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Fotografia © Reuters/Ricardo Moraes/DN

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DEU NO DIÁRIO DE NOTÍCIAS, DE LISBOA

Novas manifestações de rua no Brasil, convocadas pelas centrais sindicais, decorriam no final da tarde (noite em Lisboa) em São Paulo e no Rio de Janeiro, após diversos bloqueios em rodovias ao longo do dia.

No Rio de Janeiro, cerca de 2.500 pessoas reuniram-se no centro da cidade e houve tumultos e confrontos entre a polícia e os manifestantes.

Segundo a imprensa brasileira, o tumulto começou após um dos manifestantes atirar pedras contra a Igreja da Candelária. Ao detê-lo, a polícia foi reprimida por um grupo que usava máscaras e reagiu com bombas de efeito (granadas só de estrondo) e gás pimenta.

Em São Paulo, o protesto recebeu menos apoio que o previsto e a cidade viveu um dia de trânsito tranquilo, já que muitos foram dispensados do trabalho devido à previsão de greve dos condutores dos transportes públicos.

No final da tarde, uma manifestação fechou por quatro horas a Avenida Paulista, principal via da cidade, num protesto que reuniu 7.000 trabalhadores, segundo estimativas da Polícia Militar.

Em Belo Horizonte, estado de Minas Gerais, cerca de 1.000 pessoas participaram nas manifestações. A capital mineira foi a única em que o serviço de ônibua e metro sofreu paralisações.

DEU NA UOL/FOLHA

GABRIELA GUERREIRO
DE BRASÍLIA

A Força Aérea Brasileira terá 30 dias para informar ao Senado sobre voos realizados por autoridades nos aviões oficiais da Aeronáutica. A Mesa Diretora da Casa aprovou nesta quinta-feira pedido do senador Aloysio Ferreira (PSDB-SP) que obriga o Ministério da Defesa, a quem FAB é subordinada, a encaminhar as informações ao Congresso.

No requerimento, o tucano pede que o Ministério da Defesa divulgue quantas viagens foram feitas pelas autoridades públicas entre os anos de 2010 e 2013 em aviões da FAB. O senador também solicita as datas e nomes das autoridades que solicitaram os voos, assim como as rotas cumpridas pelas aeronaves, horários de chegada e partida e nomes de eventuais acompanhantes.

A legislação brasileira determina que, se o ministério não encaminhar as respostas ao Congresso em resposta ao pedido de informações, seu titular Celso Amorim pode responder por crime de responsabilidade.

Em defesa do envio das informações, Nunes disse que a FAB deve melhorar os registros dos voos para enviar com frequência essas informações ao Congresso.

“Quanto mais transparência, melhor. Se alguém viaja por motivo de serviço, divulga na internet. Não há porque guardar nada a sete chaves. Eu já pedi outras vezes e alegaram que não havia mais registros. Conversa. Tem que ter registro daqui para frente para informar rotineiramente aquilo que é feito com dinheiro público.

No requerimento, o tucano critica a ação dos presidentes da Câmara e do Senado, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) e Renan Calheiros (PMDB-AL) por terem utilizado aeronaves da FAB para viagens de compromissos que não foram aceitos pela opinião pública como oficiais. Nunes apresentou o requerimento motivado pelas viagens de Renan e Alves.

Decreto em vigor estabelece que as autoridades só podem usar as aeronaves oficiais em casos de segurança e emergência médica, viagens a serviço ou deslocamentos para seus locais de residência permanente. Nunes defende a adoção de regras mais duras inclusive para os deslocamentos residenciais.
“Em matéria de voo para residência, deveria se apertar um pouco mais porque para alguns lugares há uma profusão enorme de aviões de carreira e não há necessidade de usar aviões da FAB”, disse o tucano.

CASAMENTO

Renan devolveu R$ 32 mil aos cofres públicos relativos ao uso da aeronave oficial no dia 15 de junho entre as cidades de Maceió, Porto Seguro e Brasília para participar do casamento da filha do senador Eduardo Braga (PMDB-AM), que ocorreu em Trancoso (BA) e reuniu diversas autoridades.

A Folha também revelou que o ministro Garibaldi Alves Filho, da Previdência Social, viajou ao Rio em avião da FAB para ver o jogo do Brasil. No dia 28 de junho, Garibaldi foi a Fortaleza em agenda oficial. Em vez de voltar a Brasília, ele voou para o Rio, onde assistiu à partida no domingo. “Me senti no direito de o avião me deixar onde eu quisesse ficar”, afirmou o ministro.

Garibaldi é primo do presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), que usou outro avião da FAB para ver o jogo da seleção. A Folha revelou na quarta-feira (3) que Alves levou sete convidados de Natal para o Rio. Glauber Gentil, que foi para o Rio com Garibaldi, pegou carona com Alves para voltar a Natal.

No mesmo dia, o presidente da Câmara disse que errou ao permitir que sete parentes pegassem carona em um avião da FAB para assistir ao jogo da seleção e devolveu à União R$ 9,7 mil, segundo ele, equivale em bilhetes comerciais à carona dada a parentes em avião oficial.


Um dos apelos da campanha do CGU

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Deu no Diário do Nordeste

Nas últimas semanas, estouraram em todo o Brasil manifestações e protestos, que reivindicavam, entre outros temas, o fim da corrupção política. Além dessa questão, algumas mudanças de atitudes no cotidiano das pessoas podem fazer toda a diferença para a melhoria do País.

Com esse objetivo, a Controladoria- Geral da União (CGU) está fazendo uma campanha na sua página no Facebook contra algumas ações de corrupção que acontecem no cotidiano e muitas pessoas ignoram.

A campanha “Pequenas Corrupções – Diga Não” orienta algumas condutas como não colar na prova, não furar fila, dar nota fiscal e não tentar subornar um guarda para evitar multas.

A hashtag #contracorrupção é utilizada também na campanha como método de disseminar nas redes sociais essas mudanças que podem ser o diferencial para um melhor convívio e até mesmo para um País melhor.

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BAHIA EM PAUTA RECOMENDA: ABRACE ESTA IDÉIA.


Kakay entra na defesa de Marcelinho
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DA AGÊNCIA A TARDE, REPRODUZIDA NO TWITTER

Raul Spinassé / Ag. A TARDE

A defesa de Marcelo Guimarães Filho vai entrar nesta quinta-feira, 11, com o agravo de instrumento para tentar barrar a sentença que garante a intervenção judicial no clube.

O dispositivo jurídico vai ser encaminhado para a desembargadora Lisbete Maria Almeida, a mesma que conduziu a queda da medida cautelar, na terça-feira, deflagrando a entrada de um mediador para convocar novas eleições no Bahia.

A desembargadora vai apreciar o agravo e pode ou não conceder um efeito suspensivo para frear a sentença judicial dada em 1ª instância – a expectativa da defesa é que o resultado saia ainda nesta semana.

Caso o efeito suspensivo seja dado, Marcelo Guimarães retorna imediatamente ao cargo de presidente. No caso de negativa da magistrada, ainda cabe recurso no TJ-BA. Esgotada todas as possibilidades na Bahia, a matéria será discutida no Supremo Tribunal Federal (STF).

Funcionário do Bahia – O advogado Kakay revelou ao A TARDE que uma das estratégias para montar o instrumento jurídico é mostrar as contradições no julgamento do juiz Paulo Albiani, de 1ª instância.

“Ele (o juiz) negou uma apelação a nosso favor considerando um fato equivocado. Segundo entendimento errôneo do juiz, quando construímos a apelação, Marcelo Filho ainda estava destituído do cargo, mas é só pegar as datas e comprovar que isto é um equívoco grave”, disse o jurista, direto de Brasília, onde regressou na tarde de ontem, após participar do julgamento no Tribunal de Justiça da Bahia, no CAB.

Kakay também revelou que o contrato para o pagamento dos seus honorários é feito diretamente com o Bahia e não com o ex-presidente Marcelo Guimarães Filho. “Fui contratado pelo Esporte Clube Bahia. Marcelo Guimarães é parte deste processo de intervenção”, segredou.

O advogado é um dos mais caros do País, com custos que beiram ou ultrapassam cifras milionárias. Alguns dos seus clientes famosos são: o publicitário Duda Mendonça, o senador Demóstenes Torres, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

Como contraponto, os salários dos funcionários do Bahia estão atrasados relativos ao mês de junho (venceram no último dia 5).

jul
11
Posted on 11-07-2013
Filed Under (Artigos) by vitor on 11-07-2013


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Duke, hoje no jornal O Tempo(MG)


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OPINIÃO POLÍTICA

Protesto de apoio

Ivan de Carvalho

Está convocado para hoje, em âmbito nacional, o que podemos chamar, sem medo de errar, mas com medo de morrer de rir, de um grande protesto de apoio. Trata-se do movimento organizado pelas centrais sindicais com evidente estímulo do governo e adesão entusiástica do PT – cujo comando mandou sua militância tirar paletó e gravata usados nos cargos públicos, vestir a velha fantasia e comparecer, junto com os militantes de alguns outros partidos afiliados, destacadamente o PC do B.

Depois de, há muitos anos atrás, o PT inventar o “apoio crítico”, esta legenda e as centrais sindicais enriqueceriam mais ainda o nosso idioma. Depois que o Partido dos Trabalhadores chegou ao poder, tanto esse partido quanto as centrais que se tornaram governistas – peleguismo é a palavra para designar, no Brasil, a dependência de sindicatos, federações, confederações e centrais sindicais ao governo – comportaram-se de modo a criar a irônica expressão popular “protesto de apoio”.

É o que teremos hoje. Paralisações de serviços importantes em diversos setores (incluindo o setor dos rodoviários, que força a paralisação de muitas outras atividades e a sempre absurda e quase inacreditável paralisação da área médica). Além de outros protestos de apoio que tentam responder à tempestade de manifestações que abalou o país em junho e, embora no momento com bem menos intensidade, ainda se espalha pelo interior, atingindo pequenas cidades que pareciam completamente imunes, à margem de ações objetivas dentro de uma demonstração de insatisfação e uma cobrança de âmbito nacional que estonteou o governo, o Congresso, o guloso PT e os demais partidos governistas. E surpreendeu agradavelmente a própria oposição.

Entre os partidos aliados do governo, vale assinalar, alguns até gostaram, e em quase todos, muitos de seus integrantes ficaram eufóricos. Não demonstram isso em público, mas o que se constata em particular é satisfação. Estavam sendo atropelados pelo governo e agora o governo está precisando desesperadamente deles. Podem, assim, cobrar respeito, carinho e um preço mais alto, sem embargo do fato de que, se a situação continuar ruça para o governo enquanto este não recupere ou se não recuperar o apoio popular de que desfrutava até março, a fidelidade esfriará e alternativas eleitorais estarão disponíveis.

Quanto a uma recuperação, não é fácil. Ela não virá com “protesto a favor” como o de hoje. As finanças e a economia do país, apesar de uma lenta recuperação da economia americana, estão sendo atingidas pela crise na União Européia e pela violenta freada na economia dos BRICS, um deles, o Brasil. Eram os BRICS, com destaque muito especial para a China e a Índia, que vinham puxando a economia mundial, ante a crise nos EUA e sua exportação para a Europa.

Pois os BRICS não são mais aquele balaio todo. Só para lembrar, no ano passado o PIB brasileiro cresceu lamentáveis 0,9 por cento, apesar das previsões de 4,5 por cento do ministro da Fazenda, Guido Mantega, qualificado, quando assumiu esse cargo, de “muito fraquinho” pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

Este ano, a previsão do governo, que já foi de quatro por cento, muito recentemente, estava em 3,5 por cento, mas já está sendo revista para três por cento. No entanto, o FMI a estima, no momento, em 2,5 por cento, abaixo do PIB Mundial, que segundo o mesmo organismo deverá crescer 3,1 por cento, embora em abrir o próprio FMI ainda acreditasse na média mundial de 3,3 por cento.

Os BRICS sentem os efeitos de algumas possíveis mudanças na política econômica dos Estados Unidos, o que já provoca efeitos negativos muito concretos. Como o Brasil, o PIB da Rússia, ainda segundo o FMI, deve crescer 2,5 por cento, para a Índia a previsão é de 5,6 por cento (antes da crise era sempre mais de sete por cento) e o PIB chinês, que já chegou a assombrar o mundo com crescimentos de mais de 11 por cento, deverá limitar-se a aumentar 7,6 por cento.
Bem, por motivos externos e internos, a inflação brasileira está resistindo e isso já não admite – sem risco gravíssimo para a estabilidade financeira – uma política populista somada ao desperdício, à incompetência, às quatro dezenas de ministérios, à corrupção, aos estádios de luxo, às frotas de helicópteros, às… ora, isso não acabaria nunca.

Dá-lhe, Frank.

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Postado pela jornalista Simone Moraes, no Facebook

“Bom dia povo do meu Brasil varonil. No ano da Serpente as entranhas da terra tremem, Vocês sabiam que o medo dos EUA com aquele menino que tem nome de protetor solar, Edward Snowden , é que ele revele os documentos da presença de extra-terrestre na terra? É o que estão dizendo nos bastidores viu? Fui eu que inventei não”!

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Bahia em Pauta pega carona na curiosidade de Simone, e provoca: Responda quem souber.

(Vitor Hugo Soares)

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