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DEU NO BLOG DE GERALDO JOSÉ

Na tarde desta segunda-feira (15) jovens do movimento O Vale Acordou ocuparam a sede da Prefeitura Municipal de Petrolina (PE), segundo eles, por tempo indeterminado. Entre as revindicações está o valor das passagens de transporte coletivo no município. Pelas redes sociais os integrantes do movimento estão convocando todos para irem para a Prefeitura e levarem água e comida. Segundo os integrantes do movimento a passagem da cidade tem o maior preço por quilometro rodado do Nordeste.

jul
15

Beatriz Barata, o lindo vestido, a noiva em total controle da situação…Foto Luiz Roberto Lima, colaborador da Mídia Ninja, via Google
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Juan Nascimento, o rapaz atingido pelo cinzeiro

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DEU NO BLOG DE HILDEGARD ANGEL

Tendo o ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, e sra., como padrinhos, e como convidados os colecionadores de arte Sergio e Hecilda Fadel, que recentemente receberam a presidenta Dilma Rousseff para jantar em casa, no Rio, e cuja filha é casada com o filho do ministro Edison Lobão, das Minas e Energia, além do colunista social de Fortaleza, Lalá Medeiros, casaram-se ontem, com festa que varou madrugada, no Copacabana Palace, Beatriz Barata, neta do maior empresário de ônibus do Rio de Janeiro, Jacob Barata, e Francisco Feitosa Filho, cujo pai é o dono da maior empresa do ramo no Ceará.

Acompanhar, via mídias sociais e MSMs recebidos, o protesto indignado contra este casamento diante da Igreja N. Sra. do Monte do Carmo e da festa no Copacabana Palace, me fez sentir clima de Revolução Francesa, correndo um frio na espinha, um presságio ruim. E me veio à mente a princesa de Lamballe, melhor amiga de Maria Antonieta, com a cabeça espetada na ponta de uma lança, pela multidão que invadiu as Tulherias.

Estávamos numa madrugada de 14 de Julho, mesma data da Revolução Francesa, e toda aquela manifestação, que ontem começou alegre, até divertida, berrando bordões bem humorados, outros de gosto duvidoso, teve consequências desastrosas, com cabeça ensanguentada, decisões equivocadas, batalhão de choque, bombas de gás lacrimogênio, balas de borracha e gás de pimenta, às 3,30h, 4h da manhã, diante de nosso Palácio de Versailles, emblema máximo do luxo, da riqueza e da sofisticação do país: o Hotel Copacabana Palace!

Vou contar como foi, tal e qual… Aquietem-se, concentrem-se e me escutem…

Com gritaria na calçada, o protesto diante da igreja causou tensão nos convidados, perturbou todo o tempo o ofício do padre e a noiva, Beatriz, em vez de cortejo de daminhas e pajens, precisou de cordão de isolamento para entrar na igreja.

Enquanto padre Alexandre fazia a homilia, escutava-se nitidamente os manifestantes em coro dizerem coisas como “ha,ha, ha, o noivo vai broxar”, “também quero meu Louboutin”, “úúú, todo mundo pra Bangu” e tambores, buzinas e panelas, pó-pó-pó-pó-pó, pó-po-ro-po-pó, fon-fon-fon etc. O cerimonial de moças e rapazes impecáveis, pra lá e pra cá, cochichando baixinho, apreensivos sobre como solucionariam a saída dos noivos. Foi com PM e seguranças.

Beatriz, calada e retraída, permaneceu tensa todo o tempo – pudera! – mas manteve o controle. Foi altiva.

Já na recepção, no Copacabana Palace, todos se descontraíram e puderam se divertir, porque no interior do hotel não se percebia o que se passava lá fora, à exceção daqueles nas mesas da varanda.

No calçadão da Atlântica, uma garotada bonitinha da Zona Sul fazia manifestação até divertida, à la carioca, com meninas vestidas de noiva, rapazes alguns de terno e gravata, sacando bordões inspirados como “Eu também quero meu Louis Vuitton”, “Cadê minha Chanel?”, “Nesse hotel tem Barata!”, “Eu também paguei essa festa, quero meu bem-casado” e aquele clássico chulo da noite, citado acima, que se referia ao noivo…

E dá-lhe buzina, bateção de panela, de tabuleiro de alumínio, e desacatos para as mulheres (lindas!), que entravam ou saíam decotadas, cobertas de bordados: “piraaaaaanha!”. Não poupavam ninguém.

Com todas as quatro entradas do hotel bloqueadas por eles, ninguém entrava, ninguém saía, pela internet, os seguidores que assistiam à transmissão do canal “Mídia Ninja” postavam comentários mais pesados, do tipo “CABRAL VAI É DORMIR AÍ !!!!” (detalhe: Cabral sequer figurava na lista de convidados da festa!); “cadê as bombas???chama pa nois estraga a festa!”; “BA-FO-ME-TRO NO HOTEL”; “Rico não tem Lei Seca?” (referindo-se aos que embarcavam em seus carros mesmo aparentando ter bebido, quando ainda se podia sair); “chocada com o valor dos presentes que a Baratinha pediu no casamento. Veja a lista: http://migre.me/fsCZL” (localizaram a lista no site da H. Stern); “Candidato da Baratinha é Marcelo Freixo do PSOL” (foram checar no Face de Beatriz e descobriram); “ISSO.. TEM QUE JOGAR OVO MESMO…” (zangados porque a repórter foi maltratada por um policial à porta); “Todos RATOS engravatados, saindo pelos fundos constrangimento é a única arma do povo!!” (houve uma hora em que os convidados conseguiram sair pela porta da Av. Copacabana); “deixem suas mensagens de parabéns ao noivo”.

Vou omitir palavrões, baixarias e violências. Se é que já não transcrevi demais disso.

A horas tantas, chegou ao hotel a diretora-geral, Andréa Natal, que por força do cargo mora no Copa. Entrou pela porta lateral da Pérgola, junto ao Edifício Chopin. Aflita, vendo aquela multidão e a gritaria, parou para discutir com os manifestantes, iniciando rápido, bate-boca, logo sustado pelos seguranças, que a transportaram para dentro.

No interior do hotel mais lindo do Brasil, tudo eram maravilhas. No Golden Room, a apoteose do deslumbramento. O decorador Antonio Neves da Rocha plantou no meio do salão uma árvore frondosa, com os galhos alastrando-se por toda a área do teto, de onde pendiam fios com lampadário e buquês de flores. O chão coberto com grama. E a iluminação causava a sensação de se estar numa floresta-lounge, com estofados pretos.

Ali foi o show de Latino, que para entrar só conseguiu pela porta de serviço da Rodolfo Dantas, a da cozinha, driblando os manifestantes. Depois do bundalelê do Latino, houve ali a dança, com o DJ Papagaio e sandálias Havaiana vermelhas para todos os 1050 convidados que compareceram. Foram expedidos 1200 convites. Havia lugares sentados para todos, absolutamente todos.

No Salão Nobre, aquele comprido que sucede ao Golden Room, Neves da Rocha cobriu toda a parede de janelões que dá pra piscina com imenso painel único de Debret (ou seria Rugendas?) com super-mega-imensa-paisagem do Rio de Janeiro, abrangendo nossas montanhas, o mar, a Baía, florestas, do teto ao chão, criando visão fantástica.

Completavam o ambiente lustres enormes cobertos com heras, toalhas de damasco verde musgo cobriam as mesas até o piso.

O mesmo décor de toalhas musgo de damasco se repetia nos salões da frente e nas duas varandas, que foram cobertas e fechadas com paredes de muro inglês, com heras, e os mesmos lustres espetaculares. Cadeiras de medalhão suntuosas. Muito bonito.

Entre os três salões da frente, o do meio foi destinado a ser apenas o Salão dos Doces, com bem-casados da Elvira Bona, doces de Christiana Guinle, chocolates de Fabiana D’Angelo. Chá, café, brownies. O Céu, a Terra e o Mar também…

O champagne era Veuve Clicquot. Uísque Black Label. Aqueles coquetéis de sempre, Bellini, Marguerita etc. Vários bares de caipirinha, saquê etc. O bolo de Regina Rodrigues era um acontecimento, com vários andares, todo branco.

Buffet do Copacabana Palace, muito bem servido e elogiado. Na verdade, eram vários buffets, distribuídos por todos os salões e varandas. Mesas de frios. Pratos quentes. O cerimonial foi de Ricardo Stambowsky. As fotos, de Ribinhas.

Flores de Raimundo Basílio. Não houve exagero de flores, o verde deu o tom. Uma decoração em que prevaleceram o equilíbrio e a elegância. Luxo sem excessos.

Todo esse décor serviu de cenário à mais fantástica coleção de vestidos jamais reunida numa festa no Rio de Janeiro. Esta a opinião que ouvi de vários que lá estiveram, quer como convidados, quer prestando serviço ao evento. Um especialista em moda, que pediu para não ser identificado, falou: “Nunca vi tantos vestidos deslumbrantes como nessa festa. E de gente que ninguém conhece”. Acredita-se que a grande maioria das mulheres com essas roupas sensacionais, vestidos de alta costura, grandes marcas, fosse de convidadas do Ceará, que ocuparam vários apartamentos no hotel. O Copa bombou na festa e na ocupação.

Não apenas os vestidos eram extraordinários. As joias eram também fantásticas. A começar pelas da noiva, usando riviera de brilhantes fantástica no pescoço, dois enormes brilhantes nas orelhas e uma coroinha de ouro e grandes brilhantes, na cabeça, sempre usada pelas noivas da família. O vestido de Beatriz Barata foi obra da estilista Stela Fischer.

Tudo isso foi coordenado pela avó, Glória Barata, que durante a festa várias vezes se lembrou do filho assassinado naquela época da onda de sequestros no Rio de Janeiro. A família pagou o resgate, mesmo assim o jovem não foi poupado. Ela ainda guarda um grande sofrimento. Dona Glória é uma mulher sofrida e amável. Todos os que trabalham com ela e sua família a estimam.

Enquanto o minueto social seguia harmonioso, farfalhante e cintilante, entre as mesas de toalhas verde musgo adamascadas dos salões, no entorno do hotel, a contradança era outra.

Não têm pão? Comam bem-casados! Da varanda, convidados rebatiam as provocações verbais atirando bem-casados na “plebe” (bem à la Maria Antonieta, que ofereceu bolinhos, lembram?) e remetiam aviõezinhos de notas de R$ 20 (aí, a inspiração já era mais próxima, à la Silvio Santos).

Num crescendo dos protestos, bate panelas, mensagens de Face e Twitter, imagens postadas, provocações, bordões, os ânimos foram se acirrando e não houve nada que se tentasse para apaziguá-los. Ao contrário.

Na portaria do hotel da Av. Copacabana, o motorista de um dos convidados arrancou o celular da repórter “Ninja”, que, como Ninja, deu um salto e conseguiu recuperá-lo, botando o elemento pra correr. Ela recorreu a um policial, que a tratou com impertinência, parecendo alcoolizado. Tudo isso registrado pela câmera Ninja. E a rede social participando, reagindo, se indignando.

Em seguida, correm todos para a Atlântica, prosseguem a gritaria. Uma convidada insiste em deixar o hotel, é impedida e inicia uma briga, quando um convidado, lá da varanda, atira um cinzeiro de vidro na cabeça de um manifestante, que se fere muito.

Vendo aquela imagem ensanguentada na tela da internet, a galera começa a postar desacatos enfurecidamente. A repórter corre para buscar socorro na ambulância de plantão diante do hotel (é lei quando se trata de evento com mais de 600) e o paramédico. Mas o médico não está, “foi lá dentro”. O rapaz machucado tenta entrar no hotel para ser socorrido. Os seguranças e porteiros impedem sua entrada. Está aí cometido o grande erro da noite!

O Copa, neste momento, rompe sua tradição histórica de cordialidade com a população carioca e de diplomacia e assume uma postura hostil.

A multidão na rua se enfurece. A multidão virtual também e passa a convocar o envio geral de comentários negativos à página do hotel na internet. Uma guerra aberta contra o maior tesouro da hotelaria brasileira! Eu, confesso, quase choro. Adoro o Copa. O Copa é o Rio, nossa memória, nossa História.

Mais uns 10, 15 minutos, e chega ao local uma advogada dizendo-se da OAB, localiza uma testemunha da agressão, consegue recolher a “arma do crime”, fragmentos do cinzeiro que atingiu o rapaz, leva os dois para a delegacia, onde faz o registro da ocorrência: “tentativa de homicídio”. A vítima leva seis pontos na cabeça.

Juan Nascimento, o rapaz atingido pelo cinzeiro

A garotada agitada continua nos impropérios, constrangimentos e panelaço, e eis que, quase quatro da manhã… chega o BOPE, marcando sua forte presença de sempre, soltando bombas de gás lacrimogênio, atirando com balas de borracha e, para completar a apoteose da alvorada dessa Bastilha carioca, espargindo spray de pimenta a torto e à direita.

Nessa altura, a multidão de manifestantes, que às três e meia da manhã já estava reduzida a uma centena, ficou ainda menor. Eram apenas uns 50 mais experientes, já com suas máscaras anti-spray nos rostos.

Enfim, os últimos convidados, que aguardavam no foyer do hotel pela oportunidade de deixar a festa, conseguem partir. Vão deixando o casamento Barata e tossem, viram os olhos, engasgam com o spray de pimenta. Os manifestantes de máscara anti-spray gozam, a repórter estica o microfone: “Tá gostando, cara?”.

Foi um acontecimento totalmente atípico, inédito. Já houve manifestações de protesto em casamentos de políticos e pessoas importantes. Como no da filha do senador Álvaro Pacheco, décadas atrás, tendo José Sarney, presidente da República, como padrinho, na Igreja do Largo de São Francisco.

Mas nada, jamais, em tempo algum, se comparou à ferocidade do acontecimento irado deste 14 de Julho carioca, em nosso Versailles, o Copa, que, ainda bem, nada teve de noite de Tulherias nem de cabeça espetada em ponta de lança. Mas teve cabeça rachada de manifestante. O que já foi um triste começo.

PS: O parágrafo final foi modificado em 15/07/2013, às 13:02, por livre e espontânea vontade da autora


Os torcedores que quiserem adquirir os ingressos para o Ba-Vi do próximo domingo, 21, na Arena Fonte Nova, podem comprar a partir das 10h desta terça-feira, 16. O clássico, válido pela oitava rodada do Brasileirão, será o primeiro na elite do futebol nacional depois de 10 anos e, a depender da combinação de resultados, pode deixar os dois representantes baianos no G4.

Os bilhetes mais baratos custarão R$ 25 (meia entrada – arquibancada) e os mais caros, R$ 165. Os ingressos podem ser retirados nas lojas Ticketmix dos shopping Iguatemi, Paralela e Salvador, das 9h às 22h – horário de funcionamento dos estabelecimentos. Quem preferir comprar pela internet, pode garantir pelo site Futebol Card, com funcionamento 24h, ou até esgotarem os ingressos para cada setor.

A Fonte Nova também será ponto de vendas, mas só terá ingressos disponíveis a partir de quinta-feira, 18, entre às 8h e 17h. Os torcedores rubro-negros terão ingressos à venda na bilheteria Norte (Ladeira Fonte das Pedras) e os tricolores, na bilheteria Sul (Dique do Tororó).

Os ingressos também serão vendidos no domingo, dia do jogo, a partir das 8h.

http://youtu.be/InS3uEcLfbc

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Garimpagem musical e sugestão da jornalista e escritora Maria Aparecida Torneros. Direto do Blog da Cida no Rio de Janeiro, para o Bahia em Pauta.

A turma do BP agradece.

Dedicado ao compadre e amigo Pedro Milton de Brito (“in memoriam”), ex-presidente da OAB-BA e ex-conselheiro federal da Ordem dos Advogados do Brasil, que amava a França e o espírito da revolução francesa com a mesma entrega e paixão com que sempre defendeu, até a morte, direitos humanos, a liberdade de expressão e os perseguidos em seu País.

(Vitor Hugo Soares)

DEU NO CORREIO DA BAHIA

Da Redação

Um equipamento da cozinha do Restaurante 33, da rede Sérgio Arno, apresentou um defeito na manhã desta segunda-feira (15) assustando funcionários e clientes no Shopping Salvador. Segundo informações da polícia, após um curto-circuito, muita fumaça tomou conta do estabelecimento.

Uma equipe da brigada de incêndio foi acionada e levou o equipamento para a área externa do shopping. Ainda de acordo com a polícia, não houve fogo e por conta disso o Corpo de Bombeiros não foi encaminhado ao local. Ninguém ficou ferido.

O Salvador Shopping se pronunciou sobre o caso através de nota de esclarecimento. Confira:

“O Salvador Shopping esclarece que houve um princípio de incêndio na casa de máquinas de um restaurante do Espaço Gourmet – Piso L1. O ocorrido provocou fumaça, que foi expelida pelo sistema de exaustão do shopping para a área externa. A situação foi imediatamente controlada pela brigada de incêndio do centro de compras, sem provocar maiores transtornos”.

DEU NA TRIBUNA DA BAHIA/IG

A esperança de centenas de famílias vítimas da seca no município baiano de Maracás foi consumida pelas chamas na noite do último sábado. Por volta das 21h, um incêndio destruiu mais de mil cisternas de fibra plástica, com capacidade para 16 mil litros de água, doadas pelo Governo Federal através do Ministério da Integração Nacional.

Os equipamentos seriam distribuídos para a população afetada pela estiagem que atinge a zona rural do município. De acordo com o blog Vandinho Maracás, das 1.345 cisternas, apenas 70 foram salvas por moradores da região, que desafiaram as chamas. O restante do material foi destruído ou danificando a ponto de impossibilitar seu uso. Segundo o meio de comunicação local, alguns moradores de Maracás já estariam planejando festas para receber as cisternas, mas com o incêndio, a alegria foi interrompida e o sofrimento continuará por mais algum tempo.

O Corpo de Bombeiros foi acionado, mas só chegou ao local por volta das 23 horas e já não havia mais o que salvar. A Polícia Técnica periciou a área atingida pelas chamas e apenas o laudo poderá esclarecer se o incêndio foi acidental ou criminoso.

O lote de cisternas destruído pelo incêndio em Maracás fazia parte do investimento do Programa Água para Todos, que previa implantar 12 mil cisternas de polietileno em nove municípios do semiárido baiano, a fim de fortalecer as ações de convivência com a seca. A iniciativa é resultado do convênio assinado entre o Ministério da Integração Nacional e a Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), no valor de R$ 23 milhões.

O primeiro município contemplado com a ação foi Euclides da Cunha, localizado a 311 quilômetros de Salvador. Mais de duas mil cisternas foram entregues à famílias, que estão sendo capacitadas quanto ao uso do reservatório. Para que seja garantida a boa qualidade da água, a capacitação oferece informações sobre instalação, funcionamento e limpeza das cisternas.

A moradora da comunidade de Araçás, Nívia dos Santos, 28 anos, foi uma das primeiras a receber a cisterna de polietileno. Ela contou que antes buscava água em outras localidades. “Tenho três filhos pequenos e, às vezes, eles ficavam com os vizinhos para que eu pudesse ir atrás de um balde de água. Agora vou ter descanso e mais tempo com as crianças”.

Além de Maracás, Euclides da Cunha e Araças, os municípios de Canudos, Nordestina, Cícero Dantas, Fátima, Crisópolis, Jequié e Santa Terezinha estão sendo contemplados com a ação, que conta com a parceria do Departamento Nacional de Obras Contra a Seca (DNOCS).

Segundo o secretário estadual da Casa Civil, Rui Costa, que coordena na Bahia as ações de convivência com a seca, a efetivação deste convênio possibilita a democratização do acesso à água. “Além de obras estruturantes, o governo viabiliza intervenções de menor porte, mas de grande importância, permitindo às famílias condições de convivência com o clima do semiárido”. Até o fechamento desta edição, o governo estadual não havia informado que medidas serão adotadas para minimizar o impacto da perda das cisternas no incêndio em Maracás.


Ator encontrado morto no quarto
do hotel em Vancouver/DN

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DEU NO “PÚBLICO”, DE LISBOA

Cory Monteith, protagonista da série musical Glee, aparentava estar em bom estado e feliz, dois dias antes da morte, revelou um dos seus primeiros mentores, Maureen Webb, à revista social norte-americana People.

“Ele parecia estar em boa forma”, referiu Webb, co-fundador do projeto Limelight Society, uma instituição de solidariedade de Vancouver, no Canadá. “Ele já não tinha um aspecto assim tão saudável há muito tempo.”

Elena Kirschner, agente do astro de Hollywood, reuniu-se com Webb e Monteith no East of Main, um restaurante que apoia aquela organização. Monteith teria afirmado ao longo do jantar que se queria envolver mais no programa artístico para crianças.

“Eu disse-lhe que ainda me lembrava da nossa primeira conversa sobre o projeto e que agora estava tudo a tornar-se realidade. A cara dele iluminou-se quando ouviu isso. Estava com um ótimo astral”, constatou Webb.

Cory Monteith namorava com a colega de elenco de Glee, Lea Michele. O corpo foi

jul
15
Posted on 15-07-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 15-07-2013


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Bruno Aziz, hoje, no jornal A Tarde (BA)

jul
15

http://youtu.be/-Q6u6jfZydY

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Atlântida

Rita Lee e Roberto de Carvalho

Atlântida!
Reino perdido
De ouro e prata
Misteriosa cidade…

Atlântida!
Terra prometida
Dos semideuses
Das sereias douradas…

Eu sou o pescador
Que parte toda manhã
Em busca do tesouro
Perdido no fundo do mar…

Desde o Oiapoque
Até Nova York se sabe
Que o mundo é dos que sonham
Que toda lenda é pura verdade…

Chuá! Chuá! Chuá! Chuá!
Chuá! Chuá! Chuá! Chuá!
Chuá! Chuá! Chuá! Chuá!…

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