DEU NO UOL/FOLHA

SEVERINO MOTTA
DE BRASÍLIA

Os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) com menos tempo de corte, Luís Roberto Barroso e Teori Zavascki, liberaram nesta segunda-feira (23) a revisão de seus votos sobre os recursos do mensalão. Os dois foram os primeiros a divulgar a entrega do material que serve de base para a produção do documento que vai resumir o que foi decidido no julgamento e pode levar à prisão de alguns réus.

Além de Barroso e Teori, a expectativa é que o presidente da corte, Joaquim Barbosa, também libere seus votos revisados nesta noite.

Para a produção do chamado acórdão –documento que resume o que foi decidido no julgamento– é preciso que todos os ministros avaliem as transcrições do que discutiram em plenário e liberem os votos revisados.

Com isso, Barbosa poderá publicar o documento e iniciar uma discussão sobre o momento de prisão dos réus que não possuem direito a um outro tipo de recurso chamado de embargos infringentes.

Dos 25 condenados, 13 –entre eles os deputado Valdemar Costa Neto (PR-SP) e Pedro Henry (PP-MT), além do delator do esquema, Roberto Jefferson– não têm direito aos infringentes. Por isso, com a publicação do resumo do que foi decidido no julgamento de seus recursos o STF terá de avaliar o momento de suas prisões.

A dúvida se dá devido ao fato de parte dos ministros entender que, mesmo publicado o acórdão, será preciso dar uma última chance para que os condenados entrem com os chamados embargos declaratórios, um tipo de recurso que serve para esclarecer pontos obscuros, omissos ou contraditório da sentença.

Outra parte, no entanto, acredita na possibilidade de prisão imediata para os 13 réus por considerar que os primeiros recursos por eles apresentados foram meramente protelatórios, ou seja, não tinham como objetivo esclarecer a sentença, mas somente atrasar o início do cumprimento das penas.

Cid Gomes: rota de coisão no PSB
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DEU NO IG

Por Luciana Lima – iG Brasília

Convite de filiação feito a sua desafeta, Luizianne Lins, ex-prefeita de Fortaleza, foi o motivo alegado por Cid para conversar com aliados sobre saída do PSB

O governador do Ceará, Cid Gomes (PSB), disse que vem sendo hostilizado dentro de seu partido e avisou que poderá rever sua posição de permanecer na legenda. A intenção do governador de ficar no PSB havia sido externada por ele na reunião da executiva do partido, na semana passada, mesmo após ser voto vencido na decisão do PSB de entregar todos os cargos negociados pela direção nacional no governo da presidente Dilma Rousseff.

Cid foi o único voto contrário ao desembarque do PSB do governo petista, durante a reunião da executiva socialista que deliberou sobre o assunto na semana passada. “Eu já tive a certeza de ficar, mas estou vendo gestos de hostilidade”, disse

A mudança no discurso ocorre no momento em que uma comissão organizada pela direção nacional do PSB no Rio de Janeiro fez um convite à ex-prefeita de Fortaleza Luizianne Lins, presidente do PT cearense, para que se filie ao partido. Cid e Luizianne são desafetos declarados.

O governador do Ceará preferiu não atribuir a responsabilidade pelo convite ao presidente da legenda e presidenciável Eduardo Campos, governador de Pernambuco. “Não acredito que ele teve essa coragem”, comentou Cid.

Ele também evitou falar sobre a possibilidade de se filiar ao PROS, partido que corre para conseguir um registro na Justiça Eleitoral e que poderá se tornar o destino de aliados do governador cearense interessados em permanecer na base de apoio a Dilma.

Confira a entrevista:

iG: Governador, após a decisão do PSB de desembarcar do governo de Dilma Rousseff, o senhor tem pensado em deixar o partido?

Cid Gomes: Eu já tive a certeza de ficar, mas estou vendo gestos de hostilidade. Diante disso, eu pretendo compartilhar com outras pessoas essa sensação, para decidir o que fazer.

iG: De onde partiram essas hostilidades? Do presidente do PSB, o governador Eduardo Campos?

Cid Gomes: Não acredito que ele teve essa coragem.

iG: Então de que hostilidades o senhor está falando?

Cid Gomes: Você não viu a comissão no Rio de Janeiro na semana passada?

iG: O senhor tem conversado com o PROS. A intenção é migrar para esse novo partido?

Cid Gomes: Estou conversando com outros deputados, de outros partidos, que estão querendo mudar. Então, sugeri o PROS por entender que será menos traumático.

iG: Que deputados?

Cid Gomes: São deputados estaduais e federais. Não são do PSB. São deputados de partidos como o PRB, PPN, PSD e PR.

iG: Na semana passada o senhor conversou com a presidente Dilma Rousseff. Disse a ela da intenção de indicar um novo nome para a Secretaria dos Portos, já que o ministro Leônidas Cristino, indicado pelo senhor, entregará o cargo?

Cid Gomes: Se eu admitisse essa intenção, eu teria que admitir que houve esse encontro.

iG: E não houve?

Cid Gomes: Você está dizendo.

iG: Mas o senhor pretende indicar alguém do PROS, por exemplo?

Cid Gomes: Nunca tive interesse em indicar ninguém. A nomeação do Leônidas ocorreu porque a presidente queria um nome do Ceará.

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Puro encanto e maravilha musical em duo perfeito.Confira!

Som na caixa, maestro!

(Vitor Hugo Soares)


Manifestantes, hoje, na frente do antigo Doi-Codi-Rio
Foto:Alba Valéria/G1

DEU NO G1

Alba Valéria Mendonça (Rio)

Os senadores João Capiberibe (PSB-AP) e Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), presidente e vice-presidente da Subcomissão da Verdade Memória e Justiça do Senado Federal realizavam uma visita, por volta das 10h30 desta segunda-feira (23), ao Batalhão da Polícia Militar do Exército no Rio de Janeiro. No mesmo horário, manifestantes faziam um protesto em frente ao quartel reivindicando a reabertura dos arquivos da época da ditadura militar e a punição para as pessoas que serviram ou trabalharam para o regime.

O DOI-Codi RJ, que funcionava num prédio no interior do Batalhão da Polícia do Exército, era considerado o principal centro de torturas do Rio na época da ditadura militar. A visita é o primeiro passo de uma campanha para transformar o local num centro de memória, a exemplo do que foi feito no antigo Dops de São Paulo e em centros de tortura na Argentina, no Uruguai e no Chile.


Jaborandi: exemplo baiano de gestão de cidades

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DEU EM A TARDE (EDIÇÃO IMPRESSA, NAS BANCAS)

Mesmo em meio a universo de 79% dos municípios com problemas, é possível encontrar exemplos que fogem à regra. Jaborandi, no Oeste da Bahia, tem população de 9 mil habitantes e é bastante dependente dos repasses constitucionais de recursos, como a maioria das cidades do estado da Bahia.

A diferença é ó nível A no Índice Firjan de Gestão Fiscal, que indica um ótimo nível de gestão.

O segredo? Por lá mudam os gestores, porém a linha administrativa permanece, diz o atual prefeito, Assuero Alves de Oliveira (PSDB), que substituiu este ano um adversário pólítico, José Dias da Silva (PMDB).

“Eu fui prefeito antes dele, depois ele veio e agora eu estou de volta e para nossa cidade é um orgulho dizer que independente de quem está à frente o município jamais teve contas rejeitadas”, diz.

Austeridade

O perfil de gestão de Jaborandi, independente do prefeito, é austero. Nada de muitos gastos com pessoal. A prefeitura compromete 42% do orçamento, bem abaixo dos limites da Lei de Responsabilidade fiscal.

Um resultado prático é a possibilidade de gastar acima da média em saúde e educação. “Nosso orçamento para a saúde é de 24%, acima da média”, destaca Oliveira.

Segundo ele, o segredo para administrar bem, mesmo dependendo de repasses, está numa postura conservadora na hora de fazer o orçamento e investir com recursos próprios. “Se eu precisar fazer uma estrada ou consertar uma ponte e não tiver dinheiro, a obra vai esperar”, diz.
Rigidez
Para o consultor em gestão municipal, Antônio Pimentel, no atual cenário de partilha dos recursos da Federação, não resta alternativa aos prefeitos de municípios pequenos à extrema rigidez.

“Isso gera problemas pois manter as contas em dia pode implicar na demissão de funcionários de um posto de saúde ou de uma escola. Onde é que o povo vai aceitar que uma prefeitura feche uma unidade para economizar?”, questiona.

set
23
Posted on 23-09-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 23-09-2013


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Miguel, hoje, no Jornal do Comércio (PE)

DEU NA TRIBUNA DA BAHIA

Jogando um futebol irreconhecível, o Botafogo perdeu para o Bahia por 2 a 1, no Maracanã, pela 23ª rodada do Brasileirão e estacionou nos 42 pontos. De quebra, viu o líder Cruzeiro abrir oito pontos de vantagem, já que a equipe mineira empatou por 0 a 0 com o Corinthians. O gol da equipe carioca foi marcado por Edílson em cobrança de falta, e a virada ficou por conta de Fernandão e Obina já no final do jogo.

A derrota é a segunda seguida, já que perdeu para o próprio Cruzeiro na 22ª rodada por 3 a 0. O Bahia que vinha embalado pelo triunfo em cima do Internacional na 22ª rodada, atinge sua segunda vitória seguida e chega a 31 pontos na competição.

Placar enganoso

O primeiro tempo começou com o Bahia melhor na partida, e assim foi até o final. A equipe carioca com falhas no sistema defensivo, deu espaço ao time do Bahia que conseguia criar com facilidade as jogadas. Aos nove minutos, Dória saiu jogando errado e Jeferson salvou o gol em jogada de Marquinhos.

O Bahia não deixava o Fogão jogar e parecia até que era o Tricolor o time da casa e vice-líder do Brasileirão. A equipe carioca estava sem ligação entre a defesa e o ataque, o holandês Seedorf, seu principal jogador, parecia ter esquecido de entrar em campo. Errando muitos passes e visivelmente mal fisicamente, o meia foi presa fácil para a defesa baiana.

Mas a pressão da equipe não resultou em gol, e como dizia o velho ditado, ‘quem não faz toma’ . Aos 30 minutos, Edílson bateu falta da intermediária e o goleiro Marcelo Lomba aceitou, 1 a 0 Botafogo.

Bahia vira e vence a partida

Na volta para o segundo tempo, o craque Seedorf deu lugar ao jovem atacante Hyuri. Além desta mudança, o espírito do Fogão em campo também mudou. A equipe voltou dominando o jogo e não deu espaços para o Bahia jogar.

O jovem Hyuri comandava os ataques botafoguenses, e o Tricolor Baiano ficava a cada momento mais recuado em seu campo de defesa, apostando nos contra-ataques com o veloz William Barbio.

Aos poucos a parte física do Fogão pesou e os visitantes começaram a chegar com facilidade ao ataque, Jeferson então, começou a se destacar na partida. O castigo para o recuou do Fogão veio em dose dupla. Fernandão de cabeça empatou o jogo aos 36 minutos do segundo tempo e aos 40, Obina também de cabeça virou a partida. O Botafogo ainda tentou na base do desespero o empate, sem êxito, o Tricolor Baiano conquistou a vitória.

Na próxima rodada o Botafogo enfrenta a Ponte Preta no sábado as 21 horas no Maracanã. Já o Bahia recebe o Vasco na Arena Fonte Nova, no domingo as 16 horas.

http://youtu.be/1B7CD6my5H4

Delírio é uma composição primorosa de Cesar Portillo de la Luz.

Doce e maravilhosa canção. Marcante na interpretação do tenor Placido Domingo

BOA SEMANA!!!

(Vitor Hugo Soares)

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