DEU NO CORREIO DA BAHIA

Da Redação

Após o terceiro dia de críticas do governador Jaques Wagner às empreiteiras baianas por não terem apresentadas propostas para o Metrô, a Odebrecht divulgou nota, explicando que, apesar de interessada na obra, as conclusões de suas análises “não permitiram que a empresa apresentasse uma proposta sustentável em relação aos compromissos pretendidos pelo Governo”.

Na nota, a empresa relembra sua participação nas discussões sobre o Metrô e destaca suas obras na Bahia, citando a Arena Fonte Nova, o Estaleiro Enseada do Paraguaçu e o emissário submarino de Jaguaribe.

“A Odebrecht, organização brasileira com presença em mais de 80 países, reafirma seu compromisso com o desenvolvimento da Bahia numa aliança iniciada há quase 70 anos, período em que vem realizando grandes investimentos em benefício de sua população, seja em empreendimentos de infraestrutura, realizações imobiliárias ou na área petroquímica, através da Braskem”, afirma a nota.

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Ontem, Wagner retomou as críticas a Odebrecht e a OAS por não apresentarem propostas: ‘eu me retei’. A OAS não se manifestou.

Consórcios
Dos quatro grupos empresariais que se organizaram para disputar a licitação do metrô de Salvador, apenas um se apresentou na fase de habilitação: o grupo CCR. Entre os desistentes, duas empresas baianas que, juntas, manifestaram interesse na obra desde o início da montagem do projeto: o consórcio Odebrecht/Invepar (grupo formado por OAS e fundos de pensão).

“A OAS/Odebrecht disse que era impossível, que os preços eram ridículos e, felizmente, tivemos uma (interessada). Óbvio que era bom que tivesse mais, mas aí tem que perguntar às outras empresas por que é que não entraram”, comentou Wagner ao Correio.

“São quatro grupos acompanhando, um fortemente, que foi inclusive quem fez a PMI, que era a OAS. Confesso minha profunda decepção com as empresas baianas, que eu acho que foram irresponsáveis com o estado. Vinham estudando essa matéria há quase dois anos, deveriam ter compromisso com a Bahia, pelo menos vivem dizendo que têm e, na verdade, não demonstraram nenhum compromisso”, disse.

ago
23


DEU NO G1

A 12ª Edição da pesquisa Empresa dos Sonhos dos Jovens, da Cia de Talentos, em parceria com a Nextview People, mostra quem são os líderes mais admirados pelos jovens. Durante o ano de 2012, 52 mil jovens brasileiros participaram da pesquisa, com idade entre 17 e 26 anos, e citaram 1.880 líderes diferentes. Mas, do total, 54% dos jovens disseram que não admiram nenhum líder na atualidade, 6% a mais que no ano passado.

No ranking internacional, Barack Obama volta ao primeiro lugar como em 2011. Em seguida vêm: Eike Batista, Steve Jobs, Roberto Justus, Dilma Rouseff, Joaquim Barbosa, Bill Gates, Papa Francisco, Mark Zuckerberg e Lula.

Os motivos de escolha desses líderes refletem os valores e crenças desses jovens. Empreendedorismo e inovação são apontados por 26% dos respondentes. Determinação, disciplina e humildade estão em segundo lugar. O terceiro ponto é a visão sistêmica e a clareza sobre aonde se quer chegar com 14% das respostas. Os jovens valorizam ainda a capacidade de defender uma causa (13%) e de superar barreiras e vencer preconceitos (10%).

Entre os líderes mundiais e brasileiros mais admirados, observa-se que, desde 2009 (ano em que a seção “liderança” foi incluída na pesquisa), o perfil dos escolhidos vem mudando aos poucos. Pelos rankings passaram gestores, ex-gestores, pais, mães, ícones do esporte, além de empresários e políticos.

Na composição do ranking de líderes mundiais deste ano, os jovens apontaram dois nomes que não são políticos nem empresários: Papa Francisco e Joaquim Barbosa, e ambos foram escolhidos por suas características pessoais, como humildade, disciplina e determinação, pelas causas pelas quais lutam e pela paixão pelo que fazem.

Ranking nacional

No ranking dos líderes brasileiros de 2013, estrearam quatro nomes: Joaquim Barbosa, Jorge Paulo Lemann, Graça Foster e Flavio Augusto da Silva. O ranking dos líderes brasileiros do 1º ao 10º lugar é o seguinte: Eike Batista, Roberto Justus, Dilma Rousseff, Joaquim Barbosa, Lula, Silvio Santos, Jorge Paulo Lemann, Bernardinho, Graça Foster e Flávio Augusto da Silva.

Barbosa foi apontado pelos jovens em razão de sua exposição na mídia devido à importância de seu papel no julgamento do mensalão.

Jorge Paulo Lemann e Flavio Augusto Silva foram citados pelo empreendedorismo e capacidade de inovar. Lemann era um esportista altamente competitivo, encontrou os parceiros certos e hoje é empresário e investidor de renome internacional. Flávio Augusto montou a rede de escolas de inglês Wise Up para poder casar-se com a namorada. No início deste ano, tornou-se acionista do Grupo Abril Educação, que adquiriu a empresa e sua rede de franquias.

Graça Foster, presidente da Petrobras, percorreu uma longa carreira na estatal. Nela, os jovens destacam características pessoais como determinação e disciplina, apontados por 25% dos jovens que a escolheram.

54% dos jovens não admiram líder
A quantidade de respondentes que admiram um líder vem aos poucos diminuindo. Em 2013, 54% dos jovens disseram não admirar nenhum líder, 6% a mais que no ano passado. O índice aumenta quanto menor é a idade: 57% para jovens entre 17 e 20 anos, 53% para jovens com idade entre 21 e 24 anos, e 50% para idade entre 25 e 26 anos.

A exigência do jovem em relação ao gestor é alta: ele precisa conhecer profundamente cada colaborador, ajudar seus liderados na execução das tarefas do dia a dia e na orientação da sua carreira. Ou seja, um bom líder é aquele que tem capacidade de gerir pessoas e deixá-las fazer as coisas com liberdade, confiança e espaço para inovar e criar. É fundamental que tenha também boa comunicação, seja transparente e dê feedbacks constantes, para que o jovem saiba se está no caminho certo. Importante dizer que ser chefe é diferente de ser amigo, pois valoriza muito a meritocracia.

O jovem respeita um líder que explica o porquê de cada atividade, pois seu trabalho precisa ter um significado, um propósito. É isso que o motiva a fazer parte da equipe.

ago
23
Posted on 23-08-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 23-08-2013


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DEU NO DIÁRIO DE NOTÍCIAS (PORTUGAL)

O ator norte-americano Ben Affeck foi escolhido pelos estúdios Warner para suceder a Christian Bale no papel de Batman, num filme que contará também com a participação do britânico Henry Cavill, que regressa ao papel de Super-Homem.

O filme que irá reunir os dois super-heróis foi anunciado em julho e deverá estrear em 2015. Christian Bale, que interpretou Batman na trilogia realizada por Christopher Nolan, anunciou que não pretendia regressar ao mesmo papel.

“Sabíamos que precisávamos de um ator extraordinário para interpretar um dos super-heróis mais populares da DC Comics e Ben Affleck preenche todas essas condições”, afirmou Greg Silverman, presidente da Warner Bros, num comunicado publicado pela revista ‘Variety’.

O filme, que não tem ainda título, será realizado por Zack Snyder, que já esteve atrás das câmaras em “Homem de Aço”, com o britânico Henry Cavill a regressar ao papel de Super-Homem.

“Ben será um contraste interessante ao Super-Homem de Henry. Tem as qualidade de interpretação necessárias para criar o retrato complexo de um homem mais velho e mais sensato que Clark Kent e tem as cicatrizes de um experiente combatente do crime, mantendo o charme que o mundo vê no bilionário Bruce Wayne”, afirmou Snyder. “Mal posso esperar para trabalhar com ele”, acrescentou.

Esta não será a primeira vez que Affleck interpreta um super-herói: foi Matt Murdock no filme ‘Demolidor – O Homem Sem Medo’ (Daredevil, no original), de 2003.

ago
23
Posted on 23-08-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 23-08-2013


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Morettini, hoje, no portal A Charge Online

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OPINIÃO POLÍTICA

Hora da merenda

Ivan de Carvalho

O Senado Federal concluiu, na quarta-feira, a votação do projeto de lei que proíbe cantinas e lanchonetes instaladas em escolas do ensino básico de vender bebidas com baixo teor nutricional ou alimentos com quantidades elevadas de açúcar, de gordura saturada, gordura trans ou sal (cloreto de sódio).

O projeto já havia sido aprovado antes, mas como é terminativo – uma vez aprovado em comissão, não precisa ser apreciado pelo plenário da Casa Legislativa, teve de ser submetido a segunda votação em nível de comissão. Agora seguirá para processo legislativo idêntico na Câmara dos Deputados, depois do que, espera-se (ela não ceder à pressão de lobbies, ativos nesse tipo de assunto), será sancionado pela presidente da República.

Note-se que os lobbies não são desprezíveis. Entre as bebidas de baixo teor nutricional estão todos os refrigerantes. Destes, os “normais” têm uma quantidade estúpida de açúcar, enquanto os “light” têm menos açúcar que os outros, com a compensação de adoçantes artificiais, a exemplo do cancerígeno ciclamato de sódio e os “diet”, a exemplo da Coca-Cola Zero, são uma bomba tóxica. Há uma quantidade mínima diária admitida por algumas agências reguladoras (incluindo a Anvisa) de ciclamato de sódio como “segura” – 40 mg. Assim, os riscos desta substância não seriam tão grandes quanto sustentam setores científicos responsáveis por outras pesquisas que investigaram o assunto. Arrisca quem quer.

Sintetizando: os refrigerantes e certos similares “normais” quase não têm nutrientes e incluem quantidades enormes de açúcar, que levam ao sobrepeso e à obesidade, maligna em si mesma e porta aberta para o futuro diabetes e todo o rol de males que esta doença acarreta ou pode acarretar. Ou, substituindo o açúcar no todo ou em parte, a sacarina e o ciclamato de sódio. E é o refrigerante que rola nas cantinas e lanchonetes escolares. Se, em casa, os país tiverem o bom senso e a vontade de dar uma boa orientação alimentar aos filhos, nas escolas, por paradoxal que pareça, é que eles vão encontrar a má lição.

Também quer o projeto – parte de uma discussão que já acontece no Congresso há oito anos, mostrando, de um lado, a negligência da maioria dos parlamentares com coisas sérias e, de outro, a força de atuação dos lobbies envolvidos (indústrias de bebidas, indústrias alimentícias e pontos de venda direta ao consumidor, no caso, principalmente crianças e jovens na primeira adolescência) regular a venda de alimentos nas cantinas e lanchonetes das escolas do ensino básico.

Decidiu finalmente o Senado (mas faltando a Câmara, a sanção presidencial e a fiscalização efetiva, que não é coisa fácil, sobretudo se não presença frequente de fiscais e punição séria para os infratores) proibir a venda de alimentos com quantidades elevadas de açúcar, gordura sataruda, gordura trans e o sal de cozinha (por causa do sódio). Biscoitos recheados, hamburgers, chesburgers, queijos – tudo isso está cheio de gordura trans ou saturadas, embora, por um malandro regulamento da Anvisa, possa se escrever “zero gordura trans” ou “zero gordura trans na porção” se na porção (o rótulo dirá a que quantidade corresponde um porção) houver gordura trans, sim, mas abaixo do limite máximo. Se diz zero e tem alguma gordura trans, é mentira – propaganda enganosa autorizada pela Anvisa, órgão do governo federal.

No açúcar e na gordura saturada moram a obesidade, o diabetes, a elevação do colesterol. A gordura trans, que se encontra nas margarinas, em todos os óleos vegetais hidrogenados ou parcialmente hidrogenados – o óleo de oliva fica fora disso, mas o dendê, mesmo não sendo hidrogenado, portanto, não sendo trans, é saturado, como também é o caso do óleo e leite de côco – leva ao entupimento direto das artérias (especialmente as coronárias e os vasos cerebrais) e ao entupimento “indireto”, por induzir o fígado a produzir mais colesterol.

Admirável é que acabe se tornando tão demorada no Congresso a elaboração de uma lei que já existe em cinco Estados, por iniciativa deles, ainda que com critérios variáveis – mas representando, de certa forma algum esforço de frear um pouco a marcha batida da população brasileira, em mais de 80 por cento urbana, o que facilita – não somente grande consumidora de alimentos e bebidas que mais adoecem que alimentam e hidratam as pessoas. Mas para ser, cada vez mais, consumidora de medicamentos e serviços médico-hospitalares. Ressalve-se que o fenômeno não ocorre somente no Brasil. O maior exemplo são os Estados Unidos, onde a projeção é de que em 2030 mais de 50 por cento de sua população será de obesos e onde a obesidade (como já acontece no Brasil com cada vez mais intensidade), a obesidade já começa na infância.

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Eliane Elias, pianista, compositora e cantora, com Bate Bate, de sua autoria, na volta ao ar do BP!

(Gilson Nogueira)

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