gabinete é a conclusão do Processo Administrativo Disciplinar (PAD) conduzido pela CGU, segundo documentos obtidos pela TV Globo. O processo foi instaurado a partir de sindicância feita pela Casa Civil, que identificou irregularidades envolvendo Rosemary. A ex-chefe de gabinete estava exonerada do cargo desde o final do ano passado.

Em dezembro de 2012, Rosemary e mais 23 pessoas foram denunciadas pelo Ministério Público Federal, após a Operação Porto Seguro, da Polícia Federal, que apurou um esquema de venda de pareceres técnicos do governo em favor de empresas. De acordo com o MPF, eles foram denunciados por suposto envolvimento com uma organização criminosa que favorecia interesses privados perante a administração pública.
Serão tomadas as medidas cabíveis contra a decisão de conversão de sua exoneração em pena demissão do serviço público. Tal decisão, da qual não fomos ainda intimados, haverá de ser anulada porque no decorrer do processo administrativo disciplinar não se respeitou o legítimo direito de defesa da nossa cliente.”
Trecho de nota dos advogados de Rosemary Noronha

Defesa nega

Os três advogados de Rosemary Noronha, Leonardo Bissoli, Sebastião Botto de Barros Tojal e Sérgio Rabello Tamm Renault, emitiram nota após a divulgação da decisão da CGU na qual afirmam que tomarão as “medidas cabíveis” para reverter a decisão. Segundo ele, o processo disciplinar não respeitou o “legítimo direito de defesa”.

“Na qualidade de advogados de Rosemary Novoa de Noronha e considerando a informação constante do sitio da CGU, esclarecemos que serão tomadas as medidas cabíveis contra a decisão de conversão de sua exoneração em pena demissão do serviço público. Tal decisão, da qual não fomos ainda intimados, haverá de ser anulada porque no decorrer do processo administrativo disciplinar não se respeitou o legítimo direito de defesa da nossa cliente – testemunhas lhe foram negadas, acesso aos autos foi negado aos seus advogados, entre outras nulidades – não obstante as reiteradas advertências que fizemos em prol de um julgamento legal e justo”, diz o texto da nota.

Na defesa escrita entregue à CGU, os advogados tentaram, em vão, pedir o arquivamento do processo, argumentando que não houve ilícito e que a comissão de investigação tentou “criminalizar” a amizade que ela mantinha com os irmãos Paulo Vieira, diretor da Agência Nacional de Águas (ANA), e Rubens Vieira, ex- diretor da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), ambos também denunciados na Operação Porto Seguro

DEU NO ESTADÃO

Brasília – O ministro Luiz Fux, novo relator do mensalão, afirmou nesta terça-feira, 24, que a análise dos embargos infringentes não significa um novo e amplo julgamento do caso. Ele sinalizou que pretende acelerar a análise dos recursos no Supremo Tribunal Federal. Quando a ação penal voltar a ser julgada no plenário, a ideia de Fux é restringir a discussão às teses que provocaram divergência.

“Os embargos infringentes são adstritos (restritos) à matéria objeto da divergência. Por isso não é rejulgamento. Só julga o que foi objeto da divergência”, afirmou o ministro. “Eu acho que, em princípio, toda parte desfavorável, todas as decisões que têm divergência, são passíveis de embargos infringentes. Tudo quanto foi divergente e desfavorável aos réus será objeto de discussão no plenário.”

A data do julgamento dos novos recursos de 12 dos 25 condenados não está marcada. Mas o prognóstico é que ocorra no próximo ano. Esses réus foram considerados culpados, mas garantiram pelo menos quatro votos pela absolvição, o que lhes dá o direito de propor os embargos infringentes.

A expectativa é de que os ministros do STF debatam a caracterização dos crimes nos quais a condenação foi apertada. E os debates mais acalorados deverão ocorrer durante o julgamento dos recursos dos condenados por formação de quadrilha. Entre eles, o ex-ministro da Casa Civil do governo Lula José Dirceu.

No julgamento original do caso, uma corrente minoritária de ministros concluiu que não houve quadrilha. Para eles, somente existe quadrilha quando um grupo se une de forma duradoura e com o objetivo único de cometer crimes. Mas a maioria dos integrantes do STF concluiu que havia uma quadrilha já que mais de três pessoas se juntaram para cometer os crimes praticados no esquema.

Neste mês, o Supremo encerrou o julgamento dos primeiros recursos dos 25 condenados por envolvimento com o mensalão. A maioria das condenações foi mantida tal como definida no ano passado pelo tribunal.

O resultado do julgamento dos primeiros recursos ainda não foi publicado, o que somente deverá ocorrer após todos os ministros do STF liberarem seus votos. Isso ainda não ocorreu. Mas Luiz Fux já iniciou o trabalho para preparação da análise dos novos recursos. “Estou fazendo comparação entre votos para verificar a extensão da divergência”, disse.

Lula. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta terça-feira que os réus do mensalão, incluindo a antiga cúpula do PT, já foram condenados politicamente há muito tempo.

O petista novamente foi cauteloso ao comentar o julgamento da ação penal, destacando que respeita as instituições envolvidas. “Depois que o julgamento estiver totalmente concluído eu vou falar. E tenho muita coisa para falar”, disse. A entrevista foi concedida a um grupo de jornalistas da Rede Brasil .

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