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O governo queniano disse hoje desconhecer o número exato de reféns retidos no centro comercial em Nairobi, atacado pelo grupo radical islâmico da Somália. O número de mortos subiu para 59.

«O número de reféns é ainda desconhecido, mas eles estão espalhados em vários locais. Nenhuma comunicação com o centro comercial foi efetuada até agora», refere um post do Centro de Operações de Desastres Nacionais do governo, na sua conta do Twitter.

O secretário de Estado das Comunidades desconhece se há portugueses entre as vítimas do ataque que este sábado fez 59 mortos e 175 feridos.

Entretanto, dois militares ficaram hoje feridos no tiroteio violento junto ao centro comercial de Nairobi, que foi tomado de assalto pela milícia fundamentalista islâmica Al Shabab, que provocou, pelo menos, 59 mortos e 200 feridos.

Os assaltantes terão feito reféns e o espaço está cercado por militares quenianos, com vários tanques, refere a agência AFP.

Desde outubro de 2011, quando o exército do Quénia entrou na Somália como resposta a uma onda de sequestros alegadamente perpetrados pela Al Shabab no seu território, os radicais islâmicos ameaçaram o Quénia de represálias.

Desde então registam-se dezenas de ataques nas zonas de fronteira com a Somália, na cidade portuária de Mombasa, e mesmo em Nairobi que já provocaram mais de uma centena de vítimas.

Cerca de meia dezena de veículos militares foram estacionados junto ao centro comercial de Nairobi assaltado sábado pela milícia fundamentalista islâmica da Somália.

O Centro de Operações de Desastres Nacionais (NDOCK na sigla inglesa) revelou, através da sua conta no Twitter, que um «número indeterminado de reféns» continua no interior do edifício que está cercado pelas Forças de Segurança do Quénia desde o início do ataque.

«O número de reféns continua a ser desconhecido (…) estão em várias zonas do prédio», assegurou o NDOCK, acrescentando que «os rebeldes estão confinados apenas a uma zona, mas há reféns nas imediações que não conseguem chegar às saídas».

Às 04:00 (hora de Lisboa), acrescenta o centro, o exército e as forças especiais controlavam o primeiro e segundo andares do centro, mas parte do rés-do-chão e o último piso não estavam seguros.
Artigo Parcial

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