Moonglow, o velho Tony Bennett, K.D. Lang e Ralph Sharon (piano)Trio, MTV Unplugged, em 1994. Confira!

BOA NOITE!!!

(Gilson Nogueira)

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DEU NO IG

Por Daliana Martins

Notícia ruim para a nação chicleteira: Bell Marques vai deixar o Chiclete com Banana. Sílvio Pontual, produtor da banda em Pernambuco, recebeu a notícia na manhã dessa terça-feira (10) através de um telefonema emocionado do próprio Bell. A despedida dos palcos será no Olinda Beer 2014, na área externa do centro de Convenções do Recife, dia 23 de fevereiro, conforme antecipamos aqui a participação da banda. Depois do show na capital pernambucana, o grupo, o mais famoso do circuito do axé, com 27 anos de estrada, segue para o Carnaval de Salvador e ali, de cima do trio elétrico, Bell sai de cena de vez. O Chiclete gravou 27 discos e dois DVDs, e vai continuar na estrada. Quanto ao então líder do Chiclete, ele anuncia em breve a carreira solo.

Segundo a coluna apurou, o motivo da separação seria o desgaste natural da convivência dos integrantes da banda, que inclui dois irmãos de Bell, Vadinho e Wilson, e termos financeiros da marca Chiclete com Banana.

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Luciana e Gretchen:despedida esta noite na Rede TV

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DEU NO IG

Gretchen é a convidada de Luciana Gimenez no “Luciana By Night”, na RedeTV!, desta terça-feira (10). A cantora, que está morando em Paris, há um ano, escolheu a apresentadora para anunciar o fim de sua carreira e a última aparição pública como rainha do rebolado. “Chega de dançar, chega de viajar, correr risco nas estradas como eu fazia. Agora chegou o momento de cuidar das crianças.”

Casada com o 17º marido, o empresário Carlos Matos , Gretchen garante que não irá parar de trabalhar, mas que agora não mais precisa mais do rebolado para se sustentar. “Muitas vezes eu anunciei que iria parar e não conseguia. Acabava voltando, tinha que trabalhar. Mas, o dia chegou. E chegou mesmo o momento de viver a minha vida.”

DEU NO CORREIO DA BAHIA

Da Redação


Membros do Movimento dos Sem-Terra (MST) acusam o subsecretário de Segurança Pública, Ari Pereira, de atirar três vezes em direção ao grupo de manifestantes quando eles invadiram a sede da Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), no Centro Administrativo da Bahia (CAB), por volta de 8 horas desta terça-feira, 10.

A SSP ainda não se pronunciou sobre o fato, mas os manifestantes fotografaram o subsecretário apontando a arma para o grupo e há marcas de tiros no vidro da porta de entrada do órgão. Apesar dos disparos, ninguém ficou ferido.

O clima continua tenso no local e os membros do MST formaram um cordão de isolamento na entrada da sede do SSP. Com facão, foice e pedaços de madeira na mão, eles chegaram a ameaçar entrar em confronto com integrantes da Companhia de Policiamento Especializado (Cipe). Policiais da Rondas Especiais da Polícia Militar (Rondesp) também reforçam a segurança no local.

A pauta de reivindicações do grupo solicita a punição dos responsáveis pela morte de Fábio dos Santos Silva, membro do movimento assassinado com 15 tiros em abril deste ano. O crime ocorreu em Iguaí, na região sudoeste do Estado. Eles também pedem a aceleração da reforma agrária na Bahia e no Brasil.

Os manifestantes ocupam a área externa da sede do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), no Centro Administrativo da Bahia (CAB), em Salvador, desde esta segunda-feira, 9.

set
10
Posted on 10-09-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 10-09-2013


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Clyton, hoje, O Povo (CE)

Charles Trenet interpreta “Fidèle”, em gravação primorosa de1971
Video Posta no Youtube por Ana Constança Messeder.

BOA TERÇA-FEIRA PARA OUVINTES E LEITORES DO BP.

(Vitor Hugo Soares)

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CRÔNICA

Nós sempre teremos Paris

Maria Aparecida Torneros

Na semana passada, para compensar a dor da perda de uma grande amiga, recebi dois telefonemas de Paris. A voz masculina, do outro lado da linha, era querida, amável, carinhosa e me cobria de mimos. Nas madrugadas em que me acordou, lá eram 7 da manhã, ele me trouxe o clima parisiense de volta, eu revivi, de certo modo, o delírio romântico que aquela cidade ocasiona nos corações necessitados de crer no amor.

No domingo, vejo o anúncio no jornal da ultima apresentação da peça “Nós sempre teremos Paris”, telefono para saber se ainda há lugares, decido ir na sessão de 18.30h, mando torpedo para avisar meu irmão para que dê uma olhada na nossa mãe velhinha, com quem passo os fins de semana, e fujo, literalmente, para ter Paris, de novo.

Sozinha, sento na poltrona de número 7, no balcão, observo a platéia e o palco, com visão privilegiada, imagino que subi na torre Eiffel, inicio minha sucessão de delírios!

O texto é direto, simples, envolvente e amoroso. A direção da francesa Jacqueline Laurence, autoria do jornalista Artur Xexéo, que vi circulando lá fora antes da abertura do teatro Leblon, sinto que o espetáculo é perfeito para a minha alma necessitada de atravessar o oceano, no caso, a cidade, saindo direto da Vila de Noel, para a Paris instalada na zona Sul do Rio de Janeiro.

Meus sonhos de chegar a Paris, duraram cerca de 40 anos. Comecei a desejar realmente visitar a cidade-luz, com 19, mas só consegui alcançá-la, com 59.

Em 2009, depois de excursionar por Espanha e Portugal , com amigas, decidimos amanhecer em Paris, indo de trem noturno, procedente de Barcelona.

A primeira visão do lugar foi cheia de expressões adolescentes, eu pedia às amigas, por favor, me belisquem, estou mesmo em Paris?

E sucederam-se 5 dias de deslumbramento, passeios, museus, etc.

Na véspera do vôo de volta ao Brasil, elas foram de eurostar a Londres , bem cedinho, e eu fui esperar um amigo brasileiro, radicado desde 68 na França, que viria de Lyon, para me rever e reviver comigo, nossa juventude distante. Ele trouxe presentinhos e eu lhe dei dvds do Zeca Pagodinho. Passeamos muito, de mãos dadas, rimos, almoçamos no quartier latin, e fechamos a noite no Café du Flore, ele voltou para casa, e eu para o hotel, precisava dividir com as amigas, a sensação de namorar, em Paris, com 40 anos de atraso.

Dois anos depois, em 2011, voltei a Paris, desta vez com outra amiga, também permaneci por 5 dias e de Paris, seguimos para 15 dias na Itália, começando por Milão.

Paris de 2011 já era para mim, um resumo de maturidade, não reencontrei ninguém, conheci pessoalmente a baiana Regina Soares, que já era amiga virtual, vive na California, passamos horas conversando. Entretanto, eu me reconheci, muito feliz, comigo mesma. O sabor dos sonhos dos impressionistas me invadiu, passeei de barco no rio Sena, assisti missa na Sacre Couer e para fechar, claro, levei minha companheira de viagem, para tomar vinho no Cafe du Flore, para brindarmos Paris.
A voz das ligações que tenho recebido de Paris é de um amigo português, que ali vive, há muito tempo, mas também tenho amigas e amigos franceses com quem troco conversas via internet, já que, há 3 anos, aos 61, resolvi estudar francês.

Uma das pessoas que me oferecem seu carinho, na língua francesa, é um argelino que vive em Paris, desde os anos 50, que me enviou, inclusive, fotos do casamento muçulmano, da sua filha, no ano passado.

Eu estava ali, diante do palco, ouvindo as canções lindas, interpretadas por Françoise Forton e Aloisio de Abreu, e Paris estava em mim, outra vez, e podia sentir que todas as pessoas respiravam La vie en rose, no final de domingo de setembro, enquanto o coral infantil da Rocinha, entoava o hino concebido por Piaf, uma emoção intensa.

Saí correndo, precisava voltar para ficar com mamãe, atravessei a cidade, e, no táxi, pensei assim: Paris sempre me tem de volta, desde Casablanca, o filme, ou desde aquele dia, no final dos anos 60, em que meu namoradinho da faculdade quase partiu meu coração, me avisando que ia morar em Paris! E foi.

Maria Aparecida Torneros, jornalista, escritora, mora no Rio de Janeiro, edita o Blog da Cida, onde o texto foi publicado originalmente.

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