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Delegado Sergio em foto do Portal A Tarde

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DEU NO G1-BAHIA

O delegado Sérgio Sotero de Menezes, de 56 anos, morreu vítima de um infarto fulminante enquanto trabalhava na 12ª Delegacia Territorial, no bairro de Itapuã, em Salvador, na tarde desta terça-feira (16), informou a Polícia Civil.

Segundo informações da polícia, ele chegou a ser socorrido para o Hospital do Aeroporto com quadro de parada cardíaca, a equipe médica tentou reanimá-lo, mas não obteve sucesso.

Sérgio Sotero estava na corporação há 26 anos, desde 15 de novembro de 1986. Ele já atuou foi titular da 33ª delegacia, em Monte Gordo, e já atuou como delegado nos departamentos de Tóxicos e Entorpecentes e de Crimes Contra a Vida, já extintos.

A Polícia Civil, por meio da assessoria, informou que não tem informações sobre o enterro e o sepultamento do delegado.
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Sebastião Vasconcelos: vazio dificil de preencher na arte brasileira
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DEU NO G1

Morreu às 20h10 de ontem(15) aos 86 anos o ator Sebastião Vasconcelos. A informação é da assessoria de imprensa do Hospital Israelita Albert Sabin (Hias), na Tijuca, na Zona Norte do Rio, onde ele estava internado desde 30 de junho, em razão de uma pneumonia.

De acordo com a assessoria do Hias, o ator morreu de choque séptico. Entre 25 de abril e 5 de junho, Vasconcelos esteve internado no hospital. Segundo a instituição, o corpo do ator será cremado no Crematório do Cemitério do Caju, no Rio, para onde foi encaminhado nesta terça (16). As cerimônias de cremação e velório serão para familiares e amigos, segundo o crematório.

O ator era conhecido por ter participado de novelas como “Tieta” (1989-1990), na qual interpretou Zé Esteves, pai da protagonista (Beth Faria). Em “Mulheres de areia” (1993), ele foi o pescador Floriano, pai das gêmeas Ruth e Raquel (Glória Pires). Também na TV Globo, da qual foi contratado até 2004, Vasconcelos atuou mais recentemente como Felício em “Cabocla” (2004).

De acordo com o site Memória Globo, foi Vasconcelos, inclusive, o protagonista da primeira adaptação para a TV de “Cabocla”, romance originalmente escrito Ribeiro Couto. Na trama exibida em 1959 pela TV Rio, ele viveu Luís Jerônimo, par de Zuca (Glauce Rocha).

Duas décadas depois, “Cabocla” rendeu uma nova versão, desta vez na TV Globo. Esta versão foi estrelada por Fábio Jr. e Glória Pires, atriz com quem o próprio Vasconcelos contracenou outras vezes, como em “Memorial de Maria Moura” (1994). Em “Vale tudo” (1988-89), ele foi Salvador, avô do personagem de Glória, Maria de Fátima.
Sebastião Vasconcellos como Floriano, ao lado de Denise Milfon e Lu Mendonça em Mulheres de Areia (Foto: TV GLOBO / Divulgação)Sebastião Vasconcellos como Floriano de ‘Mulheres
de areia’

‘Rigoroso’

Vasconcelos nasceu em 1927 na cidade de Pocinhos (PB) e começou a carreira no Recife, como ator de teatro. Nos anos 1950, mudou-se para o Rio, onde prosseguiu trabalhando nos palcos.

Na versão original de “Saramandaia”, exibida pela TV Globo em 1976, o ator interpretou o coronel Tenório Tavares.

Outros trabalhos de destaque foram “A casa das sete mulheres” (2003), “O clone” (2001) e a segunda versão de “Selva de pedra” (1986), como o pai de Tony Ramos. O Memória Globo descreve o personagem de Vasconcelos como “um homem rigoroso”. É um tipo de papel que acabaria marcando a sua carreira. Ele esteve também em “Bebê a bordo” (1988-89), nas minisséries “Grande sertão: Veredas” (1985) e “Riacho doce” (1990), “Felicidade” (1991-92), “Anjo de mim” (1996-97) e “Corpo dourado” (1998). Atuou ainda nas novelas “Caminhos do Coração” (2007) e “Os Mutantes – Caminhos do Coração” (2008), exibidas pela Rede Record.

No cinema, Sebastião Vasconcelos trabalhou em produções como “Índia, a filha do Sol”, de Fábio Barreto, e com destaque em “Inocência” (1983), adaptação do romance homônimo escrito por Visconde de Taunay. O papel de Martinho Pereira lhe rendeu o troféu Candango de melhor ator coadjuvante no Festival de Brasília.

Cenas de Inocência, grande mometo
de Sebastião Vasconcelos no cinema

No teatro, ganhou o prêmio Molière de melhor ator com a peça “Os emigrados”, de Slawomir Mrozek.

jul
16

MDA

DEU NO UOL

A Confederação Nacional do Transporte (CNT) divulgou, nesta terça-feira (16), os resultados da 114ª pesquisa em parceria com o instituto MDA. Segundo a pesquisa, se as eleições presidenciais de 2014 fossem hoje, a presidente Dilma Rousseff teria 33,4% dos votos, contra 20,7% de Marina Silva (Rede Sustentabilidade); 15,2% do senador Aécio Neves (PSDB-MG) e 7,4% do governador Eduardo Campos (PSB-PE). A queda de Dilma em relação à pesquisa anterior é de 19,4 pontos percentuais e a disputa iria para o segundo turno.

Na pesquisa anterior, de junho, a presidente venceria ainda no primeiro turno. No levantamento anterior, Dilma tinha 52,8% das intenções de voto, contra 17% de Aécio, que também caiu; 12,5% de Marina e 3,7% de Eduardo Campos.

Os levantamentos das séries nº 112, 113 e 114 da Pesquisa CNT/MDA dão sequência às pesquisas anteriores: CNT/Vox Populi (1 a 28) e CNT/Sensus (29 a 111). Foram entrevistadas 2.002 pessoas, em 134 municípios de 20 Estados, das cinco regiões, entre os dias 7 e 10 de julho de 2013. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais.

jul
16
Posted on 16-07-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 16-07-2013


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Pelicano, hoje, no jornal Bom Dia (SP)


Wagner: na mesa de discussão com Mãe Stella, Dom Kriege
e o líder espírita José Medrado.

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DEU NO JORNAL A TARDE

Transparência, combate à corrupção e uma distribuição democrática das riquezas do País. É esta a receita que o arcebispo de Salvador e primaz do Brasil, Dom Murilo Krieger, recomenda aos governantes para atender o “clamor das ruas”, que pede “mudança na política”.

A sugestão do arcebispo foi feita, na noite desta segunda-feira, 15, ao término do encontro que o governador Jaques Wagner (PT) promoveu com lideranças religiosas da Bahia. Participaram representantes do candomblé, da Sociedade Israelita, Federação Espírita, Assembleia de Deus, igrejas Presbiteriana, Quadrangular, e a Maçonaria.

Dom Krieger cobrou dos governos uma maior transparência. “O povo trabalha, paga impostos, mas quer saber onde ele é aplicado”, disse ele, que apontou, ainda, a “honestidade” dos governantes como uma prioridade.

“Não se admite mais a corrupção. As pessoas não aceitam que usem o seu direito para um benefício pessoal”, advertiu ele. Para o religioso, é esse o sentimento que é fortemente expresso nas mobilizações populares, deflagradas em todo o País.

Dom Krieger, que considerou positivo o governador reunir em uma mesma mesa pessoas de formações religiosas tão diversas, disse que existe um problema estrutural na sociedade, que cobra uma mudança de mentalidade das pessoas em geral, e dos governos em particular.

“O Brasil tem que mudar, ser mais honesto, mais justo e, ao mesmo tempo, fazer com que as riquezas do País atinjam a todos de uma maneira mais democrática e não apenas beneficiando minorias”, assinalou o arcebispo.

O fundador da Cidade da Luz, o espírita José Medrado, destacou que o importante é o poder público dar “ressonância” aos “gritos” que vêm das ruas. “O modus operandi político tem que se adequar (às mudanças cobradas), e não se acomodar, alegando que sempre foi assim, que sempre houve a corrupção”.

Medrado entende que há uma “vulgarização” e uma “desfaçatez” da corrupção. “Eu faço, faço mesmo e pronto”, criticou ele, ao se referir à resposta que o presidente do Senador ,Renan Calheiros (PMDB-AL) deu ao ser questionado sobre o uso de avião da FAB para comparecer a um casamento em Porto Seguro.

“Penso que neste instante, este tipo de acinte é o motivador dessas manifestações. Não apenas as necessidades agregadas na área de educação, de Saúde”, disse.

Desafio – O governador Jaques Wagner afirmou que o diálogo tem sido importante para promover o fortalecimento da democracia. “Toda vez que você está perante um desafio, que ninguém tem ainda a clareza para interpretar ou fazer diagnóstico, a sabedoria diz que, quanto mais ouvir, melhor”.

Wagner já se reuniu com integrantes da seccional baiana da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-BA), Associação Baiana de Imprensa (ABI), Sinjorba, centrais sindicais, associações profissionais e entidades empresariais.

A cada reunião, disse o governador, não se tem uma resposta concreta, mas se agrega mais contribuição para a reflexão do momento. Sobre as “vozes da rua”, o governador disse que nem “idolatra” nem “condena”.

“É uma forma de participação da democracia direta. O que precisa saber é como a gente responde a esta demanda sem criar ilusões, sem hipocrisia, sendo muito verdadeiro, para que a gente possa fazer uma caminhada de fortalecimento da democracia”, ponderou Wagner.

O babalorixá do Ilê Axé Opô Ogunjá, Jadilson Lopes, disse que foi levar o clamor da sua “senzala” e cobrou maior apoio do Estado em obras sociais das Casas de Santo.


Cisternas para a seca viram pó em Maracás
Fotos:blog Vandinho Maracás

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OPINIÃO POLÍTICA
A água e o fogo
Ivan de Carvalho

A água e o fogo não costumam se dar bem.. Muito menos em Maracás. Tudo começou com um convênio, no valor de R$ 23 milhões, assinado entre o Ministério da Integração Nacional e a Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional, segundo se depreende de reportagem da Tribuna da Bahia (reproduzida pelo blog Bahia em Pauta). Assim, ficamos sem saber a quem atribuir a culpa, se ao governo federal, se ao estadual, pelo incêndio de mais de mil cisternas de fibra plástica. Mas talvez não seja um caso tão aparentemente complicado quanto o do mosquito da dengue, que até hoje ninguém sabe ao certo se é federal, estadual, municipal ou individual, nativo ou alienígena.

No caso do mosquito, não há, por motivos óbvios, como se eximirem de responsabilidade os governos federal, estaduais e municipais, nem os indivíduos negligentes, preguiçosos ou ignorantes (quanto aos ignorantes já há responsabilidade estatal solidária, pois não foi dada educação adequada sobre a questão) que deixam prosperar viveiros de larvas do mosquito em seus quintais, casas e até apartamentos.

Assim, está clara a responsabilidade pela proliferação do mosquito da dengue e, consequentemente, dessa doença, como, eventualmente, da febre amarela. É dos governos federal, estaduais e municipais e dos indivíduos negligentes, preguiçosos ou ignorantes. Daí pode se retirar uma conclusão – não tem jeito. Ainda mais que, possívelmente, esse mosquito nem é nacional, mas um alienígena, um imigrante invasor – o nome Aedes Aegypti é bastante sugestivo –, que não se sabe como (voando não deve ter sido, morreria de fome e cansaço no caminho) atravessou o Atlântico e ocupou nosso país.

Já no caso das cisternas, de três coisas se sabem. E a primeira delas é a de que não foram os moradores da zona rural do semiárido brasileiro que escolheram cisternas de polietileno. Quando elas começaram a ser instaladas, não foram poucas as que, misteriosamente – talvez haja sido o calor, pois pode algum burocrata ou fabricante haver presumido que no semiárido o clima é sempre frio, quase glacial – sofreram surpreendentes deformações. Em Crateús, no Ceará, houve protestos de produtores e residentes da zona rural. E muitos outros lugares, insatisfação ou preocupação.

Não queriam cisternas plásticas deformáveis, mas as de concreto, usadas antes das de fibra plástica, que, além de entortarem, custam mais do dobro do preço das de concreto. E as de fibra plástica, embora exibindo seu caráter autodeformante, não haviam ainda revelado a tendência piromaníaca que agora as cisternas de Maracá puseram a nu. O incêndio, de causa ainda desconhecida (o culpado não parece ter sido o Sol, o fogo começou às 21 horas), consumiu mais de mil. Para ser exata, a Tribuna da Bahia recorreu ao blog Vandinho Maracás, segundo o qual das 1.345 cisternas, apenas 70 foram salvas por pessoas “que desafiaram as chamas”.

BATE CORAÇÃO – Pouco depois de, em junho, grandes manifestações populares exigirem melhores serviços públicos no país e apesar do governo da presidente Dilma Rousseff – em que pesem o remelexo e a zoada que está a fazer – continuar sem aceitar destinar dez por cento da receita bruta da União para o setor de saúde (um dos quatro setores mais destacados nas manifestações, ao lado dos transportes públicos, da segurança pública e da educação), um passo importante acaba de ser dado. O blog Gama Livre informou ontem que o Ministério Público Federal, em Uberlândia, Minas Gerais, obteve liminar na Ação Civil Pública nº 7976-76.2013.4.01.3803, obrigando os entes gestores do Sistema Único de Saúde (SUS) – Município, Estado e União – a fornecerem a uma paciente de 67 anos o “stent farmacológico”, que serve para a desobstruir artérias e mantê-las desobstruídas. Seu médico recomendou a colocação de “stents farmacológicos”, que não são fornecidos pelo SUS. Este fornece apenas o chamado stent “convencional”, muito mais barato e uma velharia, totalmente superado, pois o risco de reestenose (novo entupimento no mesmo trecho da artéria em que ele é posto é incomparavelmente maior do que quando usado o “stent farmacológico”, dispositivo de metal que vem impregnado com uma substância que reduz drásticamente o risco de reestenose). O juiz federal determinou que, não havendo condições de fazer a angioplastia (procedimento para colocação dos stents) em hospital público, que se faça em hospital privado por conta do SUS.

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O que seria de nós sem os boleros e o jeito único de cantá-los de Nana?

BOM DIA

(vhs)

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