http://youtu.be/dk-t0_wQwts

Do álbum The Opener, de Curtis Fuller Quartet, A Lovely Way to Spend an Evening . Boa Noite!!!.

(Gilson Nogueira)

DEU NA UOL/FOLHA

A equipe médica que atende o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva convocou uma coletiva de imprensa no início da tarde deste sábado (10) para informar que a saúde do petista “está perfeita”.

Lula chegou ao hospital Sírio Libanês por volta de 8h e foi submetido a três exames. Segundo o cardiologista Roberto Kalil Filho, todos deram normal. Lula fez, inclusive, uma laringoscopia, além de ressonância. “Todos os exames foram normais. A saúde do Lula está perfeita”, disse Kalil.

O ex-presidente deixou o hospital sem falar com a imprensa, mas, segundo Kalil, foi Lula quem pediu que o resultado dos exames fosse detalhado aos jornalistas para dar fim a boatos de que o câncer diagnosticado em 2011 havia voltado.

Segundo o oncologista Paulo Hoff, as chances de a doença reaparecer, agora, são “mínimas”. “A cada mês que passa a chance de a doença voltar é menor”, afirmou o também oncologista, Artur Katz.

Kalil encerrou a coletiva dizendo que os exames deveriam “enterrar” boatos sobre o estado de saúde do ex-presidente. Ao final da entrevista, ele atendeu um telefonema da presidente Dilma Rousseff, que questionava sobre o estado de Lula. “Tá tudo bem, presidenta, tá tudo certo”, respondeu o médico.

http://youtu.be/ZPd8AbVJ7YY

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A canção revolucionária do cearense Belchior, mestre da musica popular brasileira, vai para Pablo Vallejos, um jovem que não tem medo de protestar, como recomenda o papa Francisco. Amigo querido do BP, que vive na Califórnia , atualmente em Santa Rosa, lugar encantado entre os vinhedos dos vales de Napa e Sonoma, que já impressionavam John Steinbech desde o tempo de “Vinhas da Ira”.

Grande abraço, garoto!

( Hugo)

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DEU NO DIÁRIO DE NOTÍCIAS, DE LISBOA

A passagem da Terra pela órbita do cometa “Swift-Tuttle” origina a chuva de estrelas cadentes “Perseidas”, que pode ser visível a olho nu neste fim de semana e na segunda-feira, dia de maior atividade.

O fenômeno repete-se anualmente, nesta época, e pode ser observado à olho nu, durante a noite, com céu limpo e muito escuro, fora das cidades, num local exterior amplo como o campo.

Segundo o diretor do Observatório Astronomico de Lisboa (OAL), Rui Agostinho, as previsões meteorológicas apontam para que haja “condições ótimas” de visibilidade da “Perseidas”, uma das chuvas de estrelas cadentes mais importantes.

A “Perseidas” tem o seu pico de atividade na segunda-feira, ao emitir uma média de 110 meteoros por hora. Contudo, de acordo com Rui Agostinho, pode ser vista a olho nu também hoje e no domingo, com uma média de 80 a 90 meteoros por hora. No céu, a chuva de estrelas cadentes ou meteoros surge como uma série de rasgos luminosos.

De acordo com o OAL, a “Perseidas” é popularmente conhecida como “Lágrimas de São Lourenço”, em homenagem ao santo festejado a 10 de agosto. O seu nome científico deve-se ao ponto do céu de onde parece vir – o radiante -, localizado na constelação de Perseus.

A chuva de estrelas cadentes, cientificamente designada como chuva de meteoros, acontece quando a Terra cruza um enxame de meteoroides, neste caso na órbita do cometa “Swift-Tuttle”.

ago
10
Posted on 10-08-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 10-08-2013


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Amâncio, no Jornal de Hoje(RN)


Chaeles Bronson no cult de suspense dos anos 70…

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…E Serra na entrevista a Mario Kertész
esta semana na Metrópole.

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ARTIGO DA SEMANA

Serra, o passageiro da garoa baiana

Vitor Hugo Soares

De repente, não mais que de repente, o ex-governador e ex-prefeito de São Paulo, José Serra, estrela oscilante desde as últimas refregas eleitorais em disputas ao Palácio do Planalto e Prefeitura de São Paulo mas ainda de inegável fulgor na constelação nacional de líderes do PSDB, desembarcou em Salvador. Chegou com a corda toda no começo desta semana, que em seguida se revelaria nada tranqüila para ele e outros maiorais do ninho paulista dos tucanos.

Ainda sem os bombardeios, com munição pesada, de suspeitas e acusações de “malfeitos” que explodiram, na quinta-feira,sobre sua cabeça, Serra circulou intensamente na capital baiana. Às vezes bem à vista, no palco com platéia. Outras vezes, com holofotes desligados, andou sob as sombras dos bastidores da cidade da Bahia, segundo preferia chamar Jorge Amado, ou a terra de todos os santos e de quase todos os pecados, das cronicas de Nelson Gallo.

De um ou outro modo, a capital brasileira de múltiplos cenários, um deles quase sempre perfeito e disponível para o desenrolar de uma trama de amor, de histórias de suspense, de uma novela de realismo mágico, ou insuspeitos enredos de grandes paixões e traições amorosas ou políticas.

O ex-ministro da Saúde do Governo Fernando Henrique Cardoso chegou por estas bandas do Nordeste (espécie de Meca atual de quem pretende se manter no comando do poder em Brasília, ou ocupar o lugar da presidente Dilma Rousseff ) na terça-feira chuvosa e fria de inverno, na semana quase insossa, se comparada aos dias recentes tão empolgantes, de tantas vibrações nas ruas e de muita ansiedade.

José Serra, mal comparando, desceu no aeroporto de Salvador ao feitio e semelhança daquele misterioso personagem vivido pelo ator Charles Bronson, no filme “Passager de la Pluie” (O Passageiro da Chuva, título no Brasil), ao desembarcar do ônibus em uma cidade do interior da França, sabe-se lá com que desígnios, debaixo de chuva, frio e neblina.

O filme, realizado em 1969, virou um cult nos cinemas do Brasil nos anos 70, e não esqueço a primeira vez que o assisti, no Cine Condor, quando andava pelo Rio de Janeiro. Não contarei a trama, pois recomendo o filme ainda hoje. Para contextualizar estas linhas de opinião, no entanto, devo acrescentar que O Passageiro da Chuva é uma trama de suspense, dirigida pelo grande René Clement e estrelada pelo durão Bronson e Marlene Jobert, esta no começo da carreira e no esplendor da beleza e sensualidade exigidas pelo papel. A trilha sonora, belíssima, é de Francis Lai. O filme é detentor de vários prêmios internacionais,

Mais não conto. E retorno ao périplo do misterioso político paulista, passageiro da “garoa baiana”,como ele próprio definiu, no começo da semana em Salvador.

Apesar do aguaceiro, Serra produziu fogo e levantou muita fumaça em sua rápida passagem, cujo motivo de agenda mais visível e mais proclamado, foi a visita ao Hospital Santo Antonio, na Cidade Baixa, sede das obras assistenciais de Irmã Dulce, “a mãe dos pobres da Bahia”, a caminho da santificação pelo Vaticano. Serra considera a experiência um modelo de atendimento hospitalar, a ser seguido em âmbito federal por qualquer governo sério e com planejamento para o setor.

“Eu faria isso”, afirmou o tucano, na entrevista exclusiva na Radio Metrópole ao apresentador Mario Kertesz.

No mais foi pauleira pura na cabeça do governo Dilma Rousseff, que o derrotou no pleito passado. Principalmente nas pastas comandadas por ministros paulistas, como a da Educação, de Aloísio Mercadante, e da Saúde, Alexandre Padilha. “O esquisito é ter o ministro da Educação metido com a saúde. Ele (Mercadante) devia estar cuidando da educação”, atacou Serra na conversa radiofônica com Kertész, no programa de maior audiência, no horário, na capital baiana.

Na movimentada exclusiva, no Jornal da Cidade, da Rádio Metrópole, aliás, Serra falou praticamente de tudo: Da garoa inclemente e do frio de Salvador naquela noite, dos engarrafamentos monstruosos à moda de São Paulo, da violência, dos protestos de rua,que segundo ele, “mostram o cansaço com os políticos e com governos marqueteiros”, da “vergonha” das obras do metrô de Salvador, que se arrastam há 13 anos, já engoliram mais de R$ 1 bi, sem transportar um único passageiro até hoje.

“Se o governo federal tivesse planejamento e prioridades isso já teria se resolvido, porque nenhuma prefeitura do país pode concluir, sozinha, uma obra dessa envergadura”, atacou de novo Serra, que chegou ao estúdio da rádio acompanhado do secretário municipal dos Transportes, José Carlos Aleluia, ex-deputado e presidente do DEM na Bahia, e políticos locais do PPS. Os tucanos da Bahia, desta vez, ficaram na moita durante a visita do ex-governador de São Paulo.

No mais, Serra trocou abraços e elogios com o prefeito ACM Neto (DEM), de Salvador, até aqui líder disparado de todas as pesquisas de nomes preferidos para o lugar do petista Jaques Wagner no governo do estado. Além disso, demonstrou a mais profunda indiferença todas as vezes em que o nome do senador Aécio Neves foi citado como provável candidato, do seu partido, a presidente da República em 2014. “O Aécio é sempre candidato”, limitou-se a comentar com desdém. Para acrescentar em seguida .

“Aliás, no primeiro turno, quanto mais candidatos melhor, para oferecer opções ao eleitor. Até o Joaquim Barbosa (ministro presidente do Supremo) eu acho que seria bom disputar”, disparou.

Depois de tudo, o passageiro da garoa, na Bahia, pediu tempo – pelo menos mais uns dois meses – antes de responder se será candidato mais uma vez à presidência da República em 2014.

Precisa? Responda quem souber.

Vitor Hugo Soares é jornalista, editor do site blog Bahia em Pauta. E-mail: vitor_soares1@terra.com.br

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BOM SÁBADO.DUPLAMENTE!!!

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OPINIÃO POLÍTICA

O respeito de Dilma pelo ET

Ivan de Carvalho

Desde que, a partir de março, a economia começou a corroer sua popularidade e a aprovação de seu governo, fenômeno maximizado pelas manifestações populares de junho, a presidente Dilma Rousseff tornou-se especialmente comunicativa e condescendente, atributos que antes não cultivava.

A comunicabilidade tem estado evidente na sua disposição para ocupar cadeias nacionais de televisão e rádio, fazer discursos, lançamentos de programas e inaugurações, torturar um papa cansado, que acabara de atravessar o Atlântico e o centro do Rio de Janeiro, com um discurso de político-eleitoral de meia hora.

Na comunicação com a nação, a presidente Dilma Rousseff lança ideias e programas inviáveis, como a Constituinte exclusiva e restrita para a reforma política (da qual desistiu em 24 horas) e o plebiscito sobre tal reforma, com que grande parte do povo se alegra, julgando que o estão consultando e, portanto, ele é que vai decidir.

Mas, coitado, o estariam consultando somente sobre as espertezas que o PT quer implantar (financiamento público de campanha, voto em lista) e que apresenta como coisas excelentes. Tão excelentes quanto tirar mais dinheiro do bolso dos contribuintes para financiar as campanhas eleitorais e tirar do eleitor o direito que hoje ainda tem de escolher os nomes dos candidatos nos quais quer votar para o Congresso, as Assembléias Legislativas e as Câmaras Municipais.
Ainda no departamento da comunicabilidade, a presidente se dispõe a conversar com o PMDB, coisa que não costumava fazer antes, e com outras legendas que integram sua base de governo.

A comunicabilidade atinge também a ser orçamentária, pois a presidente da República anda liberando com surpreendente generosidade recursos para atender a emendas de parlamentares constantes do orçamento deste ano. Uma fornada já saiu e sabem os congressistas, do que não fazem segredo, que outra bem maior vem aí. Também está disposta a dialogar sobre o chamado “orçamento impositivo”, para chegar a um acordo.

Mas ninguém entendeu ainda, porque não houve a explicação devida, que continua sendo aguardada para algum dia – pois seria imperdoável deixar isto fora dos registros históricos do país – o ímpeto comunicativo da presidente Dilma Rousseff sobre questões de exobiologia.

Embora, de vez em quando, a presidente diga coisas que surpreendem, geralmente por estarem além da compreensão das outras pessoas (é só procurar em declarações ou discursos improvisados exemplos serão encontrados), não se sabia que ela é versada em exobiologia e ufologia, embora seja uma obrigação sua, devido à responsabilidade do cargo que ocupa.

Mas desta vez, numa entrevista a uma rádio do interior de Minas Gerais, na quinta-feira, ela deixou descoroçoados os maledicentes e os descrentes. Disse que tem “muito respeito pelo ET de Varginha”.

Eu também tenho. O ET de Varginha é nosso irmão. Meu. Da presidente Dilma. Seja ele originário de que planeta for. Só gostaria de fazer uma ressalva à comunicação da presidente da República. Não é “O ET de Varginha”. São “os ETs de Varginha”. As intensas pesquisas feitas pelos ufólogos – já que o Exército e o governo tudo fizeram para a ocultação de um dos mais importantes episódios da ufologia mundial – dão quase certeza de que eram quatro ETs. Um deles foi visto por três meninas – este foi o que ficou famoso. Mas a coleta de testemunhos, inclusive de militares, com muitos detalhes, levou adiante.

Quatro alienígenas humanoides (a forma humanoide parece ser universal ou, pelo menos, a dos seres inteligentes com forma em nossa grande e antiga galáxia) foram contactados. Dois deles foram capturados vivos e dois foram mortos a tiros durante a “caçada” e necropsiados, um em laboratórios reservados da Unicamp, outro nos Estados Unidos, de onde veio na época uma missão e levou também um dos que sobreviveram.

Se a presidente tem “muito respeito pelo ET de Varginha”, recomenda-se que se informe profundamente do caso e, em seguida, passe as informações à nação. E ao mundo.

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