jul
22
Posted on 22-07-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 22-07-2013

====================================

DEU NO JORNAL DO BRASIL

No trajeto do Papa Francisco para a Catedral Metropolitana do Rio, no Centro da cidade, fiéis cercaram o carro, deixando os seguranças em apuros na tarde desta segunda-feira. O Papa segue em carro fechado, mas de janela aberta. Quando o veículo desacelerou devido ao trânsito, dezenas de fiéis que estavam fazendo um corredor humano se aproximaram na tentativa de tocar o Sumo Pontífice.

O carro foi cercado, mas o Papa continuou com a janela aberta, cumprimentando as pessoas e até segurando uma criança. O clima é de euforia entre os fiéis, mas a segurança do Papa tenta controlar sem sucesso a população.

O carro do Papa segue numa via da Avenida Presidente Vargas que não está fechada para o trânsito. Por isso, o veículo enfrenta engarrafamento, inclusive ao lado de ônibus, táxis e carros de passeio. Estranhamente, a via central da Presidente Vargas está livre, mas o carro do Papa segue em via sem tráfego fechado.

Os fiéis aproveitam o momento para cumprimentar o Papa e até jogar presentes pela janela do veículo.
Carro do Papa Francisco (prata) é cercado por fiéis, enquanto enfrenta engarrafamento na Av. Presidente VargasCarro do Papa Francisco (prata) é cercado por fiéis, enquanto enfrenta engarrafamento na Av. Presidente Vargas

O papa Francisco chegou à Base Aérea do Galeão por volta das 15h45, 15 minutos mais cedo do que o previsto pela organização da Jornada Mundial da Juventude.

Bem disposto, o Pontífice desceu as escadas do avião sorridente e foi recebido pela presidente Dilma Rousseff, pelo governador Sérgio Cabral, pelo prefeito Eduardo Paes, várias autoridades e pelo arcebispo do Rio, Dom Orani Tempesta.

Roteiro

Em seguida, o Papa ouviu um coro de crianças e seguiu de carro fechado até a Catedral Metropolitana. Em seguida, Francisco vai sair da Catedral Metropolitana, em carro aberto, pela Avenida Chile, passando pela Avenida Rio Branco, Rua Araújo Porto Alegre, Av. Graça Aranha, Avenida Nilo Peçanha e Avenida Rio Branco, onde segue até o Theatro Municipal.

Depois disso, o papa vai para o Terceiro Comando Aéreo Regional, onde vai pegar um helicóptero em direção ao Palácio Guanabara, sede do governo do estado. Às 17h, está prevista a cerimônia do pontífice com a presidente Dilma Rousseff e o governador Sergio Cabral.

O secretário municipal de Transportes, Carlos Osório, informou que o público não terá acesso às proximidades do Palácio Guanabara, em Laranjeiras, nesta segunda-feira.

jul
22
Posted on 22-07-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 22-07-2013

Nasceu nesta segunda-feira (22), às 16h24 do horário local, no hospital St. Mary, em Londres, na Inglaterra, o filho de Kate Middleton e Príncipe William . Após 11 horas de trabalho de parto, o menino chegou ao mundo com 3,5 kg. Ele é o novo herdeiro da família real britânica e será o terceiro na linha de sucessão, herdando o trono após o avô, Charles , e o pai, William. A duquesa de Cambridge chegou ao hospital com os estágios iniciais do trabalho de parto por volta das 5h30 do horário local e foi acompanhada por Marcus Setchell , de 69 anos, ginecologista da Rainha Elizabeth II .

O nome do bebê pode demorar alguns dias para ser anunciado. No caso de William, por exemplo, os britânicos esperaram uma semana para saber. O nome do Príncipe Harry foi anunciado um mês após o nascimento.

O palácio de St. James anunciou a gravidez da Duquesa de Cambridge em 3 de dezembro do ano passado. Em 15 de junho, Kate fez a última aparição pública antes de dar à luz, se resguardando desde então para cuidar da saúde e dos preparativos para a chegada do bebê.

A mídia internacional aguardava com ansiedade a ocasião. Desde o início de julho, fotógrafos já faziam plantão em frente ao hospital.

DEU NA UOL/FOLHA

Em encontro com jornalistas no voo ao Rio de Janeiro, o papa Francisco brincou com a expressão “Deus é brasileiro” ao dizer que, por este motivo, o pontífice não poderia ser do Brasil.

“Deus já é brasileiro e vocês queriam um papa?”, ironizou ele ao cumprimentar uma jornalista brasileira presente no voo.

Após expressar preocupação com os jovens sem emprego e lembrar os idosos, Francisco, de pé no corredor, cumprimentou todos os jornalistas individualmente, sempre com um sorriso no rosto.

Em discurso aos profissionais da imprensa presentes, o papa surpreendeu ao falar dos idosos. Chamou-os de “o futuro de um país” e afirmou que, assim como os jovens, sofrem com uma “cultura descartável”.

“Os jovens, neste momento, estão em crise. Estamos acostumados a uma cultura descartável. Fazemos isso frequentemente com os idosos e, agora, com essa crise, estamos fazendo o mesmo com os jovens”, disse o papa a um grupo de 70 jornalistas que disputavam espaço entre cadeiras da classe econômica para vê-lo e ouvi-lo.

“Algumas vezes, fomos injustos com os mais idosos, que deixamos de lado, como se não tivessem nada para nos dar. É verdade que os jovens são o futuro de um povo porque têm energia, mas não são o único futuro. Os jovens são o futuro porque são jovens e, os idosos, porque têm a sabedoria da vida”.

Com relação à sua viagem como papa, Francisco disse que o motivo é encontrar os jovens em seu “contexto social”. “Eles pertencem a uma família, a um país e a uma fé. Não devemos isolá-los, especialmente da sociedade”.


===================================

DEU NA COLUNA RADAR ON-LINE, ASSINADA PELO JORNALISTA LAURO JARDIM NO SITE DA VEJA

Livro no segundo semestre

Daniela Mercury e a mulher, Malu Verçosa, fecharam contrato com a Leya para publicar este ano um livro.

Sem título definido, o livro tratará, claro, do relacionamento do casal e de questões ligadas ao homossexualidade.
Por Lauro Jardim

DEU NO JANGADA BRASIL

Escritor, músico e cineasta, ele diz que seus contemporâneos sumiram e celebra o contato com os jovens. Cinco discos de sua autoria foram remasterizados

Ailton Magioli

EM Cultura

Longe de querer se tornar um retrato na parede, aos 81 anos, Sérgio Ricardo comemora a proximidade de sua música com a juventude, em especial a parceria com o carioca Marcelo Caldi, de 33 anos. “Minhas canções pelo menos funcionam com jovens, não são obra do passado,” afirma. O cantor, compositor, cineasta e escritor, paralelamente à conclusão do primeiro romance (Igarandé: uma aldeia de dois caminhos), tem os cinco primeiros discos remasterizados pelo selo Discobertas.

Além do surpreendente instrumental Dançante nº 1 e de dois álbuns de bossa romântica, que ele lançou via Odeon, nos anos 1960, o box traz as lendárias trilhas que Sérgio compôs para Deus e o diabo na terra do sol (1963), de Glauber Rocha, e Esse mundo é meu, do ano seguinte, de sua própria autoria. Para ele, escrever um romance foi o caminho natural para quem mexe com cinema, meio em que, além de escrever roteiros, há que se saber lidar com dramaturgia.

“Por que não um romance?”, interroga-se, vislumbrando inclusive adaptação do futuro livro, ainda sem editora, para as telas. Anteriormente, ele havia publicado o livro de poesia Elo, ela; Quem quebrou meu violão, no qual faz análise pessoal da cultura brasileira; e O elefante adormecido, espécie de cordel sobre o país, voltado para o público infantojuvenil. A propósito da rejeição ao passado, o próprio episódio do violão quebrado e jogado ao público, no festival de 1967, é solenemente ignorado pelo artista. “É bom não falar dessa história, que não tem mais novidade. Já nem sei o que ocorreu, de tanto que se tem contado”, desconversa.

Empolgado com a remasterização da discografia, Sérgio Ricardo lembra que a música foi o seu carro-chefe em termos de concentração. “É a única vertente do meu trabalho que não desprezei”, diz, lembrando que enquanto o cinema depende de dinheiro e gente, a música flui sozinha. Sérgio, que começou como pianista da noite carioca, em uma boate do antológico Beco das Garrafas, gravou o primeiro disco no instrumento certo de que levaria o gênero adiante. “Um dia, a dona da boate cismou que eu tinha de cantar. Daí para a frente, comecei a explorar outras vertentes”, recorda, salientando o fato de “o provável” Dançante nº 2 jamais ter aparecido na carreira.

A bossa nova foi muito importante na trajetória do músico. “Johny Alf, João Donato e eu armamos a cama para a bossa. Então, é natural que ela tenha sido importante em minha trajetória, assim como fui para ela”. A inclusão de Zelão já no disco A bossa romântica de Sérgio Ricardo, no entanto, indicou o caminho da participação política do artista, que trocou a bossa nova pela música de protesto. “Tom Jobim deu o salto qualitativo e quantitativo da bossa, enquanto João Gilberto cuidava dos detalhes da batida e da rítmica do violão”, pondera, atribuindo aos dois a transformação da MPB.

jul
22
Posted on 22-07-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 22-07-2013


==================================
Bruno, hoje, no jornal Vale Paraibano


Foto:Fernando Vivas/Agência A Tarde
=====================================

DEU NO PORTAL A TARDE

Mesmo cansado após um dia de muitos compromissos, o governador Jaques Wagner recebeu a reportagem de A TARDE com exclusividade para um rápido bate-papo no Palácio de Ondina. A conversa rendeu. O governador avisou que o PT vai defender o legado de dez anos no poder. Para ele, o Brasil ainda tem muito a crescer com base na inclusão da população no consumo. Wagner defende as medidas adotadas pela presidente Dilma Rousseff para estimular o crescimento econômico, mas diz que falta uma participação maior da iniciativa privada, que precisaria repassar os benefícios que recebe do poder público. Para o governador, o Brasil precisa diminuir a incidência de impostos sobre o consumo e cobrar mais de quem tem mais. Confira os principais trechos da entrevista abaixo.

Donaldson Gomes – Em 2008, o Brasil se viu diante da crise econômica e reagiu estimulando o consumo das famílias. Hoje o governo tenta enfrentar a crise com o estímulo ao consumo, mas os resultados não são aqueles. O modelo cansou?

Jaques Wagner – Eu não acho que cansou. Acredito que devamos continuar investindo na política de geração de empregos porque cada emprego gerado amplia a massa salarial e cria mais consumidores. Aí não é só política pública. O empresariado também precisa participar. Eu quero bater muito nessa tecla: se tem um sistema que cansou é o de concentração de renda. Nós ainda estamos longe demais de um padrão de consumo minimamente razoável. Estão aí as periferias das grandes cidades e as cidades pobres que não me deixam mentir. A gente está batendo palma por ter tirado quase todo mundo da linha abaixo de R$ 70 por cabeça por mês, mas isso é ‘dois contos’ por dia. A política de desonerar da Dilma é correta. O problema é saber se os empresários estão repassando. Eu posso garantir que as margens de lucro aqui estão acima da média mundial.

Donaldson Gomes – Essa situação não é provocada pela excessiva carga tributária brasileira?

Jaques Wagner – Metade disso é conversa fiada. A Ford paga imposto aqui? Ela é toda desonerada. Todo mundo que eu trouxe para cá, ou eu ou os outros governadores, está todo mundo desonerado de imposto estadual. Então que carga tributária é essa? A carga tributária está indo para os bolsos deles.

(LEIA A ÍNTEGRA DA ENTREVISTA DO GOVERNADOR NA EDIÃO IMPRESSA DE A TARDE DESTA SEGUNDA-FEIRA.NAS BANCAS)

Uma obra prima (música e letra) de Gilberto Gil.
As imagens do vídeo são retiradas da Internet – autores desconhecidos.
Ediçao Elma Duarte.

BOM COMEÇO DE SEMANA!

  • Arquivos