DEU NO G1-BAHIA

O LAB 404, grupo de pesquisa da Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia (UFBA), desenvolveu um aplicativo em que o usuário pode, por meio do GPS de um smartphone, encontrar os pontos de internet sem fio (wi-fi) da capital baiana.

Batizado de “Wi-Fi Salvador”, o aplicativo, para as plataformas iOS e Android, mostra os pontos de acesso divididos em categorias e entre pagos e gratuitos.

O programa, que será disponibilizado de forma gratuita, será lançado na quarta-feira (31), a partir das 18h, em evento aberto ao público na Faculdade de Comunicação (Facom), na rua Barão de Geremoabo, s/n, Ondina.

Na ocasião, ainda ocorrem duas palestras com os professores doutores André Lemos, idealizador do projeto, e Fabio Malini, da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES).

O projeto tem a intenção de divulgar as conexões sem fio pela cidade e, assim, facilitar a localização de pontos Wi-Fi, além de “pensar o uso do espaço urbano, a reconfiguração de lugares e os novos processos de espacialização” devido às redes sem fio e às tecnologias móveis. A base de dados do aplicativo tem mais de 150 locais que disponibilizam Wi-Fi

Do leitor que assina Vangelis, na área de comentérios do Bahia em Pauta

O primeiro Lp que comprei dele foi o Five, no início dos anos 80, e que era o quinto da sua carreira. Era um dos cantores mais Cool do rock, além de ser um excelente guitarrista. Eis uma que gosto muito…

R.I.P.

Vangelis
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Bahia em Pauta agradece mais uma vez a sugestão, à garimpagem da música e o bom gostode sempre de Vangelis.

Confiram.

(V.H.S.)


Maquinista Garzón:algemas na chegada ao tribunal

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Ana Gomes Ferreira

Para o jornal PÚBLICO, de Portugal

Chegou com algemas nos pulsos porque estava preso. Chegou com escoriações na cara porque ficou ferido no desastre cujas causas ainda são desconhecidas, mas que a polícia suspeita que tenha provocado. Foi ouvido este domingo em tribunal, e saiu em liberdade, embora com limites.

Francisco José Garzón, o maquinista de 52 anos do comboio que descarrilou perto da cidade espanhola de Santiago de Compostela (Espanha), admitiu “imprudência”, diz o jornal Voz de Galicia. Foi a primeira vez que falou sobre o acidente que ocorreu na quarta-feira, como arguido no processo. É acusado pela polícia por homicídio por negligência.

Pouco antes de entrar no tribunal da Galicia, o número de mortos no desastre aumentou para 79, com a morte de uma mulher de Porto Rico que estava ferida — dos 70 passageiros ainda hospitalizados, 22 estão em estado crítico.

No tribunal presidido pelo juiz Luis Aláez — que vai dedicar-se apenas a este caso enquanto a investigação decorrer — estiveram também os advogados que representam a empresa de caminhos-de-ferro de Espanha, a Renfe. Declararam-se parte lesada, apuraram os jornais espanhóis, e levaram ao juiz as gravações das conversas tidas pelo maquinista momentos antes do acidente e logo a seguir ao descarrilamento, na quarta-feira. Partes dessas conversas são conhecidas, Garzón anunciou que ia em excesso de velocidade (a 190 em vez dos 80 obrigatórios naquele trecho do percurso do trem de alta velocidade) e, depois, disse que tinha descarrilado. Com ele, iam 222 pessoas no comboio.

Caixa preta por abrir

Os motivos por que o fez estão por apurar. E a caixa negra do trem — recuperada pouco depois do desastre — irá ajudar a tirar conclusões. Ontem ao início da noite estavam ainda por abrir. E o comissário da polícia José Luis Balseiro Vigo, citado pelo jornal El Mundo, disse que por enquanto “todas as linhas de investigação” estão em “aberto”.

Ou seja, os investigadores trabalham sem tese predefinida, podendo haver apenas erro humano, apenas erro técnico ou uma conjugação de fatores. Nada está excluído.

Depois de ouvir o maquinista, o juiz optou por deixar Garzón sair em liberdade, embora acusado de homicídio involuntário. Viu o passaporte retirado, e terá de se apresentar todas as semanas às autoridades. Não poderá conduzir mais locomotivas.
O acidente aconteceu quando o trem saiu dos trilhos quando entrou na curva Grandeira, na povoação de Angrois, a quatro quilómetros de Santiago de Compostela. Os habitantes locais foram os primeiros a chegar ao lugar do acidente e ajudar os feridos. Também foram eles que chamaram os serviços de emergência.

O Bahia em Pauta reproduz a entrevista do ministro presidente do STF a Miriam Leitão, publicada hoje (28) no jornal GLOBO, com o título Joaquim Barbosa: Brasil não está preparado para um presidente negro. Leitura imperdível, que o BP recomenda . (Vitor Hugo Soares )

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Para o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ainda há bolsões de intolerância racial não declarados no Brasil. Ele afirma não ser candidato e diz que seu nome tem aparecido com relevância em pesquisas eleitorais por causa de manifestações espontâneas da população. Segundo ele, que se define politicamente como alguém de inclinação social democrata à europeia, o Brasil precisa gastar melhor seus recursos públicos, com inúmeros setores que podem ser racionalizados ou diminuídos.

O senhor é candidato à presidente da República?

Não. Sou muito realista. Nunca pensei em me envolver em política. Não tenho laços com qualquer partido político. São manifestações espontâneas da população onde quer que eu vá. Pessoas que pedem para que eu me candidate e isso tem se traduzido em percentual de alguma relevância em pesquisas.

As pessoas ficaram com a impressão de que o senhor não cumprimentou a presidente.

Eu não só cumprimentei como conversei longamente com a presidente. Eu estava o tempo todo com ela.

O Brasil está preparado para um presidente da República negro?

Não. Porque acho que ainda há bolsões de intolerância muito fortes e não declarados no Brasil. No momento em que um candidato negro se apresente, esses bolsões se insurgirão de maneira violenta contra esse candidato. Já há sinais disso na mídia. As investidas da “Folha de S.Paulo” contra mim já são um sinal. A “Folha de S.Paulo” expôs meu filho, numa entrevista de emprego. No domingo passado, houve uma violação brutal da minha privacidade. O jornal se achou no direito de expor a compra de um imóvel modesto nos Estados Unidos. Tirei dinheiro da minha conta bancária, enviei o dinheiro por meios legais, previstos na legislação, declarei a compra no Imposto de Renda. Não vejo a mesma exposição da vida privada de pessoas altamente suspeitas da prática de crime.

Como pessoa pública, o senhor não está exposto a todo tipo de pergunta e dúvida dos jornalistas?

Há milhares de pessoas públicas no Brasil. No entanto os jornais não saem por aí expondo a vida privada dessas pessoas públicas. Pegue os últimos dez presidentes do Supremo Tribunal Federal e compare. É um erro achar que um jornal pode tudo. Os jornais e jornalistas têm limites. São esses limites que vêm sendo ultrapassados por força desse temor de que eu eventualmente me torne candidato.

Que partido representa mais o seu pensamento?

Eu sou um homem seguramente de inclinação social democrata à europeia.

Como ampliar o Estado para garantir direitos de quem esteve marginalizado, mas, ao mesmo tempo, controlar o controle do gasto público para manter a inflação baixa?

O primeiro passo é gastar bem. Saber gastar bem. O Brasil gasta muito mal. Quem conhece a máquina pública brasileira, sabe que há inúmeros setores que podem ser racionalizados, podem ser diminuídos.

O senhor disse que o Brasil está numa crise de representação política. O que quis dizer com isso?
Ela se traduz nessa insatisfação generalizada que nós assistimos nesses dois meses. Falta honestidade em pessoas com responsabilidade de vir a público e dizer que as coisas não estão funcionando.

Quando serão analisados os recursos dos réus do mensalão?

Dia primeiro de agosto eu vou anunciar a data precisa.

Eles serão presos?

Estou impedido de falar. Nos últimos meses, venho sendo objeto de ataques também por parte de uma mídia subterrânea, inclusive blogs anônimos. Só faço um alerta: a Constituição brasileira proíbe o anonimato, eu teria meios de, no momento devido, através do Judiciário, identificar quem são essas pessoas e quem as financia. Eu me permito o direito de aguardar o momento oportuno para desmascarar esses bandidos.

Por que o senhor tem uma relação tensa com a imprensa? O senhor chegou a falar para um jornalista que ele estava chafurdando no lixo.

É um personagem menor, não vale a pena, mas quando disse isso eu tinha em mente várias coisas que acho inaceitáveis. Por que eu vou levar a sério o trabalho de um jornalista que se encontra num conflito de interesses lá no Tribunal. Todos nós somos titulares de direitos, nenhum é de direitos absolutos, inclusive os jornalistas. Afora isso tenho relações fraternas, inúmeras com jornalistas.

A primeira vez que conversamos foi sobre ações afirmativas. Nem havia ainda as cotas. Hoje, o que se tem é que as cotas foram aprovadas por unanimidade pelo Supremo. O Brasil avançou?

Avançou. Inclusive, entre as inúmeras decisões progressistas que o Supremo tomou essa foi a que mais me surpreendeu. Eu jamais imaginei que tivéssemos uma decisão unânime.

Nos votos, vários ministros reconheceram a existência do racismo.

O que foi dito naquela sessão foi um momento único na história do Brasil. Ali estava o Estado reconhecendo aquilo que muita gente no Brasil ainda se recusa a reconhecer, e a ver o racismo nos diversos aspectos da vida brasileira.

Os negros são uma força emergente. Antes, faziam sucesso só nas artes e no futebol, mas, agora, eles estão se preparando para chegar nos postos de comando e sucesso em todas as áreas. Como a sociedade brasileira vai reagir?

Ainda não vejo essa ascensão dos negros como algo muito significativo. Há muito caminho pela frente. Ainda há setores em que os negros são completamente excluídos.

Como o Brasil supera isso?

Discutindo abertamente o problema. Não vejo nos meios de comunicação brasileiros uma discussão consistente e regular sobre essas questões.

Como superar a desigualdade racial, mantendo o que de melhor temos?
O que de melhor nós temos é a convivência amistosa superficial, mas, no momento em que o negro aspira a uma posição de comando, a intolerância aparece.

Como o senhor sentiu no carnaval tantas pessoas com a máscara do seu rosto?

Foi simpático, mas, nas estruturas sociais brasileiras, isso não traz mudanças. Reforça certos clichês.

Reforça? Por quê

Carnaval, samba, futebol. Os brasileiros se sentem confortáveis em associar os negros a essas atividades, mas há uma parcela, espero que pequena da sociedade, que não se sente confortável com um negro em outras posições.

O senhor foi discriminado no Itamaraty?

Discriminado eu sempre fui em todos os trabalhos, do momento em que comecei a galgar escalões. Nunca dei bola. Aprendi a conviver com isso e superar. O Itamaraty é uma das instituições mais discriminatórias do Brasil.

O senhor não passou no concurso?

Passei nas provas escritas, fui eliminado numa entrevista, algo que existia para eliminar indesejados. Sim, fui discriminado, mas me prestaram um favor. Todos os diplomatas gostariam de estar na posição que eu estou. Todos.

jul
28
Posted on 28-07-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 28-07-2013


Francisco acena para os fiéis em Copacabana

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ARTIGO

BRIGA INÚTIL PARA OS GAYS

Paulo Ghiraldelli Jr

Cresci vendo Mickey e Pateta criarem os sobrinhos do primeiro. Claro, havia Minie, mas jamais vi aquela ratinha levar um dos sobrinhos ao banheiro! Havia também Donald e Tio Patinhas, que cuidavam de Huguinho, Zezinho e Luizinho. Margarida? Ora, ela não ajudava em nada e, enfim, tinha também suas sobrinhas que, por sua vez, não recebiam nenhuma atenção de Donald. Mickey e Donald nunca cobraram nada da rata e da pata. Eles herdaram aqueles sobrinhos e os criaram em um ambiente bem diferente do meu. Eu fui criado por pai, mãe e avós maternos. A minha família se parecia com a dos manuais de “Estudos Sociais” do meu tempo de escola, as de Donald e Mickey estavam quarenta anos avançadas no tempo, eram mais ou menos o que hoje chamaríamos de “família gay”.

Eu cresci e não posso dizer que virei alguém “completamente normal”, uma vez que me tornei … filósofo! Mas, ao menos eu me garanto, ou seja, consegui casar três vezes, ter dois filhos, perturbar pouco as esposas e dar boa escola aos rebentos. Consegui ter emprego e “ganhar a vida”. E os sobrinhos de Donald e Mickey? Bem, menos bobos que os garotos da Turma da Mônica ou os filhos dos Flinstones – ou talvez mais favorecidos pela indústria do entretenimento – eles não tiveram de crescer. Desse modo, não puderam servir de matéria para estudantes de Humanidades que iriam nos aporrinhar com dissertações e teses sobre eles e sobre a Patópolis governada por quem veio de “famílias gays”! Que a Disney seja abençoada por isso!

O certo que temos nas mãos é que, em matéria de educação de filhos e criação de novas gerações, não temos nada de certo.

Duvido que a geração que criou a Juventude Nazista a criou para ser a juventude que foi. E isso, mesmo que, se olhamos retrospectivamente, viermos a nos convencer que o filme A fita branca (Michael Haneke, Alemanha, 2009) faz sentido. Mas, para aquela geração de pais que cuidaram de pequenos alemães nas aldeias, a urbanização não seria tomada como tão poderosa a ponto de fazer de seus filhos os inventores e produtores do Holocausto, o genocídio moderno.

Sendo assim, é de uma pretensão imensa, e até falta de bom senso, ficar de pé e pronunciar discursos em favor de um ou outro tipo de família, com ar de dono do mundo. Nesse campo, não somos doutores, nenhum de nós é, nem mesmo o Dr. De Lamare! Filho, futebol, sentença de juiz, bunda de criança e mulher menstruada não são como cometas, isto é, previsíveis. Por isso mesmo, cabe aí a experiência, ainda que não o experimento.

Do ponto de vista laico, podemos ter objeções éticas ao experimento com humanos, mas nossa restrição se ameniza se falarmos em experiência, a decisão das pessoas de se agruparem para viver como famílias que Disney previu há tantos anos como fórmula corriqueira. Há algum problema se nos tornarmos uma grande Patópolis? Bem, em Patópolis a violência sempre foi menor que a nossa atual – nem se pode dizer que Mancha Negra e os Metralhas eram violentos – e o trânsito jamais se apresentou problemático como o de São Paulo. Caso aquela sobrinhada toda, crescida no estilo gay, tivesse ficado adulta, Patópolis hoje seria ingovernável?

Assim, as objeções que temos ao que Disney botou na tela do cinema e nos quadrinhos são até pequenas. Talvez a instituição realmente que tenha voz aí, em matéria de objeção nesse caso, seja a Igreja Católica. Ela desconfia de tudo. E é bom que alguém, nesse mundo, ainda desconfie de tudo. Sua desconfiança, no entanto, não a leva a dizer que uma experiência assim, como a que poderia ter sido a de Patópolis se os sobrinhos ficassem adultos, não dará certo. O que ela diz apenas é que rato é rato, pato é pato e humano é humano. Ou seja, nós não temos que imitar Patópolis, e isso porque somos humanos. E o humano é diferente do animal, de um modo até perverso, na doutrina da Igreja. As práticas humanas são morais, sendo que a Igreja delimita o mores de modo que nossa vida seja compatível com aquilo que as divindades desejariam de nós.

Não estou dizendo que a doutrina da Igreja não possa mudar e vir a aceitar a “família gay”. Sabemos que a Igreja muda. Como ela muda?

Nós laicos ou semi-religiosos mudamos por meio da política. Discutimos, guerreamos, criamos hegemonias e consensos. Nossas mudanças são relativamente rápidas. Ou assim se parecem. As mudanças da Igreja são antes que exclusivamente políticas, alterações filosóficas e teológicas. Mesmo que se possa dizer, pelos críticos da Igreja, que elas são estratégicas (ou até matreiras), e que visam apenas autosobrevivência, elas continuam tendo um forte componente teológico e filosófico.

Uma mudança que se quer tem duas etapas: primeiro, é necessário que se queira efetivamente; em segundo lugar, é necessário que exista uma teologia reconstruída, em bases filosóficas – racionais, portanto – que possa gerar uma nova narrativa a respeito do que é ser cristão. Essa nova narrativa, coesa e razoavelmente harmônica com o que se tinha antes, tem de mostrar ao devoto e ao padre como uma narrativa com a qual Deus estaria de acordo. Essa parte é difícil, depende de intenso e longo trabalho intelectual, que não é feito de modo puro, mas no contexto do embate político que nunca cessa. A nossa pressa de fazer a Igreja mudar esbarra no modo próprio da Igreja caminhar.

O movimento gay que não entende isso pode falar coisas incultas, tolas, e acabar por se convencer de que o melhor é entrar em guerra contra a Igreja Católica, como se estivesse lidando com qualquer seita caça-níquel. Ora, a Igreja Católica, bem como as protestantes históricas, são entidades formadas antes de tudo por intelectuais. Esses homens podem muito bem viver em uma Patópolis de um suposto futuro, mas, para assim fazer, eles precisam de construir um pensamento que dê esse futuro como o que possa colocar as coisas na terra em harmonia com aquilo que as divindades celestes pediriam.

A Igreja nunca foi uma construção baseada na fé e simplesmente na fé, ela desde seu início se fez a partir de textos, de produção e reunião de textos, preocupada com a produção de uma narrativa unificada, algo completamente diferente de tudo que o mundo greco-romano imaginava como religião, mas sabia o que era como filosofia.

Os políticos brasileiros nem sempre entendem isso. Acostumados a partidos cujos programas são desrespeitados, eles acham que a Igreja é mais ou menos como suas agremiações ou, agora, suas Ongs (o Papa insistiu nisso: a Igreja não é uma Ong). Qualquer estatuto pode ser encontrado na internet e pronto, está aí criado ou recriado o clube que irá viabilizar o candidato nas próximas eleições. O movimento gay tem faceta intelectual, mas enquanto movimento social às vezes respira esse clima da política de partido e então desaprende a lidar com a Igreja. Bate de frente na hora que tinha de encostar de lado. Morde na hora do beijinho.

Penso que é inútil ao movimento gay fazer de Francisco um inimigo. Aliás, mais fora de sentido, ainda, se isso é por conta do que escuta de uma esquerda argentina que, enfim, está no governo, e que é indisposta com Bergólio por motivos que não são nobres e muito menos vantajosos para os gays brasileiros e do mundo todo. O movimento gay ganha mais se pensar a Igreja como expus, como uma instituição que tem de lidar, antes de tudo, com teologia. O movimento gay perde tempo escutando frases contra o casamento gay e se dá melhor se entender de que modo está evoluindo o pensamento social de Francisco e as questões teológicas do conjunto da Igreja. O movimento gay ganha mais se olhar as coisas antes pela filosofia que pela política.

* Paulo Ghiraldelli Jr., 55, filósofo, escritor, cartunista e professor da UFRRJ

JJ Cale e Clapton em apresentação histórica

DEU NO DIÁRIO DE NOTÍCIAS

Morreu na sexta-feira, 26, de ataque cardíaco, o compositor e guitarrista JJ Cale, que compôs e tocou para nomes como Eric Clapton e Johnny Cash, entre muitos outros. O músico morreu na Califórnia, aos 74 anos, segundo publica o seu site.

Nascido no estado americano do Oklahoma, JJ Cale teve uma carreira com mais de meio século. E canções como After Midnight e Cocaine, compostas para Eric Clapton nos anos 70, foram alguns dos seus maiores sucessos.

Os dois voltaram a juntar-se em 2006 para gravar o álbum The Road to Escondido, que valeu um Grammy a JJ Cale.

O músico compôs ainda temas para Johnny Cash, Lynyrd Skynyrd, Santana, The Allman Brothers ou The Band.

Depois da edição do seu último álbum de estúdio, Roll On, gravado em 2009, JJ Cale confessava: “Lembro-me do meu primeiro álbum. Tinha 32 ou 33 anos e pensava ser demasiado velho. Mas agora dou por mim a fazer isto aos 70 anos. Por vezes pergunto-me o que estou fazendo aqui, estaria melhor me espreguiçando em qualquer lugar”.

Mas para este artista eclético, guitarrista, produtor, engenheiro, cantor, compositor, a música era uma vocação. Recentemente escrevera Angel, uma canção do álbum de Eric Clapton editado em março. Na gravação era o próprio JJ Cale quem tocava guitarra.

(Informações do Diário de Notícias, de Portugal)


Cracóvia:Um cenário polonês para a
próxima Jornada Mundial da Juventude

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A Polônia será o próximo país a receber a Jornada Mundial da Juventude. O papa Francisco fez o anúncio neste domingo (28), durante a oração do Angelus, após a missa de Envio, assistida po mais de 3 milhões de pessoas na praia de Copacabana.

A cidade de Cracóvia (a aproximadamente 300 km da capital polonesa Varsóvia) foi escolhida como a próxima sede da JMJ.

“Queridos jovens, temos encontro marcado na próxima Jornada Mundial da Juventude, no ano de 2016, em Cracóvia, na Polônia. Pela intercessão materna de Maria, peçamos a luz do Espírito Santo sobre o caminho que nos levará a essa nova etapa da jubilosa celebração da fé e do amor de Cristo”, anunciou o papa Francisco por volta de meio-dia.

O país tem importante representação na comunidade católica por ser também a terra natal de Karol Wojtyla, o papa João Paulo 2º, que será canonizado pelo Vaticano brevemente.

(Com informações da UOL. Leia mais na Folha)

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Grande sábado! Ótimo domingo!

(Vitor Hugo Soares)

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