Aaron Alexis:o atirador acusado de paranoia
e de “ouvir vozes” dentro de si”.

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Aaron Alexis, o americano acusado de ser o atirador de Washingto que entrou no prédio da Marinha e matou 12 pessoas, antes de ser morto, sofria de paranoia e estava sendo acompanhado desde agosto por especialistas médicos, segundo revelou hoje (17) uma fonte policial, citando responsáveis dos serviços de apoio a antigos combatentes americanos.

Aaron Alexis foi descrito como um indivíduo desequilibrado mentalmente, um caso de paranoia, que, segundo ele próprio costumava dizer, “ouvia vozes dentro de si”, indicou um porta-voz das autoridades policiais de Washington.

Alexis, que serviu na Marinha entre 2007 e 2011, tinha um historial de incidentes com armas de fogo, ainda que nunca tenha sido acusado formalmente de qualquer agressão. Esteve, no entanto, preso por perturbação da ordem pública.

As autoridades continuam a sem saber o que esteve na origem do ataque. Mas um antigo colega de Alexis disse que este se sentia discriminado devido ao fato de ser negro, o que teria motivado a sua dispensa do serviço na marinha. Ainda segundo este colega, Alexis era uma pessoa imatura e bebia frequentemente.

No entanto, a gravidade do seu caso não foi suficiente para ser declarado doente mental, o que implicaria a revogação, por exemplo, do direito de porte de arma.

Alexis, que usou um cartão de acesso distribuído a civis, entrou nas instalações do comando da marinha em Washington, protegidas por importante dispositivo de segurança e abriu fogo, de forma indiscriminada. Eram 08:20 da manhã, hora local, 09:20 no horário de Brasília.

(Com informações do Diário de Notícias, de Portugal, e agencias internacionais de notícias).

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