DEU NO PORTAL EUROPEU TSF

O autor de um massacre numa base norte-americana em 2009 foi condenado à pena de morte. O militar Nidal Hasan matou 13 pessoas e feriu 31 ao disparar vários tiros na base de Fort Hood.

O responsável pelo massacre na base de Fort Hood em 2009 foi condenado à pena de morte, depois de ter sido considerado culpado deste crime por unanimidade por um tribunal militar.

Os oficiais que compunham o corpo de jurados consideraram que o militar Nisal Hasan agiu de forma premeditada quando entrou na base aos gritos em defesa de Alá, tendo depois começado a disparar matando 13 pessoas e ferindo outras 31.

O juri que julgou Nisal Hasan, que antes tinha confessado estes crimes, considerou ainda este incidente foi um ataque terrorista.

No início do julgamento, Hasan declarou que durante a guerra do Afeganistão tomou consciência de que estava no lado errado e que por isso deixou de apoiar os EUA.

A última condenação à pena capital pelo exército dos EUA aconteceu há mais de meio século, em 1961.

ago
28
Posted on 28-08-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 28-08-2013


Apagão:Salvador travada na volta do trabalho

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DEU NO PORTAL A TARDE

Os efeitos do apagão que atingiu a Bahia e outros estados do Nordeste nesta quarta-feira, 28, refletem no trânsito de Salvador. Sinaleiras ficaram sem funcionar e o tráfego de veículo praticamente parou em vários pontos da cidade, de acordo com informações da Superintendência de Trânsito e Transporte do Salvador (Transalvador).

Apesar do restabelecimento em alguns locais, o trânsito continua congestionado na região do Iguatemi, na Avenida Vasco da Gama, Ogunjá e Bonocô. Motoristas que trafegam pela avenidas Manoel Dias, Antônio Carlos Magalhães (ACM), Paralela e Tancredo Neves também encontram lentidão. Agentes da Transalvador foram enviados para vários pontos da cidade para organizar o trânsito.

Segundo o órgão, várias sinaleiras ainda estão sem funcionar, na orla da cidade e no Centro, o que complica ainda mais o tráfego. Por volta das 17h, os semáforo da região do Iguatemi e da Barra voltaram a funcionar.

O Operador Nacional do Sistema (ONS) informou que a energia foi restabelecida em sete capitais do Nordeste por volta de 16h30, cerca de uma hora e meia após o apagão. De acordo com a assessoria do ONS, a causa do problema ainda não foi detectado. No entanto, conforme informou, em nota, a Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia (Coelba), foi causado por um problema no sistema interligado nacional, de responsabilidade da ONS.

A falta de energia atingiu os 9 estados do Nordeste (Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia). Ainda de acordo a assessoria, o centro de operação já iniciou o processo padrão para recompor o sistema.

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DEU NO UOL/FOLHA

O apagão que atingiu o Nordeste do país na tarde (e começo da noite) desta quarta-feira (28) foi provocado por uma empresa particular de energia elétrica, afirmou o gerente da Chesf (Companhia Hidro Elétrica do São Francisco) no Piauí, Airton Feitosa.

“A falta de energia não ocorreu no sistema da Chesf, mas por uma empresa particular durante o pico de alto intercâmbio de energia para o Nordeste”, afirmou.

O gerente comparou o problema a uma “freada brusca” em um carro. “É como você estar acelerando a 110 km/h e dar uma freada brusca. Duas linhas de transmissão de 500 kV apresentaram problemas”, afirmou.

Segundo ele, a energia já estava voltando em todos os bairros de Teresina por volta das 17h.

A direção da Eletrobras no Piauí divulgou nota se eximindo de responsabilidade pela interrupção do fornecimento de energia.

“A causa está sendo diagnosticada pela Chesf, que deverá se posicionar sobre essa falta de energia”, diz a nota da Eletrobras, que tem mais de um milhão de clientes no Piauí.

O apagão começou por volta das 15h e afetou os nove Estados do Nordeste.

Aos poucos estava sendo retomada também em Salvador (BA), Fortaleza (CE), Recife (PE), João Pessoa (PB) Maceió (AL). Em Natal (RN), a luz voltou por volta das 16h50, mas dez minutos depois caiu de novo. Na capital da Paraíba, a Polícia Militar pede para as pessoas permanecerem em suas casas.

Segundo as distribuidoras de energia nos Estados, a luz está sendo reestabelecida aos poucos, para que a rede não fique sobrecarregada e ocorra um novo apagão nas cidades.

A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) informou que foi comunicada da falha, considerada internamente como de “grandes proporções”.

A agência foi informada pelo ONS (Operador Nacional do Sistema) de que a transmissão de energia na região caiu de 10 mil megawatts para mil megawatts, ou seja 10% do nível normal.

O Ministério de Minas e Energia também está apurando as causas dos problemas.


Mãe Stella na ALB:festa gloriosa na Bahia
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DICA DA JORNALISTA MARIA OLÍVIA PARA O BO

A yalorixá Stella de Oxóssi, a Mãe Stella que comanda o terreiro do Ilê Axé Opô Afonjá, em São Gonçalo do Retiro, será empossada como a mais nova integrante da Academia de Letras da Bahia, em cerimônia que acontece no próximo dia 12 de setembro, às 20h, na sede da entidade, no Palacete Góes Calmon (Nazaré).

Mãe Stella ocupará a cadeira de número 33, cujo patrono é o poeta Castro Alves e que teve como último ocupante o historiador Ubiratan Castro de Araújo. A saudação à nova acadêmica será feita pela escritora Myriam Fraga.

Stella de Oxóssi, Maria Stella de Azevedo Santos, é graduada em enfermagem e nasceu em 1925, em Salvador. Ela é a quinta yalorixá a ocupar o comando do Opô Afonjá, que foi fundado em 1910. É autora de diversas obras sobre o Candomblé e também de ficção infanto-juvenil inspirada em lendas e contos africanos, como o livro Epé-Laiyé – Terra Viva, que conta a história de uma árvore que ganha pernas e segue em uma jornada para conscientizar as pessoas para a preservação do meio ambiente. A yalorixá também escreveu Owé – Provérbios, Osósí – O caçador de alegrias e Meu tempo é agora, entre outros.


Papa Francisco:comunicação direta no Vaticano

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Já não restam muitas dúvidas de que o Papa Francisco inovou na forma como um Pontífice se relaciona com os católicos. Pegar no telefone para ligar às pessoas que lhe escrevem começa a ser frequente e desta vez Jorge Mario Bergoglio telefonou no domingo a uma mulher argentina, que acusou um polícia de a ter violado.

“O meu telemóvel tocou. Perguntei quem era e fiquei petrificada: era o Papa”, contou Alejandra Pereyra, habitante de Villa del Rosário, perto de Córdoba, citada pelo blog de informação religiosa Il Sismografo.

“O Papa ouviu com muita atenção a minha história. Ele disse-me que eu não estava sozinha e pediu-me para ter confiança na Justiça”, contou Alejandra Pereyra, de 44 anos. A conversa durou quase 30 minutos.

Alejandra Pereyra apresentou queixa contra o polícia e diz ainda ter sido vítima de ameaças e pressões para desistir do processo. A queixa acabou por não avançar e o agente até foi promovido.

Revoltada, esta mulher argentina resolveu escrever ao Papa. “Ele disse-me que recebe todos os dias milhares de cartas, mas que a que eu escrevi o emocionou e tocou no coração”, contou ainda Alejandra.

Esta não é a primeira vez que o Papa Francisco liga directamente a católicos. Segundo o Corriere della Sera, já no domingo Francisco tinha ligado a Rosalba Ferri, uma mulher de 77 anos cujo filho foi assassinado em Junho.

Na semana passada, também foi revelada uma outra conversa telefónica entre Francisco e um jovem italiano, a quem pediu que o tratasse por tu.

O Vaticano já admitiu que Francisco telefona diretamente para qualquer pessoa e que essa é uma grande mudança nos hábitos de um Papa.

(Com informações do Público, de Lisboa e da Agência de notícias AFP0


Afonsinho:Em Copacabana, aos 66 anos, firme e
sem perder a ternura, jamais.
Foto:Marcia Foletto.

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DEU EM O GLOBO

Arnaldo Bloch

RIO – Da varanda do apartamento na Joaquim Nabuco, esquina com a praia de Copacabana, no pontal do Posto 6, lá onde fica a velha colônia de pescadores, vê-se, de um lado, a Lua cheia da última terça-feira espelhando-se no mar e, de outro, a melancolia dos morros cariocas sob a noite que cai. No sofá surrado mas valente da sala de estar, Afonsinho está cercado de engenhos e símbolos do passado, como a aparelhagem de som antiga, com CDs e vinis empilhados, só de música brasileira.

Quando, no fim dos anos 1960, veio, de Jaú, SP (onde iniciava carreira), para o Rio, tinha em mente o futebol e o samba, que curtia nas rodas. Em destaque, um poster de Gilberto Gil, que lhe dedicou versos na canção “Meio de campo”:

Prezado amigo Afonsinho/Eu continuo aqui mesmo/Aperfeiçoando o imperfeito/Dando um tempo, dando um jeito/Desprezando a perfeição/Que a perfeição é uma meta/Defendida pelo goleiro/Que joga na seleção/E eu não sou Pelé (…)/Se muito for eu sou um Tostão/Fazer um gol nessa partida não é fácil, meu irmão.

— Esta música estreou na Concha Acústica de Salvador, e eu estava na Bahia mas não vi o show, nem sabia que a canção existia. Aí um amigo me levou na casa do Gil, tomamos cerveja, conversamos durante horas, ouvimos Miles Davis, e só depois de ir embora que eu percebi: nem falamos da música!

http://youtu.be/wsAXuNbwcSQ

Gravada depois por Elis Regina, a canção saudava a coragem do então craque do Botafogo, que enfrentara os dirigentes na luta para ser dono de seu passe (o que acabou levando ao movimento que libertaria os jogadores do jugo dos clubes) e resistia às pressões para cortar o cabelo e a barba.

A pressão era alta: teve até proposta de marca de barbeador e promessa de carro do ano e aumento. Ele recusou-se e teve que amargar exílio no Olaria, depois de meses sendo boicotado pelo então técnico, Zagallo, que, anos depois, teve que engoli-lo no Flamengo, já dono de seu passe, alugado aos times.

— Na época muitos jogadores usavam cabelo comprido ou no estilo sarará. Era moda. Mas meu aspecto desleixado e a minha cara punham medo. Eles me achavam parecido com Che Guevara. No fundo, mesmo, era o modo de calarem a minha boca.

Não calaram. A ponto de Pelé (que criaria a Lei) , em fim e carreira no Santos, magoado, declarar em entrevista (reproduzida no documentário “Passe livre”, de Oswaldo Caldeira): “O único homem livre do Brasil é o Afonsinho”.

Tanta coragem num sujeito com ar manso e olhos tristes de menino espantava os tribunais desportivos e os cartolas. Embora tenha se metido em política estudantil, o futebol acabou impedindo que entrasse para a luta armada.

— Se eu tivesse começado a estudar medicina dois anos antes, acho que estaria morto como guerrilheiro. Mas encontrei no futebol meu terreno de luta não apenas esportiva, mas política, no sentido mais abrangente.

Qualquer semelhança com Doutor Sócrates, prócer da democracia corintiana, terá sido coincidência. Afonsinho veio muito antes e seu engajamento era solitário, quixotesco e em meio a um período muito mais sombrio. Mas Afonsinho nunca chegou à seleção e o último título que levantou foi o Campeonato Carioca de 1968.

— Ironicamente, terminei a faculdade por causa do exílio no Olaria, quando o Botafogo queria acabar comigo.

Graças a essa determinação é que o hoje médico aposentado ainda tira um sustento a mais trabalhando numa unidade do programa Saúde da Família em Paquetá, bairro que frequenta desde a juventude. No fim de semana passado foi a grande estrela sênior nos festejos da fina l do campeonato local.

— A festa é por felicidade mas também por necessidade. Quando criamos o Trem da Alegria em homenagem ao Garrincha foi para o pessoal ter onde jogar, se exibir, ganhar um dinheirinho rodando o Brasil. É esse tipo de solidariedade a maior beleza do futebol.

No Trem da Alegria militaram, além do próprio, Garrincha, Dida, Nilton Santos, Orlando, Altair, Brito, Fio Maravilha e Nei Conceição, hoje o melhor amigo de Afonso. O carinho da classe artística garantiram a ele vaga também no Chulé Futebol Clube, time capitaneado por Paulinho da Viola, com Afonso, Moraes Moreira, Raimundo Fagner e Abel Silva.

— A pelada é, até hoje, a coroação de qualquer data, aniversário, dia santo. Tem sempre peixe e cerveja. Mantenho o que posso da forma física com a bicicleta em Paquetá mas ando pensando em treinar com mais frequência, que o bicho está pegando com a idade.

A idade: 66 anos. Casado há 20, com filhos e netos de se perder a conta. Do futebol acompanha tudo, mas anda triste com os modos e o léxico da bola.

— Ouvir o pessoal chamar jogador de “ativo”, como se gente fosse dinheiro, faz mal ao estômago. E “peça de reposição”? Difícil aturar também a pose dos técnicos. Usar terno em campo é uma coisa deprimente. Um tipo de submissão à lógica da grana. Do mesmo jeito que os jogadores pertenciam aos clubes e hoje são livres, os técnicos de hoje são os burocratas enfezados que agem como se estivessem numa empresa.

Afonso anda pouco interessado também pelos rumos da Seleção. Se vencer, ele diz, terá sido por ser país-sede, e não por um trabalho dotado de alma. Preocupa-se mais com o Brasil em si, o país, que está a bradar por mais glórias.

— O Brasil precisa vencer pelo que ele tem de sua essência: pela alegria, pela criatividade, pela música, pela boa paz, pela generosidade e pelo amor. Vencer com o que há de pior no espírito humano é uma grande derrota. Afinal, somos ou não o tal país do futuro?

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ago
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Posted on 28-08-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 28-08-2013


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Sid, hoje, no portal A Chargge Online

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OPINIÃO POLÍTICA

Coisa de gerente

Ivan de Carvalho

Faltam apenas dez dias para a presidente Dilma Rousseff ser submetida a um teste importante. No dia 7 de setembro, quando se comemora a independência do Brasil, ela vai presidir, em Brasília, o desfile militar que marca o “grito do Ipiranga”, nossa algo polêmica declaração de independência em relação a Portugal.

Para o mesmo dia, estão sendo convocadas para diversas cidades do país manifestações populares de rua e no principal foco de atenção a este respeito está naturalmente a capital federal, exatamente por ser lá que está a cúpula do poder nacional e, especialmente, a presidente da República.

É claro que o governo Dilma Rousseff e a Polícia Militar do Distrito Federal vão fazer todo o possível para excluir a possibilidade de uma confrontação visual e verbal (ainda que não violenta) entre as autoridades encarapitadas no certamente bem protegido palanque oficial e eventual multidão que venha a atender às convocações para uma manifestação de rua em áreas adjacentes.

Em ocasião anterior, também no 7 de setembro, o governo agiu – e é até natural que isso ocorresse – para não permitir a coincidência dos festejos da Independência e de manifestação (na época, contra a corrupção) no mesmo local. Os dois eventos ocorreram em áreas próximas e mesmo em horários sucessivos, mas chegou a haver uma certa interação: vaias partidas dos manifestantes chegaram a ser ouvidas, com não confessado, mas indisfarçável desagrado, pelo pessoal do palanque oficial.

Depois das grandes manifestações de junho no país, já aí envolvendo não somente a questão da corrupção, mas as da mobilidade urbana, saúde pública, insegurança pública e educação, principalmente, é possível que o 7 de setembro deste ano apresente algo politicamente bem mais denso em matéria de manifestações populares de rua.

No entanto, isto não pode ser dado como certo, pois a partir da espetacular queda de popularidade da presidente Dilma Rousseff e da avaliação de seu governo de abril ao fim de junho, ela iniciou uma lenta recuperação detectada por pesquisas de opinião pública do Datafolha e Ibope. Pode ser que essa tendência de lenta recuperação acabe funcionando como um desestímulo à intensidade das manifestações de insatisfação popular.

De qualquer maneira, as manifestações convocadas pelas redes sociais para 7 de setembro, por sua dimensão maior ou menor, deverão ter uma influência expressiva, a favor ou contra a recuperação da popularidade de Dilma Rousseff e de seu governo, não importa muito a incrível patuscada gerada entre o Palácio do Planalto, o Ministério das Relações Exteriores e a Embaixada do Brasil na Bolívia. Este é um assunto “sofisticado” que talvez não emocione e nem tenha seu caráter absurdo e burlesco (não pelo diplomata Saboya, que é o herói da história, o único que cumpriu seu dever) no foco das atenções da maioria da população.

Bem, voltando ao 7 de setembro, se a presidente passar no teste, isto pode ser um sinal forte de que está com uma tendência persistente de recuperação, ainda que por enquanto esta esteja se revelando lenta. Mas este sinal, este indicador, não é uma garantia incondicional, pois em verdade a grande dificuldade de aprovação do governo Dilma Rousseff e a candidatura dela à reeleição é o cenário de dificuldade econômica e financeira em que o país está mergulhando – ou se aprofundando.

Já houve uma queda de dez por cento do poder aquisitivo da população, dizem muitos economistas. O Banco Central se dispõe a aumentar os juros (depois de os haver abaixado para estimular o crescimento da economia, que foi um fiasco e estima-se que continuará sendo) para empurrar para baixo a inflação, enquanto a cotação do real cai ante o dólar, que foge do país, o que pressiona a inflação para cima, encarecendo produtos importados. Então o governo adota medidas de desoneração de itens de importação, para suavizar esse efeito.

A impressão que fica é a de uma contínua improvisação no setor econômico-financeiro. Táticas sem estratégia. Coisa de gerente, não de presidente.

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“Rossana”, Armando Trovajoli, para acompanhar o pique de quem quer Salvador bem cuidada!

BOM DIA!

(Gilson Nogueira)

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