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Allen: “ningué mais digno para o prêmio”
DN
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DEU NO DIÁRIO DE NOTÍCIAS, DE LISBOA

O realizador norte-americano Woody Allen serár distinguido em janeiro com um prémio de carreira, o Cecil B. DeMille, na cerimónia dos prémios Globos de Ouro, atribuídos pela Associação de imprensa estrangeira em Hollywood.

“Não há ninguém mais digno para este prémio do que Woody Allen. As suas contribuições para o cinema têm sido fenomenais e ele é verdadeiramente um tesouro internacional”, afirmou o presidente da associação, Theo Kingma.

Woody Allen, 77 anos, cujo novo filme “Blue Jasmine”, está sendo lançado esta semana em Portugal, receberá o prémio a 12 de janeiro em Los Angeles, Califórnia.

Autor de mais de 40 filmes, Woody Allen recebeu em 2011 um Globo de Ouro de melhor argumento original com o filme “Meia-Noite em Paris”.

O realizador, que já filmou em Barcelona, Londres, Paris e Roma – e que regressou aos Estados Unidos para rodar “Blue Jasmine” – tem sido cobiçado para rodar um próximo filme fora dos Estados Unidos, sobretudo por causa do impacto turístico em cada cidade escolhida.

No final de agosto, o presidente da câmara de Lisboa, António Costa, afirmou numa entrevista ao semanário Sol que gostaria de ver Woody Allen a filmar na capital portuguesa e que têm sido feitos contatos com a produção do realizador.

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14
Posted on 14-09-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 14-09-2013


Lula: Emoção e lágrimas pelo amigo Gushiken
Foto: Marco Ambrósio/Frame/Estadão

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DEU NO G1

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva chorou na manhã deste sábado (14) ao lembrar do ex-ministro Luiz Gushiken durante o encontro Estadual do Partido dos Trabalhadores (PT), na quadra dos Bancários, em São Paulo. Ele fez um discurso no qual mencionou a atuação do amigo, que morreu na noite de sexta-feira (13). A expectativa é que Lula compareça nesta tarde ao velório, que acontece no Cemitério do Redentor, no Sumaré, Zona Oeste da capital paulista.

Gushiken morreu aos 63 anos na noite desta sexta-feira (13) no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. O ex-ministro das Comunicações do governo Lula e fazia tratamento contra câncer no estômago desde 2002 e morreu em decorrência da doença.

O corpo de Gushiken chegou às 7h20 ao cemitério. O filho Guilherme Gushiken, 30, pediu que a imprensa não acompanhe o velório dentro da sala. A presidente Dilma Rousseff deve chegar a São Paulo por volta das 14h30 para participar do velório, como informou o Planalto.

Gushiken conheceu Lula quando ainda era secretário-geral do sindicato, na década de 70. Depois, foi presidente nacional do PT (1988 a 1990) e duas vezes coordenador da campanha de Lula a presidente (1989 e 1998).

Gushiken foi ministro da Secretaria de Comunicação do governo Luiz Inácio Lula da Silva Lula. Ele exerceu três mandatos de deputado federal pelo PT (1987-1990, 1991-1994 e 1995-1999).


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CRÔNICA

Celular não combina com rock

Janio Ferreira Soares

De ontem, 13/09, até o próximo domingo, 22/09, o Rio de Janeiro estará sediando o maior festival de rock do mundo. A previsão é que 80 mil pessoas estejam diariamente por lá. Considerando que cada um levará seu celular (será que existe algum jovem que não o possua?) para postar tudo o que rolar, provavelmente teremos a maior concentração de KKKKKKK! por metro quadrado da história do rock. Alguma dúvida de que o sonho acabou?

Lembro que no primeiro Rock in Rio, em 1985, a única forma de comunicação que existia eram alguns orelhões espalhados pela lama, que serviam basicamente para dizer à mãe que as previsões de Nostradamus não tinham se concretizado e que estávamos vivos – apesar da Malt 90 quente e do The B-52’s. Depois era se ligar nas apresentações, à época feitas exclusivamente para serem captadas pelas lentes mais perfeitas que existem, que são essas duas bolinhas que todos temos entre a testa e o nariz, que estão ali exatamente para capturar o mundo sem nenhuma barreira digital entre a retina e o alvo.

O mais preocupante nessa coisa toda é ver que esse utensílio criado para facilitar a vida, virou uma espécie de droga tecnológica consumida por milhares de dependentes capazes de qualquer coisa para possuí-la. Prova disso foi o fato ocorrido numa lanchonete de Salvador, onde uma câmera flagrou uma criança sendo incentivada pelo pai a furtar um celular que um homem esquecera sobre a mesa. Se a cena por si só já é repugnante, ela ganha mais dimensão quando se sabe que o pai é um soldado do Exército. Aí eu fico pensando: e se no lugar do celular fosse, sei lá, um cavaquinho, um rádio de pilha ou um livro de Drummond, será que o recruta teria feito o mesmo? Duvido!

Só para constar. Enquanto escrevia este artigo, meu celular tocou mais de 50 vezes. Explico. Uso-o por ossos do ofício. Mas se pudesse – como diria o professor Aristóbulo diante do olhar de seu Belizário na genial Saramandaia -, fragmentá-lo-ia e reduzi-lo-ia apenasmente a pó, antes que ao pó ele me faça regressar pratrasmente. E tenho dito.

Janio Ferreira Soares, cronista, é secretário de Cultura, Turismo e Esporte de Paulo Afonso, na margem baiana do Rio São Francisco.

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Esta é a música que abre o album gravado por Ismael Silva em 1973, Se você jurar. Dizem que essa música trata dele mesmo, que ele é o Nestor e que teria escrito uma carta a Pixinguinha na década de 50 pedindo ajuda. Depois disso teria voltado a cantar nas rádios. Ta aí, Antonico.

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Da jornalista Maria Olívia Soares, no Twitter:

Ismael Silva:Há 108 anos nascia esse gênio, uma glória!

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DEDICATÓRIA:

A música vai dedicada ao poeta Ruy Espinheira, que, com seu violão debaixo do braço, foi sempre (e continua sendo) um dos maiores intérpretes e divulgadores da música do grande Ismael.

Principalmente naquelas noitadas intermináveis de boemia ,poesia e inteligência, nos bares , botecos e mercados populares soteropolitanos, no tempo em que costumavamos “navegar ruas etílicas de Salvador”, como nos versos do saudoso Carlos Sampaio, poeta e amigo querido , boêmio inesquecível que tão cedo partiu.

Som na caixa, maestro, que é hora de lembrar e ter saudade do jeito bom recomendado por Luiz Gonzaga.

(Vitor Hugo Soares)

set
14
Posted on 14-09-2013
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Amarildo, hoje, na Gazeta Online

set
14
Posted on 14-09-2013
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DEU NA FOLHA

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que o ex-ministro Luiz Gushiken, morto nesta sexta-feira (16), foi “um homem íntegro que dedicou sua vida à construção de um Brasil mais justo e solidário”.

“Luiz Gushiken foi um militante político brilhante, um conselheiro, um companheiro e um grande amigo”, afirmou o petista em uma nota de pesar assinada também pela ex-primeira-dama Marisa Letícia.

O texto destaca a militância do ex-ministro, que comandou a Secretaria de Comunicação de Governo no primeiro mandato de Lula, desde quando militava no Sindicato dos Bancários de São Paulo e Osasco, onde começou a carreira política.

“No Sindicato dos Bancários de São Paulo, no Partido dos Trabalhadores, na Assembleia Constituinte, no governo e em todos os espaços em que atuou, sempre defendeu a democracia, a classe trabalhadora e um mundo com mais harmonia e justiça social. Nunca esqueceremos a contribuição generosa de Gushiken para a construção desse Brasil que sonhamos juntos e que sem ele não seria possível”, diz a nota de Lula.

Leia abaixo a íntegra do texto

Luiz Gushiken foi um militante político brilhante, um conselheiro, um companheiro e um grande amigo. Um homem íntegro que dedicou sua vida à construção de um Brasil mais justo e solidário. No Sindicato dos Bancários de São Paulo, no Partido dos Trabalhadores, na Assembleia Constituinte, no governo e em todos os espaços em que atuou, sempre defendeu a democracia, a classe trabalhadora e um mundo com mais harmonia e justiça social.

Nunca esqueceremos a contribuição generosa de Gushiken para a construção desse Brasil que sonhamos juntos e que sem ele não seria possível.

Neste momento de dor, queremos nos juntar e prestar nossa solidariedade aos seus familiares, amigos e todos aqueles que, como nós, só podem agradecer a Deus ter convivido com uma pessoa tão iluminada quanto Luiz Gushiken.

Nossos mais sinceros sentimentos.

Dona Marisa Letícia e Luiz Inácio Lula da Silva

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OPINIÃO POLÍTICA

Das coisas importantes

Ivan de Carvalho

Enganam-se absolutamente os que consideram o resultado do julgamento do Mensalão, previsto para a próxima quarta-feira, quando será tomado o voto de Minerva do ministro Celso de Mello sobre a admissibilidade de embargos infringentes na Ação 470, o assunto mais importante no país nesses dias. Pelo menos, há alternativa.

Importante é, sem dúvida, pois que o escândalo do Mensalão foi denunciado em 2005 pelo partícipe e presidente nacional do PTB, então deputado Roberto Jefferson, em 2007 foi recebida a denúncia do procurador geral do Ministério Público pelo Supremo Tribunal Federal e, no dia 17 de dezembro do ano passado, pronunciada a última sentença.

De 2 de agosto a 17 de dezembro de 2012, 25 dos 38 réus foram condenados por múltiplos crimes e a nação acompanhou o maior escândalo da história do país – a tentativa de apropriação, por corrupção – compra da conduta de pessoas, congressistas – de um dos três Poderes da República por pessoas que integravam a cúpula de outro desses Poderes ou de um determinado partido político, com o aliciamento e os préstimos de ajudantes da parte podre do mundo empresarial.

Importante é, insisto, porque o que se fez não foi somente comprar pessoas que haviam recebido mandato eletivo no órgão máximo do Poder Legislativo brasileiro, foi tentar – e quase com êxito, com eficaz funcionamento só interrompido pela inesperada e bendita denúncia do deputado Roberto Jefferson, ao perceber que queriam dar-lhe e ao partido que presidia uma rasteira.

O que se fez foi tentar comprar a democracia, transformando-a em ditadura dissimulada. Pois não seriam batalhões de choque, bombas de “efeito moral”, balas de borracha e das outras, cassetetes e spray de pimenta (entre tantos outros itens do arsenal de uma ditadura do tipo comum) que ditariam as regras. Nem Atos Institucionais. Seriam leis e emendas constitucionais votadas na forma prevista pela Constituição da República, mas não segundo a consciência dos congressistas e sim de acordo com as verbas distribuídas em tenebrosas reuniões e, às vezes, transportadas na cueca, se dólares, em lugares menos recônditos, se reais.

Ora, pela terceira vez digo que tudo isso faz muito importante o desfecho previsto para a quarta-feira, com o voto de Minerva do competente e de caráter ilibado – o que não se pode assegurar a respeito de todos os outros. Mas essas qualidades do ministro Celso de Mello não o tornam infalível, especialmente ante uma situação para ele inescapavelmente difícil.

Mas talvez, durante este fim de semana, não deva a nação franzir a testa ante a possibilidade de ver emergir da lagoa, em toda sua glória, a impunidade que ousamos todos nós sonhar que dera um primeiro e importante passo para submergir quando, em 17 de dezembro, foi dada a sentença que encerrou a primeira fase do julgamento.

E nos dispomos todos, animados, a enfrentar a segunda fase, a dos embargos, aparentemente só um complemento, mas na qual havia um tumor, o dos “embargos infringentes”, que se acreditava seria lancetado. Mas ministros tiveram que aposentar-se compulsoriamente e ministros novatos chegaram para mudar a composição do tribunal e ajudar alguns outros que já estavam lá a proteger o tumor.

Bem, deixemos o honrado ministro Celso de Mello com suas dores (como Joaquim Barbosa tem as dele, de outra natureza, ortopédicas) e voltemos ao fim de semana. Aproveitemos para espairecer, para curtir, por exemplo, a importante notícia de que o governo do Rio de Janeiro acaba de criar o programa “Bolsa Fraldão” (não sou contra, acho tão importante quanto o Mensalão), pois nos próximos “dias úteis”, expressão apropriada a patrões, estaremos sujeitos a curvar a cabeça e pedir ao Senhor que, após o milagre, conforte os condenados, ou a cair de joelhos e perguntar a Ele porque deixou submergir a esperança e emergir gloriosa a impunidade. Não pelos 12 tristes réus que podem ser beneficiados por eventuais embargos infringentes e pelo esticamento do processo do Mensalão, mas pela descrença que, em sua glória, a afirmação da impunidade espalharia e pelo que isso teria de desestímulo à sociedade na luta contra a corrupção. E de sofrimento para todos aqueles a que se destinam os tributos desviados para a roubalheira quase generalizada.

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Vai Dizer Ao Vento

Paulinho da Viola

Bm
SAUDADE, VAI DIZER AO VENTO
QUE A DOR DA DESILUSÃO PASSOU
E SAIBA QUE NÃO HÁ TORMENTO TÃO INTENSO
COMO AQUELE QUE VOCÊ ME PROVOCOU
SAUDADE, TUDO TEM SEU TEMPO
E O SEU JÁ TERMINOU

ESPERO QUE DEPOIS DE TUDO QUE EU PASSEI
VOCÊ ME FAÇA ESSE FAVOR
ANDEI REVENDO TANTA COISA EM MINHA VIDA
E HOJE POSSO CONTROLAR A EMOÇÃO
FUI APAGANDO CADA SOMBRA DE AMARGURA
QUE HAVIA DENTRO DO MEU CORAÇÃO
AGORA, VOU SEGUIR OUTRO CAMINHO
QUEM SABE ESQUECER O QUE PASSOU
SAUDADE, DIGA AO VENTO QUE A TRISTEZA DEU UM TEMPO
NÃO ESQUEÇA QUE VOCÊ JÁ ME DEIXOU

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BOM SÁBADO, COM PAULINHO DA VIOLA PARA COMEÇAR DA MELHOR MANEIRA POSSÍVEL!

(Vitor Hugo Soares)

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