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Posted on 12-07-2013
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DEU NI DIÁRIO DE NOTÍCIAS, LISBOA
O ex-consultor dos serviços secretos norte-americanos Edward Snowden pediu hoje para se movimentar livremente no território da Rússia enquanto a questão da concessão do asilo político não ficar resolvida, informa a agência Ria-Novosti.

“Tenho apenas um pedido em relação ao estatuto jurídico: enquanto eu estiver no território da Rússia, que possa movimentar-me enquanto se resolve a questão da concessão de asilo político”, declarou numa conversa gravada durante um encontro com representantes de organizações não governamentais russas.

Snowden acrescentou que não tem queixas a fazer do aeroporto Sheremetievo, onde vive na zona de trânsito desde 23 de junho: Já vi lugares piores”, admitiu.

Entretanto, Dmitri Peskov, porta-voz presidencial, declarou que o Kremlin não recebeu ainda qualquer pedido de visto.

“Desconheço qualquer documento”, acrescentou em declarações à Rádio Eco de Moscovo.

Peskov prometeu comunicar à imprensa a conversa entre os presidentes russo e americano, Vladimir Putin e Barack Obama, se tal se realizar ainda hoje.

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Nani, hoje,no portal de humoe A Charge Online

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DEU NA TRIBUNA DA BAHIA/IG

Lílian Machado

Apesar de ter dito recentemente que a onda de protestos, que se intensificou no país com forte repercussão na Bahia, não traria mudanças nas estratégias da gestão no Estado, o governador Jaques Wagner (PT) surpreendeu na quarta-feira (10/7) ao promover na Governadoria uma reunião com o secretariado executivo e pedir ajustes em cada secretaria para a redução dos gastos do governo.

No encontro, ocorrido a portas fechadas, o chefe do Executivo baiano analisou as manifestações e colocou em destaque a meta de austeridade ao passar para os auxiliares como “dever de casa”, a apresentação nos próximos dias de sugestões de cortes em custeio. Embora não tenham especificado quais iniciativas deverão tomar em suas pastas, os secretários ouvidos pela reportagem da Tribuna ressaltaram o comprometimento, em relação à meta de menores despesas.

Entre as medidas, o governador recomendou à diminuição de gastos com viagens e diárias. “A austeridade e a busca pela melhor eficiência são compromissos da nossa gestão”, disse o governador.

Conforme Wagner, as despesas devem ser executadas dentro do limite do orçamento de 2013, porém sem trazer impacto para os investimentos. “Reduziremos os gastos com o custeio da máquina sem comprometer a qualidade dos serviços públicos e nossos investimentos”, ressaltou.

A tendência de cortes teria sido uma resposta às manifestações, embora, conforme o secretário estadual de Comunicação, Robinson Almeida, antes mesmo desses movimentos, o governo já havia executado ações, no sentido de melhorar a vida da população. “A predominância das falas é de que há um conjunto de demandas na sociedade que já têm sido trabalhadas pelo governo federal e que aqui tem tido reflexo. As demandas da rua estão tendo o acolhimento do governo”, afirmou.

O secretário contou que em um prazo dez dias, a equipe irá apresentar a Secretaria de Administração, comandada por Manoel Vitório, indicativos para reduções em custeio. Questionado se essa medida traria consequência para o volume de gastos com propaganda, esfera criticada pelos oposicionistas, Almeida descartou.

O secretário de Turismo, Domingos Leonelli, frisou que o ponto alto da reunião foi a análise política do momento vivido em todo o país. “Não foi feito nenhum balanço específico das pastas, mas foi muito positiva com bom nível de intervenção de cada secretário”. Ele não quis dizer quais itens irá cortar em sua gestão.

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OPINIÃO POLÍTICA

Faltou gente no protesto de apoio

Ivan de Carvalho

A constatação inicial a fazer é a de, em termos de manifestações de rua, o dia nacional de protesto de apoio realizado ontem pelas centrais sindicais e as militâncias fantasmas do PT e do PC do B e mais alguns aderentes foi um fracasso espetacular, se comparado com as grandes manifestações de protesto ocorridas nas três últimas semanas de junho, sem o aparato das centrais sindicais, de sindicatos, do PT e outros elementos.

Seis mil pessoas participaram de uma manifestação em frente ao Congresso Nacional. Isto parece ter sido a joia da coroa, em termos de público. No centro de Porto Alegre foram três mil.

Em Goiânia, cinco mil, de acordo com os organizadores – que invariavelmente chutam a estimativa para cima – e a informação da polícia militar de que não tinha estimativa alguma. É possível que estivesse distraída e não haja percebido que uma manifestação de protesto de apoio ocorrera no centro da capital de Goiás. Mas em Anápolis houve alguma percepção: um grupo de funcionários e estudantes ocupou a reitoria da universidade estadual.

Bem, talvez se pudesse continuar citando – a exemplo das já mencionadas – pequenas manifestações de rua como as ocorridas no Rio de Janeiro e em São Paulo, onde houve algum conflito com a Polícia Militar. Mas com todo o aparato à disposição, a organização do protesto de apoio nada conseguiu que ficasse a menos de alguns anos-luz das manifestações populares de junho (que, já menos intensas invadiram julho, espalhando-se pelo interior do país, atingindo uma multiplicidade de pequenas cidades, onde talvez ninguém haja imaginado que poderiam chegar).
O que se deve reconhecer é que, em algumas partes do país, como em Salvador, por exemplo, a paralisação de certos serviços públicos – principais alvos da crítica das manifestações populares que abalaram o país da segunda semana de junho para cá – levou a um clima de semi-feriado. A explicação principal para isto é a paralisação dos rodoviários, o que torna muitas vezes difícil e outras tantas, impossível, o funcionamento de outras atividades.

Trata-se, aí, de uma espécie de chantagem sobre a população, um comportamento autoritário exercido sobre a sociedade, porque quando os rodoviários param, eles não param somente a eles mesmos, mas obrigam outras pessoas, de outras categorias funcionais, a ficarem paradas contra a própria vontade. Impedidas quanto ao exercício de suas atividades, impedidas também de exercer plenamente o direito de ir e vir, assegurado pela Constituição.

Um outro aspecto a destacar é o de que, embora fazendo as coisas em conjunto, as centrais sindicais e o PT tiveram divergências. Uma delas chegou a ser escandalosa. Durante protesto na zona sul de São Paulo, o presidente da central Força Sindical, deputado pedetista Paulo Pereira da Silva (o Paulinho da Força), disse que o mínimo que a presidente Dilma Rousseff deve fazer agora é demitir o ministro da Fazenda, Guido Mantega. “Não dá para ir para as ruas e não falar em inflação, negar a perda do poder de compra dos trabalhadores”. Ameaçou com a convocação de uma greve geral: “Vamos nos reunir nesta sexta (hoje) com as centrais e vamos chamar uma greve geral no Brasil todo”, anunciou, aplaudido por manifestantes. Claro que a CUT não vai topar.

Outra divergência: a Força Sindical não quis saber de reivindicações sobre reforma política, Constituinte exclusiva e restrita à reforma, plebiscito, essas coisas que o governo andou propondo. O presidente da central disse que esses assuntos já estão encerrados e enterrados. Mas a CUT, obediente à estratégia da presidente Dilma e do PT, esforçava-se para parecer entusiasmada com o plebiscito, uma proposta que o Congresso já considera inviabilizada. Quanto à Constituinte, a própria presidente Dilma Rousseff, que tomou emprestada, parece que sem analisar, a ideia lançada há uns tempos por Lula, já desistiu dela, por descobrir que seria um golpe – que nem teria força para dar – contra a Constituição, coisa que qualquer estudante de Direito sabe de cor e salteado.

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A bela música de Paulo Cesar Pinheiro e Ivan Lins vai para a jornalista e amiga querida , Ana Maria Vieira. Com alguns minutos de atraso felicitamos o 11 de julho de seu aniversário. E repetimos as palavras do artista e da composição: “Meu peito diz, coração é igual país, não deu certo uma mudança, você muda de esperança”

Muias felicidades, prima e amiga .

( Hugo e Margarida)

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