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Marquinhos vibra com golaço no Rio

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DEU NO CORREIO DA BAHIA

Eudes Benicio
esportes@portalibahia.com.br

O Vitória aprontou para cima do Vasco e venceu de virada na noite desta quarta-feira (18) em pleno São Januário. Depois de sair perdendo o Rubro-negro não se deu por vencido, insistiu e nos minutos finais conseguiu virar o jogo e voltar a vencer fora de casa na 22ª rodada. André marcou para os donos da casa ainda no primeiro tempo e Alemão empatou a partida na segunda etapa. Uma pintura de Marquinhos aos 44 do segundo tempo coroou a virada.

Ainda com a maior parte dos jogos da rodada a serem realizados, o Vitória saltou para a sétima posição na tabela ao chegar aos 30 pontos, mas aguarda o posicionamento final na conclusão da rodada. O Vasco segue com 24 e na 17ª posição, dentro do Z-4. O Rubro-negro volta a jogar na noite de sábado (21) e vai receber o Grêmio, no Barradão, a partir das 21h. O compromisso do Vasco na 23ª rodada será contra o Atlético Mineiro, no domingo (22), a partir das 18h30, no estádio Independência.

O jogo – O Vasco não demorou nada a apresentar as boas vindas quando a bola rolou em São Januário. Com menos de meio minuto de jogo, depois do erro de Victor Ramos na saída de bola, Marlone roubou, invadiu a área e quase marcou o primeiro do jogo. O duelo esquentou já no começo, os donos da casa tiveram a iniciativa do ataque e o Vasco logo abriu o placar. Aos 8′, André se colocou bem na pequena área e deu o cabeceio certeiro depois do cruzamento.

O gol logo no início criou o cenário que o Vasco precisava para administrar o jogo. O time carioca marcou forte na entrada da área e o Leão teve dificuldades para conseguir a infiltração e finalizar o ataque. A saída rubro-negra foi usar os cruzamentos das laterais, mas na disputa aérea o Vasco também segurava as investidas do Vitória. Quando o Leão deixava o espaço os donos da casa aproveitavam e o Vasco quase aumentou aos 22′. Juninho cobrou falta, Rafael Vaz escorou na área e Pedro Ken encheu o pé de primeira, mas a bola passou acima da meta.

Sem muitas alternativas para chegar com perigo na área o Vitória teve pouca força ofensiva e quase não levou perigo para Michel Alves. Fechando bem os espaços e aguardando mais pelo contra-ataque, o Vasco “cozinhou o jogo no restante da primeira etapa e levou o resultado parcial positivo para o intervalo do jogo.

Vasco x Vitória – 22ª rodada do Campeonato Brasileiro
Data: 18/9/2013, 19h30
Local: São Januário, Rio de Janeiro
Árbitro: Celio Amorim (SC)
Assistentes: Vicente Romano Neto e Daniel Paulo Ziolli

Vasco: Michel Alves, Fagner, Cris, Rafael Vaz e Yotún; Pedro Ken, Wendel, Juninho e Dakson (Montoya); Marlone e André (Tenório). Técnico – Dorival Júnior

Vitória: Wilson; Ayrton, Victor Ramos, Kadu e Juan; Michel (Vander) (Alemão), Luis Alberto, Renato Cajá e Escudero; Marquinhos e Dinei. Técnico – Ney Franco

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Posted on 18-09-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 18-09-2013

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DEU NO BLOG TRANSPARÊNCIA POLÍTICA

O governador de Pernambuco, Eduardo Campos, oficializou nesta quarta-feira (18), a saída do PSB do governo Dilma Rousseff (PT). Campos, que também é presidente nacional do partido, poderá lançar sua candidatura à presidência da República nas eleições de 2014.

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O governador disse que agora o governo do PT pode se sentir mais confortável sem o PSB ocupando cargos no Executivo. “A gente deixa o governo mais à vontade e a gente fica mais à vontade”, resumiu. Apenas o governador Cid Gomes (Ceará) se opôs à carta de entrega dos cargos. Campos ainda afirmou que pretende oficializar a decisão do PSB ainda nesta quarta-feira à presidente Dilma Rousseff. “O futuro do País não passa por cargos”, defendeu.

Campos destacou que a sigla desembarca do governo com “respeito à presidente”, mas que continuará atuando no mesmo campo político. “Não vamos desconsiderar o nosso campo político” reiterou. Segundo Campos, a partir de agora ficará “mais fácil falar (publicamente) das divergências”. Em seu discurso, Campos disse que o PSB fica livre para discutir a sucessão presidencial do ano que vem.

DEU NO UOL

Após mais de duas horas de argumentação, o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Celso de Mello encerrou seu voto pela aceitação dos chamados embargos infringentes no julgamento do mensalão, garantindo uma maioria de seis votos pela reabertura do julgamento de 12 réus nos crimes de formação de quadrilha e lavagem de dinheiro.

Os embargos infringentes são cabíveis aos réus que tiveram pelo menos quatro votos pela absolvição em algum crime. Com isso, terão direito a um novo julgamento nove réus condenados por formação de quadrilha: José Dirceu (ex-ministro da Casa Civil), José Genoino (ex-presidente do PT), Delúbio Soares (ex-tesoureiro do PT), Marcos Valério, Ramon Hollerbach, Cristiano Paz (os três, publicitários), Simone Vasconcelos (ex-funcionária de Valério) –cuja pena por formação de quadrilha já prescreveu–, Kátia Rabello e José Roberto Salgado (ex-dirigentes do Banco Rural).

Outros três réus condenados por lavagem de dinheiro poderão apresentar os infringentes: João Paulo Cunha (deputado pelo PT-SP), João Cláudio Genú (ex-assessor do PP na Câmara) e Breno Fischberg (ex-corretor financeiro).

A defesa desses 12 réus terá que esperar a publicação do acórdão da primeira fase de julgamento dos recursos (quando foram analisados os embargos de declaração) para apresentar os embargos infringentes. Com a publicação do acórdão (que deve demorar de 30 a 60 dias), os advogados terão o prazo de 15 dias, prorrogável por mais 15, para apresentar os recursos. A partir daí, um novo relator deverá ser sorteado –estarão excluídos Joaquim Barbosa e Ricardo Lewandowski, relator e revisor da ação penal original, respectivamente.

O decano do Supremo, ministro Celso de Mello, foi responsável pelo desempate do placar. Antes de sua decisão favorável aos embargos infringentes, já haviam votado dessa forma os ministros Luís Roberto Barroso, Teori Zavascki, Rosa Weber e Ricardo Lewandowski. Foram vencidos o relator do processo e presidente do Supremo, Joaquim Barbosa, e os ministros Luiz Fux, Cármen Lúcia, Gilmar Mendes e Marco Aurélio Mello.

Em seu voto, o ministro Celso de Mello se empenhou em defender que os infringentes são válidos porque não existe outra instância à qual os condenados pelo Supremo posam recorrer. “Não há possibilidade de outro controle jurisdicional das decisões condenatórias emanadas do STF”, afirmou.

Mello argumentou que mesmo réus com prerrogativa de foro, como os do mensalão, que são julgados na Suprema Corte e não na primeira instância, têm direito a outro julgamento (duplo grau de jurisdição). “O direito ao duplo grau de jurisdição, conforme adverte a Corte Interamericana de Direitos Humanos, é também invocável mesmo nas hipóteses de condenações penais em decorrência de prerrogativa de foro”, afirmou o decano.

A discussão acerca dos embargos infringentes se deu em torno da validade ou não do artigo 333 do regimento interno do STF, de 1980, que prevê os embargos infringentes. Enquanto os favoráveis a esse tipo de recurso disseram que o regimento tem força de lei, os contrários afirmaram que a Lei 8.038, de 1990, tornou nulo o regimento da Corte.

De acordo com Mello, o Congresso Nacional, ao aprovar a Lei 8.038/90, conscientemente decidiu manter válido o artigo 333 do regimento interno do STF, que prevê os infringentes. Para o decano, a opção do Legislativo em preservar o artigo deve-se ao fato de que a Constituição de 1988 tirou do Supremo o poder de criar normais regimentais novas.

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Posted on 18-09-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 18-09-2013


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Miguel, hoje, no Jornal do Comércio(PE)

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OPINIÃO POLÍTICA

Adiado o Prêmio Nobel

Ivan de Carvalho

Rousseff decidiu e então ela e Obama combinaram por telefone adiar a “visita de estado” que ela faria aos Estados Unidos em 23 de outubro. Aparentemente está muito zangada por não haver o presidente americano nem seu governo apresentado desculpas ou fornecido explicações completas para a espionagem eletrônica que atingiu a Petrobrás (o interesse dos Estados Unidos no pré-sal é grande e um pouco de espionagem é uma tentação irresistível) e setores do governo brasileiro, especialmente a presidente da República em pessoa, Dilma Rousseff, em suas comunicações com assessores (imagino que os oficiais e os informais, a exemplo de Lula).

Mas pode ser que a presidente Dilma Rousseff não esteja tão zangada assim. A denúncia de espionagem global feita pelo herói moderno Edward Snowden, no que diz respeito ao Brasil, tem sido manipulada habilmente como instrumento de política interna. Simples. A popularidade da presidente e a aprovação de seu governo haviam desabado em junho e executavam depois disso uma lenta e penosa recomposição. Lenta demais, frise-se. Então cai de paraquedas, portanto, dos céus, essa denúncia de espionagem perpetrada pelo “império”.

Ah, meu Deus, coisa melhor não podia desejar o marketing político-eleitoral. Não é mesmo, Patinhas? A presidente braba. O nacionalismo redescoberto explodindo em cada palavra, em cada sílaba, em cada letra do discurso político. A presidente dando esbregue no “império”. A presidente exigindo desculpas ostensivas ou explicações absolutas e, sabendo que não podia receber nem umas nem outras, avisando que sem o atendimento das exigências não faria a “visita de estado” prevista para outubro. Essas visitas são uns salamaleques, com direito a jantar de gala na Casa Branca. Uma espécie de Prêmio Nobel da diplomacia americana.

É claro que a bisbilhotagem global precisa ser, ainda que quase que só verbal e simbolicamente, como até agora tem ocorrido, repelida. Não porque os segredos visados, no caso Brasil, pelo que até agora veio à luz, sejam assim tão valiosos.

O nhém-nhém-nhém da presidente, por exemplo, com o ex-ministro Antonio Patriota e o assessor especial para Assuntos Internacionais Marco Aurélio Garcia sobre – para contentar o presidente companheiro Evo Morales – a malvadeza aplicada contra o senador boliviano Pinto Molina, que estava confinado na embaixada do Brasil na Bolívia, não chega a ser um assunto capaz de assanhar os analistas de informação da Agência Nacional de Segurança (NSA) do “império”.

Restariam mesmo dois focos de interesse.

O pré-sal, pois os Estados Unidos – que agora estão explorando a mil, em seu próprio território, o gás de xisto, que poderá torná-los mais ou menos autossuficientes em fontes de energia fóssil – querem de uma vez por todas livrar-se da ainda enorme dependência que hoje têm do petróleo do Oriente Próximo e Médio. Um caminho importante para isto é comprar ao Brasil o petróleo do Pré-Sal.

O outro foco de interesse da denunciada e não negada incursão da NSA no Palácio do Planalto provavelmente diz respeito à política estratégica do governo do Brasil em relação ao próprio país (no que diz respeito à preservação ou cassação da liberdade e da democracia) e as extensões dessa estratégia na interação com as de alguns outros países da América Latina, a exemplo de Venezuela, Cuba, Bolívia, Equador, Argentina, pois o Paraguai deu o pulo do gato. Somem-se algumas daquelas coisinhas da América Central, como a Nicarágua (lembram-se daquela incrível patacoada de Honduras?) e chegaremos ao reconhecimento de que o Brasil, pelas suas dimensões territoriais, populacionais e econômicas, atrai curiosidade. E curiosidade, historicamente, atrai espionagem.
A espionagem realmente precisa ser repelida, vale repetir, porque ela é global, ela atinge tanto os Estados quanto – isso é muito pior – os indivíduos, ela é avassaladora e ela não será contida, mas temos todos o dever de tentar. De retardar. De preservar nichos em que não penetre.

Mas o incrível, o risível, o impensável é essa impressão forte de que o governo brasileiro não sabia que grau já atingiu o monitoramento global. Deve ter sido o último a saber. Ou talvez ainda nem saiba, já que pediu explicações completas – “tudo, everything” – quando só havia a receber nada, anything.

http://youtu.be/OZJ5dJth2q0

SIMONE

DISPUTA DE PODER

De Almir de Araújo, Marquinho Lessa, Hércules Corrêa e Balinha

“É ruim
De segurar
Assim não dá é padecer
Do jeito que está
Vamos pagando pra sobreviver
Se trocou não mudou nada
Jogo de carta marcada
É só perder
A panelinha armada
Tem muita brasa
E ninguém bota pra ferver
Isso aqui tá brincadeira
Ou será que não está
Brasileiro, brasileira
Tá na hora de gritar

Chega
De levar tanta porrada
Vamos ver se a papelada
Dessa vez é pra valer
Chega
Tá virando sacanagem
As promessas são bobagens
Que só faz aborrecer
Cansado
Rasgo a fantasia
Dessa anarquia
Na disputa do poder

Piuí, piuí, puá, puá (poire-poire)
Eu quero ver onde essa zorra
Vai parar”
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Que os Orixás e deuses de todos os credos iluminem o ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal, na tarde histórica desta quarta-feira, 18, em Brasília.

Principamente na hora do voto de Minerva no julgamento que definirá a sentença dos condenados de Mensalão e os rumos da própria justiça no Brasil.

Olhos bem abertos, dedos cruzados e, como diz o estribilho do samba, “vamos ver onde esta zorra vai parar”.

BOM DIA!

(Vitor Hugo Soares)

DEU NO G1 ( Blog do Gerson Camarotti, no Twitter))

Numa decisão surpreendente, o PSB deve entregar nesta quarta-feira (18) os cargos que detém no governo Dilma Rousseff, inclusive os dos ministros Fernando Bezerra Coelho (Integração Nacional) e Leônidas Cristino (Secretaria de Portos).

A decisão deve ser anunciada em reunião na sede do partido na manhã desta quarta.

Na tarde desta terça, o presidente do partido, governador Eduardo Campos (PE), fechou uma rodada de conversas, inclusive com os dois ministros do partido.

“Não vamos ficar nesse balcão de cargos”, desabafou Campos, segundo relato de um parlamentar que presenciou uma das reuniões.

Nessas conversas, Campos disse que, mesmo sem cargos, vai ajudar o governo no que for necessário. “Para fazer o que for importante para o país, não precisamos de cargos”, disse o governador, segundo o mesmo parlamentar.

Nos últimos dias, integrantes do PT e do Palácio do Planalto pressionavam para que o PSB entregasse os cargos. A presidente Dilma Rousseff não escondeu sua irritação depois que Eduardo Campos reuniu-se recentemente com o senador Aécio Neves (PSDB-MG), em Recife, e fez críticas ao governo. Mas o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu reservadamente que este não era o momento de hostilizar Eduardo Campos.

Nesta quarta, apesar de sair do governo, o PSB deve adotar uma posição “respeitosa” a Lula e destacar a importância da Frente Popular, a aliança criada em 1989 na primeira eleição que o ex-presidente disputou.

Nas palavras de um integrante da comissão executiva do PSB, a decisão de entregar cargos dará “dignidade” ao partido e aos próprios ministros. “Fernando Bezerra e Leônidas Cristino estavam em uma situação delicada no governo”, afirmou ao Blog esse membro da executiva.

A mesma fonte ressaltou que o anúncio da decisão do partido ocorrerá em um dia simbólico, no qual o Supremo Tribunal Federal decidirá sobre os embargos infringentes, que, se aceitos, poderão levar a um novo julgamento de parte dos réus condenados.

“Jamais Eduardo Campos ficaria submisso ao governo por causa de cargos. Coragem e ousadia são características do governador”, disse.

Apesar de entregar os cargos, o PSB não anunciará Campos como candidato à Presidência da República em 2014. Mas o gesto é a primeira etapa concreta de consolidação da candidatura.

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