Os vasos do jardim da calçada da Cida

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Meu modesto Jardinzinho

Maria Aparecida Torneros

Estou pensando nos itens da minha terapia para melhorar as crise da coluna vertebral, escoliose, osteoporose, osteopenia, hipertensão, colesterol alto, etc… pois é, incluí, além da medicação, acupuntura, dieta, fisioterapia e RPG, um novo hobby, a jardinagem, yes! Comecei modestamente, cuidando dos vasinhos de flores que ganhei no dia das mães, do meu filho e da minha cunhada.

Em junho trouxe uma mudinha de Campos do Jordão, furei a lata do Molico e plantei, pegou! Agora, começo a organizar melhor minha nova atividade e, diariamente, observo a transformação da Natureza, minha aliada em superação constante! Vou investir mais no meu modesto jardinzinho da calçada! Perdi 7 quilos desde abril, e vou ganhando folhinhas verdes e florezinhas em troca, e, evidentemente, diminuindo as dores! Recomendo!

Cida Torneros, jornalista e escritora, mora no Rio de Janeiro, edita o Blog da Cida, onde o texto foi originalmente publicado.


Obra prima de Siron, hoje, roubada e arruinada e…

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…a beleza do painel quando inaugurado
em Salvador
Fotos: A Tarde

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DEU NO JORNAL A TARDE

BIAGGIO TALENTO

Inspiradas em pinturas rupestres, as 454 peças em alumínio fundido que formavam o monumental painel do goiano Siron Franco, no bairro dos Barris (regão central de Salvador) , foram totalmente subtraídas do paredão concretado situado em frente ao Dique do Tororó – manancial construído pelos holandeses durante a ocupação de Salvador em 1624.

A obra-prima foi um presente do artista plástico, conhecido mundialmente pela sua arte, à cidade de Salvador quando ela completou 454 anos, em 2002.

Há anos, ladrões de objetos metálicos vinham arrancando as esculturas do painel, apesar de terem sido fixadas com parafusos reforçados.

Ao tomar conhecimento da “limpa” total do paredão, a prefeitura, por intermédio do secretário de Desenvolvimento, Turismo e Cultura, Guilherme Bellintani, prestou queixa na 1ª Delegacia de Polícia, devido à depredação do bem público e, em especial, por ser uma obra de arte que a cidade perde.

Inimaginável

Na época da instalação da obra, Siron Franco não se preocupava com a eventual ação de vândalos ou ladrões. Com ingenuidade, considerou inimaginável que alguém pudesse destruir um painel que embelezava a cidade.

Ele moldou as peças estilizadas a partir de pinturas encontradas em sítios arqueológicos de Goiás e do sudoeste da Bahia, nas margens do rio Corrente e na Serra do Ramalho. O artista realizou o trabalho num projeto de reciclagem da Empresa de Limpeza Urbana (Limpurb).

ago
13
Posted on 13-08-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 13-08-2013


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Sid, cartunista baiano, para o A Charge Online

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OPINIÃO POLÍTICA

Oposição sem estratégia

Ivan de Carvalho

De acordo com pesquisas do Instituto Datafolha, em março a presidente Dilma Rousseff chegara ao auge – 65 por cento dos eleitores brasileiros consideravam seu governo “bom ou ótimo”.

Tenho a impressão pessoal de que uma grande parte dos eleitores brasileiros é extremamente generosa na avaliação de um governo.

Ou de que não entende muito do assunto, talvez devido à qualidade (ou ausência de qualidade) da educação e informação que recebe nas escolas, especialmente as do ensino fundamental e do segundo grau do sistema público.

Ou de que avaliações tão bisonhas como aquela de aprovação do governo com 65 por cento de “ótimo e bom”, apurada em março pelo Datafolha, também resulta, em grande parte, da deficiência da maioria da mídia, no que seria a sua tarefa de levar à sociedade, de uma maneira objetiva e clara, as informações que realmente importam, preferindo dedicar um tempo enorme a informar abobrinhas inúteis que tanto fascinam o apetite de grande parte do público e não irritam o poder estatal, superdimensionado no Brasil.

Ou se deixa – essa parte do eleitorado que, como já disse, segundo minha impressão, não consegue avaliar sensatamente um governo – talvez enrolar facilmente pelo marketing político e pela propaganda mais ostensiva, ambas exploradas além de quaisquer limites, como mostram números divulgados no último fim de semana sobre os gastos do governo com publicidade.

Mas às vezes a generosidade na avaliação do governo é abalada, apesar de tudo. Foi o que aconteceu depois da pesquisa Datafolha de março até a pesquisa do mesmo instituto na primeira semana de junho. A avaliação do governo Dilma Rousseff caíra oito por cento. E o governo percebera o declínio antes do Datafolha divulgar sua pesquisa do começo de junho. O governo tem pesquisas como rotina.

Percebeu o movimento negativo e entrou em campo pisando nos cascos, com a presidente toda hora na televisão e esforçando-se também para consolidar as alianças eleitorais com os partidos antes que viesse a público a tendência de baixa. Mas foi aí que vieram as manifestações populares de rua nas três últimas semanas de junho e uma queda de 27 por cento na aprovação do governo Dilma – o que resultou em 35 por cento, quando somados àqueles oito por cento que, depois ficou claro, tanto alarmaram o governo e seu partido, o PT.

Com os 35 por cento, houve uma pane total nas estratégias políticas do governismo. Não digo que o fenômeno também ocorreu no campo da oposição, porque esta não tem estratégia alguma até agora. Pior que, além de não ter estratégia, também não tem um líder natural, a um tempo conhecido nacionalmente, com bom conceito na sociedade e com carisma. Talvez seja possível apontar alguém com as duas primeiras qualidades, mas faltando a terceira e extremamente importante – o carisma. Talvez seja o caso de Marina Silva. Já o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, que está ensaiando ser, mas ainda não é oposição (integram, ele e seu partido, formalmente, a aliança governista) pode ter carisma e bom conceito (em Pernambuco…), mas não é nacionalmente conhecido. E, por enquanto, faltam-lhe aliados e pontos nas pesquisas.
Daí que pode ser muito importante o que, tivessem as oposições um líder com aquelas três qualidades, seria apenas um dado a mais a considerar. Refiro-me à recuperação de seis pontos percentuais (a troco blá-blá-blá e que mais?) na avaliação positiva (ótimo + bom) de seu governo. Não dá para saber ainda se a recuperação é sustentável ou não. Mas os partidos notam essa pequena reconquista de seis por cento, enquanto são chamados, os governistas, para conversas que antes não existiam e recebem agrados (rapapés e dinheiro de emendas parlamentares) que antes eram negados. Do outro lado, nota-se que as oposições não conseguiram aproveitar o grande espaço popular aberto até o fim de junho e em sua quase totalidade ainda disponível. Pode-se dizer até que, sem uma estratégia, com pouco poder e com o drama dos tucanos no caso do cartel do metrô paulista, as oposições conseguiram perder espaço ao mesmo tempo que o governo.

É ridículo.

Bonjour!!!

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