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Detroit: monumento americano em decadência

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DEU NO DIÁRIO DE NOTÍCIAS, DE PORTUGAL

Detroit, a cidade berço da indústria autombilística norte-americanal, tornou-se esta quinta-feira,18, na maior cidade dos Estados Unidos a declarar falência, segundo documentos judiciais citados pela agência noticiosa AFP.

Em tempos um centro industrial florescente, Detroit perdeu metade da sua população em 60 anos e os grandes grupos abandonaram a cidade aos poucos, dando um rude golpe nas receitas fiscais do município.

“Os habitantes de Detroit (…) merecem um caminho claro para sair do ciclo de serviços públicos cada vez menos eficazes”, escreveu o governador do Michigan, Rick Snyder, numa carta que acompanha a declaração de falência.

“O único caminho possível para uma Detroit estável e sólida é pedir a proteção de credores”, acrescentou.


Lula hoje:fala aos universitários do ABC

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DEU NO G1

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) comentou nesta quinta-feira (18) a participação dos jovens em manifestações de rua que acontecem pelo país. “Viva o protesto. De protesto em protesto a gente vai consertando o telhado”, disse Lula, que discursou para uma plateia formada por estudantes da Universidade Federal do ABC (UFABC), em São Bernardo do Campo.

Falando diretamente aos estudantes, ele relacionou as manifestações com sua própria trajetória política. “De protesto em protesto, um dia vocês vão chegar à Presidência da República”, afirmou. Para ele, o brasileiro está indo às ruas em busca de mais conquistas. “Na Europa, os protestos são para não perder o que conquistaram. No Brasil, protestos são para conquistar mais.”

O ex-presidente pediu aos jovens que “não neguem a política”. “Não existe nada pior do que a negação da política. Toda vez que vocês estiverem p da vida com o Lula, com a Dilma ou com o [Luiz] Marinho (prefeito de São Bernardo), não neguem a política. E muito menos neguem os partidos. Em vez de negar a política, entrem vocês na política”, disse.

O discurso de Lula encerrou a Conferência Nacional “2003 – 2013: Uma nova política externa”, da universidade em São Bernardo do Campo. Os jornalistas não puderam acompanhar o evento no auditório e assistiram à palestra através de um telão ao ar livre.

Em coluna de opinião distribuída pelo “New York Times” nesta terça-feira (16), Lula afirmou que os protestos de rua no país se trataram de um movimento para “aumentar o alcance da democracia e encorajar o povo a atuar mais completamente”.

Política externa
Sobre o tema da conferência, Lula disse que se orgulha de ter colocado a fome como tema central da política externa em seus mandatos. Lula iniciou a conversa com estudantes ressaltando a importância da escolha de Celso Amorim como ministro das Relações Exteriores.

Ele lembrou sua visita aos Estados Unidos no início do governo, apontando que se mostrou crítico à guerra do Iraque. Segundo Lula, à época ele disse que a guerra do Brasil era contra a fome. O ex-presidente brincou com a plateia e disse que continua viajando. “É um jeito de não encher o saco da [presidente] Dilma”, afirmou.

Além da centralidade do tema fome em suas ações diplomáticas, Lula disse que o período recente vivido na América Latina foi o mais progressista e de esquerda. Ele lembrou que foi nesta época a primeira reunião dos países latinos sem a presença de EUA e do Canadá.

Lula não quis comentar o fato de o Brasil não ter concedido asilo ao ex-técnico de inteligência Edward Snowden, mas elogiou o rapaz. “Acho que esse rapaz esta prestando um serviço à democracia ao denunciar um país presidido por um homem como Obama. Espero que ele não tenha ouvido minhas conversas. Acho que esse cara (Snowden) merece respeito”, disse sobre o homem que revelou programas secretos de espionagem dos EUA.

O último discurso público do ex-presidente havia sido em 4 de julho, em viagem à Alemanha. Depois disso, ele cumpriu agendas internas no Instituto Lula. No Brasil, o petista falou publicamente pela última vez em 13 de junho, durante um evento em Curitiba.

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“É ferro na boneca”, um grito e uma marca personalissima de França Teixeira, imortalizados na música que dá nome ao primeiro disco lançado pelos Novos Baianos.

SAUDADES!!!

(Vitor Hugo Soares)


França Radio: revolução no microfone radiofônico

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O conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Antônio França Teixeira faleceu na manhã desta quinta-feira (18), em Salvador. A causa da morte do também radialista responsável pela tranformação e modernização na maneira de produzir comunicação esportiva no rádio da Bahia, anos 60 e 70, ainda não foi informada pela família.

Comunicador de sucesso nos anos 60 e 70, França atuou em rádio, televisão e mídia impressa. Ultimamente escrevia artigos de atualidade na Tribuna da Bahia. Também foi deputado federal e candidato a prefeito da capital baiana. Criador do bordão “É ferro na boneca, minha cara e nobre família baiana”, se reconhecia como vanguardista e marcou uma era da comunicação no estado.

Fora do TCE desde o dia 1º de março, quando solicitou a sua aposentadoria compulsória, França Teixeira passou mais de 20 anos como conselheiro do tribunal. Em longa entrevista concedida ao iBahia no ano de 2011, o comunicador mostrou seu lado irreverente e revelou viver de forma reclusa na capital. Torcedor do Ypiranga, segundo ele mesmo, começou na rádio falando de esporte e comandou uma das mais famosas resenhas esportivas da Bahia, a “Resenha do Meio-Dia”, na Rádio Cultura da Bahia.

Depois, passou a trabalhar com diversos assuntos.

Criado no bairro da Liberdade, França Teixeira não se mostrava satisfeito com a vida que levou. Não que lamentasse o que fez ou deixou de fazer, mas por achar que sempre podia fazer algo mais. “Muita aventura, muita vida, meu amigo. Eu acho que quando você se considerar um homem realizado, você será um homem frustrado. Nunca se considere realizado, tem sempre alguma coisa por fazer. Sempre, sempre, sempre”.

(Deu no i-Bahia, Correio da Bahia, texto de Hailton AndraDE)


DEU NO CORREIO DA BAHIA

Da Redação

O ex-prefeito de Salvador, João Henrique, e o atual secretário municipal de Educação, João Carlos Bacelar, terão que ressarcir, com recursos pessoais, R$ 770.700,00 ao cofres municipais.

Ontem (17), o Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) considerou procedente as conclusões contidas no relatório de auditoria que comprovou irregularidades na gestão dos dois gestores, referentes ao contrato firmado junto à Fundação Escola de Administração da Universidade Federal da Bahia (Ufba), no exercício de 2012. A decisão ainda cabe recurso.

Segundo o TCM, além do ressarcimento solidário de R$ 770.700,00, pela inexistência da devida comprovação das despesas, João Henrique e João Carlos Bacelar foram multados em R$ 30 mil, cada um. As penalidades foram determinadas pelo relator do processo, conselheiro Fernando Vita.

Os auditores do Tribunal concluíram que houve contratação irregular por dispensa de licitação da Fundação Escola de Administração da Ufba-FEA, no valor de R$ 30 milhões, que serviços foram executados em desacordo com o estabelecido em contrato, que houve terceirização irregular de mão de obra no valor de R$ 4.286.045,49 e que houve ausência de comprovação das despesas executadas pelas subcontratadas, no valor de R$ 770.700,00.

Também foram constatadas pelos auditores a fragilidade na composição dos custos dos serviços contratados e a subcontratação irregular em dispensa de licitação, no montante de R$ 888.020,00.

A auditoria foi realizada na Prefeitura de Salvador e na Secretaria de Educação para examinar a regularidade do contrato firmado junto à Fundação Escola de Administração da Ufba, no exercício de 2012.

O processo de auditoria foi deflagrado por meio de pedido da Promotora de Justiça do Ministério Público do Estado da Bahia, Rita Tourinho, que informou à Presidência do TCM/BA a identificação de diversas irregularidades no contrato firmado entre o Município de Salvador, através da Secretaria da Educação, e a Fundação Escola de Administração da Ufba, no montante de R$ 30.000.000,00, a serem pagos de acordo com o cronograma físico-financeiro proposto, com prazo de vigência de 01/06 a 31/12/2012.

Em nota divulgada nesta quarta-feira (17), João Carlos Bacelar afirma que não foi citado ou convocado pelo TCM para prestar quaisquer esclarecimentos acerca do contrato firmado em 2012 entre a Prefeitura e a Fundação Escola de Administração da Ufba.

“Estou tranquilo e vou provar ao TCM que não há nenhuma irregularidade da minha parte. Só quero essa oportunidade junto ao tribunal para provar isso”, disse Bacelar.

jul
18
Posted on 18-07-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 18-07-2013


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Sid, hoje, da Bahia para o portal A Charge Online

DEU NA VEJA

Presidente do STF, ministro Joaquim Barbosa, concede entrevista coletiva em Brasília (Fellipe Sampaio/SCO/STF)

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, suspendeu na noite desta quarta-feira, 17, a criação de quatro novos Tribunais Regionais Federais (TRFs), aprovada pelo Congresso. O ministro, que já se posicionou publicamente contra a ideia, concedeu uma liminar à Associação Nacional de Procuradores Federais (Anpaf), que pede a derrubada da emenda.

A associação deu entrada em uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) nesta terça no STF, solicitando a concessão de liminar. O processo foi distribuído para o ministro Luiz Fux, mas Barbosa determinou a suspensão porque responde pelo plantão da Justiça durante o recesso.

A liminar do presidente do Supremo vale até uma decisão final dos demais ministros da Corte, quando o caso for levado ao plenário. Não há prazo para que isso aconteça. Na ação, a Anpaf alega que as alterações no funcionamento da Justiça Federal iriam afetar de forma negativa o trabalho dos procuradores. Além disso, a associação aponta um “vício de iniciativa” na criação dos TRFs, já que o Congresso tem competência para propor emendas à Constituição, mas neste caso esbarraria em prerrogativa exclusiva do Judiciário.

No início do mês passado, o deputado André Vargas (PT-PR) promulgou a emenda constitucional durante uma interinidade na Presidência da Câmara dos Deputados. O texto cria novas cortes federais de segunda instância em Minas Gerais, Paraná, Bahia e Amazonas. Segundo estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), os novos tribunais devem gerar custo adicional de pelo menos R$ 922 milhões anuais aos cofres públicos. Na avaliação do Ipea, a estrutura não elevará a produtividade do Judiciário.

(Com Estadão Conteúdo)


Deputada Iara Bernardi(PT)

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OPINIÃO POLÍTICA

PT usa truque no Congresso

Ivan de Carvalho

Um truque de linguagem levou o Congresso – inclusive as bancadas evangélica, católica e da família – a aprovar um projeto de lei que estimula o aborto, facilitando-o no sistema único de saúde. O projeto, de autoria da deputada Yara Bernardes, do PT paulista, foi aprovado sem nenhuma oposição, pois, pela maneira arrevesada como foi redigido, passou despercebido entre vários outros postos em votação consecutivamente.

O fato está provocando intensa mobilização política no Congresso e muita irritação.

O presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, deputado Marco Feliciano, que é pastor evangélico, reconheceu ter culpa na questão, e disse que a aprovação foi resultado de um “vício” que a Câmara abriga na análise de projetos. “Nessa Casa, usa-se muito a palavra-chave. E esse projeto não traz a palavra aborto. Aí que nos pegaram. Eles foram muito sagazes”.

Não há dúvida de que o projeto foi aprovado somente graças a essa esperteza. De outra forma, não obteria maioria, muito menos concordância geral para sua aprovação. Até o deputado e capitão Jair Bolsonaro, do PP do Rio de Janeiro, conhecido por suas posições intransigentes, uma delas contra o aborto, pediu perdão ao padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior, que é mestre em Direito, durante uma audiência pública realizada sobre o assunto na Câmara. Disse que é deputado há muitos anos e não tinha o direito de deixar-se enganar.

O presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, deputado Marco Feliciano, encaminhou um ofício à presidente Dilma Rousseff, ontem mesmo, pedindo o veto aos incisos IV e VII do artigo 3º do projeto aprovado. Mas o padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior sustentara, antes, que este não seria o caminho, pois tais vetos desconstruiriam, na realidade, todo o projeto, já que os incisos citados eram – se podemos escrever assim – a alma do negócio. A lei, portanto, não se sustentaria, não teria efeito prático.

Azevedo Júnior recomendou que se lute pelo veto total. O “pedido de veto total” foi feito, com data de terça-feira, dia 16, e está assinado pelo padre Bernardo Braz, coordenador da Comissão em Defesa da Vida – Regional Sul 1 da CNBB, padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior, presidente do Instituto Padre Pio e Paulo Fernando da Costa, vice-presidente da Associação Nacional Pro-Vida e Pro-Família.

Parece que as forças católicas e evangélicas que estão se movendo para reverter o engodo praticado pela deputada do PT gaúcho sobre o Congresso ao redigir um projeto voltado para a facilitação do aborto sem escrever o nome aborto nele – ela tomou emprestada ao jargão médico a palavra “profilaxia” para formar a expressão enganosa “profilaxia da gravidez”. Isto deu ao deputado pastor Marco Feliciano, presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, a chance de protestar que gravidez não é doença, nem doença, algo a ser considerado nocivo, é a criança que dela pode nascer.

Para resumir o objetivo do projeto em poucas palavras, ele pretendia que o sistema de saúde assegurasse “imediatamente” a “profilaxia da gravidez” de qualquer mulher que houvesse sido vítima de violência sexual (o projeto não usa a palavra estupro, suponho que para não chamar a atenção dos parlamentares que tinham de votá-lo para o tipo de coisa que nele estava sendo engendrada) e ainda as esclarecesse sobre questões de direito (criminal), que não são bem uma função de uma unidade de saúde. Mas poderiam, sim, estimular uma decisão de, por exemplo, tomar a pílula do dia seguinte. Mas o que garantiria – numa grande quantidade ou talvez quase totalidade dos casos – que o estupro não seria apenas uma criação da vítima para livrar-se de uma gravidez ou possibilidade de gravidez decorrente de relação sexual consensual?

O presidente da Frente Parlamentar Evangélica, Paulo Freire, afirmou que a estratégia a ser usada no diálogo com a presidente Dilma Rousseff é a da pressão: “Só com essas frentes temos por volta de 200 deputados e vamos à presidente pedir esse veto a esse projeto absurdo”, disse ele ao UOL.

jul
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Uma ds mais belas canções de todos os tempos na voz de um de seus maiores intérpretes.

BOM DIA!

(Vitor Hugo Soares)

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